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MUSICA DE MOZART - A MUSICA NO SOM DO UNIVERSO

 

Considerado um dos mais geniais compositores, Wolfgang Amadeus Mozart deixou a sua marca através do tempo.

Nascido em Salzburgo, a 27 de Janeiro de 1756, em apenas trinta e cinco anos erigiu uma obra prolífica e notável, que representa o apogeu do chamado período clássico da história da música europeia.

Através de lendas, de histórias picarescas, dos relatos de contemporâneos e da abundante correspondência do compositor, Mozart transformou-se num mito.

(vida e Obra no site: http://mozart.infonet.com.br/)

 

Wolfgang Amadeus Mozart nasceu em Salzburgo a 27 de janeiro de 1756. Seu nome de batismo era Johannes Chrisostomus Wolfgang Theophilus Mozart. Mas posteriormente, trocou o prenome Theophilus para Amadeus. Foi um dos mais espantosos exemplos de precocidade na história da arte: desde os três anos de idade revelou excepcional aptidão para música, estudando cravo com seu pai, Johann Georg Leopold Mozart (1719-1787), compositor e violinista.

Na universidade de Salzburgo, em 1761, apresentou-se ao público pela primeira vez. Aos seis anos, Mozart compôs seu primeiro minueto para piano. O pai compreendeu o benefício que podia tirar desse pequeno prodígio, assim como Nannerl, irmã de Mozart, cinco anos mais velha do que ele. Levou-os então para várias viagens a fim de exibi-los, primeiro à corte imperial de Viena, depois a diversas cidades européias e finalmente a Paris, onde Mozart provocou grande entusiasmo. Na França, viu editadas suas primeiras obras: sonatas para violino (1763). Em Londres, onde o jovem interpretou o cravo, compôs uma série de sinfonias, árias e sonatas. Demoraram-se um ano e meio, ali conhecendo J.C.Bach, que exerceria influência sobre as suas obras juvenis.

Em novembro de 1767, regressou à Salzburgo, sendo recebido na corte de Viena em 1768, onde o imperador José II lhe pediu que escrevesse uma ópera e a dirigisse: aos doze anos Mozart compôs sua primeira ópera bufa, A fingida simples KV 51. Apesar da oposição dos musicistas rivais, a ópera foi executada em Salzburgo, em 1769. Representou ainda a opereta alemã ‘Bastien und Bastiene’ KV 50.

Aos dezesseis anos já tinha composto quase 200 obras em todos os gêneros! Conseguiu o título de maestro de concertos do arquiduque de Salzburgo e em 1769 viajou para a Itália, onde passou dois anos percorrendo Milão, Roma e Nápoles. As estréias de suas óperas se sucederam com um sucesso rotundo e crescente.

Voltou em 1773 à Salzburgo, onde compôs quatro novas sinfonias, e em Viena esteve sob a influência de Haydn, a quem dedicou, mais tarde, seis quartetos para cordas. Em Salzburgo, suas relações com o tirânico arcebispo Colloredo tornaram-se tensas. Viajou a Paris e em 1778 a Mannheim, em companhia de sua mãe. É dessa época o seu amor, depois rejeitado, por Aloysia Weber, que conhecera na Alemanha.

Em 1779, alguns meses após a morte de sua mãe, retornou à Salzburgo, assumindo o posto de organista da corte, mas em 1781 veio o rompimento definitivo com Colloredo, aristocrata soberbo que o tratava como a um criado.

Em 1781 Mozart se estabeleceu em Viena e no ano seguinte casou-se com Constanze Weber, irmã de Aloysia. Vivia como artista livre. Aí conheceu seus dois principais libretistas, o padre Da Ponte e o comediante Schikaneder. No mesmo ano, entrou para a loja maçônica de Viena.

Nesses dez últimos anos de vida compôs as suas maiores obras para o palco e parte importante de sua música instrumental. A ópera As bodas de Fígaro entusiasmou os habitantes de Praga, que a aclamaram em 1786. A Praga também coube a honra, no ano seguinte, de emitir os primeiros aplausos para ópera Don Giovanni. Mas essa obra não obteve êxito em Viena, graças à má vontade do diretor da Ópera, Salieri.

À medida que trabalhava com maior afinco na busca da perfeição, Mozart vivia em dificuldades: seu matrimônio naufragava, os filhos morriam prematuramente, dívidas, desprezo e incompreensão para o músico e para o homem. Obrigado a trabalhar, incessantemente, pois suas produções jamais lhe renderam para que pudesse viver sem preocupações financeiras, teve sua saúde bastante prejudicada. O casal vivia da generosidade de uns poucos amigos e só em 1787 lhe foi concedida, pelo imperador José II, uma pensão anual como compositor da corte, posto ocupado antes por Gluck.

