Gestão e Qualidade
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Blog de Gestão e Qualidade

Estado de Minas tem gestão pública inovadora

ROBERTA SALES

Da Redação - ADV




Captação de talentos, gestão de desempenho e remuneração variável, termos comuns à iniciativa privada, passam a integrar o setor público, indicando uma mudança no paradigma da administração pública brasileira.



A iniciativa pioneira é do Governo do Estado de Minas Gerais, que para atingir as metas e resultados, definidos no Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado (PMDI), criou o cargo de Empreendedor Público, em 2007, propondo… Continuar

Postado em 29 setembro 2009 às 15:00 — 1 Comentário

Exportação deve cair até 2030, diz estudo

FERNANDA BERTONCINI

Da Redação - ADV




O Brasil pode perder participação nas exportações mundiais entre 2007 e 2030. As projeções mostram que as exportações mundiais crescerão, no período, 3,7% ao ano, ao passo que as exportações brasileiras corresponderão a 1,8% no período, totalizando US$ 182,67 bilhões.



Os dados fazem parte do estudo “Brasil Sustentável: Horizontes da Competitividade Industrial”, realizado pela Ernest & Young, em parceria com a Fundação… Continuar

Postado em 15 junho 2009 às 21:08

Estudo indica queda na taxa de pobreza

FERNANDA BERTONCINI

Da Redação - ADV




A pobreza nas seis principais regiões metropolitanas do país (Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador, Recife, Belo Horizonte e Porto Alegre) não registrou aumento desde a eclosão da crise na economia global, apresentando trajetória de queda observada até março de 2009. Os dados fazem parte do estudo “Pobreza e crise econômica: o que há de novo no Brasil metropolitano”, elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada… Continuar

Postado em 28 maio 2009 às 20:00

Planejamento aproxima munícipes e poder público, diz estudo

FERNANDA BERTONCINI

Da Redação - ADV




Os planejamentos municipais e as informações sistematizadas são ferramentas fundamentais para os gestores, como forma de integrar a participação da sociedade na administração pública de municípios, em função das dificuldades dos recursos financeiros e em obediência à Lei de Responsabilidade Fiscal.



Essas pressões podem ser minimizadas com a elaboração e implementação de planejamentos estratégicos participativos, a fim de… Continuar

Postado em 21 maio 2009 às 20:16 — 1 Comentário

1º Fórum de Gestão Pública defende aliança entre setor público e privado

LILIAN MILENA

Da Redação - ADV




O Governo Federal instituiu 2009 como o Ano da Gestão Pública, e para dar início as ações nesse âmbito, realizou em Brasília, a abertura do 1º Fórum Nacional da Gestão Pública. Representantes de ministérios e instituições de todo o país foram convidados, para discutir melhorarias na qualidade e eficiência dos serviços públicos.



O evento marcou a assinatura do Termo de Gestão da Carta de Brasília e das propostas elaboradas na Carta… Continuar

Postado em 30 abril 2009 às 21:00 — 2 Comentários

Plano Diretor Participativo

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Às 11:55 em 2 outubro 2009, Lucineia Silva disse...
Pessoal pretendo continuar meus estudos na área de gestão da informação, com foco em organizações varejitas. Nesse sentido estou realizando o meu primeiro processo seletivo para mestrado em Ciencia da Informação, na ECI/UFMG. Gostaria de receber notificações sobre o tema. Quando mais informação melhor!!!

Desde já agradeço as contribuições!
Às 21:53 em 23 setembro 2009, João Pedro disse...
Falando em gestão pública, é bem interessante o exame dos documentos que o RGS assinou com o Banco Mundial para lastrear um empréstimo de US$1,100 bilhão.

A Gov. Yeda transferiu o intransferível: o poder de governar. E por trinta anos.

São cláusulas impressionantes. Exemplo:

Section 8.01. Enforceability
The rights and obligations of the Bank and the Loan Parties under the Legal Agreements shall be valid and enforceable in accordance with their terms notwithstanding the law of any state or political subdivision thereof to the contrary. Neither the Bank nor any Loan Party shall be entitled in any proceeding under this Article to assert any claim that any provision of these General
Conditions or of the Legal Agreements is invalid or unenforceable because of any provision of the Articles of Agreement of the Bank.


Para os estudiosos, na minha página da comunidade estão o texto completo e os link para os documentos.
Às 11:51 em 17 agosto 2009, Milton Santana disse...
O DIREITO DE IR, E VIR. (Literalmente)

Pensando a respeito do crescimento desordenados das favelas no Rio de Janeiro cheguei algumas conclusões:

O dia tem 24 horas. Normalmente as pessoas trabalham 8 horas por dia, e, idealmente, deveriam dormir outras 8 horas, utilizando às 8 horas restantes para estudar, se divertir, etc.

Mas o que acontece é que quem mora um pouco mais distante do seu local de trabalho gasta horas e horas do seu dia, nas ruas esburacadas da cidade, no trajeto casa - trabalho – casa.

O motivo é a não existência de um sistema organizado, funcional e decente de transporte coletivo na cidade.

O metrô e as linhas de trens existentes não cobrem a cidade como um todo, nem atendem a demanda dos usuários nos horários de pique. Os ônibus, vans, carros e motos superlotam as ruas dando o toque final ao caos. A explicação para o tumulto está na deficiência do transporte de massa.

