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Grupo para discussões sobre a mídia. Solicita-se que as discussões sejam técnicas e gerais, evitando a partidarização e as acusações.

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Grupo de Mídia

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Luís Nassif

Weden



Por uma comunidade mais plural.

Olá pessoal, é importante deixar um aviso aqui para toda a Comunidade de Mídia.

Esta é uma comunidade de discussão sobre mídia, qualquer mídia: mainstream, alternativa, sindical, especializada, comunitária etc. E o exercício da crítica de mídia (que não é necessariamente apontamento das práticas ruins, mas que pode também ser a contemplação de bons exemplos, e sabemos que existem muitos) é uma atividade que idealmente deve ser marcada pela pluralidade.

Isto não quer dizer que teremos que esconder nossas preferências - aliás, ao contrário da grande mídia, temos mais é que mostrar transparência em nossas posições. Mas sabemos que nossas preferências não são a priori as melhores preferências, só porque são nossas.

Do contrário, estaríamos com isso repetindo exatamente o erro que apontamos na nossa midia mainstream.

Vamos evitar que a comunidade se transforme num exercício de militância partidária (daí que os autores de posts muito partidários serão advertidos). Nossa única militância é a luta por uma mídia cidadã, que contemple as muitas vozes sociais. E temos que ser os primeiros a dar exemplos.

Abraços múltiplos.

Fórum de discussão

O efeito Al Jazeera

por Mohammed El Oifi/Le Monde DiplomatiqueNo dia 2 de março, em discurso perante os membros da comissão das relações exteriores do Senado estadunidense, Hillary Clinton pronunciou as palavras que o…Continuar

Iniciado por Guilherme Cardoso de Sá 20 Out, 2011.

A INDÚSTRIA GRÁFICA, FACE-A-FACE COM O FUTURO (parte I)

 Idéias novas atravessam três etapas:1) Isso não funciona; 2) Pode ser que funcione, mas não vale a pena; 3) Eu sempre soube que era uma excelente idéia!Arthur C. Clarke Em julho de 2001, fui…Continuar

Tags: Internet, livros, educacao, DTP, Eletronica

Iniciado por André Borges Lopes 18 Out, 2011.

Material Impresso: sua reinvenção perante a era digital 2 respostas 

Boa noite caros colegas, Sou nova no grupo, entrei nesta comunidade pelo fato de ser um ambiente para discutir assuntos importantes, curiosos e pertinentes com pessoas formadoras de opinião e…Continuar

Tags: reinvenção, informação, projeto, monográfico, analógico

Iniciado por Lisiê Nolasco de Souza. Última resposta de Andrea Rodrigues da Costa 5 Maio, 2011.

O encontra ente blogueiros sujos e o presidente nova era na internet brasileira.

Ondem 24/11, Lula inaugurou entre nós brasileiros, no evento dos blog sujo, uma nova era em nossa internet. A imprensa do coronelato financeiro não gostou nadinha, mas temos agora uma via de…Continuar

Tags: livre, imprensa

Iniciado por Carlos D'Aguapé 25 Nov, 2010.

Polarização das revistas Veja e IstoÉ 1 resposta 

A campanha eleitoral deste ano, ao invés de começar pelos partidos políticos e candidatos, começou pelas revistas Veja e IstoÉ, cada uma tomando a defesa de um dos principais presidenciáveis. A…Continuar

Iniciado por Iremar Marinho de Barros. Última resposta de Marlon Leal Rodrigues 2 Nov, 2010.

O jornalismo hilário da Folha 2 respostas 

O mundo discutindo multilateralismo, o descentramento do poder mundial, novas estratégias para políticas externas baseadas no diálogo, e não na força, e a Folha vem com a voz do Departamento do…Continuar

Iniciado por wedencley alves. Última resposta de Antonio Barbosa Filho 17 Jul, 2010.

Mídia de livre expressão 1 resposta 

Já a temos, a web a permite, porém as ameaças legais (e econômicas) são constantes, pior, devemos calar ante autoridades que determinam os limites. Mas podemos ir mais longe e manter firme o direito…Continuar

Tags: livre-expressão

Iniciado por nilo dias cabral. Última resposta de Cristovam Nunes 26 Maio, 2010.

O caso Antonio Carlos: racismo à brasileira enfrenta resistência na rede 3 respostas 

O ex-zagueiro Antonio Carlos Zago, em 2006, cometeu falta violenta no jogador Jeovânio do Grêmio, e saiu de campo "esfregando a pele", referindo-se à cor da vítima.O gesto é típico no racismo à…Continuar

Iniciado por wedencley alves. Última resposta de José Roberto Ferreira Militao 8 Mar, 2010.

