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Grupo para discussões sobre a mídia. Solicita-se que as discussões sejam técnicas e gerais, evitando a partidarização e as acusações.

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Grupo de Mídia

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Luís Nassif

Weden



Por uma comunidade mais plural.

Olá pessoal, é importante deixar um aviso aqui para toda a Comunidade de Mídia.

Esta é uma comunidade de discussão sobre mídia, qualquer mídia: mainstream, alternativa, sindical, especializada, comunitária etc. E o exercício da crítica de mídia (que não é necessariamente apontamento das práticas ruins, mas que pode também ser a contemplação de bons exemplos, e sabemos que existem muitos) é uma atividade que idealmente deve ser marcada pela pluralidade.

Isto não quer dizer que teremos que esconder nossas preferências - aliás, ao contrário da grande mídia, temos mais é que mostrar transparência em nossas posições. Mas sabemos que nossas preferências não são a priori as melhores preferências, só porque são nossas.

Do contrário, estaríamos com isso repetindo exatamente o erro que apontamos na nossa midia mainstream.

Vamos evitar que a comunidade se transforme num exercício de militância partidária (daí que os autores de posts muito partidários serão advertidos). Nossa única militância é a luta por uma mídia cidadã, que contemple as muitas vozes sociais. E temos que ser os primeiros a dar exemplos.

Abraços múltiplos.

Fórum de discussão

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A INDÚSTRIA GRÁFICA, FACE-A-FACE COM O FUTURO (parte I)

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Tags: Internet, livros, educacao, DTP, Eletronica

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Boa noite caros colegas, Sou nova no grupo, entrei nesta comunidade pelo fato de ser um ambiente para discutir assuntos importantes, curiosos e pertinentes com pessoas formadoras de opinião e…Continuar

Tags: reinvenção, informação, projeto, monográfico, analógico

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Tags: livre, imprensa

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Comentário de Anarquista Lúcida em 8 agosto 2009 às 3:08
Saudades do Comunismo

por Leandro Fortes, no Brasília Eu Vi

Búúúú!

Não deixa de ser engraçado – e emblemático – o pavor físico que a presença de Hugo Chávez na presidência da Venezuela provoca numa quantidade razoável de colunistas e analistas de aleatoriedades políticas que abundam na imprensa brasileira. De certa forma, o chavismo veio suprir a lacuna deixada pelo comunismo como doutrina do medo, expediente muito caro à direita no mundo todo, mas que no Brasil sempre oscilou entre o infantilismo ideológico e o mau caratismo. Antes do fim dos regimes comunistas da União Soviética e de seus países satélites, no final dos anos 1980, era fácil compor um bicho-papão guloso por criancinhas, ateu e cruel, prestes a ocupar condomínios de luxo com gente grosseira e sem modos, a mijar nas piscinas e sujar o mármore dos lavabos com graxa e estrume roubado a latifúndios expropriados. Ao longo dos anos 1990, muita gente ainda conseguiu sobreviver falando disso, embora fosse um discurso maluco sobre um mundo que não mais existia. Entende-se: certos vícios, sobretudo os bem remunerados, são difíceis de largar.

No vasto império da América do Norte, onde o fim do comunismo também foi comemorado como o fim da História, os falcões republicanos perceberam de cara que seria inviável continuar a assustar os eleitores com o fantasma débil e inacabado da ditadura de Fidel Castro, esse sujeito que, incrivelmente, ainda faz sujar as calças dos ruralistas brasileiros e de suas penas de aluguel. Por essa razão, e para manter azeitado o bilionário negócio de venda de armas, os americanos inventaram a tal guerra contra as drogas, cujo resultado prático, duas décadas depois, vem a ser o aumento planetário da produção e do consumo de todo tipo de entorpecente, da maconha às super anfetaminas. O Brasil, claro, embarcou na mesma canoa furada, quando, assim como no resto da América Latina de então, o presidente Fernando Henrique Cardoso decidiu militarizar o comando do combate às drogas no país – o que, aliás, não mudou muito. Na Secretaria Nacional de Políticas Antidrogas (Senad), da Presidência da República, reina soberano, desde o governo FHC, o general Paulo Roberto Uchoa.

