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A proposta é discutir o ensino, o modelo de gestão, o acesso e as políticas de incentivo e financiamento das universidades públicas do país.

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Ensino Superior

Documento mestre - Ensino Superior

O direito à educação é garantido no artigo 6º da Constituição de 1988. Para assegurar esse direito aos cidadãos, existem leis e programas governamentais instituídos para o desenvolvimento do sistema de ensino no País. No entanto, criar a melhor estratégia exige dedicação e discussão de acadêmicos, organizações não governamentais, instituições privadas e Estado.

São estas questões, mais especificamente sobre o ensino superior oferecido pelas universidades públicas do Brasil, que tentaremos entender, começando pelas discussões legais.

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ARTIGOS

Adalberto Fazzio e Armando Z. Milioni - Para o Portal Luís Nassif


UFABC: QUEBRANDO PARADIGMAS NO ENSINO DE ENGENHARIA NO BRASIL

De acordo com o Instituto de Estatísticas da Unesco, no final de 2004, imediatamente antes do formidável processo de expansão das Instituições Federais de Ensino Superior, o Brasil tinha cerca de 18 milhões de jovens com idades entre 18 e 24 anos, faixa etária universalmente aceita como aquela em que se deveria estar matriculado em um curso de nível superior. Todavia, apenas três milhões deles o faziam, ou seja, 16% do total. À época, esse percentual era de cerca de 60% na Argentina e em Cuba, 50% no Chile e 25% no México e na Colômbia. Isso para manter a comparação entre países latino-americanos. Em outro patamar de referência situava-se, por exemplo, a Coréia do Sul, com mais de 90%.

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Naomar de Almeida Filho - Para o Portal Luís Nassif

UNIVERSIDADE NOVA: O MODELO DA UFBA

O ano de 2008 marcou a história da nossa Universidade Federal da Bahia. Após intensa disputa, superando obstáculos e resistências de conservadores de toda ordem, os Conselhos Superiores, de modo quase unânime, aprovaram o marco regulatório de implantação do REUNI na UFBA. Esse fato coroa uma profunda revisão de estrutura e funcionamento da instituição, iniciada em 2004, em dois eixos – inclusão social e reestruturação curricular – implantados em duas fases.

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Fórum de discussão

Anarquista Lúcida

Chico Alencar diz que para o governo “tudo vai bem na educação”

Jornal da ADUFF - Como o discurso sobre o conjunto de reformas do governo Lula chega aos parlamentares? Chico Alencar – Infelizmente, a imensa maioria, a quase totalidade dos parlamentares recebe ...

Tag: Chico Alencar, Universidades, -, Educação

Iniciado por Anarquista Lúcida 19 Nov.

Dinheiro Vivo

Propostas para a USP 6 respostas 

Um grupo de professores elaborou um manifesto com propostas de mudanças na USP. Dentre os pontos abordados constam: - alteração do modelo de escolha dos reitores; - reforma da estrutura academica e...

Tag: reitor, pública, universidade, usp, folha

Iniciado por Dinheiro Vivo. Última resposta de Roberta Sales 13 Nov.

Anarquista Lúcida

Opinião: Deu chabu no Enem!

Assim que o professor Fernando Haddad – ministro da Educação – no final de março deste ano, anunciou proposta de unificar o vestibular das universidades federais, criando novo Exame Nacional do Ens...

Tag: ENEM

Iniciado por Anarquista Lúcida 10 Out.

Marcio Ortiz Meinberg

UNE defende 50% dos recursos do pré-sal para a Educação 1 resposta 

A proposta de buscar uma nova forma de financiamento para toda a rede pública integra o PL de Reforma Universitária da entidade Nesta segunda-feira, 31, o governo federal lançará o marco regulatór...

Tag: Pré-Sal, Educação, Estudantes, dos, União

Iniciado por Marcio Ortiz Meinberg. Última resposta de Anarquista Lúcida 9 Set.

Dinheiro Vivo

Educação a Distância 1 resposta 

Abrimos espaço para discussões amplas sobre a educação a distância no Brasil. O modelo é válido? Quais as vantagens e desvantagens? Comente suas opiniões sobre o tema.

