CLAUDIO ROBERTO AZEVEDO DE SOUZA
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XX FIG 2010 - UM FESTIVAL DE INVERNO QUE MERECE TER DIMENSÃO NACIONAL

GRANDE PARTE  DO NORDESTE CONHECE  - MAS  COM CERTEZA ESTE   FESTIVAL  DE INVERNO QUE OCORRE  NO  AGRESTE MERIDIONAL DE PERNAMBUCO  MERECE  TER DIMENSÃO EXTRA REGIONAL  PELA ABRANGÊNCIA   CULTURAL ,…Continuar

Tags: INVERNO, GARANHUNS, DE, FESTIVAL, XX

Started 6 Jul, 2010

A RELIGIÃO E O GENOCÍDIO CULTURAL POPULAR
13 respostas 

 Durante os anos  universitário na UFPE  eu participava de um grupo    que  aproveitava os feriados para  andar pelo litoral  do nordeste oriental .  iniciamos  por   Cabedelo na Paraiba  e  em 4…Continuar

Iniciou esta discussão. Última resposta de CLAUDIO ROBERTO AZEVEDO DE SOUZA 29 Mar, 2010.

 

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Informações do Perfil

Profissão
GEÓLOGO , BIOLOGO , PROFESSOR

diante de uma evasão em biotecnologia ?

creio que estes textos jornalisticos servem como paradigma para esta discussão visto que " tentamos atrair cérebros " mas o que fazer para manter os que se encontram aqui ?




Bioenzima, de Caruaru, é a única fábrica brasileira de enzimas, substância que não agride a natureza e é usada na indústria

Etiene Ramos etiene@jc.com.br

O promissor mercado de enzimas, compostos formados por microrganismos que vêm substituindo substâncias químicas em diversos processos industriais e que movimenta cerca de US$ 10 bilhões em todo o mundo, é o alvo da Bioenzima, fundada em Caruaru, há 13 anos, e a única fábrica de enzimas do Brasil. A planta tem capacidade para produzir 20 toneladas de enzimas por mês, menos de 2% do que o País demanda, e atende às indústrias de ração animal, panificação e às lavanderias de envelhecimento de jeans. Só os produtores de Toritama, a cidade do jeans do pólo de confecções do Agreste de Pernambuco, respondem, em média, por 20% do consumo nacional de enzimas que, por não degradarem o meio ambiente, vêm tomando o lugar do cloro e produtos similares. ///Depois de investimentos próprios que beiram os R$ 3 milhões, o engenheiro e diretor da Bioenzima, Carlos Fernandes das Chagas e seus três novos sócios irão investir mais R$ 2 milhões para ampliação da fábrica que pretendem trazer para uma capital do Nordeste por questões de logística e de visibilidade do negócio. As negociações com o governo da Paraíba, segundo ele, estão bem adiantadas. ///A mudança vai ampliar o número de empregos de seis para até 70, em dois anos, e o foco num mercado ainda mais promissor: o das celulases - enzimas que quebram a celulose do bagaço da cana-de-açúcar (e outras biomassas) produzindo o etanol celulósico, o chamado etanol de segunda geração, alvo de pesquisas do Projeto Bioetanol que envolve 16 universidades brasileiras, R$ 4 milhões e é capitaneado pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). A meta dos pesquisadores é tornar o Brasil ainda mais competitivo na produção de biocombustíveis com o uso da biomassa da cana mas isso só será possível a partir da redução dos custos das celulases, importadas hoje por US$ 4 a US$ 8, o quilo. Considerando que são necessários 11 quilos de enzimas para processar uma tonelada de cana e gerar 50 litros de álcool, o professor do Instituto de Biotecnologia da Universidade de Caxias do Sul, Aldo José Pinheiro Dillon, afirma que o preço para as usinas nacionais é o grande gargalo. "O uso das enzimas ainda é uma promessa. Nem o Brasil, nem outros países, conseguiram reduzir seu custo. Estamos num bom começo, mas nada em definitivo", diz. Para o pesquisador do Centro de Ciência e Tecnologia do Bioetanol (CTBE), José Geraldo Pradella, o mercado mundial de enzimas pode estourar com a conquista dessa tecnologia a baixo custo. "Os números desse mercado poderão, no mínimo, triplicar", calcula.

