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Comentário de Alfredo Pereira dos Santos em 21 maio 2011 às 23:03

Caro Almerio

 

É o que estou fazendo, nadando contra a corrente. Mas não desisto não. Vou continuar insistindo.

 

Nos velhos tempos, no Rio, tinha coluna de xadrez no Correio da Manhã, assinada pelo Tancredo Madeira de Ley, no O GLOBO, assinada pelo Mangini, na Tribuna da Imprensa, assinada pelo Oswaldo Marques de Oliveira e por mim (em épocas diferentes). Na revista Fatos e Fotos (ou na Manchete, não tenho certeza) tinha coluna de xadrez. O Jornal do Brasil teve coluna de xadrez, assinada pelo Mecking, depois pela Iluska Simonsen (mulher do Mário Henrique) e, posteriormente, pelo Luiz Loureiro.

Nos últimos tempos no Rio eu frequentava a sala de xadrez do Tijuca Tenis Clube, onde o pessoal se reunia às quintas-feiras, de noite, e aos sábados, de tarde, para jogar xadrez e conversa fora.

 

Sinto falta dessas coisas aqui, mas vou me adaptando.

Comentário de almerio castro em 21 maio 2011 às 18:42

De fato, caro Alfredo, a nossa indigência cultural é enorme, e fico realmente preocupado com o futuro do país, que depende dos jovens de hoje; isso me dá um desânimo profundo. Depois de ver o famoso vídeo da professora Amanda Gurgel, do Rio Grande do Norte, é difícil vislumbrar um futuro promissor.

Eu me considero um privilegiado, por ter tido uma educação excelente, se comparada aos padrões de hoje, por exemplo: eu aprendiz xadrez sozinho, com um livro do Irving Chernev, que me fez inclusive aprender , a duras penas, rudimentos do inglês; aliás, o xadrez é um ótimo meio de se aprender outras línguas; perdi(ou ganhei) horas consultando dicionários de inglês, francês e espanhol.

Nunca passei de um jogador mediano, mas o jogo me deu muitos momentos de felicidade, e ainda me dá, mesmo sem tempo para dedicar-me ao estudo sistemático.

Por outro lado, em BH, o CXBH foi à falência, e ali tive oportunidade de jogar com gente muito forte, mas isso aconteceu há décadas. No Rio, o Clube de Xadrez Guanabara luta com dificuldade para sobreviver. Não existem mais colunas nos jornais, até o New York Times descontinuou o espaço destinado ao jogo. Como postei aqui, o nosso primeiro mestre internacional, Eugênio German, não mereceu sequer uma nota do seu obituário. A internet deu um certo alento, é possível jogar online, mas não é a mesma coisa, em muitos casos a ética, um dos pontos fundamentais do jogo é deixada de lado, e jogadores abusam usando computadores, e ficando raivosos e desonestos quando perdem uma partida. Portanto, o prazer estético que o xadrez propicia, mesmo após uma derrota, é coisa do passado.

Nos velhos tempos, a história era um pouco diferente; eu gostava muito da coluna do J.T.Mangini, do Globo e do Ronald Câmara, ainda conservo poucos exemplares da revista Xadrez Brasileiro, que era primorosa. Hoje não existe nenhuma publicação enxadrística brasileira. Concluindo, seu esforço aí no sul da Bahia merece todo o nosso apoio; talvez, através desse espaço, seja possível nadar contra a corrente...

Comentário de Alfredo Pereira dos Santos em 21 maio 2011 às 17:22

Caro Almério

 

Se a situação se apresenta assim no Rio de Janeiro, imagine por aqui. Eu nasci em 1943, no Rio de Janeiro, onde vivi por mais de 65 anos, e agora estou aqui, no extremo sul da Bahia, onde as carências são de todo tipo, em especial as culturais. Mas essas coisas são ligadas, umbilicalmente: pobreza material e cultural.

 

O jornal A TARDE, de Salvador, na sua edição de 4 de maio de 2011 diz o seguinte:

 

“A Bahia é o Estado brasileiro com a maior concentração de pessoas em situação de extrema pobreza (2,4 milhões), de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Na terça-feira, 3, a ministra Tereza Campello informou que o Brasil tem 16,27 milhões de pessoas nessa condição.”

 

Eu já li em algum lugar que a Bahia é o estado que mais recebe recursos do Bolsa-Família.

 

Jovens do primeiro ano do ensino médio aqui estão aprendendo, nas aulas de matemática, reta, semi-reta e segmento de reta. Se eu bem me recordo, aprendi isso no antigo curso primário.