Iniciado por Dinheiro Vivo. Última resposta de Wilson Azevedo 1 Set.

Anarquista Lúcida

Dinheiro do REUNI já acabou, diz ministro 6 respostas 

Os R$ 2,5 bilhões destinados a financiar os quatro anos de implementação do Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni) já foram comprometidos nos dois primeiros anos d...

Tag: REUNI

Iniciado por Anarquista Lúcida. Última resposta de Anarquista Lúcida 28 Ago.

Dinheiro Vivo

Programas de Incentivo/Bolsas 3 respostas 

A universidade tem papel fundamental no incentivo à pesquisas, mas para tanto é necessário investimentos. As pesquisas e estudos da pós-graduação, mestrado e doutorado, contam com os subsídios de d...

Tag: pesquisa, incentivo, estudos, de, cnpq

Iniciado por Dinheiro Vivo. Última resposta de Dinheiro Vivo 17 Ago.

Dinheiro Vivo

Avaliação das Universidades 5 respostas 

Vamos discutir aqui o modelo atual de avaliação das universidades - estrutura e qualidade de ensino. Para conhecer os critérios de avaliação e a estrutura atual do MEC, leia a matéria: "Estrutura ...

Tag: critérios, ensino, avaliação, organizacional, estrutura

Iniciado por Dinheiro Vivo. Última resposta de Marcus Rocha 15 Ago.

Dinheiro Vivo

Cotas 3 respostas 

Vamos debater aqui as cotas raciais. Há uma discussão sobre o tema no Blog - "COTAS RACIAIS". Leia e participe com seus comentários.

Tag: vagas, universidade, raciais, cotas

Iniciado por Dinheiro Vivo. Última resposta de Rogério Maestri 7 Ago.

Marcus Rocha

Processos de Reforma no Ensino Superior 2 respostas 

Grupo dedicado ao debate dos processos de reforma no ensino Superior, reforma universitária, Reuni, Universidade Nova, etc.

Iniciado por Marcus Rocha. Última resposta de Caco Baptista 31 Jul.

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Rogério Maestri Comentário de Rogério Maestri em 23 agosto 2009 às 16:16
Cara Angelita
O mais grave de todo o teu comentário está bem no fim, tu dizes “Ninguém entra com recurso contra os resultados porque sabe que se o fizer, a notícia se espalha, e jamais passará em concurso público algum.” Explico o meu espanto, não enxergo isto desta forma, sou professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, pois participei de bancas de alguns concursos e acompanhei de vários outros e nunca detectei problemas como este. Tanto em nossa universidade como outras, que conheço bem, nunca houve uma predisposição contra candidatos que entraram com recursos contra concursos públicos. Posso dizer inclusive de dois professores que entraram contra determinadas manobras feitas por outras universidades, para alegria dos mesmos, não tiveram sorte nos seus recursos e passaram posteriormente na UFRGS e UFSC.
Acho que está faltando sentimento de cidadania desses candidatos prejudicados por fatos grosseiros visando favorecer um ou outro candidato, os concursos são públicos e não acredito que qualquer juiz federal não acolheria a impugnação de um concurso em que a correção das provas não fosse pública. Posso até relatar um fato hilário ocorrido num concurso para professor titular em nosso departamento. No concurso havia um só candidato e feita a prova escrita o presidente da banca pediu para os presentes se retirar para a banca deliberar, anotado isto em ata, o professor que passou no concurso demorou um ano para ser integrado, pois o conselho de Ensino e Pesquisa da UFRGS considerou que o concurso não tinha sido público!
As pessoas estão perdendo o sentido de cidadania e ficando com medo de reclamar ou denunciar qualquer coisa, isto estimula novos episódios delinqüentes em todos os níveis.
Não vejo como regra expediente para favorecer claramente um ou outro candidato, o que há muitas vezes é uma condução para um perfil mais restrito. De novo vou contar outra história. Um ex-aluno meu ia fazer concurso numa universidade do nordeste, ele me pediu auxílio para saber como estudar, como a banca já estava nominada eu analisei o currículo dos professores e indiquei o que ele deveria estudar com mais ênfase, conclusão, ele passou em primeiro lugar. Qual é a regra? Os membros da banca perguntam o que eles conhecem bem! È mais ou menos elementar, mas ao entrar num concurso público para professor sugiro que se leia com atenção o currículo dos membros da banca para responder o que eles querem ouvir (HeHeHe) não o que o candidato sabe!
Cínico, porém eficiente!
Anarquista Lúcida Comentário de Anarquista Lúcida em 23 agosto 2009 às 3:13
Ué, recebi uma mensagem falando sobre concursos públicos nas Universidades, e chego aqui nao a encontro. Onde foi posta, se tb nao está em nenhum tópico?
Marcus Rocha Comentário de Marcus Rocha em 23 julho 2009 às 14:50
Sugiro um tópico específico para debate sobre "Reforma Universitária", Reuni, Universidade Nova, etc.
Caco Baptista Comentário de Caco Baptista em 22 julho 2009 às 21:36
Olá,
penso que um tópico importante no debate sobre a universidade pública é justamente o conceito de público. Esta é uma questão que há muito vem sendo colocada pelas universidades comunitárias, que reivindicam-se públicas não-estatais. Entender o campo da universidade pública como constituído por universidades federais, estaduais e comunitárias poderia trazer maior complexidade e riqueza para o debate. Incluir as comunitárias no debate pode trazer também mais elementos para a reflexão sobre modelos de gestão, democracia, transparência, prestação de contas etc.
Quero também deixar o elogio ao belo texto do Reitor da UFBA, que coloca no centro da discussão a necessidade de reformular a formação universitária de graduação no Brasil, superando ao mesmo tempo a lógica carreirocêntrica das escolas de formação de profissionais e a lógica disciplinocêntrica dos departamentos acadêmicos e institutos de pesquisa.
Penso que poderemos ter uma conversa longa e produtiva sobre a universidade.
Pádua Carobrez Comentário de Pádua Carobrez em 22 julho 2009 às 14:22
Compartilho com os colegas alguns dos problemas que deverão ser enfrentados pelas Universidades e pelos professores neste mundo do excesso de Informação.