Georg W. Bush usou o medo do terrorismo para também suprir a ausência da ameaça comunista, embora não tenha sequer tido o cuidado de mudar os métodos, baseados na mentira e na tortura, nem sempre nessa ordem. Assim foi, desde os atentados de 11 de setembro de 2001, com as invencionices sobre as armas de destruição de massa do Iraque e a prisão de Guantánamo, em Cuba, uma espécie de Auschwitz hightech. Ao sul do Equador, consolidou o tal Plano Colômbia, um desaguadouro de dólares cujo pretexto é o combate às drogas, embora qualquer índio isolado da fronteira saiba que o país de Gabriel García Márquez se tornou um estado preposto dos EUA, um Israel sulamericano. No fim das contas, uma estratégia para se opor ao “perigo chavista”, embora não haja nenhum argumento realmente sério que sustente essa novíssima e encomendada paranóia tão bem nutrida pelas elites locais.

O mote agora, replicado aqui e acolá por analistas apavorados, é a sombra de Hugo Chávez sobre Honduras, onde um golpe de Estado passou a ser descaradamente justificado nesse contexto. Graças aos golpistas, visivelmente uma elite branca e desesperada, como aquela que faz manifestações trajando jogging em Caracas, o chavismo teria sido abortado em Honduras, antes que virasse coisa como a Bolívia, o Equador e o Paraguai – ou seja, repúblicas perigosamente dominadas por governos populares. São os novos comunistas, revolucionários da pior espécie porque, justamente, abriram mão das revoluções para tomar o poder pela via do voto, da democracia. E, pior, muitos são cristãos.

Quando tucanos e pefelistas se mobilizaram, inclusive à custa de compra de votos, para aprovar o projeto de reeleição de FHC, em 1997, os editoriais e colunas da mídia nacional se desmancharam em elogios e rapapés. Saudaram a quebra da regra eleitoral como um alento à democracia e condição essencial à continuidade do desmonte do Estado e à privatização dos setores estratégicos da economia, a qualquer custo. Quando o assunto é Chávez, no entanto, qualquer movimento institucional, todos previstos nas regras constitucionais da Venezuela, é golpe. Reeleição? É golpe. Plebiscito? É golpe. TV pública? É golpe. Usar o dinheiro do petróleo em projetos populares? Isso, então nem se fala: é mais do que golpe, é covardia.

As tentativas de re-reeleição de Álvaro Uribe, na Colômbia, contudo, ainda passeiam no noticiário brasileiro como “nova reeleição” do corajoso cruzado contra os narcoguerrilheiros das Farc. No Brasil, a simples insinuação de que Lula pudesse querer o mesmo virou o “golpe do terceiro mandato”. Em Honduras, as multidões contrárias ao golpe contra o presidente Zelaya são chamadas de “manifestantes contrários ao governo interino”. Mais ou menos o que acontece com a resistência iraquiana à invasão das tropas americanas, cujos membros foram singelamente apelidados de “insurgentes” pelo jornalismo nacional.

Os tempos do anticomunismo eram estúpidos, mas pelo menos a gente sabia do que os idiotas tinham medo, de verdade.
Comentário de wedencley alves em 7 agosto 2009 às 19:57
O dia de ontem foi o mais representativo de um circo midiático que se montou em relação ao Senado.

Em suma, não há diferença alguma entre Tasso Gereissati e Calheiros.

Quem dirá que há diferença entre o PMDB de Quércia e o PMDB de Sarney. Só ingênuos, acreditarão nisso.

Sò ingênuos acreditaram também nas boas intenções de Pedro Simon, que passa mais tempo empenhado em retóricas, caras e bocas moralistas, e se esquece do que está acontecendo no Rio Grande do Sul, estado que supostamente defende.

A mídia quer novela, e novela de mocinhos e bandidos, uma novela estúpida para telespectaores desavisados.

A mesma grande imprensa que investe contra Sarney, seu parceiro de muitos e muitos anos, esquece de levantar a fundo a vida de outros personagens: um paga um rapaz para serviços sazonais aqui, outro se locupleta com vôos de jatinhos, ali.

