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Comentário de Adriana de Souza em 13 maio 2015 às 18:54

Comentário de Tamára Baranov em 5 outubro 2013 às 7:17

Miles Davis, entre inspiração e devastação

Quase no final da década de 70, Miles Davis se afastou dos palcos por problemas de saúde atribuídos ao consumo de drogas, particularmente heroína. Ele mesmo admitiu seu estado precário. Em 28 de setembro de 1991 o som do trompete de Miles Davis silenciou definitivamente. Entre inspiração e devastação, entre talento e mito, entre jazz e cultura pop, Miles Davis é considerado um dos mais influentes músicos do século XX. Desde a Segunda Guerra Mundial até a década de 90, Miles Davis reinventou o jazz. Além de participar do bebop, foi o fundador do cool jazz. Miles participou também do jazz modal, do jazz-rock e do fusion ou acid jazz.

O som puro, macio, despojado e sem vibrato do seu trompete tornaram-se suas marcas registradas. Sua personalidade difícil, também. Sua brilhante carreira foi iniciada dentro do bebop em 1948 com a formação da célebre ‘Miles Davis-Capitol Orchestra’, onde o genial arranjador Gil Evans escreveu obras-primas sofisticadas ao longo de 50 anos e executadas com brilhantismo por Miles. A partir de 1949, nasceu com Miles o estilo cool, bastante apropriado à sua maneira intimista de tocar.

De 1956 em diante liderou um quinteto/sexteto que, através de suas várias formações, entrou para a história do jazz. Os talentos envolvidos se revezavam. Inicialmente com o saxofonista John Coltrane, o pianista Red Garland, o contrabaixista Paul Chambers e o baterista Philly Joe Jones. Com a entrada do sax alto Cannonball Adderley, o conjunto se transformou em sexteto. E o grupo gravou um dos discos de jazz mais cult de todos os tempos, ‘Kind of Blue’. Paralelamente, Miles com a colaboração de Gil Evans gravou duas obras-primas absolutas com orquestra: ‘Porgy and Bess’ e ‘Sketches of Spain’. Em 1964 surgiu uma formação inteiramente nova do sexteto, com George Coleman no sax, Herbie Hancock ao piano, Ron Carter no contrabaixo e o brilhante adolescente Tony Williams à bateria. Em 1965 a chegou o talentoso saxofonista e compositor Wayne Shorter.

No final dos anos 60, Miles começou a fazer experiências com a fusão entre jazz e rock que nasceu efetivamente com o revolucionário álbum ‘Bitches Brew’. Durante os anos 70, Miles continuou realizando experiências afastando-se do jazz, mesmo do jazz-rock, e aproximando-se do funk até do hip-hop. Mesmo com as críticas divididas, o som de Miles continuou inconfundível e poderoso.

Comentário de Tamára Baranov em 3 outubro 2013 às 7:57

Oito anos da morte de Emilinha Borba

A cantora foi uma das mais famosas estrelas do rádio, e foi eleita a ‘Rainha do Rádio’ em 1953, mas não se limitou a ele, participando também de diversos filmes da Atlântida, estúdio carioca que produzia chanchadas. Emilinha foi homenageada no vídeo ‘Escandalosa’, da Fundação Rio, dirigido pelo escritor e jornalista João Carlos Rodrigues em 1986. A cantora morreu no dia 03 de outubro de 2005.

Comentário de Tamára Baranov em 3 outubro 2013 às 3:12

George Gershwin

Em 26 de setembro de 1898, nasceu no Brooklyn, Nova York, em uma família pobre de imigrantes judeus, oriundos da Rússia, um dos mais importantes pianistas e compositores do século XX, com o nome de Jacob Gershowitz, mais tarde mudado para George Gershwin. Quando os pais compraram um piano para seu irmão mais velho, Ira Gershwin, foi George, então com doze anos, que se apoderou dele exclusivamente para si. George e Ira se tornaram um das grandes duplas criativas da história da música, cada um em sintonia com as sutilezas do outro. Juntos criaram algumas das melhores músicas conhecidas.

Ainda na adolescência, George abandonou a escola para trabalhar como compositor e sonoplasta em ‘Tin Pan Alley’, um conjunto de edifícios localizado em Manhattan que reunia os mais importantes editores de música e compositores que dominaram a música popular no final do século 19. Sua primeira música publicada com técnicas inovadoras, apenas rendeu cinco dólares. Logo depois, no entanto, ele encontrou um jovem letrista chamado Irving Ceaser e juntos compuseram uma série de músicas, incluindo ‘Swanee’, de 1916, com a qual alcançou reconhecimento depois de Al Jolson cantar na comédia musical ‘Sinbad’ em 1919, tornando-se a canção mais vendida de sua carreira.