OS TRFs, OS MPFs E A GAFI - NEM TODA A HISTÓRIA ESTÁ SENDO CONTADA

Nassif,        Eu venho acompanhando alguns trabalhos  do TRF/DF e os resultados contrariam pelo menos  em parte do resultado do GAFI.       Aqui no DF eu venho utilizando os serviços dos…Continuar

Iniciado por Ana Cruzzeli 2 Mar, 2010.

Globo faz merchandising eleitoral em novelas 5 respostas 

Um capítulo de Tempos Modernos, novela "das sete" na Globo, trouxe uma surpresa. Sábado à noite, por volta das 19:55, uma cena com crianças sorridentes e saudáveis saindo de uma escola parecia ser…Continuar

Iniciado por wedencley alves. Última resposta de Nelson Marzullo Tangerini 25 Abr, 2010.

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Comentário de Antonio Barbosa Filho em 8 setembro 2010 às 11:04

Comentário de Marçal, T. em 8 setembro 2010 às 2:59
TV Globo perde audiência
No último domingo, dia 5 de setembro, a TV Record ameaçou o tempo todo a liderança da TV Globo.

Pontos no Ibope

Período da tarde...
Globo / Futebol e Faustão: 15 pontos
Record / Gugu: 13 pontos
SBT: 10 pontos
Band: 5 pontos

Das 20h45 as 23h15...
Fantástico: 17 pontos
Domingo Espetacular / Paulo Henrique Amorim: 15 pontos
Silvio Santos: 11 pontos
Pânico na TV: 8 pontos

Na seqüência...
Globo: 13 pontos
Record Tropa de Elite: 12 pontos
Comentário de Anarquista Lúcida em 29 junho 2010 às 2:32
Há uns vídeos mais antigos do Mino em que ele traça um histórico do papel da mídia nos golpes brasileiros. Eu o postei aqui mesmo no grupo Mídia, nao sei se no paredao ou em um tópico especial.
Comentário de Fernando Augusto Botelho - RJ em 29 junho 2010 às 0:36
Do Blog do Miro:

A mídia não está na pauta dos candidatos

Entrevista concedida à jornalista Ana Rita Marini, do boletim eletrônico do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC):

http://altamiroborges.blogspot.com/2010/06/midia-nao-esta-na-pauta-...
Comentário de Fernando Augusto Botelho - RJ em 29 junho 2010 às 0:29
Mino Carta esculhamba jornalismo nativo

Mino Carta fala no lançamento do livro do Venício sobre Liberdade de Expressão, política, mídia com muito bom humor. O evento aconteceu em junho de 2010 no Sindicato dos Engenheiros de SP.

Comentário de Marçal, T. em 25 maio 2010 às 0:34
SP: Sindicato dos Bancários realiza debate sobre mídia e eleições

"Mídia e eleições 2010" é o tema do seminário organizado pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.
O evento, que contará com a participação do professor Emir Sader, será realizado na quarta-feira (26), das 19h às 21h, no auditório amarelo do Sindicato dos Bancários (Rua São Bento, 413 - centro).
Na ocasião será lançado o livro "Brasil entre o Passado e o Futuro", de autoria de Emir Sader e Marco Aurélio Garcia.
O evento será transmitido ao vivo por webtv através do site www.spbancarios.com.br
Comentário de Delcio Marinho em 7 maio 2010 às 18:42
NOTÍCIAS
Chapa 1 vence com 65% dos votos
http://www.chapa1satedrj.com.br/

