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Maurício Rayel "Sandália" Comentário de Maurício Rayel "Sandália" em 18 novembro 2009 às 16:14
Boa tarde amigos do portal !!

Só para avisá-los que este que vos escreve estará dia 21 ( sábado ) às 17hs dentro da programação do dia da consciência negra realizando mais um show em tributo a Jackson do Pandeiro com :

Maurício Sandália & Cia. Corisco de Coco e Rojão

Local: Parque Engenheiro Salvador Arena
Endereço: Avenida Caminho do Mar, 2980 – Rudge Ramos - S.B. Campo
Entrada franca

Aos amigos do ABC que quiserem comparecer com certeza verão uma bela homenagem, mais que justa, a este grande mestre da música brasileira, que estaria completando 90 anos se vivo fosse.

Forte abraço a todos !!
Delcio Marinho Comentário de Delcio Marinho em 5 novembro 2009 às 1:18

In this edition, a splice of Brazil's two great music classics, "Aquarela do Brasil" (sung by Aloysio Oliveira --leader of the Miranda's Boys band- and Carmen Miranda) and "Tico Tico no Fubá" instrumental. The superb Disney's production, "Saludos, Amigos", 1942, gives life to Donald Duck and Joe Carioca as they meet and enjoy the Brazilian samba in Rio. Carmen appears in a routine from "The Gang's All Here", 1943.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Nesta edição, uma mistura de dois grandes clássicos da música brasileira ("Aquarela do Brasil" de Ary Barroso, cantada por Aloysio Oliveira - líder do Bando da lua - e "Tico-Tico no Fubá" de Zequinha de Abreu, instrumental). Na soberba produção de Walt Disney "Alô, Amigos" de 1942, Pato Donald e Zé Carioca ganham vida ao encontrarem-se no Rio para curtir o samba. Carmen Miranda aparece num número do filme "Entre a Loura e a Morena" de 1943.


Conferir o post no blog '05 de Novembro DIA NACIONAL DA CULTURA é Comemorado no país na data em que nasceu RUI BARBOSA *****'
http://dmriocultural.ning.com/profiles/blogs/05-de-novembro-dia-nacional-da
Mensagem do blog adicionada por Delcio Marinho Gonçalves:
Matéria do RJ TV (TV Globo) em homenagem a Rui Barbosa. O jornalista Márcio Gomes percorre o museu em que viveu o jurista, no Rio de Ja...
Link da mensagem do blog:
05 de Novembro DIA NACIONAL DA CULTURA é Comemorado no país na data em que nasceu RUI BARBOSA *****
http://dmriocultural.ning.com/profiles/blogs/05-de-novembro-dia-nacional-da
Maria Bernadete Barbosa Hesse Comentário de Maria Bernadete Barbosa Hesse em 2 novembro 2009 às 2:10
Quero aprender!
Fernando dos Santos Curi Comentário de Fernando dos Santos Curi em 27 outubro 2009 às 20:20
Hoje é a vêz de Wilson Batista. Um breve relato biográfico para que possamos traçar um comparativo com Noel, consulta baseada no Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira.
(www.dicionariompb.com.br)

Wilson Batista (Wilson Batista de Oliveira)





Compositor. Cantor.

Filho de um humilde pintor de paredes, funcionário da guarda municipal de Campos, RJ, João Batista de Oliveira e Isaurinha Alves de Oliveira. O gosto pela música veio da convivência com o tio, Ovídio Batista, que tocava vários instrumentos e era maestro da banda "Lira de Apolo", em Campos.

Fez sua estréia como músico, batendo triângulo na banda do tio. Participou, ainda em sua cidade natal, do bloco "Corbeille de flores", para o qual compôs várias músicas. Era mulato, tinha 1,65 m de altura, cabelos ondulados e rosto fino. Chegou a cursar o Instituto de Artes e Ofícios de Campos, buscando habilitar-se no ofício de marceneiro. Não teve oportunidade de adquirir muita instrução. Assinava o nome com grande esforço. Quando era solicitado a escrever um bilhete, a situação ficava mais difícil. No entanto, era capaz de fazer um poema com grande facilidade.

Em 1929, mudou-se sozinho para o Rio de Janeiro tentar ganhar a vida como compositor indo morar por algum tempo com um tio que era gari. Tinha dificuldades de se adaptar a empregos. Chegou a trabalhar como acendedor de lampiões na Light, logo que chegou à capital do país, mas por pouco tempo. Seu sonho era vencer como compositor de sambas. Foi um boêmio inveterado. Logo que chegou ao Rio, ainda adolescente, passou a freqüentar o Mangue, zona da prostituição e os cabarés e cassinos do famoso bairro da Lapa. Foi ali que o jovem travou contato com a vida boêmia e musical da cidade. Gostava de se divertir, das mulhers e de ouvir música. Ao começo nunca foi de beber e nem era chegado ao jogo de azar. Descobriu, logo depois, a Praça Tiradentes, com seus teatros. Na década de 1930, um dos grandes mercados para compositores e músicos era o teatro musicado, de revista. Um dos pontos onde os profissionais de teatro se reuniam era a Leiteria Dom Pedro I e o Café Carlos Gomes, na Praça Tiradentes. Foi nesse local que conheceu muitos personagens da música popular daquele tempo: Roberto Martins, Nássara, Ataulfo Alves, Antônio Almeida, Geraldo Pereira, Jorge Faraj e tantos outros.

Era um contumaz vendedor de sambas e não tocava nenhum instrumento, embora fosse afinado, a não ser sua caixinha-de-fósforos. Foi casado e tornou-se pai de dois filhos, embora a vida boêmia o levasse a ficar até três dias sem aparecer em casa, para desespero da esposa. Foi morador da Ilha de Paquetá e costumava chamar a todos de "Major", fazendo o pedido de costume: "Tem um dinheirinho aí pro Cabo Wilson? ".

