LILIAN MILENA
Da Redação - ADV
A queima do lixo, reduzindo em cinzas o montante de rejeitos, com produção de energia termelétrica, é proposta atraente às políticas de gestão de resíduos sólidos. As prefeituras de Recife e Belo Horizonte, estudam a implantação desses sistemas. Entretanto, compostos tóxicos, que podem ser formados durante o processo de queima do lixo, colocam em risco a viabilidade ambiental de incineradores.
A cidade de Curitiba, por exemplo, entregou recentemente um plano integrado com medidas para reciclagem, compostagem e biodigestão dos gases produzidos na decomposição do lixo, excluindo o projeto de incineração, por considerá-lo arriscado.
Europa, Estados Unidos e Japão contam atualmente com cerca de 600 incineradores que tratam resíduos urbanos. Enquanto que, no Brasil, a atividade é predominantemente realizada para atender o tratamento de resíduos especiais em aeroportos, hospitais, indústrias e agroindústrias, que lidam com materiais perigosos. São equipamentos de pequeno porte com capacidade inferior a 100 quilos por hora.
Tags: incineração, saneamento
Exibições: 4
© 2013 Criado por Luis Nassif.