JOSE ROMEU PONTES CARDOSO JUNIOR Comentário de JOSE ROMEU PONTES CARDOSO JUNIOR em 22 julho 2009 às 13:56
Amigos,
Como professor faço as primeiras e singelas considerações:
Estou cansado de ver professores de ensino superior, totalmente despreparados na parte pedagógica.
Eles não sabem o que é e como fazer plano de curso, plano de aula e objetivos específicos das disciplinas. Este último deveria ser distribuídos aos alunos no primeiro dia de aula.
São aprovados em concursos por bancas que não cobram esses conhecimentos por uma razão muito simples. Os membros da banca também não sabem.
O professor Imidio Nérice em sua obra “Metodologia do Ensino” apresenta 74 métodos de ensino. Os professores atuais só conhecem um, “método expositivo”.
Assim caminha nossa universidade.
Dinheiro Vivo Comentário de Dinheiro Vivo em 22 julho 2009 às 13:53
Olá Gustavo.
Sim, pode criar mais tópicos para fomentar nossa discussão.
Roberta Sales - Portal Luis Nassif
Gustavo Cherubine Comentário de Gustavo Cherubine em 22 julho 2009 às 13:24
Amigas-os, ótima iniciativa.
Pretendo colaborar com questões, temas e debates sobre o vasto e não tão fertilizado campo da extensão universitária.

Ensino, pesquisa e extensão integram o tripé do ensino superior.

Abaixo, compartilho uma análise apropriada da 51a. Reunião Anual da SBPC que remete ao tema, via parcerias.

Pessoal, posso criar um tópico chamado `o campo da extensão universitária precisa ser fertilizado`(interrogação)


Abraços, Gustavo Cherubine.

http://www.agencia.fapesp.br/materia/10787/parcerias-amazonicas.htm

No balanço da reunião da SBPC, em Manaus, destaque fica com a importância de estabelecer parcerias entre instituições e setores para desenvolver a ciência na Amazônia (foto: F.Castro)

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Parcerias amazônicas
20/7/2009

Por Fábio de Castro, de Manaus

Agência FAPESP – Durante uma semana, milhares de pessoas participaram diariamente das atividades da 61ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), encerrada na sexta-feira (17/7), em Manaus. As atividades ocorreram no campus da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), quase todo coberto por um dos maiores fragmentos florestais urbanos do Brasil, com uma área de 6,7 milhões de metros quadrados.