Com 65% do eleitorado participante, a Chapa 1 venceu as eleições do SATED / RJ, realizada nos dias 4,5 e 6 de maio, para exercício do triênio 2010 a 2013, ao receber 315 votos da categoria. A chapa 2 alcançou 35%, o que corresponde a 170 votos. A apuração registrou ainda 4 votos em branco e 2 nulos.
Jorge Coutinho foi eleito a presidência do Sindicato para mais três anos vencendo na maioria das urnas do Estado do Rio de Janeiro, com a diferença a seu favor de 145 votos.
Ao final da apuração, os integrantes e apoiadores da Chapa 1 festejaram a vitória em grande estilo e aplaudiram Jorge Coutinho que afirmou no seu discurso de vitória aos companheiros que “a nossa união e determinação foram fundamentais para a conquista e que o SATED-RJ vai aprofundar e fazer muito mais em defesa da categoria”. Milton Gonçalves, integrante da Diretoria eleita, emocionou os presentes ao afirmar “que a trajetória dele e de Coutinho na luta democrática vem de longe e a vitória da Chapa 1 é o resultado também da história política dos dois que tem que ser respeitada”.
Comentário de Nelson Townes de Castro em 22 abril 2010 às 17:04
A mídia de Porto Velho está sob censura econômica dos consórcios que constroem as usinas hidrelétricas de Santo Antonio e Jirau. São raras as exceções. Ninguém fala da destruição ambiental, os prejuízos aos povos da floresta, do etnocídio indígena que prossegue com a complacência de um Judicário cego às denúncias feitas pelo Ministério Público Federal. O povo ainda não percebe que o desenvolvimento prometido pelas usinas e falso e que as compensações (royalties etc.) são insignificantes. Já ocorre o mega desastre ecológico que é a interrupção da piracema, a migração dos grandes bagres que viajam cerca de 5 mil km por ano da foz do rio Amazonas para a desova nos rios dos contrafortes da Cordilheira dos Andes bolivianos. Milhares de espécies serão extintas. Enquanto isso, já circulam nas ruas de Porto Velho migrantes de todo o Brasil que vieram buscar empregos nas usinas e descobriram que são falsos empregos, de alta rotatividade, com salários aviltantes. Muitos nem sabem como voltar para os Estados de origem. Os arranha-céus se erguem da noite para o dia, com um punhado de operários especilizados importados por curti período, mais como evidência da concentração da renda do que símbolo de prosperidade, ou, como dizem alguns, servem apenas para lavagem de dinheiro do narcotráfico e do contrabando de madeira. A cidade continua pobre e submetida à lavagem cerebral da propaganda das usinas que prometem um desenvolvimento que nunca chega e nem chegará. A imprensa em Rondônia, impressa ou eletrônica (com as exceções de praxe) ou é chapa branca, alienada, marrom ou auto censurada. Alguns poucos sites de notícias e blogs indeoendentes hoje representam a imprensa livre em Rondônia. E no resto do Brasil, há liberdade de imorensa?
Comentário de João Vicente Nascimento Lins em 19 março 2010 às 14:53
Discutimos muito no Brasil sobre o papel social da mídia (que no caso brasileiro quase inexiste), e gostaria de saber quais são os países se é que existem, que conseguem controlar sua mídia nativa, impedindo que ela se transforme como aqui no Brasil e nos EUA com a News Corp.? E também quais são os mecanismos que os outros lugares utilizam para exercer esse "controle social".
Comentário de Heraldo Leite em 21 janeiro 2010 às 13:35
A campanha eleitoral que se aproxima tende a ser disputada ao rés do chão, ou seja, em baixo nível.

Dá para elevá-la, mas como o assunto divide paixões e posições antagônicas (nem tão antagônicas assim, se olharmos com cepticismo). Consideremos isso como um fator natural da política.

Mas o que não pode é a imprensa entrar neste clima de falta de propostas e partir para ofensas e críticas pontuais de mazelas dos candidatos.

A manchete de "O Tempo", de Belo Horizonte, desta quarta, 20 de janeiro, é um exemplo.

Dilma promete dinheiro para linha de metrô que não existe

A ministra, obviamente, incorreu em um erro. Desinformação, desconhecimento, lapso de memória, ato falho, ou tudo junto.

Não importa. Houve um erro que deveria ser considerado pela reportagem. E, em nome do bom jornalismo - aquele que manda ouvir "o outro lado" - checar a informação com a ministra ou com sua assessoria.

Mas elevar o erro à enésima potência e superestimá-lo já entra em um reino perigoso. Principalmente porque o jornal enumerou outras gafes públicas de Dilma. Inócuas, diga-se de passagem.

E a intenção, deliberada ou inconsciente, é desmerecer a candidata. Não por suas posições políticas, seu programa, suas propostas. Mas por erros bobos. Não se trata de dourar a pílula e não registrar os erros. Mas dar-lhes a dimensão que merecem. Muito menos transformá-lo em manchete.

Erros, todos cometemos. Inclusive os próprios jornais. Mas transformar isso em campo de batalha é velha tática de uma boa parte da grande mídia.

O ex-governador paulista Franco Montoro era conhecido por trocar nomes. Proporcionou gafes - algumas engraçadas - em público. Isso diminui sua biografia ou mancha sua história?

Lula é tido como parvo, falastrão, demagogo, sem-educação, cachaceiro, analfabeto, peão e outras qualificações ao gosto de seus inimigos.

Antes que a pecha de lulista recaia sobre meus ombros, refresquemos a memória. O ex-presidente Itamar Franco, quando ocupava a Presidência, também foi igualmente atacado: mineiro, bobo, amante do pão-de-queijo, provinciano etc etc etc. Quem não se lembra da 'República do Pão de Queijo'?

Como não também não acrescenta nada ao debate e à campanha em si, falar dos atributos físicos de José Serra, do espírito carioca de Aécio Neves, da voz esganiçada de Marina Silva ou das vestimentas de Heloísa Helena.

Isso, de fato, empobrece o debate e deve passar longe das manchetes dos jornais.

Parece que Dilma também vai padecer com o mesmo preconceito. Antes mesmo de ser eleita. Se é que um dia vai ser.

Leia sempre: Não deu no jornal (Nem no rádio e na TV)
http://heraldoleite.blogspot.com/
 

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