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Comentário de Paulo Afonso Graner Fessel em 21 janeiro 2009 às 22:59
Oi Nassif, não sei se o site está com problema e uns comentários meus sumiram, então posto por aqui.

Já enfrentei problemas com séries históricas, num sistema de registro de monitoração de servidores que usávamos em meu ex-emprego. Cada série gerava 288 pontos de dados por dia, e tínhamos aproximadamente 1200 séries de dados, cada uma representando uma grandeza do servidor em monitoração. Essas séries eram registradas num banco MySQL - usávamos esse banco porque era o que a aplicação exigia.

O resultado é que, depois de mais ou menos um ano, tornou-se impossível recuperar os dados desses servidores, porque a consulta demorava muitíssimo a retornar. Fizemos alguns truques que melhoraram o desempenho, como mudar certas configurações do banco para que ele usasse mais memória para "cachear" os dados. Mas no final das contas, voltávamos ao velho problema: a base de dados crescia e a busca dos registros virava uma tarefa sequencial. Não houve outra solução a não ser abandonar a aplicação em favor de uma outra solução baseada em RRDTool.

Não desenvolvemos essa aplicação e nem tentamos melhorar o código SQL que havia nela, pois não tínhamos recursos disponíveis na empresa. Mas é um tema "quente", tanto que existem produtos específicos para a área financeira que desenvolvem fortemente essas capacidades, assim comodiversos artigos na comunidade científica que exploram o tema.
Comentário de Luis Nassif em 21 janeiro 2009 às 21:19
Como escolher um banco de dados
André Leite

Olá Nassif.

Eu sou jornalista. Trabalhei em redação por uns 10 anos e já tem uns dois que montei uma empresa que desenvolve websites. Antes da empresa, já desenvolvia trabalhos na web calcados em linguagens de programação, como o PHP, e bancos de dados, como o MySQL e o PostgreSQL.

Dentre outros trabalhos, desenvolvi o site da Rádio USP - que já passou por algumas modificações estéticas desde que desenvolvi mas que continua com o mesmo código interno - e um CRM (ferramenta que gerencia contatos com clientes) para uma construtora que hoje tem mais de 30 mil clientes cadastrados e umas duas dezenas de corretores de imóveis usando.

Nesses dois casos eu usei MySQL mas te garanto que o Postgre daria conta do recado tranqüilamente. Na verdade esses trabalhos são fichinha para estes gerenciadores de bancos de dados.

Tanto a sua pergunta quanto a discussão dos comentaristas me parecem meio fora de foco (sem arrogância). Deixa eu me explicar melhor.

COMO UM SISTEMA GERENCIADOR DE BANCO DE DADOS FUNCIONA?

Os gerenciadores de bancos de dados escrevem arquivos no disco rígido do computador. Basicamente eles trabalham com tabelas. Cada tabela um arquivo. Quando você pergunta se ele aguenta “porrada”, na verdade isso depende mais do seu computador do que do banco de dados. A leitura das tabelas, o processamento dos dados e etc. dependem mais da máquina do que do banco de dados.

Há sim detalhes que são importantes, como a modelagem dos dados (como eles serão organizados nas tabelas) que fazem com que você consiga usar menos recursos da máquina para fazer o mesmo processamento de dados, mas acho que dificilmente isso será um fator limitante para você. Pense que esses gerenciadores são responsáveis por coisas como gerenciar todos os dados que um banco armazena e aí você tem uma idéia de como será difícil chegar nesse nível de utilização. E mesmo nesse caso, em que contratam-se os melhores profissionais para modelar os dados de forma correta, é preciso ter muito poder de processamento para fazer o sistema trabalhar. Os datacenters dos bancos são gigantescos e poderosos.

INTEGRIDADE DOS DADOS É A CHAVE

Mas então porque as pessoas usam gerenciadores de bancos de dados se com uma planilha do excel o resultado seria o mesmo do ponto de vista da armazenagem? Pela necessidade de manter os dados íntegros em primeiro lugar, e em segundo, pelas possibilidades de retrabalho, associações etc. com esses dados.

Primeiro de tudo, qualquer gerenciador, por mais simples que seja, é capaz de preservar os dados se acontecer de chegarem dois pedidos de alteração de uma unidade de dados ao mesmo tempo. Ele gerencia isso, colocando os pedidos numa fila, fazendo uma alteração por vez e (quase) nunca deixando que os dados se corrompam.

