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Comentário de Vicente Cariri da Costa Júnior em 6 outubro 2008 às 20:26
Posto um link da Biblioteca Ayacucho. Muitos livros estão disponíveis em PDF. Existe inclusive literatura dos Mayas e Aztecas (precolombiana, pois os povos continuam a existir e têm sua cultura atual). Preferi priorizar o Simon Bolívar, pela relação com Brasil: Giusepe Garibaldi lutou com Bolívar e participou da Farroupilha, Abreu e Lima foi um dos generais de Bolívar e participou da Confederação do Equador (sob a liderança de Frei Caneca). Peço a cada um que visite a própria Biblioteca Ayacucho.

Doctrina del Libertador (EN REEDICIÓN)
Prólogo: Augusto Mijares. Compilación, notas y cronología: Manuel Pérez Vila.
Materias: Historia de Latinoamérica s. XIX, Pensamiento político s. XIX, Emancipación latinoamericana
Páginas: XXVII + 292
País: Venezuela


Doctrina del Libertador presenta diversos aspectos del pensamiento de Simón Bolívar (Venezuela, 1783-Colombia, 1830). La selección ha sido realizada con el propósito de no descuidar ninguna faceta importante del ideario bolivariano: los mensajes donde expone sus proyectos constitucionales; su concepto de la independencia y de la democracia; sus iniciativas en pro de la igualdad social; su lucha contra el peculado y la corrupción administrativa; sus ideas sobre el poder moral; su decidida promoción de la educación y la cultura; su visión americanista y universal; su repudio de la esclavitud y de la mita; su defensa de la soberanía nacional; su protección a la agricultura y a la industria, etc. El presente volumen reproduce íntegramente y en riguroso orden cronológico cien documentos que obedecen a la necesidad de ofrecer en un solo corpus lo más representativo del pensamiento político, económico y social de Simón Bolívar.

http://www.bibliotecayacucho.gob.ve/fba/index.php?id=97&no_cache=1&download=Doctrina_del_libertador.pdf&catalogUid=1&filetype=ayaDigit
Comentário de Jose Arlindo em 1 outubro 2008 às 18:52
100 Anos sem Machado e a obra completa na Internet

Aqui a obra completa: http://portal.mec.gov.br/machado
Comentário de Paulo Kautscher em 23 setembro 2008 às 1:49
UMA CONTRIBUIÇÃO AO DEBATE SOBRE A NOVA POLÍTICA INDUSTRIAL BRASILEIRA.

André Nassif

Mais de uma década após a implementação e consolidação do processo de liberalização comercial no Brasil, restam poucas dúvidas com relação a alguns de seus benefícios: foi importante para ajudar a reverter o declínio da produtividade do trabalho que se vinha constatando desde meados da década de 1980; contribuiu para modernizar o parque industrial, mediante adoção de novas técnicas produtivas ou de gestão empresarial, bem como
maior racionalização das plantas industriais preexistentes via combinação mais eficiente de fatores e insumos envolvidos; e impôs forte disciplina aos grupos empresariais na prática de
mark-ups exageradamente elevados,1 em vista de maior exposiçãoà concorrência externa.






Uma contribuição ao debate sobre a nova política industrial brasile...
Comentário de Paulo Kautscher em 23 setembro 2008 às 1:40
Celso Furtado:formação e ação
Vamireh Chacon


CELSO FURTADO-FORMAÇÃO E AÇÃO.pdf
Comentário de Paulo Kautscher em 21 setembro 2008 às 16:16
Na história do pensamento econômico brasileiro, há poucas referências ao economista alemão Georg Friedrich List (1789-1846). Antonio Barros de Castro, que já leu de tudo, não se recorda de nenhuma influência maior de List nos economistas brasileiros. Celso Furtado o cita de passagem em um de seus livros de memória, mencionando sua visão sistêmica de desenvolvimento.
Sua obra máxima, "Sistema Nacional de Economia Política", tem uma edição de 1983 da coleção "Os Economistas", da Editora Abril, com um prefácio muito bom do ex-ministro Cristovam Buarque.
Depois de ter batalhado pela unificação dos Estados alemães, List se exilou nos Estados Unidos e assistiu, ao vivo e em cores, à comprovação de suas teses. Em 30 de julho de 1827, participou ativamente da Convenção Nacional dos Protecionistas de Harrisburg, que faziam a defesa da produção manufatureira americana contra a importação indiscriminada.
Em 1792, o então secretário do Tesouro norte-americano, Hamilton, apresentou o "Report of Manufactures", o primeiro projeto de defesa das manufaturas norte-americanas, em reação ao protecionismo que havia na Europa. As tarifas iniciais foram insuficientes. Mas em 1808, com a guerra explodindo, o comércio com a Europa foi interrompido. Em um ano, o número de indústrias têxteis saltou de 8.000 para 31 mil. Quando o livre comércio foi retomado, veio de novo a crise.
Eram essas evidências que List ia buscar para desenvolver os princípios de sua economia política. List se insurgia contra os princípios da teoria das vantagens comparativas -segundo as quais cada país deveria se concentrar em sua vocação natural. Previa que seus netos viriam os EUA se transformarem na maior nação do mundo, justamente por não ter seguido esses princípios. Lembrava que Adam Smith havia previsto que a vocação dos EUA era eminentemente agrícola, como a da Polônia.
O "insight" de List foi que o livre comércio entre duas nações civilizadas só poderia ser mutuamente benéfico se ambas estivessem em um mesmo grau de desenvolvimento industrial. Ao contrário, qualquer nação que estivesse atrasada em relação à outra deveria, antes, aparelhar-se para entrar na livre concorrência com nações mais desenvolvidas.
É clássica sua análise do Tratado de Methuen (em 1703), da Inglaterra com Portugal, que ajudou a financiar a revolução industrial inglesa. Demonstra que, à época, os ingleses haviam constatado que a melhor forma de se desenvolver era exportar produtos manufaturados e importar matérias-primas. Com o acordo com Portugal, abre algumas vantagens para os vinhos portugueses. Em contrapartida, acumula saldos comerciais volumosos, que lhes permite levar todo o ouro e a prata de Portugal, ir até a Índia, adquirir manufaturas do país. Depois, revende-las para toda a Europa (mas não no seu mercado interno) e comprar matérias-primas.
Essa posição da Inglaterra foi insensata?, indagava List. De acordo com os princípios de Adam Smith e da Teoria dos Valores de J.B.Say, sim. Na prática, transformou-a na maior potência do seu tempo, isso porque não estava interessada simplesmente em adquirir artigos manufaturados de baixo custo e perecíveis, mas adquirir a "força de produção".
Não era um fanático pelo protecionismo. Diferenciava estratégias para cada estágio de desenvolvimento. Constatava que o comércio era fundamental para a modernização de um país, mas que, se ele não tivesse uma base interna forte, com condições que poderiam, hoje em dia, ser chamadas de competitividade sistêmica, o capital e o comércio tenderiam a fugir para centros mais adequados. Daí a importância da segurança jurídica, da democracia, de uma infra-estrutura adequada, do controle das rotas comerciais, da visão geopolítica. E sua crítica insistente aos cabeças de planilha da época, prenhes de citações eruditas, sem um pingo de capacidade de analisar os fatos reais.
Talvez a diferença de destino entre Coréia do Sul e o Brasil, nos últimos 40 anos, esteja em algum grande economista sul-coreano que leu List.

