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Fui Fumante durante mais de 20 anos, seguidamente,apesar de ser incompativel com minha profissão,Ortodontista e cirurgião.Consegui parar de fumar a duras penas,qdo ainda nao existiam medicamentos nem estratégias direcionadas como auxilio nessa dura empreitada para parar definitivamente de fumar;deixavamos de fumar por pura vontade e necessidade.A estratégia de se colocar o invólucro do cigarro(maço)como "midia"promotora e desencorajadora , mediante mensagens e fotos com apelo visual que estimulam o fumante a pensar nas consequencias negativas do consumo do cigarro,por um lado, e a indisfarçada necessidade de vender cigarro ,da industria do fumo, por outro lado, cria uma situaçao dificil de ser assimilada pelo consumidores, uma vez que a midia incumbida de "vender" é muito mais poderosa que a incumbida de "informar".Não podemos deixar de considerar tbem que a industria do fumo(todas as modalidades), via pagamento de impostos federais ,arrecada milhoes de reais aos cofres da união,desestimulando uma estratégia mais agressiva e definitiva contra o consumo do cigarro.Algumas medidas coercitivas,aqui e alí,como a proibiçao do consumo em determinados lugares,podem contribuir para disseminar o conceito cada vez mais contra o consumo do cigarro.Existem casos de indenização contra fabricantes de cigarros nos estados unidos,aqui no brasil esse entendimento ainda esta caminhando vagarosamente.Sera a "midia "nesse caso ètica

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Respostas a este tópico

Olá Leandro,

Embora o cigarro cause mal aos usuários, não sou contra o seu uso, como não sou contra o uso de qualquer droga. Esquisito né? Mas eu explico: Não fumo e nem uso drogas - e nem pretendo fazê-lo - mas não gosto da idéia de o Governo - ou seja lá quem for - controlar tudo o que fazemos ou deixamos de fazer. Penso que seria melhor se a questão fosse tratada apenas como de saúde pública.

No tocante aos impostos, você tem toda razão. Realmente é muito estranho mesmo o Governo receber tanto dinheiro dinheiro da indústria do cigarro e querer inibi-lo com políticas, campanhas e leis infensas e contraditórias. Exemplo: compare a Lei Estadual de São Paulo 13.541/2009 (antifumo) com a Lei Federal 11.343/2006 (antidrogas).

Pior ainda, é a tendência de liberalização do "uso recreativo da maconha e outras drogas" que vem se firmando entre vários países como EUA, Argentina, México, Brasil (deve haver mais). Aliás, por aqui, a defesa dessa liberalização é também promovida pelo nosso próprio Ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Assim, penso eu do meu humilde ponto de vista, a política estatal em relação ao cigarro parece-me paradoxal diante da política relacionada às demais drogas. Curioso não é? De um lado tenta-se proibir o uso do cigarro, de outro, procura-se liberar as drogas.

Portanto, se a idéia é enfocar a questão como de saúde pública ótimo, tô dentro. Até porque, males maiores à sociedade causam o mau uso da pinga, cerveja, wisky, vodka, máquina pública, etc.

Grande abraço!

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