Tentou sua última desesperada turnê por Dresden, Potsdam e Leipzig, onde ouviu os coros de São Thomas cantar obras de J.S.Bach. Em Berlim, conseguiu um pouco de dinheiro e criou Assim fazem todas (1790). No ano de sua morte, um prematuramente envelhecido Mozart é testemunha das estréias de A flauta mágica, ópera fantástica que contém as suas árias mais admiradas; e A clemência de Tito, outro trabalho de excepcional qualidade musical. Nesta época, recebeu a visita de um misterioso personagem (que mais tarde foi identificado como sendo o mordomo do conde Walsegg) que o incumbiu de compor uma missa Requiem. Pobre e já muito doente, trabalhava nesta missa, quando sofreu um ataque de paralisia, vindo a morrer no dia seguinte, no dia 6 de dezembro de 1791, em Viena, sem ter terminado o Requiem.

Sua morte foi atribuída a uma série de causas, inclusive à ingestão de veneno, que teria sido administrado pelo compositor rival, Antonio Salieri.

O seu enterro estava sendo acompanhado por poucos amigos, quando caiu violenta tempestade que os dispersou. Mozart teve um funeral de terceira categoria e foi enterrado numa fossa comum, com uma dúzia de cadáveres de indigentes. Não houve monumento nem lápide. Dez anos depois, a viúva voltou ao cemitério (ouvira dizer que as valas comuns permaneciam intactas, apenas por sete anos), mas os restos do imortal compositor não haviam sido respeitados. Hoje nem se sabe o lugar exato onde foi sepultado. Seus restos mortais desapareceram e o crânio conservado no Mozarteum de Salzburgo certamente não é seu.

Juntamente com Haydn, Mozart representa o ponto culminante da música no século XVIII. Figura exponencial no desenvolvimento final da ópera napolitana, foi também um dos maiores mestres da nova concepção da sonata na época. Criou obras-primas da música instrumental, nos últimos anos do século XVIII. Estabeleceu normas musicais que transformaram aquele período na era clássica por excelência, no campo da música. Foi admirado por todos os mais destacados compositores subseqüentes, que souberam reconhecer o valor do legado que Mozart lhes deixou.

Caracterização - Mozart costuma ser citado como um elo da cadeia do Classicismo vienense, entre Haydn e Beethoven. A classificação, embora cômoda, não corresponde à verdadeira posição do compositor. Mozart não foi o continuador de Haydn nem o antecipador de Beethoven. O que não quer dizer que em sua obra não houvesse os germes de uma evolução. Ao contrário de Haydn, que utilizou o folclore austríaco, húngaro e eslavo, Mozart foi italianizante: usou a linguagem do seu tempo, sua obra está impregnada do estilo da época.

Mas na manipulação desse estilo algo impessoal foi mestre inconfundível. Seu poderoso senso arquitetônico elaborou estruturas perfeitas, coerentes, tanto na música instrumental como na dramática, na coordenação das árias. Foi, pela disciplina formal, um clássico. Mas muito se discute se não foi, pelo espírito, um pré-romântico. Pois está hoje desfeita a imagem de um Mozart rococó, brilhante, preciosista. Se algo existe desse Mozart, é em sua música feita de encomenda. Outro Mozart subsiste, mais complexo e soturno, em parte da sua música de câmara e nas grandes óperas.

A ópera de Mozart - Compositor essencialmente vocal, foi na ópera que se realizou de modo mais completo o gênio de Mozart. As primeiras óperas datam ainda da adolescência do mestre. Ao todo realizou 23 óperas, destacando-se seis, todas elas do último período de sua vida. A primeira é Idomeneo, rei de Creta (1781), influenciada por Gluck. Os coros solones e o brilho da orquestra dão à obra o caráter de espetáculo majestoso.

Diferente é O rapto do serralho (1782), comédia brilhante, com algumas imperfeições de conjunto, mas com números de destaque: a música de Mozart supera as falhas da estrutura dramática. Essas falhas desaparecem em As bodas de Fígaro (1786), que marca o início de sua colaboração com o grande libretista Lorenzo da Ponte. Nela, a música exprime com perfeição os caracteres e não elimina totalmente a tendência revolucionária.

Don Giovanni talvez seja a maior dessas obras-primas. A obra leva o subtítulo de dramma giocoso, que talvez exprima a intenção do libretista da Ponte. Mas é a ópera mais complexa de Mozart. A mais ambígua, porque resume, nos seus acentos trágicos, eróticos e burlescos, a própria existência humana. Na sua aparente heterogeneidade, a obra guarda perfeita coerência entre música e construção dramática. Em Assim fazem todas (1790), também em colaboração com da Ponte, o tom é deliberadamente artificial: retrato de uma época frívola, ironicamente expressa na própria música, em perfeita união com o texto.

Após a comédia de equívocos de Assim fazem todas, surge a ópera mais heterogênea de Mozart, A flauta mágica (1791). Das incoerências do libreto, Mozart tirou uma obra de grande riqueza, numa síntese de estilos: ópera séria, comédia musical popular, tragédia filosófica e drama sentimental. A música que acompanha essa trama complicada é também a síntese do seu universo musical.