Enquanto continuou a compor música popular para o palco, Gershwin começou a levar uma vida dupla, tentando deixar sua marca como compositor com influências de jazz. Foi quando o ‘bandleader’ e diretor de orquestra Paul Whiteman pediu a ele para compor um trabalho baseado no blues para um concerto de jazz, o resultado foi ‘Rhapsody in Blue’. George Gershwin tinha 25 anos, quando ‘Rhapsody in Blue’ estreou na sala de concertos. A audiência incluiu em outros, os compositores, pianistas e maestros russos Sergei Rachmaninoff e Igor Stravinsky.

George foi para Paris para iniciar um estudo de música e lá conheceu a pintora Christine Gilbert, por quem se apaixona, que o apresenta a Maurice Ravel e a outros compositores. Em 1931, George ganha o Prêmio Pulitzer com o musical ‘Of Thee I Sing’, que satiriza a política americana. E escreve seu trabalho mais ambicioso, a ópera folk ‘Porgy and Bess’, uma ópera com artistas negros, em colaboração com Ira e o romancista DuBose Heyward. ‘Porgy and Bess’ é agora reconhecida como uma das obras seminais da ópera norte-americana, que incluía as canções memoráveis: ‘It Ain’t Necessarily So’, ‘I Loves You, Porgy’ e ‘Summertime’. Em 1937, George começou a se queixar de dores de cabeça, mas os médicos diagnosticavam seus sintomas como stress. Na realidade, ele sofria de um tumor cerebral. Com 38 anos, ele morreu. Hoje ele continua sendo um dos mais amados músicos populares.

Comentário de Tamára Baranov em 1 outubro 2013 às 23:21

Bud Powell, o trágico e notável gênio do piano

Nascido em 27 de setembro de 1924, um dos gigantes do jazz moderno, o pianista Bud Powell mudou a forma de praticamente todos os pianistas pós-swing tocarem, inserindo o vocabulário de Charlie Parker para o piano, confirmando o status de lenda do jazz. Tragicamente, Bud Powell era um gênio gravemente doente. Em um incidente racial, ele foi espancado na cabeça pela polícia e nunca se recuperou totalmente das dores de cabeça e colapsos mentais que o acompanharam para o resto de sua vida. As internações que resultaram em tratamentos de eletrochoque o enfraqueceram ainda mais e seu comportamento errático resultou em oportunidades perdidas. Sua calorosa e bem-vinda estadia de cinco anos em Paris prorrogou a sua vida um pouco mais, mesmo ele tendo passado dois anos no hospital. Ele retornou para New York em 1964, e desapareceu depois de alguns concertos, vindo a falecer em 1966. No entanto, sua influência no jazz, até a ascensão de McCoy Tyner e Bill Evans na década de 60, foi muito forte e ele continua sendo um dos maiores pianistas de jazz de todos os tempos.

Comentário de Kika Serra em 4 setembro 2013 às 18:50

Queridos amigos, todo mundo já ouviu a edição que o podcast anglo-tupiniquim "Caipirinha Appreciation Society" fez sobre as manifestações? Esse programa ficou especial, viu? Divertido, informativo, e cheio de música boa! Manda para um amigo gringo que esteja tentando entender o que está rolando por aqui!

Ouçam aqui:
http://bit.ly/CASpublicdemand





Produzido para a rádio inglesa Open Air Radio – da University of London – e difundido na internet como podcast, o programa Caipirinha Appreciation Society oferece à sua audiência internacional duas horas de música brasileira pouco explorada pela mídia, de todos os estilos, regiões e períodos. O programa se propõe a mostrar para os gringos (e outras mentes interessadas) a música brasileira em toda sua diversidade e originalidade: de sons urbanos a ritmos folclóricos, de sambas antigos a mixes modernos. Fato é que o Brasil produz muito, muuuito mais do que os veículos de comunicação fazem parecer. Buscar conhecer essa oferta cultural é mais que uma opção de entretenimento: é um ato de cidadania! Você pode mostrar seu apoio à causa por um Brasil “além dos clichês”. Escute qualquer edição do CAS que lhe pareça simpática. Se gostar, sinta-se em casa! Postamos um programa novo toda semana. Engrosse o coro dos apreciadores!

http://caipirinhasociety.com


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Comentário de lucianohortencio em 6 maio 2013 às 12:01
Comentário de Carlos Roberto Rocha em 25 abril 2012 às 5:07
Comentário de Jordania Freitas em 27 fevereiro 2012 às 15:23
Comentário de charles marques em 17 agosto 2011 às 22:36

"Se a música fosse apenas uma combinação de sons,

 não se ocuparia um espaço tão grande na vida dos homens.

 Porque a música é uma janela do espírito,uma força capaz de

 envolver e transformar quem a ouve, ela acompanha o ser

humano na sua caminhada pelo mundo."

Luiz Carlos Lisboa.

Nova Era

Uma pérola do mestre Tom Jobim,para ajudar na caminhada.

01%20-%20Wave.mp3

 

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