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Iniciado por leonardo ferreira 2 Fev, 2011.

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Comentário de Felipe Muanis em 24 julho 2010 às 16:58
Acho que o Miller toca em pontos fundamentais. A discussão da animação não ter valores ou referências ao Brasil que supostamente atrapalhariam a compreensão das pessoas fora daqui é complicada. De fato muita gente mal faz ideia que o Brasil existe. Dando aula na Alemanha vejo como, apesar da curiosidade que se tem do Brasil, é uma realidade realmente distante, como outro planeta. Ora, parte-se do princípio que o bom é conhecer o diferente. Poderia até se discutir sobre formatos narrativos centrados em valores extremamente brasileiros serem difíceis de que os estrangeiros entendam, mas eliminar todas as referências é um certo exagero. As novelas da Globo que seguem para o mercado externo tem esses elementos mais fortes relativos ao Brasil, cortados das edições internacionais, por não condizer com a realidade local. Mas pelo menos aqui passa antes integralmente - ainda que possamos discutir se a Globo exibe mesmo os valores brasileiros no grau que seria desejável. Essa visão colonialista nos produtos audiovisuais é muito chata porque podemos ver de tudo, mas não nossos amigos do hemisfério norte. Perdem eles que não conhecem as diferenças culturais, mas perdem os profissionais brasileiros e o nosso imaginário, limitado por regras de mercado bastante colonizadas.
Acho que essa discussão é fundamental para entender não apenas as constituições narrativas de nossas animações e para entendermos o nosso mercado.
Em tempo: para um país que adora se colocar no papel que lhe foi atribuído há 500 anos, existe uma maneira de se fugir disso? Sim, talvez criando produções nacionais com esses valores normalmente, elas ganham força dentro do país e em festivais internacionais, e oferecem uma nova possibilidade ao imaginário. Cabe ao governo, e isso é ainda mais grave, ter uma postura contrária, de mostrar que é importante que a brasilidade - livre de qualquer clichê - possa aparecer nas telas. Mas lembremos que quando se falou em ANCINAV, mais do que depressa se falou de censura quando se levantou a bola do conteúdo.
Acho que essas discussões precisam e merecem ser mais debatidas e ventiladas.
Comentário de leonardo ferreira em 10 abril 2010 às 16:34
Gostaria de colaborar com a discussão com algumas considerações.
Sou designer gráfico e estudante de animação autodidata, lendo relatórios do animafórum (realizado pelo festival animamundi) e outras notícias em jornais na TV, etc. vejo que o mercado está crescendo aqui no Brasil. O que acho interessante em se pensar é em alternativas no modo de produção que a internet possibilita com o baixo custo de produção e distribuição. Não tenho nada contra o modelo atual de produção e distribuição (para TV, cinema) até por que ele funciona, mas com o impacto da internet e de conceitos como cauda longa, wikinomics esse modelo se justifica?
Para exemplificar cito o aniboon que são milhares de animadores pelo mundo produzindo animação de qualidade. Vejo que hoje as coisas são mais fáceis do que no tempo do Maurício de Sousa ou do Osamu Tezuka para se produzir e divulgar trabalhos de animação, mas por que não temos outros "maurícios" por aqui? Talves analisar como o profissional de animação daqui se comporta seja interessante.
 

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