Música sacra - Mozart realizou-se sobretudo na música dramática profana. Tinha escrito, por obrigação profissional na corte eclesiástica, grande variedade de peças litúrgicas, mas não foi de espírito religioso. Suas missas, como a famosa Missa em dó maior KV 317 - Coroação (1779) não tem a gravidade exigida pelo gênero. A exceção seria a Missa em dó menor KV 427 (1783), deixada incompleta. Também incompleto ficou o Requiem KV 626 (1791), de conteúdo mais dramático do que litúrgico, obra-prima final escrita às vésperas de sua morte.

Música sinfônica e concertante - Mozart escreveu ao todo 41 sinfonias e 11 sinfonias concertantes. Como foram escritas em épocas diversas, pode-se, através delas, ter-se uma idéia de sua evolução estilística, no aproveitamento inventivo das melodias e no aperfeiçoamento da elaboração construtiva. As obras-primas são naturalmente da fase final e revelam, em sua plenitude, a sabedoria arquitetônica de Mozart: a Sinfonia n.º 35 em dó maior KV 425 - Haffner (1783), Sinfonia n.º 38 em ré maior KV 504 - Praga (1786), Sinfonia n.º 39 em si bemol maior KV 543 (1788), Sinfonia n.º 40 em sol menor KV 550 (1788) e a Sinfonia n.º 41 em dó maior KV 551 - Júpiter (1788). São todas, obras freqüentes nos repertórios de concertos, testemunhos da inventividade e energia de Mozart.

Seção importante na obra de Mozart é a dos concertos. A forma do concerto ainda estava indefinida em meados do século XVIII, não havendo distinção nítida entre a forma concertante e a música para orquestras de câmara. Foi C.P.E.Bach o primeiro a desenvolver o contraste entre o instrumento solo e a orquestra. Os concertos para piano de Mozart contribuíram decisivamente para a formação do gênero, desenvolvendo-o em escala mais ampla.

É famoso o Concerto para piano n.º 26? em ré maior KV 537 - Coroação (1788). As obras mais perfeitas que deixou no gênero são, contudo, o Concerto para piano n.º 20 em ré menor KV 466 (1785), o Concerto para piano n.º 22 em mi bemol maior KV 482 (1785), o Concerto para piano n.º 23 em lá maior KV 488 (1786), o Concerto para piano n.º 24 em dó menor KV 491 (1786) e o Concerto para piano n.º 27 em si bemol maior KV 595 (1791).

Citação a parte merece o Concerto para clarineta em lá maior KV 622 (1791), pela sua extraordinária invenção melódica. Devem ser mencionadas, por fim, as obras para piano solo de Mozart, que percorre a escala do estilo gracioso e rococó da Sonata para piano em lá maior KV 331 (1778) até a mais forte intensidade da Sonata para piano em dó maior KV 457 (1784), que antecipa Beethoven.

Música de câmara - Finalmente, é na música de câmara que se revela a maior complexidade do espírito de Mozart, a zona de sombra entre uma intensa energia e uma melancolia profunda, que desmente a imagem do Mozart rococó, brilhante, mas superficial. Essa imagem ainda pode persistir na popularíssima Serenata n.º 13 KV 525 - Pequena música noturna (1787). Não será o mesmo quanto ao sutil e complexo Trio para cordas em mi bemol maior KV 563 (1788). Essa obra, costuma ser, erroneamente, colocada na simples categoria de divertimento musical.

As mais importantes obras camerísticas de Mozart são da sua maturidade, ou melhor, dos anos finais de sua vida. Lugar importante deve ser reservado à Sonata para piano e violino em lá maior KV 526 (1787), e também para o melancólico Trio para clarineta, piano e viola em mi bemol maior KV 498 (1786). São obras de grande riqueza e equilíbrio estrutural o Quinteto para piano em mi bemol maior KV 452 (1784), o Quarteto para piano em sol menor KV 478 (1785), o Quinteto para cordas em sol menor KV 516 (1787) e o Quinteto para cordas em si bemol maior KV 614 (1791), e o Quinteto para clarineta em lá maior KV 581 (1789).

O resultado mais perfeito da música camerística de Mozart encontra-se nos seis quartetos dedicados à Haydn. São obras que, ao lado do experimentalismo formal que transparece em algumas, revelam uma complexa interioridade espiritual. São eles: Quarteto para cordas em sol menor KV 387 (1782), Quarteto para cordas em ré menor KV 421 (1783), Quarteto para cordas em si bemol maior KV 428 (1783), Quarteto para cordas em si bemol maior KV 458 - Acaça (1784),Quarteto para cordas em lá maior KV 464 (1784), Quarteto para cordas em dó maior KV 465 - Dissonâncias (1785). Neste último, de tonalidade indeterminada, Mozart realizou sua mais ousada experiência harmônica.

Catálogo das obras de Mozart - As obras de Mozart são identificadas pelo prefixo K, seguida de um número que designa a ordem cronológica das composições. O K vem do nome de Ludwig von Köchel, que organizou um catálogo das obras de Mozart, publicado em 1862, sob o título de Registro cronológico-temático de todas as obras musicais de W.A.Mozart. Em alemão a sigla é KV, isto é, Köchel-Verzeichnis. Uma revisão definitiva desse catálogo foi elaborada por Alfred Einstein, em 1937.