 

Jovens aqui chegam ao ensino médio sem saber fazer contas. Não lêem, soletram. Adultos não conseguem acompanhar legendas de filmes. O nível cultural dos professores das escolas municipais é bem baixo, o que não constitui exceção, pois no Rio de Janeiro também é assim.

 

Aqui não tem livrarias ou bibliotecas mas a cada dia surgem lan houses, farmácias e igrejas evangélicas.

 

Aqui me convidaram para dar um curso de Formação de Instrutores de Xadrez, para professores, coordenadores e diretores das escolas do município. Cerca de vinte pessoas se inscreveram. Uma das participantes, logo após a primeira aula, desistiu dizendo que “eu nunca vou conseguir aprender esse jogo”. Dos demais, todos diziam que estavam entendendo as aulas mas ao final do curso, que durou um mês, com três aulas por semana, tinha gente que não sabia direito o movimento do cavalo e o “en passant”.

 

Cálculo de RATING só um aprendeu pois o processo envolve o conhecimento de temas como média aritmética, que eles diziam que tinham esquecido. Mais uma vez, nada de novo sob o Sol e a Bahia não é exceção. O professor Jorge de Souza, estatístico formado pela ENCE, ai no Rio de Janeiro, foi convidado para dar aulas de Teoria das Probabilidades numa faculdade particular de Brasília e constatou que 90 por cento da turma não sabia somar frações.

 

Eu então me pergunto se estou ficando velho, intolerante, intransigente, pois não consigo conceber que um jovem  vá fazer um curso de nível superior de base matemática e não saiba somar frações.

 

Um professor daqui, baiano, diz que os seus conterrâneos “não gostam de esquentar a cabeça nem de se matar de trabalhar. Preferem ficar deitados na rede, bebendo água de coco e ouvindo axé”.

 

Aqui não se cumpre horário. As pessoas marcam compromissos, não comparecem e não dão satisfações. Já marcaram comigo as 8 horas da manhã e chegaram ao anoitecer, por volta das 18h. São tantas as histórias que eu escreveria um livro.

 

Eu não vitupero ninguém, apenas observo as coisas, constato realidades e anoto-as. Mas tem baianos que se sentem agredidos quando se lhes mostram esse lado deles.Naturalmente que há o lado bom, afável, hospitaleiro, conversador. E é assim que eles gostam de serem vistos.

 

O preconceito existe, entre eles o de baianos que dizem que “o baiano é preguiçoso”. Eu discordo mas mesmo assim eles insistem na sua afirmativa.

 

Um cidadão de São Paulo que se estabeleceu no oeste da Bahia diz que lá as coisas só acontecem porque pessoas de outros estados as fazem acontecer.

 

Então há também o preconceito das pessoas de outros estados em relação à Bahia e aos baianos. Um mineiro aqui estabelecido diz que a letra B de Bahia significa “bagunça”. Um capixaba me diz que as coisas aqui já foram muito piores e que só melhoraram com a vinda de pessoas de outros estados para cá.

 

Pois é, meu caro Almério, este é o Brasil real e não o das estatísticas oficiais e da propaganda. Quem vive nos grandes centros ignora a realidade dos rincões brasileiros, em grande parte abandonados.

 

Então eu vejo com pessimismo o xadrez nas escolas daqui, pois não vejo um ambiente favorável à sua implantação.

 

Mas espero estar errado.

 

 

 

 

Comentário de almerio castro em 21 maio 2011 às 15:36
Realmente, numa cidade onde não existem livrarias, o esforço é quixotesco para difundir o xadrez; onde eu trabalho, tentamos ensinar o jogo a menores da Fundação da Infância e Adolescência, que trabalham aqui como contínuos. Não sobrou ninguém depois da 3ª aula. Essa criançada se interessa por tênis falsificado, tatuagens e bailes funk.
Comentário de Marco Sanches em 21 maio 2011 às 12:12

Caro Alfredo, realmente é admirável seu amor pelo Xadrez. Não vou dizer paixão, porque estas são fugazes e irracionais. Mas abraçar essa luta em nome do Jogo Real é algo que me deixa muito impressionado. Ainda me lembro de quando eu não sabia ler mas via diagramas de Xadrez estampados numa coluna do jornal O Estado de São Paulo, isso era em 1974 mais ou menos ( não sei se ainda existe essa coluna no Estadão ! ), mas meu interesse por Xadrez veio somente muito tempo depois.