O cidadão que não possui alternativa de transporte, e mora distante do seu local de trabalho, só chega em casa para dormir, depois de perder horas e horas nos engarrafamentos.

Das 8 horas que teoricamente ele teria para outras atividadess, como estudar, por exemplo, pelo menos quatro hotas ele perde em uma condução ruim e em algum engarrafamento.

Resultado: um dia ele resolve construir uma casinha em um local mais perto do trabalho (normalmente um morro ou em qualquer área abandonada pelo poder público. Desta forma, hoje, no Rio de Janeiro, se têm mais pessoas morando em favelas do que em comunidades organizadas - bairros propriamente dito. E pode acreditar que todas estas pessoas que moram nas favelas cariocas estão ali por desejarem estar mais perto do seu trabalho.

O que poderia modificar este quadro, em um futuro próximo, é a implantação, por exemplo, de um metrô de superfície, linhas especiais de “monorail” ou ambas às opções.

Mas que político teve até hoje a coragem, a visão e a determinação para fazer isto?

Fechar uma das pistas da Avenida Brasil até Campo Grande para instalar um Metrô de superfície ou providenciar e implementar o estudo para um “monorail” do centro até o Recreio é algo que não faz parte da vontade administrativa dos nossos representantes políticos.

Já imaginou ir da Leopoldina a Campo Grande em 40 minutos ou do Centro ao Recreio em 30 minutos?

Quem tem dúvida de que a empresa que ganhar uma destas concorrências vai faturar mais do que a empresa que estiver administrando o trecho do trem Bala entre o Rio e São Paulo? E o mais importante: mais pessoas seriam beneficiadas!
Às 1:18 em 18 junho 2009, Dalton Kazuo Watanabe disse...
A gestão publica é a parte mundana no congresso nacional. A toda hora há um tipo de escandalo no legislativo. Somos nos que os elegemos e sutentamos suas mordomias e somos nós que vamos dar qualidade...
Às 0:49 em 28 abril 2009, Nicolau Frederico de Souza disse...
Lílian,
Esta semana a gestão pública entra na pauta. De segunda (27) a quarta-feira (29) os coordenadores estaduais e setoriais do Gespública se reúnem em Brasília/DF.

O Gespública é o Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização, sob a coordenação do Ministério do Planejamento/Secretaria de Gestão voltado para a avaliação e melhoria da gestão no serviço público.

Os coordenadores e a gerência nacional do Gespública vão discutir novas estratégias de planejamento, execução, mobilização e comunicação do programa, a partir da Carta de Brasília, assinada em 2008 pelo Conselho Nacional dos Secretários de Administração dos Estados (Consad).

Na manhã da quinta-feira (30) a Carta de Brasília será ratificada por todos os secretários estaduais de Administração e outros parceiros da sociedade, como o Movimento Brasil Competitivo (MBC), a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), a Rede de Qualidade e Produtividade (Q&P) e outros.
Às 22:26 em 23 abril 2009, luzete disse...
Lilian, é vc quem responde por este canal. É isto mesmo?

mas vamos ao comentário, sobre evasão escolar e falta de expectativa.

Me ocorreu, quando eu li o seu texto comentando a pesquisa, é que
a teoria do capital humano, muito difundida nos anos 70 no Brasil, tentava convencer os ganhos salariais adicionais advindos da "cultura". Contudo, já naquela época, o aluno percebia que havia uma demarcação de classe associada aos ganhos salariais.

além disto, o aluno percebia o professor como uma figura que havia estudado muito e, no entanto, era tão miserável quanto ele, aluno pobre da periferia.

A situação não mudou muito: falta expectativa sim, mas falta também o aluno perceber que existe um mercado de trabalho que ele deve desbravar, para ser um vencedor.

Mas o tema é complexo: esbarra também naquela dicotomia de que o pobre deve ser preparado para funções técnicas, geradoras mais ágeis de renda. Sobre o assunto Luiz Antônio Cunha já fez belas análises, incluisive do ponto de vista histórico.

mas importante debater o assunto.
Às 20:46 em 14 fevereiro 2009, Nicolau Frederico de Souza disse...
É bom a gente acompanhar as propostas da SECOM/PR para as atividades de comunicação pública, âmbito do Executivo Federal. Reuniões estão acontecendo com os representantes das assessorias de Comunicação Social na Esplanada dos Ministérios e discutem a reestruturação dessas assessorias, o perfil do profissional que o Estado necessita e a criação de uma carreira de Gestor de Comunicação Pública. O estranho é que parece que essas propostas não incluem os atuais Técnicos em Comunicação Social do Governo Federal, servidores de nível superior (jornalistas, relações públicas e publicitários) do quadro de pessoal ativo e que trabalham lá e nos estados. Bom, essa é a conversa que ronda nas imediações da Esplanada em Brasília.
Às 16:26 em 11 fevereiro 2009, ERNÂNI GETIRANA disse...
Gestão deve ser sempre sinônimo de resultados a serem buscasdos com racinalidade e equilíbrio. Os anéis podem até irem-se. Nunca, porém, os dedos. Estes, só se putrefatos. Aí a vinda deve imperar. Mas mesmo a vida enquanto bem coletivo, se me entendem. O resto é blá-blá-blá.
Às 0:46 em 8 fevereiro 2009, Nicolau Frederico de Souza disse...
Gostaria de ser adicionado. Atuo no jornalismo e na gestão pública, esta desde 1996.
 
 
 

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