Fonte: Classicismo

  
A MUSICA DE MOZART AJUDA A CURAR
DOENÇAS  GRAVES
Especialistas do Instituto de Neurologia de Londres afirmam que a música de Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791) pode funcionar melhor que remédios tradicionais no tratamento de diversos males, até mesmo de doenças complexas como a epilepsia.

 

Segundo artigo publicado nesta quarta-feira (19) no jornal inglês "Independent", os pesquisadores suspeitaram das qualidades terapêuticas da obra do compositor austríaco quando trataram um paciente de 46 anos que sofria de graves ataques epilépticos e não havia reagido bem a sete tipos de terapias (à base de remédios avançados), e nem mesmo a uma intervenção cirúrgica no cérebro.

 

Após uma acentuada e inexplicável melhora, os médicos descobriram que o paciente havia começado a escutar a música de Mozart durante cerca de 45 minutos por dia e que seu bem-estar vinha deste novo hábito.

 

A Universidade de Illinois (Estados Unidos) também relatou, após o caso do paciente inglês, uma situação parecida envolvendo uma criança portadora da síndrome de Lennox-Gastaut (variante rara da epilepsia).

 

Inteligência

 

Seguindo os indícios, os médicos descobriram que "doses" de Mozart aumentariam a capacidade matemática e visual, reduziriam o estresse e dores de artrite, além de produzir efeitos positivos no coração e em fetos, no caso de gravidez (estimulando o cérebro do bebê).

 

Em testes com ratos e carpas, verificou-se melhora no senso de orientação e humor (especialmente com as notas de "Eine Kleine Nachtmusik").

 

A causa dos efeitos ainda não é tão clara, mas muitos especialistas afirmam que a zona do cérebro que recebe e processa a música é a mesma da percepção espacial, por exemplo. Os estímulos provocados pela complexa e refinada música de Mozart, sobretudo a sonata K448, teriam, portanto, um impacto benéfico na massa cinzenta, organizando e estimulando células nervosas precárias, em um processo comparável a impulsos elétricas.

 

Em testes com voluntários humanos, verificou-se que, ao escutar a sonata K448 para dois pianos, o quociente de inteligência do grupo cresceu entre oito e nove pontos.Sobre a exclusividade da música de Mozart, e não de outros compositores, os médicos arriscam que as composições do austríaco trazem uma peculiar técnica de construção musical, baseada em temas circulares com intervalos fixos e variações moduladas do motivo principal.

 

Fonte: Ansa

 

O PODER CURATIVO DA MUSICA MUSICA DE MOZART 


    

Investigações científicas confirmaram que a música de Amadeus, o genial compositor- tal como outro tipo de obras musicais- produz melhoras em perturbações como contrações musculares, transtornos respiratórios e psicológicos, entre outros.

 

A importância da música como percurso terapêutico começou há milhares de anos, com as culturas mais primitivas, como as xamânicas, e com outras também muito antigas.

 

Não é novo que a música cure. O que ocorre é que no Ocidente necessitamos de provas de laboratório para acreditar que aquilo que nos acontece todos os dias com a música é definitivamente real.

 

Nos inícios da década de 90, um estudo efetuado na Universidade da Califórnia, revelou o que serviria de cimento para a criação do designado Efeito Mozart: 36 estudantes de psicologia atingiram de 8 a 9 pontos mais nos testes de inteligência espacial, depois de ouvirem durante 10 minutos a “Sonata para dois pianos” em ré maior, de Mozart.Embora os efeitos da música tenham durado apenas 15 minutos, esse tempo bastou para determinar a importante relação entre a música e o raciocínio espacial. Num segundo estudo, foram exploradas as bases neurológicas do aumento da capacidade de raciocínio. Duarnte 15 dias, um grupo escutou a sonata de Mozart, outro grupo fez a prova em silêncio, e um terceiro ouviu misturas de outros sons. Enquanto que o reconhecimento de figuras, no grupo de Mozart foi de 62%, a percentagem no grupo de silêncio foi de 10% e de 11% no grupo de sons mistos.

 

Segundo os investigadores, a música de Mozart “organiza” a atividade neuronal no córtice cerebral, reforçando sobretudo os processos criativos do hemisfério direito, relacionados com o raciocínio espaço-temporal.

 

Coube, no entanto, ao musico terapeuta Don Campbell, no âmbito do seu extenso trabalho de pesquisa e compilação, a designação de Efeito Mozart. Contudo, sob o rótulo Efeito Mozart, Don Campbell não coletou toda a obra deste compositor genial, mas também todas aquelas melodias e ritmos que exercem um efeito saudável no nosso organismo. O que parece estabelecer a diferença entre Mozart e outros compositores, é que a sua música atinge os resultados mais duradouros.