Eu tenho visto que aqui em nossa região existe um movimento heróico em se divulgar o Xadrez, felizmente existem ( poucas ) pessoas que têm esse amor e ativismo que você habilmente demonstra. Confesso que eu não tenho esse dom de organizar e promover o esporte, mas no Instituto Federal do Triangulo Mineiro - onde estudo e trabalho - há tabuleiros de Xadrez e a moçada curte o jogo com muita curiosidade e interesse, durante os intervalos do almoço, lanche, etc...

Que o seu trabalho seja recompensado, porque é digno de nota. Enfrentar dificuldades e abraçar desafios por amor a um ideal tão nobre é para poucos.

Muito sucesso a você, Alfredo. Porque corre atrás dos seus sonhos e engrandece esse belíssimo esporte.

Venha a Ituiutaba quando quiser e terei imenso prazer em recebê-lo !

Abraço forte !

Comentário de Alfredo Pereira dos Santos em 17 maio 2011 às 16:08

Caro Sanches

 

Como eu prefiro acender uma vela a maldizer a escuridão, já consegui o apoio de um empresário daqui que vai bancar alguns jogos de peças. Em seguida fui à paróquia local em busca de espaço para o ensino e a prática do xadrez. A idéia foi bem recebida, embora a hipótese de ajuda financeira por parte da igreja esteja descartada, mesmo eu tendo mencionado uma frase do Dom Hélder Câmara, segundo a qual “Ninguém é tão rico que não possa receber nem tão pobre que não possa dar”.

Mas a mim basta o espaço. O mural para dar aulas eu já tenho. O resto fica por minha conta. Como dizia Arquimedes, “Dêem-me um ponto de apoio e uma alavanca que eu moverei o mundo”.

 

Comentário de Marco Sanches em 17 maio 2011 às 3:45

Rapaz, seu raciocínio traz uma correlação cheia de sentido, causa e efeito.

 

Eu não cheguei a analisar dessa forma tão direta e instigante, não... somente alguém com real conhecimento de causa - a exemplo de sua pessoa -, traduz com precisão o que acontece.

Passo a ver com outros olhos o desafio de se levar o Xadrez às pessoas, à comunidade, ao lugar que esse querido esporte merece.

Grande abraço, Alfredo.

Comentário de Alfredo Pereira dos Santos em 17 maio 2011 às 3:10

Caro Sanches

Eu penso que isso deve ter algo a ver com aquela teoria da “Hierarquia das Necessidades” do Maslow. Um sujeito que mora debaixo de um viaduto, se cobre com folha de jornal e recolhe restos de comida na lata do lixo não deve estar pensando em ir ao teatro para ver o Hamlet, em adquirir ingressos para ver um concerto com músicas de Bach, em adquirir a mais recente edição das obras de Machado de Assis e, muito menos, aprender a jogar xadrez. Primum vivere, deinde philosophari.

Aqui não tem teatro, cinema, banca de jornais (tem um jornal mensal que é distribuído pelo próprio editor), livraria e biblioteca. O lugar, aliás, nem aparece no mapa.

Não tem livraria mas o número de lan houses está aumentando, bem como também o de farmácias. Todos os discos e filmes aqui vendidos são piratas.

Eu imagino que a situação de Ituiutaba seja bem diferente (talvez você queira nos falar a respeito disso), o que deve explicar o maior sucesso do xadrez ai.

O enxadrista inglês David Levy disse que o xadrez se desenvolve mais em sociedades industriais avançadas, onde há mais tempo para o lazer. Essa tese explica a força do xadrez, por exemplo, em São Paulo. A Bahia teve um campeão brasileiro de xadrez, o advogado José de Pinto Paiva, que obteve o título em 1966 e em 1971. O Pinto Paiva é de Salvador, naturalmente. Lá é onde está o xadrez mais forte da Bahia. Não por coincidência, Salvador tem o maior PIB do estado.

 

Comentário de Marco Sanches em 17 maio 2011 às 0:56

E pensar que aqui em Ituiutaba - MG, dias 28 e 29 de maio vai acontecer o tradicional Torneio Aberto de Xadrez, onde cada vez mais pess oas participam. Queria descobrir como levar essa vontade e interesse para a cidade baiana a que o ilustre Alfredo se refere, porque fico me perguntando as razões que causam tanta dificuldade em se levar um esporte maravilhoso como o Xadrez até as pessoas. Esporte democrático, onde você vê jovens jogando com pessoas muito mais velhas, e causando arrepios na galera !

