São vermelhas as palavras que me fazem pensar neste momento em que retomamos o fôlego das nossas coragens. Estamos aqui, braços imensos de afeto para receber Chico Cesar. Chico representa como poucos o aprendizado das nossas alegrias e das nossas tristezas, acredita na arte, acredita nos artistas, acredita na vida... E nós, de onde quer que estejamos, saberemos responder dando as mãos ao mano Chico, para termos todos uma cidade melhor, uma vida melhor, uma arte melhor na feitura de um amanhecer que depende integralmente da nossa capacidade de compreender o caminho e caminhar... seguir em frente! Adelante, Chico Cesar! Vamos continuar extraindo do nosso sonho o aço das nossas atitudes.
Chico é dos nossos! Ele vem da militância, da poesia e seus acasos, da luta por um mundo de homens e mulheres iguais. Por isso estaremos juntos, em pele, osso e fantasia, em tesão e poesia, em sonho e energia... estruturando a vida de um mundo que nos faz sonhar, pois que nasce dentro de nós a cada instante. Chico é um mestre dos sons e das palavras. Um mestre do pensamento contemporâneo. Um mestre da vida. Muito temos a apreender e aprender com essa soma. Muito temos que ensinar.
Das atitudes que nos fazem sonhar, arrancaremos o primeiro abraço, para seguirmos juntos, em busca de um "sendero luminoso". Ave Chico! Ave Cesar! Seja bem vindo entre os seus antigos e novos compenheiros.
Adelante... Bóra abraçar Chico! Segunda-feira, é nóis na fita, mano. Fazer política é um jeito de colocar as coisas no seu devido lugar. Por isso, vamos em frente...
há braços!
Lau Siqueira
1 comentário
Ednamay Cirilo Leite
é muito bom saber que a música parahybana tem um representante gestor a nível internacional, para deleite universal de nossos valores musicais e principalmente culturais como um todo nesse leque desenfreado dos segmentos da cultura em nosso Estado.
A ótica desse cidadão Chico César , nascido no alto sertão da parahyba , ( Catolé do Rocha ), nos reporta à guerrilhas e sonhos que não acabam jamais, me emociona tê-lo como parceiro nessa luta eterna ...
AVE CHICO CÉSAR também no CINEPORT-2009
o shwo desse sábado 09/05/2009, na tenda da música do festival de cinema de língua portuguesa - CINEPORT, foi memorável, a MAMA ÁFRICA muito bem representada pelos manos, ANGOLANOS, MOÇAMBIQUENHOS, PORTUGUESES, fez a discotecagem da madrugada ferver em ritimos de tambores e eletrõnicos
Olá xará! Sou tb jornalista, e criei o grupo "La Pátria Grande", nesta comunidade, para trocarmos idéias sobre Cultura em geral, política, viagens e tudo que se relacione aos países da nossa América Latina. Caso compartilhe desses interesses, convido-o a participar. Um abraço.
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Chico é dos nossos! Ele vem da militância, da poesia e seus acasos, da luta por um mundo de homens e mulheres iguais. Por isso estaremos juntos, em pele, osso e fantasia, em tesão e poesia, em sonho e energia... estruturando a vida de um mundo que nos faz sonhar, pois que nasce dentro de nós a cada instante. Chico é um mestre dos sons e das palavras. Um mestre do pensamento contemporâneo. Um mestre da vida. Muito temos a apreender e aprender com essa soma. Muito temos que ensinar.
Das atitudes que nos fazem sonhar, arrancaremos o primeiro abraço, para seguirmos juntos, em busca de um "sendero luminoso". Ave Chico! Ave Cesar! Seja bem vindo entre os seus antigos e novos compenheiros.
Adelante... Bóra abraçar Chico! Segunda-feira, é nóis na fita, mano. Fazer política é um jeito de colocar as coisas no seu devido lugar. Por isso, vamos em frente...
há braços!
Lau Siqueira
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Ednamay Cirilo Leite
é muito bom saber que a música parahybana tem um representante gestor a nível internacional, para deleite universal de nossos valores musicais e principalmente culturais como um todo nesse leque desenfreado dos segmentos da cultura em nosso Estado.
A ótica desse cidadão Chico César , nascido no alto sertão da parahyba , ( Catolé do Rocha ), nos reporta à guerrilhas e sonhos que não acabam jamais, me emociona tê-lo como parceiro nessa luta eterna ...
AVE CHICO CÉSAR também no CINEPORT-2009
o shwo desse sábado 09/05/2009, na tenda da música do festival de cinema de língua portuguesa - CINEPORT, foi memorável, a MAMA ÁFRICA muito bem representada pelos manos, ANGOLANOS, MOÇAMBIQUENHOS, PORTUGUESES, fez a discotecagem da madrugada ferver em ritimos de tambores e eletrõnicos
quando a memória marca a ferro cálido
um cerco invisível no oco que oprime
a história do mundo
quando as bolhas tropicálias movem-se
em mantos de transgressões tatuadas no
escândalo das coisas ocultas
quando as certezas das vulvas cerzidas no
agasalho das noites de banzo ou loucura
ousam o lúdico no fálico
quando nossas culpas percorrem impunes
o silício das guerrilhas vencidas dentro
de uma guerra perdida
então o tempo se faz muito mais que
um rito espalmado na solidão coletiva
plástico e pulsante
numa maresia que
não corrói
pois que se faz do abismo e do pano
impermeável que cobre nossas asas
na travessia e na travessura dos dias
colhendo do cerco todas as saídas
como um anjo azul
na devassidão nua do universo
Um beijo carinhoso, May! De presente, vai este poema nascido pra tu, agora, em plena tentativa de scrap. Parabéns, guerreira. Feliz aniversário!
kkkkkkk
May