Outra utilidade importante desses gerenciadores é o de fazerem transações (transactions). Pense que alguém vá fazer um compra de um livro num site de e-commerce. Quando for pagar, essa pessoa aperta um botão só, mas na realidade duas transações são feitas: sai o dinheiro da conta dele, e depois esse mesmo valor é creditado na conta da loja.

Suponha que você consiga fazer a primeira transação, o dinheiro sai da conta do comprador, mas na hora do dinheiro entrar na conta do lojista há um problema no sistema, por causa de um bug, de uma falha no servidor etc. Nesse caso, mesmo que o problema seja crítico, como alguém tirar a máquina da tomada, o banco de dados é capaz de, caso algumas das transações planejadas não seja completadas, voltar ao estado que estava antes da primeira operação.

É impossível ter um sistema que não falhe. Cedo ou tarde vai acontecer. E nessa hora os gerenciadores de bancos de dados são a salvação.

Vale ressaltar também que os BDs também te dão ferramentas e liberdade para manipular os dados como bem quiser, mudando de gerenciador ou lugar de armazenagem com relativa facilidade.

PENSE NA INTERFACE PRIMEIRO

Sua pergunta é meio vaga para eu ter certeza do que sugerir, mas acho importante você saber que a interface às vezes pode te fazer decidir por um sistema. Por exemplo, o Wordpress que gerencia seu blog usa um banco de dados. Ele aceita vários tipos, mas a grande maioria das pessoas usa o MySQL. O Wordpress é um conjunto de scripts (arquivos que são capazes de executar tarefas com dados) que armazena e recupera dados de um banco de dados.

O Wordpress é sua interface. Ele faz o trabalho sujo. Guarda os dados enviados de maneira organizada no BD e é capaz de ir lá e trazer o que foi guardado. Essa comunicação é feito usando uma linguagem chamada SQL (Structured Query Language - http://en.wikipedia.org/wiki/SQL). Essa é a linguagem que os bancos de dados usam. Essa linguagem, como tantas outras, é um standard criado por órgãos dedicados a isso.

Um bom gerenciador de banco de dados entende quase tudo dessa linguagem. Digo quase tudo porque essa linguagem, como qualquer outra, é um ente vivo, que está sempre sendo alterado, melhorado. É muito difícil que um banco de dados respeite 100% a linguagem. Isso é quase um utopia. O Postgre é reconhecido por ser um dos BDs que estão mais próximos da perfeição.

Mas isso quer dizer que o MySQL, ou o SQLite são gerenciadores ruins? Nem de longe. O principal é fazer o grosso e duvido que você tenha problemas com isso. Você vai ter que fazer operações muito complexas para se deparar com algum problema de interpretação. E nem assim está tudo perdido. Mesmo que um determinado BD não entenda um comando SQL, é quase certo que ele seja capaz de realizar a tarefa que se deseja, mas você vai ter que contornar o problema dando a ordem de um jeito que ele entenda.

Por isso a interface é tão importante. Os gerenciadores de bancos de dados são programas que interpretam SQL e fazem isso de modo a preservar a integridade dos dados, mas você vai aprender SQL? Vai se debruçar sobre o assunto a ponto de ter que parar seu trabalho por causa de um erro de interpretação da linguagem. Acho difícil.

No fim, quem vai ter que lidar com isso é um programa, que fará a interface entre você e o BD. O Wordpress faz isso quando você posta. E mais, quando alguém acessa o blog, ele vai ao BD, pega os posts mais recentes, formata esses dados em html e envia para o visitante.

Eu não sei quais são seus objetivos, mas você pode tanto usar um script que fica num servidor web, como o Wordpress ou o Drupal, como pode usar um programa no seu computador. Vi em outro post que você usa Mac. Eu também uso e na minha opinião o melhor programa para essa finalidade no mundo Mac é o Navicat (http://www.navicat.com/). Há também versões para Windows. Ele trabalha com os principais BDs, e é muito bom.

Com esse programa, você tanto pode trabalhar dados (inserir, ler, apagar) de um BD rodando num servidor remoto como pode lidar a um BD instalado na sua máquina, o que (teoricamente) é mais seguro.