Mas quem gosta de novela, gosta de qualquer jeito. Mesmo que seja fantasiosa ao extremo.
Comentário de Teócrito Abritta em 7 agosto 2009 às 17:02
Para defender seu amigo Lula e seu bolso Sarney é eficiente! Para presidir o o Senado Federal... Felizmente tem a "PIG" para desnudar estas vergonhas que muitos tentam esconder!
Comentário de Anarquista Lúcida em 6 agosto 2009 às 1:50
Um comentário do Blog-mãe de hoje:

Enviado por: Roberty

O governo golpista de Honduras fechou sem dó e nem piedade, a rádio Globo , emissora que fazia oposição ao golpe.
Não vi por parte de nossa mídia, tão zelosa quando se trata de Hugo Chávez,
nem uma indgnação contra o fechamento da emissora que resistia bravamente aos gorilas golpistas.
Comentário de wedencley alves em 5 agosto 2009 às 20:43
Folha de SP ataca TV Brasil mas "se esquece" da TV Cultura

Um amigo jornalista e professor da área me escreveu esta indignada correspondência

A Folha de S. Paulo depois de defender abertamente o fim do diploma de jornalismo, agora, fez um editorial pedindo o fim da TV BRASIL.

Como professores de jornalismo o que acham dessa postura? Na minha opinião é impressionante e cruel o caminho comercial e sem pudores que a Folha escolheu.
Mas também é uma prova que em menos de um ano a TV BRASIL incomoda. Nas mesmas páginas em que carinhosamente chamou de ditabranda o feroz regime dos anos 60 e 70 no Brasil, a Folha de S. Paulo defendeu em editorial o fechamento da TV Brasil.

Sustenta o jornal paulistano que, por consumir dinheiro público e ter audiência baixa, a TV deveria ser fechada. É natural que os oligopólios não se simpatizem com a idéia de o Brasil seguir os países ricos e democráticos, que há décadas mantêm redes públicas para que a informação circule livre dos interesses empresariais. Mas em qualquer lugar o que se espera de um jornal, mesmo daqueles que reduzem o cidadão à dimensão de consumidor, é respeito a quem o lê. O conceito parece subjetivo ou flexível, como o de ética.

Inflexível deve ser a expectativa do leitor de que seu jornal não minta. Nem esconda verdades, o que dá no mesmo. Dizer que a TV Brasil tem baixa audiência é correto. Surrupiar do leitor o contexto da notícia é que denuncia a intenção de transformar interesses pessoais em coletivos. Como, aliás, sempre fez a Folha ao atacar a exigência da qualificação acadêmica para jornalistas.

A TV Brasil tem pouco mais de um ano. Por ser pública, difere dos veículos que comercializam seu conteúdo - com ou sem nota fiscal.

Pelo compromisso visceral com o cidadão e transparência irrenunciável de suas contas, uma empresa pública não pode contratar ou demitir ao prazer de seus gerentes, seguir apenas as leis que forem de sua conveniência ou ultrapassar limites de velocidade na compra de equipamentos ou serviços. Os controles, rigorosos, são e devem ser muitos, incluindo, evidentemente, a imprensa.

A TV Brasil é a primeira tentativa de se criar no país uma rede nacional e pública de comunicação, desvinculada de poderes comerciais ou provincianos. Estará montada quando concluir o árduo processo de reunir emissoras não comerciais nos 27 cantos da federação e consolidar a idéia de que o investimento na informação pública de qualidade tem retorno garantido – não para poucos, mas para todos.

Não se faz algo desse tamanho em tão pouco tempo. Ainda mais onde o conceito de informação pública foi deturpado por décadas de autoritarismo e governos não-republicanos. Esse obscurantismo nada “brando” enfraqueceu os meios públicos de comunicação, acorrentando-os e sucateando seus equipamentos. O investimento atual, além de recuperar um patrimônio nacional, abre às comunidades e à produção audiovisual independente um canal de valorização e respeito.

É louvável o debate sobre os erros e descaminhos na construção de uma TV que, por decisão do Congresso, representante do povo, é financiada por dinheiro público. O debate deve continuar a ser feito. Mas não parece ser essa a intenção da Folha. Tampouco convence a preocupação cívica do diário com os gastos públicos. Para seguir a vocação de produzir polêmicas sem compromisso com a responsabilidade, bem que a Folha poderia lançar uma campanha contra anúncios de órgãos públicos em jornais que visam o lucro.