Ao fazer um balanço final do evento, o presidente da SBPC, Marco Antonio Raupp, destacou a importância de parcerias – entre comunidade científica, institutos de pesquisas, sociedade civil organizada, setor privado, governo e cidadãos – para o desenvolvimento da ciência na região amazônica. O tema da reunião foi “Amazônia: Ciência e Cultura”.

“Assim como a educação básica, a Amazônia é um dos temas prioritários da atuação da SBPC. A ciência é fundamental para que a região se desenvolva de forma sustentável. Mas, para que ela seja produzida e ajude a orientar a formulação de políticas públicas, é fundamental desenvolver parcerias”, disse Raupp à Agência FAPESP.

Raupp contou que a reunião da SBPC em 2010 deverá ocorrer em Natal. Segundo ele, o reitor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte esteve com o conselho da SBPC e fez uma proposta de levar a reunião para a capital potiguar.

“A proposta foi aprovada e, a princípio, a reunião será lá. Quanto ao tema, temos intenção de propor a questão dos recursos marinhos e da ciência voltada para o mar. A intervenção do mar envolve muitos impactos e estamos cada vez mais investindo em recursos marinhos”, disse.

De acordo com ele, a reunião em Manaus – que teve um público total estimado entre 12 mil e 15 mil pessoas provenientes de 180 cidades do país – mostrou que a articulação entre as diversas instituições e setores fazem avançar a presença da ciência na Amazônia.

“A SBPC seguirá estimulando a cooperação entre universidades e empresas, com o objetivo de aumentar a competitividade nacional e de demonstrar a importância de um sistema de ciência e tecnologia para um país. No aspecto operacional, continuaremos a incentivar o aprimoramento das legislações de ciência e tecnologia, regularizando a situação das fundações de apoio a pesquisa e criando possibilidades de parcerias entre pesquisadores, governo e o terceiro setor”, afirmou.

Segundo Raupp, a reunião foi viabilizada também graças às parcerias concretizadas entre a SBPC, a Universidade Federal do Amazonas (Ufam), que sediou o evento, a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Amazonas e o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O diretor do Inpa, Adalberto Val, definiu a reunião como “um dos momentos mais excepcionais dos últimos anos na região em termos de ciência e tecnologia”.

“Demos uma demonstração clara, para as outras regiões e para nós mesmos, de que desenvolvemos pesquisa científica na Amazônia e que temos condições de discutir de igual para igual com todos os outros centros. A reunião deixou claro também que não há espaço para imobilidade no que se refere à região”, afirmou.

Val destacou também as necessidades de parcerias com instituições de pesquisas dos outros países amazônicos. “Durante a reunião tivemos a presença de grupos de pesquisas dos demais países e pudemos discutir não com os dirigentes, mas com aqueles que realmente fazem ciência na região”, afirmou.

O aspecto mais importante do evento, para o pesquisador, foi a interação com a sociedade. “Além de mostrar ao público o que é produzido nos laboratórios, pudemos conhecer mais sobre a demanda dessa sociedade por ciência. Pudemos antever que teremos pela frente um longo caminho de cooperação entre as instituições para dar conta dessa demanda”, disse.

Das 10 mil pessoas que participaram diariamente das atividades da reunião da SBPC, em média cerca de 6 mil circularam pela ExpoT&CI, que teve a presença da FAPESP com um estande montado para apresentar ao público as principais áreas de atuação, modalidades de financiamento, programas especiais e de inovação tecnológica e projetos de comunicação da Fundação.

Cerca de 2 mil pessoas circularam diariamente pelos simpósios e conferências. Houve também a presença diária de aproximadamente 2 mil jovens e crianças.

Dos 2.450 pôsteres inscritos, apenas 15% deixaram de ser apresentados – a média em outras reuniões ficou em torno de 18%. O evento teve a presença de mais de 960 conferencistas. Os 45 minicursos realizados durante a semana tiveram 1.830 inscritos.

Mais informações: www.sbpcnet.org.br


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