O QUE É MELHOR? UM SISTEMA PROPRIETÁRIO OU UM LIVRE?

Há algumas áreas em que o software livre se desenvolveu muito. No desktop os sistemas livres são minoria, mas no caso dos BD’s, eles disputam pau a pau com as versões pagas.

Os três bancos de dados livres mais populares são SQLite, MySQL e Postgre. No mundo pago, o MSQL, da Microsoft, e os BD’s da Oracle são os mais usados.

A primeira vantagem do mundo livre é não pagar licenças. Mas no gerenciamento de bancos de dados, esse chega a ser um valor pequeno perto do que é preciso investir, visto que a manuntenção do sistema e dos dados é bem cara. Isso faz com que maioria das grandes empresas optem pelos proprietários.

Basicamente isso está ligado ao suporte. Se você usar um comando SQL que não é entendido ou se o sistema tiver qualquer comportamento estranho, você tem para quem ligar e pedir ajuda.

Isso é tão importante em sistemas críticos (onde qualquer falha é uma dor de cabeça enorme) que os softwares livres perceberam que era preciso oferecer suporte para competir. Os programadores que desenvolveram esses sistemas começaram a se organizar para oferecer isso. Um outro comentarista até falou disso. Mas esse não é um fator de decisão.

De novo dou palpite no escuro, mas é preciso avaliar o quão complexo é o que você precisa. Imagino que no seu caso, um profissional com experiência nessa área seja tudo o que você precisa. Ele vai te dar o suporte para criar o BD e administrá-lo.

Um outro comentarista disse para você se preocupar com o fato do MySQL ter uma licença nebulosa. Ele se refere ao fato de a gigante Sun (que dentre outras coisas criou o Java) ter comprado a fundação que desenvolvia e dava suporte ao MySQL. Isso já tem uns três anos ou mais. Outros casos assim já aconteceram. O que a Sun tem feito é profissionalizar o suporte e ganhar dinheiro com isso.

Eles são praticamente “obrigados” a manter o código aberto para gerar interesse pelo sistema e para receber as benesses do desenvolvimento comunitário em que os softwares livres se apoiam. Normalmente, quando uma grande corporação compra um sistema aberto surge esse temor bobo, fruto até de uma certa ignorância.

O fato é que agora o MySQL tem um suporte muito mais profissional e qualificado, o que deveria até ser um ponto a favor. O código continua aberto e caso eles resolvam fechar, é bom que isso fique claro, eles vão travar o código que vier a ser desenvolvido posteriormente, e certamente programadores que já usam o sistema vão pegar o código do ponto onde ele parou de ser desenvolvido pela Sun e continuar a aprimorá-lo. Por isso é que é praticamente impossível que a Sun venha a tomar essa decisão.

Eu recomendo fortemente que você use um sistema livre. Não porque ele é aberto, já que duvido que você vá investigar as entranhas do sistema e mexer no código dele, mas primeiro porque em sistemas menos complexos, como imagino que é o seu caso, o preço da licença é parte considerável do total investido, e segundo porque é mais fácil encontrar suporte e profissionais qualificados para darem consultoria.

MAS QUAL SISTEMA EU ESCOLHO?

Depende muito da sua necessidade. O mais rápido de todos é o SQLite (http://www.sqlite.org/). Para você ter uma idéia do poder desse sistema, ele é responsável por todo o armazenamento de informações no iPhone, da Apple. A Apple também o utiliza, e muito, no desktop (por exemplo, ele é que armazena as fotos do iPhoto ou os emails do Mail).

Mas como nem tudo são flores, apesar da sua incrível rapidez, ele tem um problema. Cada vez que você vai inserir dados, o sistema fica incapaz de atender pedidos de leitura de dados. Simplificando, se ele fosse o sistema do seu blog, a cada envio de comentário ou de post, o sistema não seria capaz de gerar páginas para quem acessasse o site. Isso faz dele uma ótima opção para quando você não precisa de várias operações acontecendo ao mesmo tempo (concorrência), como num desktop ou num smartphone. Ele praticamente não é utilizado em sites.

O SQLite também carrega o fardo de estar em último lugar entre os sistemas gratuitos e populares na interpretação do SQL. A velocidade tem seu preço.