Americanos querem conhecer a tecnologia [Publicado em 28.06.2009]

Parceira tecnológica de instituições como a Universidade de Caxias do Sul (UCS), no Rio Grande do Sul, onde firmou convênio de produção das enzimas para a indústria têxtil, e dividiu a patente para o processo do etanol de segunda geração, a Bioenzima vem trabalhando com a Sia, empresa de engenharia da Colômbia, da região de Cali, a fim de fornecer tecnologia a um grupo de investidores americanos na implantação de uma usina que usará o bagaço de cana-de-açúcar da região que gera 1000 toneladas de bagaço por dia, volume que rende 200 mil litros de etanol para a produção de etanol. Orçado em US$ 120 milhões, o projeto será instalado no Vale do Cauca. ///
Os americanos vão precisar de enzimas e das tecnologias de aplicação de fermentação que serão oferecidas pela gigante Du Pont – por sua subsidiária Genencor, da Suécia, e o Instituto de Energia Renovável dos Estados Unidos (IER), órgão do governo americano. "Vamos concorrer apresentando um processo fechado, fornecendo um pacote que pode resultar em US$ 20 mil dólares por dia, só em royalties”, diz Carlos Fernandes das Chagas. Ele também aproveita o momento em que o governo da Colômbia está incentivando a produção de biodiesel com a palma e o etanol da cana e do bagaço de cana e até da mandioca." O processo pode ser desenvolvido pela Sia com a Bioenzima”, revela, adiantando outra negociação com a Associação dos Bananeiros da Colombia (Augura) para o fornecimento de enzimas que poderão gerar álcool a partir da sobra diária de 200 toneladas/dia de polpa e cascas de banana. ///"Estados como Pernambuco e Alagoas poderiam ter um aumento de produção de pelo menos 50% com o uso de enzimas na produção de álcool", sugere. Para Aldo Dillon, o uso das celulases vai tornar o uso do bagaço para o etanol ainda mais rentável do que para a produção de energia elétrica. "No Brasil, a energia é barata e a quantidade de biomassa dá para os dois fins: produzir álcool e gerar energia suficiente para abastecer as usinas", afirma.


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Busca pela produção de etanol /// Jornal do Comércio /// Publicado em 18.05.2009

Empresa de Caruaru, a Bioenzima, está na disputa mundial pelo método que deverá impulsionar o setor energético

Myllena Valença mvalenca@jc.com.br

Uma tecnologia criada em Caruaru pode ser responsável pela primeira produção de álcool de segunda geração economicamente viável do mundo. A Bioenzima, uma das poucas indústrias nacionais cujo trabalho é direcionado à produção de álcool através da quebra de enzimas, está na disputa mundial pelo método que deverá impulsionar o setor energético, algo perseguido por diversos centros tecnológicos do planeta. O empreendimento já possui mecanismo patenteado, que atraiu investidores colombianos e poderá ser aplicado, de forma precursora, numa grande usina. /// Há três anos, a Bioenzima mantém contato com os colombianos, interessados em utilizar sua tecnologia. A parceria acabou chamando atenção de um grupo de americanos, que irá implantar, na região do Vale do Colca, na Colômbia, uma usina de produção de álcool a partir do bagaço de cana-de-açúcar. ///“O local gera mil toneladas de bagaço por dia, o suficiente para produzir 320 mil litros de etanol diariamente. Estamos negociando com os donos da usina, que, através de concessão, pretendem usar nossa tecnologia para a produção de álcool de segunda geração. Caso isso ocorra, seremos precursores no mundo, por se tratar do primeiro processo viável do ponto de vista econômico”, explicou o engenheiro Carlos Fernandes das Chagas, presidente da Bioenzima. ///Através de processos biotecnológicos, a empresa de Caruaru produz enzimas, obtidas por meio de micro-organismos – como fungos e bactérias – geneticamente modificados. As enzimas aceleram reações químicas. O material é usado em vários segmentos, entre eles, na degradação de biomassas (bagaço de cana, folhas e tronco de bananeira, sabugo do milho e palma) para a produção de etanol de segunda geração. Neste caso, o processo é realizado através da hidrólise da biomassa (que é a liberação de açúcares contidos nesse material) que, quando fermentados, produzem etanol. ///Convidado para participar por quatro vezes de eventos na Colômbia, Carlos Chagas lembra que hoje a indústria brasileira depende de enzimas produzidas no exterior. “Para mudar esse quadro, nós temos algo inovador no mercado, que diminui os custos da produção. Nossos equipamentos são exclusivos e os nossos micro-organismos foram desenvolvidos de forma bem específica, totalmente nacionalizada”, conta Carlos, que também é especialista em estatística aplicada à biotecnologia. ///Atualmente, a empresa já produz enzimas usadas na indústria têxtil (para envelhecimento do jeans) e panificação (para melhoria da massa). Deve começar nos próximos meses a produção de novas enzimas para a panificação e a indústria de suco e ração animal. Está ainda em processo de desenvolvimento, junto com órgãos de pesquisas do País, de novos micro-organismos as áreas farmacêuticas, de bebidas, detergentes, e indústria de couro.


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Às 7:37 em 15 abril 2010, Antonio Barbosa Filho disse...
Olá Cláudio! Convido-o a participar do grupo "La Pátria Grande", sobre América Latina, nesta comunidade. Um abraço.
Às 11:12 em 22 março 2010, MariaDirce Cordeiro disse...
Pernambuco terra linda e cheia de histórias, e um povo gentil e inteligente.
 
 
 

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