 

No entanto, os benefícios do poder terapêutico da música estendem-se a outros géneros, nomeadamente as músicas new age, clássica e barroca. As músicas com um ritmo com umas 60 unidades de tempo ou pulsações por minuto, podem modificar o nosso estado de consciência, aproximando-o da gama de ondas beta (que vibram entre os 14 e 20 hertz), o que melhora a focalização da atenção e o bem-estar geral. Escutando sons prolongados e lentos, podemos aceder a uma respiração mais pausada e profunda, fundamental para apaziguar emoções. Com o efeito terapêutico da música podem-se abordar problemas de saúde, no âmbito preventivo ou complementar, nomeadamente anorexia, insônia, depressão, encefálicas e enxaquecas e tonos intestinais, tratando-se de um tipo de auto-terapia, com música clássica.

 

Fonte: Saúde Alternativa

De acordo com os ensinamentos dos Mestres Ascensos, cada Mestre, Arcanjo ou Ser Cósmico, possui uma música clássica que o identifica e pode nos colocar em sua sintonia.

Estas músicas são as chamadas “Notas-chave”, ou músicas com códigos que atuam a níveis interiores e podem agir positivamente, trazendo paz, bem-estar e harmonia, além de estar atraindo as bênçãos de cada Mestre.

As músicas dos Mestres podem proporcionar benefícios físicos e espirituais pois produzem uma mudança positiva no Ser e uma maior sintonia com o alto. Os Mestres podem iniciar um despertar da consciência daqueles que ouvem músicas por eles recomendadas, e esta é a finalidade desta coleção: deixar uma “semente” do amor dos Mestres no coração de cada ouvinte.

http://comandoestrelinha.ning.com/group/amusicaalinguagemdaalma/for...

Processos terapêuticos através dos sons

O som é elemento formador de realidades. É também, uma possibilidade alquímica no sentido de que pode transformar uma realidade em outra. Como vimos anteriormente, a interação da matéria com qualidades diferentes de som produziu diferentes conformações moleculares. A água submetida á sonoridades harmônicas configurou-se como uma linda mandala. O contrário também aconteceu: o som desarmonioso produziu figuras disformes. Quer dizer, o som como qualquer energia, é neutro, e por isso, nós podemos qualificá-lo positiva ou negativamente. A escolha é nossa e vai depender de nosso nível consciencial.

 

Na prática isso quer dizer que podemos alterar, organizar, limpar, purificar, harmonizar, elevar vibrações, enfim, realizar transformações nos níveis sutis e da matéria utilizando o som como ferramenta de trabalho energético/vibracional.


Nossa voz vista como instrumento tanto do ponto de vista sonoro como do de ferramenta, pode nos servir nesse caminho de transformação.

 

Na figura abaixo, temos o esquema de nossos sete chacras principais e suas freqüências vibracionais: cores/som.

Este sistema de ordenação das notas corresponde à escala musical mais conhecida no ocidente – DO RE MI FA SOL LA SI, o que facilita o seu uso como instrumento de estabilização dos chacras. A seqüência das cores (do vermelho ao violeta) corresponde ao arco-íris, o que torna próximo e corriqueiro o seu emprego como mentalização. 

1º chacra: vermelho – DO – C –Básico/Raiz (root)
2º chacra:Laranja – RE – D- Umbilical/Esplênico – (Sacral)
3º chacra:Amarelo – MI – E – Plexo Solar – (Solar Plexus)
4º chacra:Verde – FA – F – Cardíaco/Coração – (Heart)
5º chacra: Azul – Sol – G – Laríngeo/garganta – (Throat)
6º chacra:Violeta/Índigo – LA – A – Frontal – (Third Eye)
7º chacra: Branco/violeta – SI – B – Coronário/Coroa (Crown)

 

A partir destas referências podemos equilibrar nossos centros de energia entoando os fonemas determinados para cada um. Por exemplo, para o 1º chacra entoaremos o fonema Ã, na altura de Dó e visualizando/mentalizando a cor vermelha. Na tabela que se segue temos a relação dos sete .

 

Cada fonema tem uma qualidade intrínseca e trabalha determinadas questões. O fonema Ã, por exemplo, expande a energia e aumenta a base de sustentação. No 1º centro vai expandir a energia de sobrevivência e nossa ancoragem no planeta. O fonema U aprofunda e refina as energias criativas que são mobilizadas no 2º centro. O fonema Ô congrega, traz o movimento de acolhida à nossa identidade.

 

O A dessa vez vai expandir e dar respaldo às energias do amor incondicional geradas no cardíaco. O fonema AI entoado sobre o laríngeo vai ampliar, sustentar e refinar nossas capacidades criativas, de comunicação e expressão, além de elevar o padrão de nossa sexualidade. O EI entoado sobre o frontal, expande e faz vibrar a glândula pineal, despertando ou desenvolvendo a paranormalidade. O fonema imprime uma vibração sutil e muito acelerada às nossas ondas cerebrais rompendo barreiras etéricas.

 

Na seqüência desses exercícios, se entoarmos IEAÔU estaremos cantando um dos nomes de Deus, o que elevará instantaneamente o patamar vibratório de nossos corpos físico, etérico, emocional e mental.

 

Existem outros sistemas tanto de fonemas, como de freqüências de som e luz. As variações são decorrentes das diversidades inerentes às várias tradições que empregam as vibrações como fator de equilíbrio. Cada sistema vai atuar de maneira a organizar, restaurar e equilibrar as energias dos vórtices de força de nossos corpos.