O Postgre é muito robusto (código bem testado, sistema estável) e lidera o ranking dos que mais respeitam o SQL. Mas tem um problema, ele é muito menos popular do que o MySQL. (Google => Postgresql = 19,600,000; MySQL => 232,000,000). Considero isso um problema para você. Achar quem dê suporte e entenda esse BD é muito mais difícil do que se você escolhesse o MySQL.

O MySQL é muito robusto e estável, assim como o Postgre. Ele é relativamente mais lento do que o SQLite, mas tão veloz quanto o Postgre. Mas como eu disse isso está muito mais ligado á implementação e modelagem dos dados do que ao BD em si. E a quantidade de gente que trabalha com esse sistema é gigantesca. A USP, por exemplo, que só trabalha com software livre no seu datacenter, usa ele na grande maioria dos casos.

Vale citar também o Oracle Express (http://www.oracle.com/technology/products/database/xe/index.html). Ele é uma versão gratuita do famoso BD 10g da Oracle. É gratuito e aberto, mas tem algumas limitações em relação ao tamanho (limitações do ponto de vista de um heavy user).

Como a Oracle é líder nesse setor, esse sistema gratuito é bastante utilizado por quem quer mergulhar na tecnologia deles e pode ser uma opção para você.

ISSO TUDO É MUITO COMPLEXO. ESSAS SÃO AS ÚNICAS OPÇÕES?

Por fim há os sistemas pensados para o consumidor final. O mais famoso é o Access, da Microsoft. Esses sistemas juntam o BD em si a uma interface. O Access não tem versões para Mac.

Mas um software relativamente novo, chamado Bento, inovou nesse mercado. E só roda em Mac. Ele foi desenvolvido por uma subsidiária da Apple, chamada Filemaker. Essa empresa foi comprada há mais de uma década e há muito tempo desenvolve um BD muito robusto e confiável.

O Bento se propõe a juntar a robustez dos BDs da Filemaker com a facilidade de uso e interface superior do mundo Mac. Dê uma olhada no site para se encantar: http://www.filemaker.com/products/bento/overview.html. Só que se a escolha for essa o sistema, que é instalado apenas na sua máquina, é inviável que outras pessoas acessem ou gravem dados via rede. Mas não se acanhe com isso. É um produto que eu classificaria até de revolucionário. E bem barato!

Em todo caso, se você quiser explicitar um pouco melhor o que pretende fazer, talvez eu possa te tirar algumas dúvidas. Fique à vontade para mandar um email.

Espero ter ajudado.

Abraços cordiais de um fã do seu trabalho.
Comentário de Luiz Eduardo Brandão em 22 dezembro 2008 às 17:23
Paulo, esqueci de dizer que pus 120 dpi + Clear Type. Mesmo assim as letras ficam pequenas. Nas páginas do FF tenho de clicar 2 vezes ctrl +. Não tive a curiosidade de abrir com o IExplorer para ver o que acontece. O Thunderbird também ficou miudinho. Alterei o tamanho das letras em Ferramentas, deu o maior angu. Agora, só com as alterações no XP melhorou, está menor que antes, mas está razoável, dá para o gasto. Acho que já estou me acostumando ao novo formato. Tem suas desvantagens: letras menores e menos bonitas; mas também suas vantagens: dá para usar certos sites, como o Corpus (banco de dados de língua portuguesa, indispensável para mim), que exigiam um mínimo de 1024 x 768.
Quanto ao gravador CD-RW, o meu é exatamente um Sony. Antes de descartá-lo definitivamente, preciso fazer um teste, quem sabe este mês arrumo um tempo: passá-lo para o drive D. Ele está no E, no D tenho um leitor de CD onde fica instalado em tempo integral o meu Grand Robert de la Langue française, em CD, justamente (é uma velharia de 1995). Meu dedinho me diz que o pepino com o Sony talvez se deva a estar numa posição secundária.
De qualquer modo, preciso comprar é um gravador de DVD. É isso que você tem?
Está difícil te mandar esta mensagem. A luz estava piscando por causa da tempestade e apagou 2 vezes meu micro.
Em tempo, como posso saber se a conexão é SATA?
Comentário de Paulo Afonso Graner Fessel em 21 dezembro 2008 às 21:16
Aliás, se você tiver uma conexão SATA disponível no seu micro, eu tenho um gravador da Sony pra vender. Interessado?
Comentário de Paulo Afonso Graner Fessel em 21 dezembro 2008 às 21:09
Luiz, isso é porque seu sistema ainda está rodando com 96 DPI (pontos por polegada). Para alterar faça assim: Iniciar->Painel de Controle->Aparência e Temas e escolha o ícone "Tela" na seção "ícones do Painel de Controle".