Viveu em meio à boemia, até o coração adoecer. Apesar da fama e do sucesso alcançado ao longo de sua carreira, morreu pobre. No fim da vida, quando encontrava um velho companheiro fazia o pedido de sempre: "Posso apanhar um dinheirinho com você, Major?". Faleceu no Hospital Sousa Aguiar, no Centro do Rio de janeiro, no dia 7 de julho de 1968, quatro dias depois de completar 55 anos. Os amigos liderados por R. C. Albin se cotizaram para levar o corpo para a Capela Santa Terezinha, ao lado do Hospital e em frente à Praça da República. No dia seguinte levaram o corpo para o cemitério do Catumbi e o sepultaram somente quando o sol se pôs. Dias antes, o Museu da Imagem e do Som tentara gravar seu depoimento. Doente, ele resistia à idéia do depoimento, quase implorando a Ricardo Cravo Albin, então diretor do MIS: "Ricardo, você não vê que não tenho voz para contar tudo o que eu quero...". Ainda assim, deixou gravado o último samba, sem nome, só assobiado e com o ritmo simples e sincopado de sua caixinha-de-fósforos, além de uma então música inédita homenageando Nelson Cavaquinho.
Fernando dos Santos Curi Comentário de Fernando dos Santos Curi em 26 outubro 2009 às 22:07
Falar de música de qualidade, é falar de música brasileira. De uma riqueza imensa. Fazer o que? Falar de Noel e Wilson. É falar de musica brasileira, ou melhor, de música do Rio de Janeiro, carioca da melhor gema. É um desafio imenso, pois exige consultas, pequisas, etc. com a qualidade de suas músicas. Vamos Tentar?

NOEL ROSA

Porque começo com êle? Sei lá. Não sei se é pelo fato de considerá-lo, juntamente com o Chico, o Buarque, quem melhor expresse a "alma" em suas composições. O Buarque bem que tentou cantar o Rio, o fez bem, mas...o Noel....
Sem msi enrolação, aí vai um pequeno histórico biográfico da "fera", para começar:

Primeiro filho de seu Manoel e dona Marta de Medeiros Rosa, Noel veio ao mundo em 11 de dezembro de 1910, no Rio de Janeiro, RJ, em parto difícil - para não perderem mãe e filho, os médicos usaram o fórceps para ajudar, o que acabou causando-lhe a lesão no queixo, que o acompanhou por toda a vida.
Franzino, Noel aprendeu a tocar bandolim com sua mãe - era quando se sentia mais importante, lá no Colégio São Bento. Sentava-se para tocar, e todos os meninos e meninas paravam para ouvi-lo extasiados. Com o tempo, adotou o instrumento que seu pai tocava, o violão.

Magro e debilitado desde muito cedo, dona Marta vivia preocupada com o filho, pedindo-lhe que não se demorasse na rua e que voltasse cedo para casa. Sabendo, certa vez, que Noel iria à uma festa em um sábado, escondeu todas as suas roupas. Quando seus amigos chegaram para apanhá-lo, Noel grita, de seu quarto: "Com que roupa?" - no mesmo instante a inspiração para seu primeiro grande sucesso, gravado para o carnaval de 1931, onde vendeu 15000 discos!

Foi para a faculdade de medicina - alegria na família - mas a única coisa que isso lhe rendeu foi o samba "Coração" - ainda assim com erros anatômicos. O Rio perdeu um médico, o Brasil ganhou um dos maiores sambistas de todos os tempos.
(.....................................)
Noel era tímido e recatado, tinha vergonha da marca que trazia no rosto, evitava comer em público por causa do defeito e só relaxava bebendo ou compondo. Sem dinheiro, vivia às custas de poucos trocados que recebia de suas composições e do auxílio de sua mãe. Mas tudo que ganhava era gasto com a boemia, com as mulheres e com a bebida. Isso acelerou um processo crônico pulmonar que acabou em tuberculose. Noel morreu no Rio de Janeiro, em 04 de maio de 1937, aos 26 anos, vitimado pela doença.

Carô Murgel (www.mpbnet.com.br/musicos/noel.rosa/
Fernando dos Santos Curi Comentário de Fernando dos Santos Curi em 25 outubro 2009 às 23:50
Encontrei êsse vídeo que dá uma pequena amostra de uma "ferrenha batalha" em que certamente a vitória sorriu para a arte musical brasileira. Lanço um desafio de desenvolvêr-mos uma pesquisa dessa história e postar os resultados aquí. Vamos à luta?

Nina Araújo Comentário de Nina Araújo em 8 outubro 2009 às 12:39


Aqui, Marianna Leporace chama Cacala Carvalho e Eliane Tassis e juntas formam o Folia de Três, outra riqueza do Rio e do Brasil...
Nina Araújo Comentário de Nina Araújo em 7 outubro 2009 às 23:35
Pois é...Marianna é irmã de Gracinha Leporace,portanto; cunhada de Sérgio Mendes, e mana do grande músico Fernando Leporace, que a acompanha lá no Canto de Ossanha( o de calça branca) . Vejam que família musical!!!
Nina Araújo Comentário de Nina Araújo em 7 outubro 2009 às 19:19


Canto do Rio, Canto do Brasil!!!
Marianna Leporace (com Marcel Powell)
Refém da Solidão
Nina Araújo Comentário de Nina Araújo em 7 outubro 2009 às 19:16

Canto do Rio, Canto do Brasil!!!

Marianna Leporace - Canto de Ossanha
 

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