 

Antes de entoarmos o som dos fonemas, devemos inspirar e expirar profundamente, usando toda a nossa capacidade pulmonar, o que significa que a nossa respiração deve ser diafragmática. Isto é, ao inalarmos o ar nosso abdômen deve se distender, e ao expirarmos, ele deve se contrair.

 

Há que se dizer que pouco adianta um exercício realizado de forma mecânica, sem a concentração e principalmente sem o direcionamento claro da energia. Ao entoarmos cada fonema a intenção é fundamental. A qualificação da energia, que é neutra, porém inteligente, compete a nós. Para que ela realmente seja efetiva e, de fato, transmute o padrão energético, o pensamento, o desejo e a vontade devem ser a base dessa ação.

 

É importante salientar que ao cantarmos normalmente, os harmônicos estão presentes na voz de forma implícita. Mas, quando ao entoarmos os fonemas, explicitamos os sons harmônicos, essa experiência decuplica de intensidade e poder. Nesse momento deixamos de entoar e passamos a hipertonar.

 

Como já dissemos, os harmônicos fazem a ponte entre os sons da terceira dimensão (som físico) e os “sons inaudíveis” de dimensões superiores. São como a luz, abridores de portais dimensionais.

 

A vivência da hipertonação é altamente benéfica. Estudos recentes de neurologistas, etnomusicólogos e psicólogos, constatam que hipertonar faz mudar os padrões de aceleração das ondas cerebrais gerando a formação de novas sinapses. Partes pouco usadas ou mesmo inativas do cérebro foram ativadas em várias das experiências do Dr. Alfredo Tomatis, neurologista especialista em hipertons.

 

A ciência começa a constatar o que as antigas tradições já sabiam e empregavam há milênios. 

É chegada a hora de trazer novamente à luz esses saberes. O despertamento de nossa memória cósmica está em ato. Reorientar nossas práticas e sutiliza-las é o movimento do presente. Vivamos pois esse momento cósmico com a alegria de quem reencontra tesouros. Eles estão aí. Prontos para serem redescobertos pelos que estiverem dispostos ao despertamento que o momento planetário demanda.

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Como vimos, o som tem o poder de gerar diferentes organizações moleculares na água a ponto de mudar sua qualidade. Sons de vibrações densas provocam desorganização, deformação, e figuras que nos causam repulsa. Ao contrário, sons de elevada vibração provocam lindas figuras geométricas cuja simetria é perfeita.

 

Quando a intenção é promover uma alteração do nível de consciência das pessoas para que determinado objetivo possa ser alcançado, a música é quase sempre utilizada.

Desde tempos imemoriais, é constante a presença da música em cerimônias religiosas ou de cura, nos trabalhos xamânicos e ritualísticos das mais variadas tradições, ou seja, o que os antigos sabiam intuitivamente, hoje se pode comprovar cientificamente.

No entanto, o que mais nos interessa no momento, é o grande poder de transformação que o som tem sobre os corpos físico, etérico, emocional e mental.

 

Falamos anteriormente na existência de um "espectro sonoro" - Série Harmônica - que existe "dentro" de qualquer som com altura definida.

Como já dissemos, esses sons harmônicos também chamados hipertons ou overtones, são freqüências sonoras que vibram e fazem parte do som que é produzido. Os sons harmônicos quando explicitados na voz humana têm o poder de organizar as energias, desde que haja uma clara intenção do executante nesse sentido. Essa possibilidade abre um imenso campo de trabalho terapêutico.

 

Tudo que existe na forma, no mundo manifestado, tem sua contraparte no mundo sutil. A manifestação se organiza em oitavas sendo que a oitava física é a mais densa, onde a energia se encontra no estado de matéria. Desse modo, o som que ouvimos e produzimos é o som próprio da oitava de manifestação dos sons físicos. A oitava seguinte é a dos sons harmônicos, que como já dissemos, não é perceptível a menos que provoquemos sua audição através de técnicas apropriadas.


As vibrações ou freqüências dos sons harmônicos são muito elevadas. Para se ter uma idéia, o primeiro harmônico vibra numa freqüência duas vezes maior que o som gerador, o segundo, três vezes e assim por diante. Então, quanto mais harmônicos um som contiver, maior a sua potencialidade de aceleração e maior a conexão com as energias superiores.

 

Os sons harmônicos podem fazer "a ponte" entre dimensões, ou seja, eles podem abrir portais de comunicação interdimensionais. Através desses portais músicas nunca antes ouvidas são trazidos para o mundo físico. Isto acontece porque a aceleração da vibração compatibiliza e oportuniza sua audição nos níveis mais densos.

 

Sabemos que a energia é neutra. Nós a qualificamos de acordo com nosso nível consciencial. Os harmônicos do som podem transformar realidades físicas da mesma forma que as diferentes músicas transformaram a configuração da molécula de água em figuras simétricas e geometricamente perfeitas ou em massa disforme.