Clique em "Tela", selecione a aba "Configurações" e clique no botão "Avançado". Haverá uma lista de seleção. Escolha "Tamanho Grande (120 DPI)". Não tenho certeza se um reboot é necessário; execute-o, por via das dúvidas. No próximo login, as fontes já estarão com o tamanho grande e todas as aplicações usarão essa configuração.
Comentário de Luiz Eduardo Brandão em 21 dezembro 2008 às 20:22
Opa, esqueci de dar as informações que v. pede: Samsung SyncMaster 710N, 17".
Comentário de Luiz Eduardo Brandão em 21 dezembro 2008 às 20:21
Paulo Afonso, o que é a tal resolução nativa do monitor? O manual em português de Portugal fala em resolução "óptima". Será isso? Se for é de 1280 x 1024 Pixel. Instalei-a hoje mesmo, ficou nítido, mas o que eu abro no Firefox não acompanha o aumento da resolução: fica tudo miudíssimo. Tenho de aumentar o tamanho na mão (ctrl +). Além do mais, as fontes (dos ícones, barras, etc.) ficaram feiosíssimas, e as barras bem estreitas. Mas já estou me acostumando...
Comentário de Paulo Afonso Graner Fessel em 20 dezembro 2008 às 19:29
Luiz, é interessante sabermos a resolução nativa do seu LCD.

Pode nos informar sua marca e modelo?
Comentário de Luiz Eduardo Brandão em 20 dezembro 2008 às 13:24
Helô, foi de fato esse programa, CDex que v. me indicou. Baixei mas ainda não usei para gravar porque meu gravador de CD pediu aposentadoria: agora só lê, gravar que é bom, neca. Preciso providenciar outro.
O Corpus é utilíssimo (tem também em inglês e espanhol), mas não tenho podido usar: só abre agora com resolução mínima de 1024 x 768. E, sei lá por quê, meu micro só funciona direito com 800 x 600. Com a resolução maior, as letras ficam miúdas, embaçadas, péssimo de ler. E não há ctrl + que resolva: a falta de nitidez permanece, e o texto sai um pouco da margem em certos sites.
Aliás, esse problema está atrapalhando um pouco a leitura do novo blog do Nassif: o lado esquerdo do texto fica grudado na margem da tela, chega a sair um fio de cabelo para fora desta. E o blog não aparece por inteiro. Acabo de perceber que a mesma coisa ocorre com o G1, que não uso muito: não tem margem esquerda, o texto sai um nada da tela.
Será que é problema do tamanho desta, LCD 17"? Ou do XP?
P.S. Descubro agora que já tinha falado nisso logo aqui embaixo... Agora que já escrevi, vai de novo. Quem sabe alguém conhece a solução.
Comentário de Paulo Kautscher em 21 novembro 2008 às 9:24
O EASEUS Partition Manager Home Edition é uma ferramenta gratuita para a criação, remoção e modificação de partições de discos. É caracterizado pela facilidade de uso, possui uma interface bem intuitiva e é um dos aplicativos mais seguros da categoria.

Há algum tempo, particionadores de disco, categoria a qual pertence o EASEUS Partition Manager Home Edition, trabalhavam somente em modo linha de comando. Em outras palavras, o usuário não tinha uma janela com botões e legendas coloridas para trabalhar com partições de discos. Ao invés disso, havia apenas uma tela preta com palavras em branco, onde era necessária a entrada de comandos para a execução de tarefas. Um exemplo é o FDISK, ferramenta inclusa em discos de inicialização de versões mais antigas do Windows.

Hoje, é cada vez mais comum encontrarmos softwares para esse fim que funcionam diretamente no Windows, trazem uma interface gráfica agradável e facilitam o uso aos usuários iniciantes. É o caso do EASEUS Partition Manager Home Edition.

http://baixaki.ig.com.br/download/EASEUS-Partition-Manager-Home-Edi...
 

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