LUIS NASSIF


The National System of Political Economy -Friedrich List .pdf
Comentário de Paulo Kautscher em 21 setembro 2008 às 2:06


Sobre o Papel do Trabalho na Transformação do Macaco em Homem.
Friedrich Engels

O trabalho é a fonte de toda riqueza, afirmam os economistas. Assim é, com efeito, ao lado da natureza, encarregada de fornecer os materiais que ele converte em riqueza. O trabalho, porém, é muitíssimo mais do que isso. É a condição básica e fundamental de toda a vida humana. E em tal grau que, até certo ponto, podemos afirmar que o trabalho criou o próprio homem.

Há muitas centenas de milhares de anos, numa época, ainda não estabelecida em definitivo, daquele período do desenvolvimento da Terra que os geólogos denominam terciário, provavelmente em fins desse período, vivia em algum lugar da zona tropical — talvez em um extenso continente hoje desaparecido nas profundezas do Oceano Índico uma raça de macacos antropomorfos extraordinariamente desenvolvida. Darwin nos deu uma descrição aproximada desses nossos antepassados. Eram totalmente cobertos de pêlo, tinham barba, orelhas pontiagudas, viviam nas árvores e formavam manadas.


engels_macaco_homem1.pdf
Comentário de Paulo Kautscher em 21 setembro 2008 às 1:51
Educação após Auschwitz.

Theodor Adorno
A Filosofia de Theodor Adorno, considerada uma das mais complexas do século XX, fundamenta-se na perspectiva da dialética. Uma das suas importantes obras, a Dialética do Esclarecimento, escrita em colaboração com Max Horkheimer durante a guerra, é uma crítica da razão instrumental, conceito fundamental deste último filósofo, ou, o que seria o mesmo, uma crítica, fundada em uma interpretação negativa do Iluminismo, de uma civilização técnica e da lógica cultural do sistema capitalista (que Adorno chama de "indústria cultural"). Também uma crítica à sociedade de mercado que não persegue outro fim que não o do progresso técnico.

A atual civilização técnica, surgida do espírito do Iluminismo e do seu conceito de razão, não representa mais que um domínio racional sobre a natureza, que implica paralelamente um domínio (irracional) sobre o homem; os diferentes fenômenos de barbárie moderna (fascismo e nazismo) não seriam outra coisa que não mostras, e talvez as piores manifestações, desta atitude autoritária de domínio sobre o outro, e neste particular, Adorno recorrerá a outro filósofo alemão - Nietzsche.

auschwitz.pdf
Comentário de Paulo Kautscher em 20 setembro 2008 às 16:26
Comentário de Paulo Kautscher em 20 setembro 2008 às 15:48
Dom Casmurro
Machado de Assis



DOM CASMURRO.pdf
Comentário de Paulo Kautscher em 15 setembro 2008 às 16:15
Contrastes e Confrontos, de Euclides da Cunha

Num dia de setembro de 1820 chegou à tristonha Assunção, do Dr. Francia, um prisioneiro ilustre e sexagenário, a quem, entretanto, não se concedera o preito da mais diminuta escolta. Vinha só; passou, a cavalo, pelas longas ruas retilíneas retangularmente cruzadas, entre janelas de grades, à maneira de extensos corredores de uma prisão vastíssima, e descavalgou no largo onde se erige o palácio do governo.

Este material pode ser redistribuído livremente, desde que não seja alterado, e que as informações acima sejam mantidas. Para maiores informações, escreva para .
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