 

Som é energia primeva, organizadora e constituidora de realidades físicas. A partir da nossa intenção e mentalização, podemos interagir com outras dimensões de existência e plasmar realidades mais adequadas ao novo patamar consciencial que emerge em nós e no planeta.

 

Da mesma maneira como cada um de nós possui uma forma de onda que lhe é própria, possuímos uma freqüência de onda sonora que nos constitui. Provavelmente, a freqüência de onda interage com a freqüência sonora formando um só corpo de manifestação energética. Este é nosso selo completo, nossa assinatura cósmica, através da qual somos reconhecidos. 
A partir do conhecimento de nossa altura própria, abre-se a possibilidade de interagirmos com o nosso som próprio, isto é, com a freqüência sonora que cada um de nós é.

 

Ouvir e cantar essa nota significa nos ajustarmos ao nosso modelo originário. Significa abrirmos mão de nossas "desafinações" egóicas e buscarmos ouvir o som da voz do nosso Cristo interno e assim sermos a extensão concreta, na forma, do nosso Eu Superior.

A busca desse som próprio, dessa nota primordial, coincide com a reforma íntima que o momento planetário exige. São movimentos complementares: sermos unos com o Deus interno é sermos afinados com Sua vontade, que é a de que nos lembremos que fomos feitos para a paz, a luz e a alegria da existência. 

Fonte: Virginia Bernardes

Fonte: Virginia Bernardes

http://www.curaeascensao.com.br
FREQUENCIAS SAGRADAS BINATURAIS

O que são batidas binaurais e sons holofônicos? 

 

Batidas Binaurais são usadas para criar 2 ondas de freqüência distintas,  apresentadas separadamente, cada uma a um ouvido. O cérebro reage criando um terceiro tom, que é a diferença entre os dois apresentados. Isto permite ao cérebro se sintonizar diretamente à uma freqüência que, teoricamente, o ouvido não "escutaria". 

 

Os sons Holofônicos incorporam vários sons de áudio 3D, que envolvem e estimulam cada hemisfério do cérebro, individualmente. Junto com as batidas binaurais e solfeggios de 528 Hz, essa experiência auditiva levará suas meditações a um novo e aprofundado nível ! 

Nessas meditações, você literalmente perceberá a interação entre os hemisférios do seu cérebro.  

Em efeito, essas batidas têm o mesmo impacto e benefícios de um estado meditativo profundo, semelhante ao transe hipnótico ou à mediação transcendental. Poucas pessoas conseguem entrar em tais estados profundos de hipnose e meditação transcendental, e para tanto podem ser necessários muitos anos de aperfeiçoamento. Assim, os benefícios imediatos de se usar as batidas  binaurais ficam muito evidentes. 

 

Uma breve introdução sobre as ondas Theta 

 

Diz-se que a meditação Theta  é o " Portal para a Felicidade Eterna" .

 

A Meditação Theta produz ondas cerebrais de freqüências muito baixas, entre 4 e 8 Hz. Muito freqüentemente detectamos ondas cerebrais Theta em crianças e artistas, assim como em pessoas extrovertidas ou que passaram muitos anos praticando meditação. Quando estamos em meditação Theta, as ondas Theta em nosso cérebro ajudam a desenvolver intuição, criatividade e conexões emocionais fortes, como também diminuem nossa tensão e ansiedade.  

 

10 Benefícios-chaves da Meditação Theta  

 

:: Níveis muito elevados de criatividade - Freqüentemente vemos artistas, músicos e pessoas muito criativas com níveis altos de ondas de Theta.   

:: Intuição potencializada - todos temos intuição, mas freqüentemente sujeita a bloqueio por nossas ondas Beta.   

:: Habilidade para atingir nosso subconsciente - Quando atingimos o relaxamento total da meditação Theta, podemos apartar nossa mente consciente e chavear direto para nossa mente subconsciente.  

:: Reprogramação de nossa mente subconsciente - Uma vez que tenhamos nos apartado de nossa mente consciente, podemos sugestionar positivamente o nosso subconsciente e reprogramar mudanças positivas em nossa vida. 

 :: Conexões emocionais mais intensas - Ondas cerebrais Theta produzirão um nível muito elevado de sensibilidade emocional.   

:: Sensação plena de tranqüilidade - Comprovou-se que pessoas com níveis mais altos de ondas cerebrais Theta possuem níveis de tensão e ansiedade muito baixos. Ondas Theta podem ajudar intensamente a se atingir um estado equilibrado e tranqüilo.  

:: Melhora das habilidades para resolver problemas, assimilar e desenvolver novos conhecimentos (aprendizado)  - A meditação Theta nos permite baixar nossa ondulação Beta e então remover os blocos mentais que bloqueiam nossas habilidades criativas. Dessa forma, podemos reter quantidades muito maiores de informação num período mais curto de tempo.   

:: Melhora do foco e concentração - Ouvimos falar freqüentemente de atletas que falam sobre estar na "zona". Esta zona é a onda cerebral Theta. Ela permite uma pessoa se focar extremamente e se concentrar somente naquilo que se pretende alcançar.   

