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Comentário de Raí Araujo em 5 março 2010 às 1:05
Nassif e companheiros da Comunidade,é muito difícil conciliar a boa-vontade de algumas Universidades,em investir no talento de seus estudantes-atletas,se não há no Brasil,uma regulamentação,que devolva à entidade mantenedora desta atividade extra-curricular,seus investimentos,nem uma lei,que impeça,que maus empresários tire estes talentos de sua jurisdição,e tudo vire pó,inclusive em prejuízo,para o esporte nacional.
No futebol,onde existe uma maior concentração de esforços,por parte dos clubes,nas suas divisões de base,o que acaba de acontecer com o São Paulo Futebol Clube,que está ameaçado de perder todo o dinheiro investido em anos,na molecada,pelos desmandos da justiça,que está dando ganho de causa aos advogados destes empresários capitalistas,que estão "acabando"com a vontade deste clube paulistano,com relação ao investimento na formação(sem nenhuma garantia de retôrno)deste investimento.
É preciso corrigir urgentemente a Lei Pelé,e estas aberrações que acontecem na relação clube-atleta,no Brasil.
Comentário de Dinheiro Vivo em 4 março 2010 às 10:38
A copa e os desafios do esporte Brasileiro

Luís Nassif, fala sobre os desafios do esporte brasileiro na Coluna Econômica de 04/03/2010.

Um dos grandes desafios, para os próximos anos, será compatibilizar a profusão de grandes eventos esportivos internacionais com a precariedade das estruturas esportivas do país.

Haverá recursos do governo para obras em estádios, além de um conjunto amplo de ações destinadas a preparar a casa. Estão sendo montadas estruturas de apoio e fiscalização dos recursos. Acontece que, na ponta, a ação será de clubes esportivos, federações e confederações que ainda pertencem ao lado cinzento da economia.

Não apenas isso.

Hoje em dia, em nível mundial, passa pelos esportes – especialmente o futebol – uma das pernas principais do crime organizado.

***

O futebol é uma atividade econômica de difícil controle, especialmente pela impossibilidade de se precificar seu principal ativo: o passe do jogador.

Em um mercado moderno, jogador jamais seria contabilizado como ativo – ou seja, um bem que tem preço e pode se valorizar ou desvalorizar. A cada temporada, os clubes contrariam jogadores, pagariam pelo trabalho feito e se remunerariam pelo aumento da bilheteria, dos direitos de arena (transmissão) e pelo marketing. Assim, a contabilização do jogador seria pelo fluxo de resultados do ano.

Quando se inclui o preço do passe, cria-se uma mixórdia. Não há maneira de definir o que seria preço justo. Se um clube quiser pagar uma montanha de dinheiro por um perna de pau, ou uma ninharia por um craque, quem há de contestar? Ninguém.

***

Essa dificuldade permite toda sorte de operações para esquentar ou esfriar dinheiro.

Estudioso do tema, o juiz Fausto de Sanctis explica que há dois crimes pesados envolvendo a atividade internacional do futebol. O mais grave e evidente é o comércio de crianças – “agentes intermediários”, que buscam crianças na África (Costa do Marfim, Camarões), não pagam nada à família nem ao atleta, prometem futuro no futebol europeu e terminam por deixá-los à própria sorte, morando nas ruas. Calcula-se que esses agentes já tenham levado cerca de 20.000 africanos para a Europa.

A FIFA tentou regulamentar esse mercado, mas os clubes europeus sempre encontram brechas para contornar as proibições.

***

O segundo ponto é a questão da lavagem de dinheiro.

Em 2009, o GAFI (Grupo de Ação Financeira) – organização que nasceu em 1989 para coibir a lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo – publicou um relatório com suas análises em 25 países do mundo sobre a prática de lavagem em clubes. Analisou a Argentina a partir de dados disponíveis da Argentina.

No Brasil, desde 2003 os clubes são obrigados a publicar seu balanço comercial ou “demonstrações financeiras” (através do artigo 46-A da Lei Pelé e pela Lei nº 11.638, de 28 de dezembro de 2007). Mas o grau de transparência ainda é mínimo.

***

Talvez seja a hora de se pensar em um órgão regulador – como a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) – destinado a fiscalizar as operações financeiras dos clubes.

Na França, esse órgão é a Direção Nacional de Controle de Gestão. Existe desde 1984 e tem o poder de fiscalizar, jurídico e financeiramente, todos os clubes da Liga Francesa e da União Europeia.
Comentário de ricardo javfs em 2 março 2010 às 3:18
Gestão do Esporte Universitário.

No Brasil, pouco se fala do esporte universitário, mas é lá que se encontra o público formador de opinião, estudantes que estão com idades entre 18 à 25 anos e estão entrando no mercado de trabalho.

Hoje em dia as faculdades além do diretório acadêmico elas tem uma unidade somente relacionada ao esporte, chamada: Atlética. Essa que gere os esporte na faculdade, monta times para participar de torneios contra outras faculdade, que se tornam rivais maiores que até time de futebol.

Existe história de aluno que eram muito bom no esporte que fazia e que teve que abandonar o esporte para estudar, por causa do pouco ou nenhum retorno financeiro na pratica de seu esporte.

E toda a importância do esporte, que sabemos por questões de saúde física e mental, por que não valorizar isso, aqui em nosso Brasil.

No EUA, por exemplo, o esporte universitário é tão importante que alguns jogos são até televisionado.

Quantos de vocês, participantes do fórum, já ouviram falar do esporte universitário no Brasil,? dos jogos universitários?
Comentário de Raí Araujo em 1 março 2010 às 20:12
Qual seria a proteção oficial,para os clubes que investem nas categorias de base,para evitar que após a formação profissional de seus atletas,terem seus direitos garantidos sobre estes atletas,e não serem "surrupiados"por maus empresários,que usando de artifícios jurídicos,tiram estes atletas do s clubes formadores,e desestimulam os clubes a continuar suas campanhas de cata de novos talentos ?
O que acaba de acontecer com o São Paulo Futebol Clube,é um alerta preocupante,pois alguns maus e inescrupulosos empresários,assediaram a alguns de seus jogadores da base tricolor,e iludindo-os com propostas mirabolantes,criaram uma situação perigosa,pois indispõe os meninos com os clubes que acreditaram e investiram em suas carreiras,sem a garantia de qualquer retôrno.
A obediencia à Lei Pelé incondicionalmente,faz com que o investimento nesta categoria,seja um risco,de jogar dinheiro fora,pelos clubes e a ameaça disto parar,é ruim para o futuro daqueles meninos que sem estes investimentos têm seus futuros incertos.
 

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