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Comentário de José Safrany Filho em 24 abril 2013 às 4:35
O SINDICATO DOS PETROLEIROS DE S. PAULO FICA PRÓXIMO AO METRÔ ANHANGABAÚ, VIADUTO 9 DE JULHO, 160. sub-solo 2E.
ESTE O ENDEREÇO PARA O DEBATE SOBRE CONJUNTURA NA VENEZUELA, SEGUNDA-FEIRA, DIA 29, 19 HORAS.
Comentário de José Safrany Filho em 24 abril 2013 às 4:32
DEBATE SOBRE CONJUNTURA NA VENEZUELA.
NA PRÓXIMA 2ª FEIRA, DIA 29 DE ABRIL, ACONTECERÁ UM DEBATE ABERTO SOBRE O TEMA ACIMA, COM ÊNFASE NOS ÚLTIMOS ACONTECIMENTOS, COMO ELEIÇÕES, TENTATIVAS GOLPISTAS, ETC., RELATADOS INCLUSIVE POR PESSOAS RECÉM CHEGADAS DA VENEZUELA PÓS-ELEITORAL.
SERÁ NA SEDE DO SINDICATO DOS PETROLEIROS DE SÃO PAULO/SP, SITO NO VIADUTO 9 DE JULHO, 160 - 2E - ÀS 19 HORAS. COMPAREÇAM!
Comentário de Miriam Lazarotti em 2 abril 2013 às 11:52
DARÍN SE MOJA

El actor argentino más taquillero del momento, Ricardo Darín, está dando que hablar no solo por el sonado éxito de su última película, "Tesis sobre un homicidio", sino por sus declaraciones: "Ha llegado el momento de que los países que quieren a sus gentes establezcan un nuevo orden de prioridades. La vida de las personas no puede estar en quinto lugar".

"Yo soy un privilegiado, a mí trabajo no me falta, mis quejas nunca son a título personal", se apresura a explicar a Efe el actor Ricardo Darín desde su mirada más azul y más franca.

Acaba de comenzar una dura jornada de promoción pero no elude ninguna respuesta: "Cuando digo lo que pienso respondo más a una sensación térmica de lo que le pasa a la gente, porque en realidad esto es un anexo a los que tenemos una posición pública y nos ponen un micrófono delante, una cámara, y decimos lo que muchos piensan", asegura.

Darín es así. Tan pronto se pregunta por el modo en que pudo crecer tanto el patrimonio del matrimonio Kirchner como protesta por ese afán de los nuevos tiempos de colocar a la gente a favor o en contra de unos y de otros.

"Están los que cortan el bacalao, y los que lo consumen; los que dictan cómo son las reglas del juego y los que tenemos que jugar. Creo que hay una concentración de riqueza absolutamente perversa, que ha desnivelado muchísimo la balanza y es el momento de que los países que quieren a sus gentes se replanteen las cosas y establezcan un nuevo orden de prioridad porque la vida de las personas no puede estar en quinto o sexto lugar".

Para el argentino, actor imprescindible para directores como Fabián Bielinsky, Eduardo Mignogna, Pablo Trapero o Juan José Campanella, el peor de los males es "quedarse petrificados, muertos de miedo, escondidos en un rincón del cuarto".

"Hay una mezcla de factores; está el miedo, el agobio, el perder fuerzas y pensar que eso es lo peor. Pero los países no cierran, no son empresas, no bajan la cortina: hay que encontrar el modo de salir y eso se consigue manifestándose, hablando, contándose y dejando circunstancialmente las pequeñas diferencias a un lado".

A sus 56 años y una impresionante carrera con más de cuarenta títulos a sus espaldas, el actor se sacude los piropos con una luminosa y cautivadora sonrisa: "Yo siempre dije que es mejor ser una promesa que un consagrado, porque en el primer caso todo está por descubrir y en el otro, cuando no defraudas, oyes cosas como 'Darín, como siempre...', es decir, que me pasan por alto".

Alicia G.Arribas.

Efe-Reportajes.

http://es-us.noticias.yahoo.com/dar%C3%ADn-moja-142136637.html

Comentário de Antonio Barbosa Filho em 30 março 2013 às 23:16

Comentário de Stella Maris em 28 março 2013 às 21:32

Passado um ano da morte do jovem chileno Daniel Zamudio, o Movimento de Integração e Liberação Homossexual (Movilh) convoca para a tarde deste sábado (30) a Marcha pela Justiça e os direitos da diversidade sexual. O ato será realizado na Praça Itália, em Santiago, Chile.

