Qual o modelo de Gestão de Clubes hoje?
Qual a importância do planejamento dos clubes esportivos para campeonatos e como dá a produção deste em relação aos patrocinadores?
E como fica a discussão entre a formação do profissional do esporte x o passe?

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Respostas a este tópico

Os clubes são escravos da TV?
Qual o papel das universidades na formação e mantenção de atletas?
Como democratizar o processo eleitoral das federações?
Quando tivermos debatidos estes temas exaustivamente, encontraremos as respostas para as outras perguntas mais facilmente
Nos últimos tempos temos visto,um quase profissionalismo na gestão dos clubes brasileiros,em especial nos times de futebol,que descobriram(tardiamente,é claro)que alí teriam suas maiores fontes de renda,se deixassem de administrar com o coração,e passassem a ver o clube como uma empresa,que no mínimo,teria que pagar-se.
Sem perder a paixão pelo clube,os atuais e mais dinamicos dirigentes brasileiros,enxergaram no márketing esportivo,e na venda do nome dos seu clubes,para quem quiser um share forte,uma fonte de divisas que há tempos era explorada na Europa e em parte da Ásia,como a maior fonte de geração de recursos.
Atualmente o Corinthians,o Flamengo e o São Paulo,estão mantendo esta política de explorar o retôrno que os seus nomes dão aos investidores,e perderam o medo de exigir o valor merecido pelas suas marcas.
Este é o caminho mais rápido,para que os clubes brasileiros,de qualquer modalidade,terão que explorar,para custear suas despesas.
Agregado a isto,o direito de imagem de seus atletas,e a vinculação de sua imagem aos produtos e/ou serviços dos anunciantes,os clubes têm que cobrar caro,das emissoras de TV,que vendem seus espaços publicitários a preço de ouro,e não pagam o justo aos clubes que passam-lhe a imagem.
Sem termos uma legislação neste sentido,resta a dirigentes profissionais e frios,a gestão da imagem dos clubes e a criação de novos produtos ligados á pratica esportiva praticada por suas equipes,para mante-los em evidencia e em condições de não depender apenas da venda de ingressos de suas exibições.
Ainda somos incipientes e ainda adotamos técnicas meio rudimentares,na gestão de nossas fontes de renda esportiva(nossos atletas e nosso nome)mas já temos pessoas em alguns clubes,como acontece com o Jílio Cazares do SPFC,e o Rolemberg,do Corinthians, que estão saindo do marasmo,revolucionando o márketing esportivo, e perdendo o medo de encarar os maus empresários do ramo esportivo(estes sim,cobras-criadas)e estamos gradativamente avançando.

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