:: Cura do corpo - Ondas Theta podem de fato comandar ao nosso cérebro produzir substâncias químicas positivas como a epinefrina, como também abaixar nossas quantias de cortisol.   Isto cria um sistema imunológico muito mais forte, o que se traduz em corpos mais resistentes para enfrentar doenças. A ondulação Theta pode ajudar de fato a devolver o equilíbrio ao nosso corpo e então promover a cura. Também podem ajudar equilibrar nossos níveis de serotonina e melatonina, o que auxilia na cura de processos de depressão, insônia e até inchaços (pernas e etc).   

:: Muito mais vigor e energia - Depois que nosso corpo tenha a chance de se curar e renovar, podemos experimentar então muito mais energia do que jamais tivemos. Embora as ondas Theta sejam extremamente relaxantes, elas  nos levam também a sermos mais enérgicos em nossa vida cotidiana.   

 

Qual é a importância da freqüência de 528 Hz? 

 

528 Hz é o presente musical supremo da inteligência iluminada e o alimento divino de sua fonte criativa. 528 é um número simples, mas é central à " matriz matemática musical de criação".

 

Esta vibração de AMOR harmonicamente ressona em seu coração, ainda que inaudivelmente, conectando sua essência espiritual à realidade espiralada do céu e terra. Até mesmo os universos paralelos se conectam ao centro de seu coração por este canal de radiodifusão de matéria e energia de AMOR, de acordo com as leis da física. Na realidade, 528 é fundamental a estas leis. Esta freqüência, mais que qualquer outra, compende o campo unificado da metafísica musical na matriz do universo fractal espiralante. 

 

Realmente, 528 Hz está no coração de tudo. É a diferença entre fazer amor e não guerra. É a energia que guia a prosperidade universal; a bioenergia de saúde e longevidade. É a vibração harmônica de auto-estima ou amor-próprio que eleva seu coração e a voz divina em harmonia com os céus. Não há o que se perder ou danificar nesta perfeição amorosa. Quando você se encontra neste estado, você está afinado com seu espírito criativo e tudo flui em ritmo e rima perfeitos.  

 

Ondas Theta, a glândula pineal e o 3º olho    

 

A glândula pineal é moldada em forma de cone e situa-se no meio do cérebro, atrás um pouco e acima da glândula pituitária. A glândula pineal contém pigmento semelhante ao encontrado nos olhos e é conectada ao tálamo ótico, conseqüentemente controlando a ação da luz em nosso corpo. A glândula pineal fica situada na extremidade posterior do terceiro ventrículo do cérebro, e a glândula pituitária fica situada no topo do terceiro ventrículo. É dito que a ligação das essências destas duas glândulas no terceiro ventrículo é o que abre o Terceiro Olho. 

 

O Terceiro Olho aberto também é conhecido como o Olho Mediano de Shiva, o Olho de Horus, e o Chifre do Unicórnio. O Templo de Maat no Egito antigo foi dedicado ao processo de abertura do Terceiro Olho. O Terceiro Olho é um olho etérico ou quadri-dimensional. Atua como um receptor sensível, e transmissor pelo qual podem ser traduzidas vibrações de muitos tipos diferentes, interpretadas e dispersadas em nossos cérebros tridimensionais para ganhar sabedoria e iluminação. Por este OLHO, são percebidos os planos internos, formas de pensamento e entidades superiores. Também se adquire um senso mais aguçado de causa e efeito. 

 

Ondas Theta acontecem duarnte o sono e são dominantes em nosso mais elevado estado de meditação. Normalmente, só experimentamos ondas theta quando nos aprofundamos no sono, durante alguns sonhos, e conforme voltamos das profundidades do estado delta de sono. Os quadros que percebemos conforme despertamos estão em onda theta. Durante as meditações theta, estamos num "sonho acordado" onde a imagem vívida brilha ante nossa visão interna. Neste estado, somos extremamente receptivos a informação enviada das dimensões superiores.  

 

O Estado de Consciência Xamânico, que são ondas cerebrais theta, nos permite viajar nos planos mais elevados. A batida firme rítmica do tambor golpeia 4,5 vezes por segundo (ondas theta estão entre 4-7 ciclos por segundo), e é a chave para transportar o xamã ao seu interior mais profundo ou ao seu transe Xâmanico. O ritmo constante e sussurante dos cantos budistas, que também transportam os monges e outros ouvintes a reinos de meditação feliz, seguem este ritmo.  

Algumas notas:  

Harmonia Sagrada em Solfeggio 528 frequência solfeggio e som holofônico.

60 minutos de duração, Descrição: uma combinação surpreendente de sons e efeitos holofonicos e binaurais, mesclados com a canção de Harmonia Sagrada secreta de solfeggio para ajudar a induzir a cura e aprimoramento do DNA, abertura do 3º olho e estímulo da glândula pineal durante sua meditação! 

 

528 frequência de solfeggio, efeitos da água e sinos tibetanos homofônicos. 

10 minutos de duração, inclui harmonia sagrada de solfeggio.  

Descrição: uma versão mais curta mas com efeitos homofônicos mais incríveis, como cachoeiras e sinos Tibetanos! 

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