O objetivo é homenagear o jovem que era homossexual e foi brutalmente atacado em 3 de março de 2012 por um grupo de quatro simpatizantes neonazistas, devido à sua orientação sexual. Depois de sofrer o ataque, Zamudio ficou mais de 20 dias internado não resistindo aos graves ferimentos e morrendo em seguida. A ideia da marcha também é chamar a atenção dos candidatos presidenciais sobre a necessidade de promover a igualdade de direitos para lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e heterossexuais.

De acordo com o Movilh, os manifestantes pedirão justiça e cobrarão a implementação de penas máximas para os autores do crime. Em entrevista ao periódico La Tercera, o presidente do Movilh, Rolando Jiménez, disse que a marcha também é um chamado para que católicos que rechaçam a homofobia demonstrem que "não concordam com o conservadorismo patológico” da hierarquia eclesiástica.

Pelo twitter do Movilh (@Movilh), internautas se solidarizam com o ato e pedem "justiça" - #JusticiaParaDaniel. "Frente à discriminação religiosa, sexual e socioeconômica, deve existir um enérgico rechaço de todos nós", ressaltou um dos seguidores do Movilh na rede social. Também pelo twitter, o Movilh postou que a mãe de Daniel Zamudio, Jacqueline Vera, teria dito que "Não suporta que os assassinos de meu filho continuem rindo de nós".

A marcha deste sábado não é o único ato em memória à Daniel Zamudio. Nesta semana já ocorreram atividades em diversos pontos do país como vigília com velas, liturgia na casa da família e acompanhamento dos avanços do Memorial de Daniel. No próximo dia 6 de abril será a vez de aFundação Daniel Zamudio realizar um desfile pela Diversidade em San Bernardo.

Em um discurso feito durante o anúncio da próxima inauguração do memorial, no Cemitério Geral, o Movilh destacou que a morte de Daniel Zamudio deixou como legado para o Chile a Lei Antidiscriminação, que apesar das deficiências, representa um avanço em matéria de direitos e igualdade.

Acompanhe a marcha pelo facebook.

Crimes de ódio

De acordo com um relatório do Movilh, somente em 2011 foram registrados quase 200 casos de discriminação devido à orientação sexual e identidade de gênero de pessoas no Chile. O ataque brutal contra o jovem Daniel Mauricio Zamudio Vera, no início de março de 2012 no Parque San Borja, em Santiago, chocou e sensibilizou a sociedade, e acelerou o processo de aprovação da Lei Antidiscriminação no Chile.

Para mais informações, acesse: http://www.movilh.cl/

( fonte Adital)

Comentário de Stella Maris em 24 março 2013 às 17:34

 Hoje, 24 de março,  lembramos da vida, e morte  de Oscar Romero, arcebispo de El Salvador. Na véspera de seu martírio, pronunciou as seguintes palavras, dirigindo-se diretamente à ditadura militar: “Frente à ordem de matar seus irmãos deve prevalecer a Lei de Deus, que afirma: ‘NÃO MATARÁS!’ Ninguém deve obedecer a uma lei imoral (...). Em favor deste povo sofrido, cujos gritos sobem ao céu de maneira sempre mais numerosa, suplico-lhes, peço-lhes, ordeno-lhes em nome de Deus: cesse a repressão!”. No dia seguinte, 24 de março de 1980, enquanto celebrava a Eucaristia na capela do Hospital da Divina Providência, Dom Oscar foi assassinado por um atirador de elite do exército salvadorenho. O mandante do crime, major Roberto D’Aubuisson, reconhecido como responsável, nunca foi processado.

O seu compromisso com a causa do povo sofrido de San Salvador, a sua opção evangélica e profética pelos pobres, a sua coragem de denunciar as injustiças, a sua força de anunciar a libertação através do Evangelho de Cristo, e a sua humildade de testemunhar a pobreza por vivê-la em sua própria vida, fizeram com que Oscar Romero se tornasse servidor do povo, até na consequencia do martírio.

“Uma religião com uma missa aos domingos, mas com semanas injustas, não agrada ao Senhor.
Uma religião com muitas orações, mas com hipocrisia no coração, não é cristã.
Uma Igreja que se organiza apenas para ser próspera, para ter muito dinheiro e conforto, mas que se esquece de se insurgir contra as injustiças, não é a verdadeira Igreja do nosso divino Redentor.” este era seu lema de vida

(stella maris)

Comentário de Miriam Lazarotti em 20 março 2013 às 19:27

opera mundi

19/03/2013 - 21h47 | Redação | São Paulo

Presidente do Uruguai falta à missa do papa em respeito a "Estado laico"

Lucia Topolansky, senadora e esposa de José Mujica, se justificou pela ausência dizendo que ambos "não são católicos"

Wikicommons
O presidente uruguaio José Mujica explicou que ele e a esposa Lucia Topolansky não compareceram à missa que inaugurou o pontificado de Francisco, no Vaticano, nesta terça-feira (19), porque ambos "não são católicos" e em respeito ao Estado uruguaio, que "é laico".