O governo pouparia mais para combater a gripe do que se fechasse a única TV pública de âmbito nacional que o maior país da América Latina começa a construir, com o esforço de profissionais qualificados que a Folha desrespeitou em seu editorial. Aliás, a Folha faz cada uma nesse editorial

A CADA DIA MOSTRAMOS QUE SE EXISTE ALGUM JORNALISMO CHAPA BRANCA NO BRASIL NÃO É O DA TV BRASIL.UMA TV PÚBLICA E NÃO ESTATAL, COMO MUITOS PENSAM.

ABRAÇOS
Comentário de wedencley alves em 5 agosto 2009 às 16:13
Manchete na rede:

Após polêmica com tirinha do Chico Bento, secretário de Educação da BA cai: Revista didática com palavrão foi distribuída para escolas do estado. Ainda não há previsão de quando novo secretário deverá assumir.

Enquanto isso em SP...
Comentário de wedencley alves em 5 agosto 2009 às 15:54
O fantasma do Chavez é o próprio silêncio sobre o fantasma de Carlo Andres Peres, que matou mil pessoas em praça pública no Caracazo de vinte anos atrás.

Quem explorou e expoliou 80% da população venezuelana agora quer posar de democrático.

Chavez tem seus exageros, é um governante chato e pretensioso. Mas mexer com a elite daquele país é um dos seus maiores méritos.

Se não o único.

Deles não tenho pena.
Comentário de Anarquista Lúcida em 5 agosto 2009 às 2:05
De um comentarista do Blog-mãe no Fora de Pauta de hoje (qualquer semelhança do discurso ironisado com o de comentaristas daqui é mera coincidência):

Enviado por: Jacy Lascaux

Alô nassifianos: podem tirar o cavalinho da chuva. Nós do PIG temos uma vacina contra todas as críticas que vocês possam fazer a nossas manipulações, mentiras e trambiques: invocar o fantasma do Cháves! Perguntar quando é que vocês, críticos, vão formar o bloco dos empasteladores feito os chavistas na Venezuela! Perguntar se vão pedir ao Lula que feche jornais, rádios e TVs aqui também! Esgrimir o argumento da Liberdade de Imprensa! É a melhor vacina possível. Estamos cobertos contra qualquer vírus internético. Somos espíritos de porco mas nenhuma gripe suína irá nos derrubar! A Vacina Fantasma do Chaves nos protegerá!
Comentário de wedencley alves em 5 agosto 2009 às 1:59
A cara de pau do dono da Globovision (a tevê golpista venezuelana) é fora do comum

Perseguição

"O empresário ...diz ser vítima de perseguição política. Neste fim de semana, o presidente da Globovisión, Guillermo Zuloaga, disse em entrevista à "Veja" que em 2002 não houve um golpe de Estado na Venezuela, mas um "vazio de poder", porque, segundo ele, o ministro da Defesa, general Lucas Rincón, tinha anunciado que o presidente renunciara.'
Comentário de wedencley alves em 5 agosto 2009 às 1:46
Incrível o Pedro Simon..né.

Tão defensor da moral, e tão calado sobre os problemas da Yeda no seu estado, que aparentemente ele defende.

Incrível. Hipocrisia, como dizia um amigo meu, tinha que ser escrito com M.

O mesmo ocorre com esta história tola de PMDB do bem e PMDB do Mal. Os tucanos hoje, defensores dos bons costumes, se aliam em São Paulo com Quércia, e seu presidente de honra diz que Daniel Dantas é um homem brilhante.

Tolice o moralismo. Tolice não, é burrada.

Sarney ameaçou renunciar e lá foram FHC, Serra e Aécio puxar o saco dele.

E nós parecemos aquele torcedor fanático, triste depois da derrota, vendo os jogadores dos dois times fazendo um bom churrasco.

Portanto, é bom sair desse joguinho. Nem governo nem oposição tem dons morais para fazer acusações.

Sejamos pragmáticos: vamos discutir o país, questões de infraestrutura, educação, saúde, e deixa as novelinhas pro Sarney e Anti-Sarney para os tolos.

A menos que gostemos demais de novelas mexicanas produzidas pela imprensa brasileira.
 

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