Gestão e Qualidade ainda não recebeu nenhum presente

Postado em 29 setembro 2009 às 14:00 ‚Äî 1 Comentário
Postado em 15 junho 2009 às 20:08 ‚Äî
Postado em 28 maio 2009 às 19:00 ‚Äî
Postado em 21 maio 2009 às 19:16 ‚Äî 1 Comentário
Postado em 30 abril 2009 às 20:00 ‚Äî 2 Comentários
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Desde já agradeço as contribuições!
A Gov. Yeda transferiu o intransferível: o poder de governar. E por trinta anos.
São cláusulas impressionantes. Exemplo:
Section 8.01. Enforceability
The rights and obligations of the Bank and the Loan Parties under the Legal Agreements shall be valid and enforceable in accordance with their terms notwithstanding the law of any state or political subdivision thereof to the contrary. Neither the Bank nor any Loan Party shall be entitled in any proceeding under this Article to assert any claim that any provision of these General
Conditions or of the Legal Agreements is invalid or unenforceable because of any provision of the Articles of Agreement of the Bank.
Para os estudiosos, na minha página da comunidade estão o texto completo e os link para os documentos.
Pensando a respeito do crescimento desordenados das favelas no Rio de Janeiro cheguei algumas conclusões:
O dia tem 24 horas. Normalmente as pessoas trabalham 8 horas por dia, e, idealmente, deveriam dormir outras 8 horas, utilizando às 8 horas restantes para estudar, se divertir, etc.
Mas o que acontece é que quem mora um pouco mais distante do seu local de trabalho gasta horas e horas do seu dia, nas ruas esburacadas da cidade, no trajeto casa - trabalho – casa.
O motivo é a não existência de um sistema organizado, funcional e decente de transporte coletivo na cidade.
O metrô e as linhas de trens existentes não cobrem a cidade como um todo, nem atendem a demanda dos usuários nos horários de pique. Os ônibus, vans, carros e motos superlotam as ruas dando o toque final ao caos. A explicação para o tumulto está na deficiência do transporte de massa.
O cidadão que não possui alternativa de transporte, e mora distante do seu local de trabalho, só chega em casa para dormir, depois de perder horas e horas nos engarrafamentos.
Das 8 horas que teoricamente ele teria para outras atividadess, como estudar, por exemplo, pelo menos quatro hotas ele perde em uma condução ruim e em algum engarrafamento.
Resultado: um dia ele resolve construir uma casinha em um local mais perto do trabalho (normalmente um morro ou em qualquer área abandonada pelo poder público. Desta forma, hoje, no Rio de Janeiro, se têm mais pessoas morando em favelas do que em comunidades organizadas - bairros propriamente dito. E pode acreditar que todas estas pessoas que moram nas favelas cariocas estão ali por desejarem estar mais perto do seu trabalho.
O que poderia modificar este quadro, em um futuro próximo, é a implantação, por exemplo, de um metrô de superfície, linhas especiais de “monorail” ou ambas às opções.
Mas que político teve até hoje a coragem, a visão e a determinação para fazer isto?
Fechar uma das pistas da Avenida Brasil até Campo Grande para instalar um Metrô de superfície ou providenciar e implementar o estudo para um “monorail” do centro até o Recreio é algo que não faz parte da vontade administrativa dos nossos representantes políticos.
Já imaginou ir da Leopoldina a Campo Grande em 40 minutos ou do Centro ao Recreio em 30 minutos?
Quem tem dúvida de que a empresa que ganhar uma destas concorrências vai faturar mais do que a empresa que estiver administrando o trecho do trem Bala entre o Rio e São Paulo? E o mais importante: mais pessoas seriam beneficiadas!
Esta semana a gestão pública entra na pauta. De segunda (27) a quarta-feira (29) os coordenadores estaduais e setoriais do Gespública se reúnem em Brasília/DF.
O Gespública é o Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização, sob a coordenação do Ministério do Planejamento/Secretaria de Gestão voltado para a avaliação e melhoria da gestão no serviço público.
Os coordenadores e a gerência nacional do Gespública vão discutir novas estratégias de planejamento, execução, mobilização e comunicação do programa, a partir da Carta de Brasília, assinada em 2008 pelo Conselho Nacional dos Secretários de Administração dos Estados (Consad).
Na manhã da quinta-feira (30) a Carta de Brasília será ratificada por todos os secretários estaduais de Administração e outros parceiros da sociedade, como o Movimento Brasil Competitivo (MBC), a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), a Rede de Qualidade e Produtividade (Q&P) e outros.
mas vamos ao comentário, sobre evasão escolar e falta de expectativa.
Me ocorreu, quando eu li o seu texto comentando a pesquisa, é que
a teoria do capital humano, muito difundida nos anos 70 no Brasil, tentava convencer os ganhos salariais adicionais advindos da "cultura". Contudo, já naquela época, o aluno percebia que havia uma demarcação de classe associada aos ganhos salariais.
além disto, o aluno percebia o professor como uma figura que havia estudado muito e, no entanto, era tão miserável quanto ele, aluno pobre da periferia.
A situação não mudou muito: falta expectativa sim, mas falta também o aluno perceber que existe um mercado de trabalho que ele deve desbravar, para ser um vencedor.
Mas o tema é complexo: esbarra também naquela dicotomia de que o pobre deve ser preparado para funções técnicas, geradoras mais ágeis de renda. Sobre o assunto Luiz Antônio Cunha já fez belas análises, incluisive do ponto de vista histórico.
mas importante debater o assunto.