A nanotecnologia teve seus visionários, que talvez tenham enxergado antes de mais nada cenários futuristas de máquinas construidas com átomos, partes de máquinas ainda maiores, mas sempre infinitas vezes menores que a menor célula do corpo humano. Este é um cenário de ficção científica, que pode acontecer daqui 50 anos, daqui a 500 anos, ou não acontecer nunca! Será que um dia mãos amputadas poderão ser recontruidas tomando-se uma vacina?

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Viajar pelo espaço, pousar na Lua e colocar satélites em órbita tb era FC no começo do século XX e até bem antes. O fato é q se seguirmos o caminho da nanotecnologia da FC (principalmente da terraformação e biotecnologias), veremos uma sociedade totalmente diferente. Toda a questão da vida privada, q enfrenta questionamentos já hoje, será colocada em xeque. Da mesma forma q vc pode imprimir um livro em casa, a "nuvem de nanorrobôs" poderia construir a própria impressora, com mais qualidade e menos matéria. Mas qual seria o sentido da posse? Se hj podemos ser localizados geograficamente pelo celular, nanorrobôs e microsensores poderiam dar informações de nossos batimentos cardíacos, pressão arterial ou até o q estamos vendo. Mas qual o sentido de se deslocar para algum lugar se poderíamos trazer coisas para perto de nós e sentir da mesma forma? Não haveria lixo e resíduos humanos, pois este poderia ser totalmente reciclado, mas o q guardaríamos em casa e qual o tamanho desta para nossas necessidades?

Fora a ameaça de greyglow como catástrofe ambiental ou arma de guerra, cai todo o modelo capitalista.

Jefferson,

 

já tinha postado o vídeo a seguir, mas vou postar novamente, algo intermediário entre a nanotecnologia experimentalista que existe hoje e a nanotecnologia radical que você apresentou, que deixaria "terminator, a revolução das máquinas" no chinelo, pois seria o domínio das nano-máquinas, com poder de criar transformers!

 

O vídeo mostra um estágio muito anterior ao armagedon como o quase causado por Klaatu no "Dia que a Terra Parou": a simples produção de uma bateria com 1 bilhão de CPUs. Talvez o homem inicie revolucionando a produção, e termine revolucionando a própria existência, como você citou.

 

Ah, Esse vídeo ficou muito bem feito, adorei! Ajuda a tornar o entendimento da nanotecnologia uma diversão sem igual, tanto para os experts desse trem que nem existe ainda, quanto para os leigos que não conseguiram ainda entender o que é essa tal de nanotecnologia.

Esse vídeo pelo menos causa umas sensações estranhas, muito legais de se assistir, que acabam deixando claro para onde estamos caminhando, e pelas mãos de uma geração que nem chegou aí ainda! Confiram! http://www.youtube.com/watch?v=zqyZ9bFl_qg&noredirect=1

Valeu,

 

Roberto.

Salve Roberto.

 

http://fabulosofuturo.blogspot.com/2011/10/palestras-sobre-open-har...

 

Esse é um conceito congruente com q estamos lidando, o open hardware. Não gosto muito do Ray Kurzweil, acho q ele força muito suas previsões, mas todo o modo de produção capitalista se baseia no poder de produzir de forma otimizada e industrial uma necessidade ou solução q será vendido para um terceiro. Quando vc pode produzir algo independente (desde a hortaliça no jardim até imprimir a bateria do celular), vc não necessita comprar. Nesse caso, o q importa não será o serviço, mas a matéria-prima (o adubo ou substâncias químicas para bateria). A matéria-prima está em todo lugar, principalmente quando falamos em projetos usando átomos de carbono, oxigênio, nitrogênio, silício, ferro. 

Jefferson,

 

bacana o vídeo, assisti duas vezes para assimilar o assunto direito, dando atenção à questão das ágeis farms labs e seus inquietos empreendedores, interessante sintoma da globalização não só das finanças, mas também dos recursos materiais e acessos aos indivíduos empreendedores, em diversos níveis sociais.

 

Um dia a nanotecnologia será radical, mas ainda andará por muito tempo nestes passos lentos de massificação da produção com aprimoramento gradual da tecnologia, seguindo o crescimento de moore como no vídeo.

 

Por exemplo do que chamo evolução a passos lentos, outro dia recebí um email oferecendo mini-motores-cnc a 1 dólar. Estes pequenos motores poderiam ser utilizados numa articulação de mão mecânica, por exemplo. Isso é quase um aprendizado de ambas as partes, dos chineses produzindo o que as pessoas precisam de modo acessível, como nesse caso entupindo o mercado com motores extremamente sofisticados que dependem dos fazendeiros desses laboratórios de tecnologia, que entendam disso na cabeça, para inventar um aprimoramento qualquer com esta tecnologia, criando um novo nicho, até que uma dessas gigantes da tecnologia constantemente ameaçadas pela concorrência transforme esta tecnologia em algo comercialmente escalável e se salve reciclando-se, criando mais um ciclo de evolução, e aí por diante.

 

Para chegar na nanotecnologia robótica, muitos desses ciclos irão ser realizados. Muitos mesmo, até o processo chegar ao bug da evolução no vídeo, será???!!!

 

Mas é isto, quando falamos em ficção científica de nanotecnologia e acabamos caindo na fronteira próxima, percebemos que a própria ficção científica do hoje, que ainda está na escala no mini e não do nano, acaba por mostrar um admirável mundo novo quase acessível já, bem próximo! Já abre as mentes com o pensamento sobre para onde caminha o mundo em que vivemos, e em que velocidade, para sabermos até onde poderemos acompanhar as mudanças antes de ficarmos e elas continuarem para todo o sempre ou até que o sol exploda!

 

Interessante demais pensar no intengível impossível ainda de ser realizado, mas que influencia nas mudanças que estão acontecendo agora. 

 

Abração e bom fim de semana,

 

Roberto. 

 

Obs: Será que o Luis gosta de nanotecnologia? Espero que este debate ainda nosso traga alguns dos interessados nesse assunto, ele é muito interessante quando as pessoas não apreciam apenas a beleza da palavra nanotecnologia! :-)

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