A Igreja está separada do Estado desde o século passado. Nisso existe um diferencial com o resto da América Latina. Temos um grande respeito, há liberdade de culto, mas não somos devotos. Como o vice-presidente é, o presidente considerou mais oportuno que ele fosse", afirmou à rádio Vorterix a primeira-dama. “Nosso país não viveu o momento como algo central da sociedade, essa é a verdade", continuou.

A também senadora do uruguai comentou o fato de o novo papa ser argentino."É bom que o papa seja rioplatense. Como as coisas sempre recebem uma leitura política, é uma novidade que seja latino-americano". Ela disse que felicita os católicos e, em especial os argentinos, pela escolha. "É fantástico que tome mate e goste do tango".

Topolansky afirmou que lhe chama a atenção que o pontífice tenha mencionado a América Latina como “a Pátria Grande”, uma consigna de setores de esquerda. “Está se tornando comum falar de Pátria Grande. Há um ressurgimento do pensamento dos libertadores”, observou.

O Papa Francisco celebrou hoje a missa inaugural do pontificado. Diversos chefes de Estado compareceram à cerimônia, no Vaticano, como a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, e a do Brasil, Dilma Rousseff.

http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/27911/presidente+do+...

Comentário de Stella Maris em 19 março 2013 às 11:46

HAGAMOS UN TRATO

cuando sientas tu herida sangrar 
cuando sientas tu voz sollozar 
cuenta conmigo 
(de una canción de Carlos Puebla) 
 

Compañera 
usted sabe 
que puede contar conmigo 
no hasta dos o hasta diez 
sino contar 
conmigo

si alguna vez advierte 
que la miro a los ojos 
y una veta de amor 
reconoce en los míos 
no alerte sus fusiles 
ni piense que deliro 
a pesar de la veta 
o tal vez porque existe 
usted puede contar 
conmigo

si otras veces me encuentra 
huraño sin motivo 
no piense qué flojera 
igual puede contar 
conmigo

pero hagamos un trato 
yo quiziera contar 
con usted 
es tan lindo 
saber que usted existe 
uno se siente vivo 
y cuando digo esto 
quiero decir contar 
aunque sea hasta dos 
aunque sea hasta cinco 
no ya para que acuda 
presurosa en mi auxilio 
sino para saber 
a ciencia cierta 
que usted sabe que puede contar conmigo.

(mario benedetti)

Comentário de Lenin Araujo em 13 março 2013 às 23:13

O JN regozijou!

Comentário de Miriam Lazarotti em 13 março 2013 às 19:41

Carta Maior


Jorge Mario Bergoglio, um conservador argentino, é o novo Papa


Cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio é escolhido Papa e terá o nome de Francisco. Anúncio foi feito nesta quarta-feira (13) na Cidade do Vaticano. Ele não era considerado um dos favoritos. É o primeiro papa latino-americano e o primeiro jesuíta. De posições conservadores, contra o aborto e o casamento igualitário, é acusado em processos judiciais por compactuar com violações aos direitos humanos na ditadura argentina (1976-1983).

O cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio foi escolhido Papa e terá o nome de Francisco. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (13) na Cidade do Vaticano. Arcebispo de Buenos Aires, ele não era considerado um dos favoritos. É o primeiro papa latino-americano e o primeiro jesuíta da história a assumir o posto.

Segundo reportagem publicada por Martín Granovsky na Carta Maior, Bergoglio é um homem de posições conservadoras. Na argentina, é 'inimigo' do outro cardeal argentino presente no conclave, Leonardo Sandri.

Justo Laguna, bispo de Morón falecido em 2011, contava que depois da morte de João Paulo II, quando seu sucessor estava sendo eleito, Sandri lhe disse: “É melhor rezar para São José para que este não seja papa”. Ele se referia a Bergoglio.

Conforme relato de Granovsky, jornalista do diário argentino 'Página 12', Bergoglio vive em conflito há anos com o governo Kirchner, desde que o então presidente Néstor não o escolheu como interlocutor privilegiado para as decisões de Estado. De posições conservadoras, Bergoglio é contrário à legalização do abordo e ao matrimônio igualitário.

Outra reportagem publicada por Carta Maior, de Oscar Guisoni, informa que Bergoglio é um homem citado em vários processos judiciais por sua cumplicidade com a ditadura militar argentina (1976-1983) e que conseguiu evitar seu próprio julgamento por conta de influências e argúcias de advogados.

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_i...

 

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