ATENTADO A BOMBA

Após uma publicação em jornal, que denunciava corrupção de U$ 500 milhões no agronegócio, na noite de 14.05.2006, fatídico Dia das Mães, ruralistas jogaram uma bomba incendiária na sala da minha casa, que causou muita destruição. Minha esposa e eu sofremos graves queimaduras, e de cujas sequelas até hoje nos tratamos. O Ministério Público de Dourados (MS), após anos de enrolação, determinou o arquivamento do inquérito policial quando representei contra o Promotor por inércia junto ao Conselho Nacional do Ministério Público. Os coronéis ruralistas desta região são os mesmos que perseguem e matam os guaranis, a quem defendo também, além de ser defensor dos direitos humanos, da cidadania e da liberdade de expressão. Meu primeiro livro, lançado em 1986, e que trata da formação do latifúndio pelo derramamento de sangue, foi embargado pela Justiça, e só liberada em 1992, quando fui adotado pelo Pen Club International. Fundei, em 1991, o Movimento de Moralização e Ética no Trato da Coisa Pública (METRA), para lutar contra a corrupção política, e que me valeu a demissão do Banco do Brasil após 21 anos de serviço. Identifiquei uma quadrilha que assaltava agências bancárias, no Nordeste, para levantar recursos para o antigo PFL; o chefe foi preso em Brasília. Para conhecer mais detalhes do atentado, da minha luta através do Metra e das minhas obras literárias, visite www.brigidoibanhes.blogspot.com.br

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