Não dá pra entender, Alfredo. Francamente, me incomoda saber do teu relato. Tomara que isso mude, espero que algo especial comece a acontecer e dias melhores venham trazer de volta o merecido brilho do Jogo Real.

Um forte abraço e saudações mineiras daqui de Ituiutaba.

 

Comentário de Alfredo Pereira dos Santos em 15 maio 2011 às 17:29

Caros amigos

 

De fato o xadrez anda abandonado e pouco divulgado pela mídia. O MEC parece que apóia a sua prática nas escolas e o ministério dos esportes diz fornecer pelas de xadrez para as escolas que as solicitarem. Mas aqui no extremo sul da Bahia uma escola fez o pedido em novembro de 2010 e até agora não teve resposta. Um membro da federação baiana de xadrez diz que as peças podem levar até um ano para chegar.

 

O secretário de educação municipal aqui na região me pediu que desse um curso de xadrez para diretores, coordenadores e professores das escolas locais. Estes, por sua vez, ficariam encarregados de implantar o xadrez nas escolas e levá-los às crianças.

 

Cerca de vinte pessoas se inscreveram e ao final da primeira aula uma das alunas disse o seguinte: “eu nunca vou conseguir aprender esse jogo”. E desistiu. Uma minoria aprendeu a jogar mas todos diziam que estavam entendendo tudo o que era ensinado em aula. Raríssimos eram os que praticavam o jogo. Ao final do curso eu notei que tinha gente que não sabia o movimento do cavalo. O movimento especial conhecido como “em passant” foi outro problema. Cálculo do rating não foi possível ensinar porque envolve médias aritméticas, consulta a uma tabela e o uso de uma fórmula simples e os participantes mostraram ter dificuldades com essas coisas.

 

Não se trata de condenar, criticar ou vituperar ninguém, mas o fato é que jovens daqui chegam ao ensino médio sem saber ler e escrever direito, além de ignorar os conceitos básicos da matemática. Poucos lêem, inclusive os professores. Livraria não há e uma pequena biblioteca pública improvisada, sem bibliotecária, fica entregue às moscas.

 

Tem professora que acha que o idioma oficial falado na Argentina é o inglês, tem professor graduado em Letras que comete vários erros de concordância numa única folha de texto.

 

Essa é a realidade da educação no interior brasileiro, que os governos ignoram ou fingem ignorar, divulgando estatísticas sobre alfabetização que sabemos serem falsas.

 

Aqui eu conheço cinco enxadristas que, simplesmente, não jogam. Sabem jogar mas não jogam. Não se reúnem para jogar, por mais que se os convide. Em janeiro desse ano fizemos um torneio, com prêmios. Conseguimos reunir oito gatos pingados, entre os quais a minha mulher, uma menina de uns dez anos que mal aprendera a jogar e mais cinco pessoas que eu nunca tinha visto antes e que depois do torneio sumiram. Dos alunos do curso que dei só um participou. O torneio foi divulgado através de cartazes espalhados pela localidade, que é pequena, e pela rádio pirata local.

 

O meu amigo Francisco Schwab, que dividiu comigo o primeiro lugar no Torneio Popular do Estado da Guanabara, 1971, afirma que “o xadrez está bombando no interior do Brasil”. Pode ser, mas isso depende de que interior ele está falando, pois o Brasil é muito desigual. A questão aqui é o “provincianismo”, que o poeta Fernando Pessoa definia da seguinte forma: “Pertencer a uma civilização sem participar do desenvolvimento superior dela”. Xadrez é cultura e o escritor Jorge Amado, no seu livro “Tenda dos Milagres”, usou uma expressão, que é “ambientes hostis à cultura”, para caracterizar uma situação bastante comum na Bahia.

 

Mas não sejamos injustos. O problema não diz respeito apenas à Bahia mas ao Brasil como um todo. E está ai o meu querido Rio de Janeiro, a minha terra natal, que não me deixa mentir, com a sua decadência cultural. E de Santa Catarina o poeta, jornalista, escritor e professor universitário, Affonso Romano de Sant´Anna, nos conta que livros de iniciação aos estudos literários que eram usados e entendidos por alunos do ensino médio há cinqüenta anos, são considerados difíceis por alunos de cursos de mestrado de hoje.

 

Então, aos que andam tristes com o desprestígio do xadrez por esse Brasil eu digo: Não fiquem assim porque aqui a coisa está pior.

 

 

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