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Comentário de Daisy Grisolia em 7 dezembro 2010 às 22:29
Grande sequência de um grande homem.
Comentário de Fernando dos Santos Curi em 7 dezembro 2010 às 18:57
Comentário de Daisy Grisolia em 15 novembro 2010 às 8:46
OLá Daniel,
Obrigado por trazer a história do Cabeça de Cuia de volta para a minha memória em texto e imagem. Estive no Piauí há muitos anos atrás e passei longas horas na beira do Rio, ouvindo histórias...De qualquer forma, a foto do Parnaíba é muito boa e ele também deve ter suas histórias.
abs
Comentário de Antonio Barbosa Filho em 15 novembro 2010 às 1:32
Daniel, belíssimas as fotos e belíssima a lenda.
Agradeço-lhe por ensinar-me algo mais sobre o Piauí, um dos Estados que ainda não conheci e pelo qual nutro enorme curiosidade.
Viva o Brasil!
Comentário de Daniel Mallone em 14 novembro 2010 às 22:43
Nao, Daisy. O rio ao qual voce se refere é o rio Poty.Este é o rio Parnaíba. O Poty corta a cidade enquanto o Parnaíba é a divisa com o estado do Maranhao, portanto ele margeia a cidade.
A historia que voce se refere é a lenda do Cabeça de Cuia. Para quem nao conhece A lenda do Cabeça de Cuia, assim como quase todas as lendas que fantasiam e atraem a imaginação do povo brasileiro, é contada de várias formas e possui várias versões, e a cada pessoa que a estória é passada, transmite-se novos fatores que acabam por afastar da realidade a verdade sobre a lenda. Vou aqui tentar fazer relato mais próximo do que teria sido a maior das lendas do Piauí:
Crispim era um jovem rapaz, originário de uma família muito pobre, que vivia na pequena Vila do Poti (hoje, Poti Velho, bairro da zona norte de Teresina). Seu pai, que era pescador, morreu muito cedo, deixando o pequeno Crispim e sua velha mãe, uma senhora doente, sem nenhuma fonte de sustento. Sendo assim, Crispim teve que começar a trabalhar ainda jovem, também como pescador.
Um dia, Crispim foi a uma de suas pescarias, mas, por azar, não conseguiu pescar absolutamente nada. De volta à sua casa, descobriu que sua mãe havia feito para o seu almoço apenas uma comida rala, acompanhado de um suporte de boi (osso da canela do boi). Como Crispim jazia de fome e raiva, devido à pescaria fracassada, enfureceu-se com a miséria daquela comida e decidiu vingar-se da mãe por estarem naquela situação. Então, em um ato rápido e violento, o jovem golpeou a cabeça da mãe, a deixando a beira da morte. Dizem, até mesmo, que de onde deveria sair o tutano do osso do boi, escorria apenas o sangue da mãe de Crispim.
Porém, a velha senhora, antes de falecer, rogou uma maldição contra seu filho, que lhe foi atendida. A maldição rezava que Crispim transformasse-se em um monstro aquático, com a cabeça enorme no formato de uma cuia, que vagaria dia e noite e só se libertaria da maldição após devorar sete virgens, de nome Maria.
Com a maldição, Crispim enlouquecera, numa mistura de medo e ódio, e correu ao rio Poty, onde se afogou. Seu corpo nunca foi encontrado e, até hoje, as pessoas mais antigas proíbem suas filhas virgens de nome Maria de lavarem roupa ou se banharem nas épocas de cheia do rio. Alguns moradores da região afirmam que o Cabeça de Cuia, além de procurar as virgens, assassina os banhistas do rio e tenta virar embarcações que passam pelo rio.
Outros também afirmam que Crispim ou, o Cabeça de Cuia, procura as mulheres por achar que elas, na verdade, são sua mãe, que veio ao rio Poty para lhe perdoar. Mas, ao se aproximar, e se deparar com outra mulher, ele se irrita novamente e acaba por matar as mulheres.
O Cabeça de Cuia, até hoje, não conseguiu devorar nem uma virgem de nome Maria.
Em 2003, foi instituido pela Prefeitura Municipal de Teresina, o Dia do Cabeça de Cuia, para ser comemorado na última sexta-feira do mês de abril.

Comentário de Daisy Grisolia em 14 novembro 2010 às 22:30
Esse é o rio de Teresina? Aquele que tem a história de um índio?
Comentário de Daniel Mallone em 14 novembro 2010 às 22:23
Teresina, PI
Cidade quente com um povo alegre e hospitaleiro

Comentário de Daniel Mallone em 14 novembro 2010 às 0:29
gabriel


Algumas imagens do cotidiano de Londres, cidade onde morei, trabalhei e estudei por 2 anos e meio.
Comentário de Daisy Grisolia em 6 novembro 2010 às 1:58
Andei pelos lados do que sobrou do Largo da Batata - Pinheiros e pelas ruelas em volta, caçando alguns graffitis que namoro faz tempo. Há coisas lindas escondidas por lá.

Fotografei antes que eles desapareçam. Divido com vcs no link abaixo http://www.flickr.com/photos/daisygrisolia/sets/72157625194874301/
Comentário de Paulo Truglio em 30 outubro 2010 às 22:45
Olá, amigos. Acabo de me inscrever e, de cara, gostaria de saber (ainda não li os tópicos...) onde posso encontrar filmes b&p no Brasil. Tenho tido dificuldades porque prefiro usar máquina analógica. Obrigado e um abraço a todos/todas!
 

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