Diógenes S. Robespierre de Sá
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O QUE FALTOU A SELEÇÃO?

O brasileiro é muito emotivo. É verdade! Mas, não foi ou é a emoção que derrotou ou arruína a seleção brasileira. Não se pode considerar que a falta de um time qualificado, como as seleções de 1970 e 1982, seja culpa de um ou outro personagem. Temos uma copa para sediar em 2014, por essa razão chegou a hora de corrigir os erros que nos trouxeram a esta triste realidade. Os talentos brasileiros continuam existindo. Não temos falta de jogadores habilidosos. Precisamos começar a corrigir o processo equivocado que trouxe ou levou para dentro do futebol brasileiro pessoas sem conhecimento ou gosto real pelo futebol. Acredito que poucos possam gostar de futebol tanto quanto eu. Talvez, por isso, não tenha me decepcionado com a derrota da seleção brasileiro. Estava preparado para festejar a vitória do Brasil de forma incomum por saber que seria um ato heroico a vitoria da seleção brasileira sobre a holandesa. A seleção holandesa é melhor do que seleção brasileira, isto levou ao descontrole dos nossos jogadores que resultou num gol bobo e no erro da defesa no segundo gol da Holanda. É verdade, também, que o Dunga deixou de levar os maiores talentos do futebol brasileiro, mas não foi esta a razão da derrota brasileira. A causa da vitória da seleção holandesa sobre a seleção brasileira vem sendo construída desde a copa de 1970. Depois de 1970 o futebol brasileiro passou a interessar economicamente ao mundo desenvolvido e isto levou para dentro do nosso futebol os trapalhões de toda espécie, ou seja, de indivíduos trapaceiros, como: olheiro, empresário, jogador, técnico, diretor de futebol, administradores, etc., sob o argumento de profissionalizar o futebol brasileiro. Resultado tiraram os amantes do futebol da condução deste esporte, isto é, os “amadores”, que levaram o futebol brasileiro a quatro títulos mundiais e a admiração geral; e, não profissionalizaram a administração e a arte dos brasileiros no futebol. Por outro lado a mediocridade do técnico imposto a seleção brasileira apenas para fazer a escalação em 1970, que na verdade ficou a cargo de um pequeno grupo de jogadores, passou a fazer escola no Brasil. O mundo inteiro evolui o seu futebol, copiando as técnicas brasileira e contratando jogadores habilidosos no Brasil para servir de modelo. Enquanto isso, nós criamos um padrão para o jogador brasileiro que contrariava tudo que havia sido feito até 1970. O próprio Zagalo e seus pupilos encarregaram-se de liderar a implantação desse modelo medíocre no futebol brasileiro. Passaram a fazer a seleção de jogadores, ainda em formação, de todo o Brasil para treinar e jogar nos grandes centros brasileiros, excluído os talentosos e habilidosos, pelos altos, fortes e atléticos. Enquanto isso, os outros países foram desenvolvendo a técnica com base no talento dos jogadores brasileiros. Resultado, quem entende um pouquinho de futebol, sabia que a atual seleção brasileira não tinha os talentos no meio do campo capaz de vencer o duelo com o meio de campo dos holandeses. O caos do futebol brasileiro está sendo construído dessa forma. Por isso, eu afirmo que é hora de reverter esta situação. Temos de encontrar uma maneira de excluir os ignorantes em futebol do trabalho nesta área ou a participação deles nesse ramo de atividade profissional. A solução é promover a inclusão dos amantes do futebol neste esporte, desde o locutor até o jogador. Quando o futebol era admirado pelo mundo mesmo os locutores conheciam profundamente os princípios que regiam esse esporte. Conheciam inclusive as mínimas características dos jogadores. Os técnicos então eram especialistas na arte de jogar futebol. Davam aulas tanto aos jogadores quanto a torcida. O Saldanha, apesar de não ter jogado futebol, sabia orientar os jogadores para bater um pênalti, explicava que se o batedor de pênalti corresse para chutar a bola dificultaria a ação defensiva goleiro. Isto é uma verdade, que se complementa com os treinos para que o jogador saiba chutar bem, mesmo correndo. Havia técnico que ensinava aos seus comandados que no futebol: quem pede recebe, porém quem se desloca tem a preferência. Eram amadores com espírito profissional. Hoje temos profissionais com espírito e trabalho amadores.

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Às 7:01 em 5 julho 2009, Antonio Barbosa Filho disse...
Eu sou quem agradece, Diógenes. O espaço está aberto para você, basta clicar em "Grupos", no topo desta página, e na foto correspondente ao "la Pátria Grande". Usufrua do material que temos reunido, e inclua seus comentários, imagens, sons, etc.
Seja muito bem-vindo. Um abraço.
Às 15:09 em 24 junho 2009, Antonio Barbosa Filho disse...
Olá Diógenes! Sou jornalista, e criei o grupo "La Pátria Grande", nesta comunidade, para trocarmos idéias sobre Cultura em geral, política, viagens e tudo que se relacione aos países da nossa América Latina. Caso compartilhe desses interesses, convido-o a participar. Um abraço.
 
 
 

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