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São Paulo, segunda-feira, 05 de janeiro de 2009
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MARINA SILVA
Falso presente
NO DIA 24 de dezembro, o Ministério de Minas e Energia publicou portaria no "Diário Oficial", abrindo para consulta pública o Plano Decenal de Expansão de Energia 2008-2017.
A realização de consulta pública é um avanço, tendo em vista o padrão histórico de relação do setor elétrico brasileiro com a sociedade. Mas o período de festas de final de ano e o prazo exíguo de 30 dias, em plena temporada de férias, não parecem estimular interessados a ler um documento de 766 páginas e encaminhar suas contribuições.
Definitivamente, não é o caminho razoável para estabelecer uma discussão madura e construtiva sobre nossa matriz energética. E há muito o que discutir. Por exemplo, o capítulo sobre análise socioambiental do sistema elétrico demonstraria, em princípio, aceitação de critérios ambientais no planejamento setorial, o que é fundamental para dar curso a uma política ambiental integrada. Um olhar mais atento, porém, mostra situação bem mais complicada.
Segundo o documento, essa análise foi feita a partir de reuniões "com agentes setoriais, públicos e privados". Seria ótimo se esse universo não se resumisse a 16 empresas, grande parte estatais, e cerca de 50 profissionais. Nenhuma universidade é citada, nem pesquisadores independentes ou entidades da sociedade civil. Muito pouco para um país de mais de 180 milhões de habitantes e uma sociedade ativa e participativa. Outro aspecto polêmico está na projeção da capacidade instalada de geração de energia elétrica para 2017, por fonte.
O maior crescimento, de cinco vezes nos próximos dez anos, será o das usinas térmicas a óleo combustível e óleo diesel, o que contradiz o Plano Nacional de Mudanças Climáticas e o anúncio recente, na Conferência de Mudanças Climáticas da Polônia, de metas internas de redução de emissão de gases de efeito estufa.
Enquanto isso, a energia eólica -que, segundo o Atlas do Potencial Eólico Brasileiro, tem potencial de gerar 143,5 GW-, somada à biomassa (sobretudo resíduos da produção de etanol), tem expansão prevista de 5 GW, menos que 10% da energia adicional a ser gerada pelo sistema e no máximo 3,5% de sua capacidade.
Talvez o setor elétrico tenha os seus motivos. O problema é que a sociedade não os conhece e nem conhecerá, nessa consulta a toque de caixa. O MME não deveria deixar no ar essa sensação de consulta pública "pró-forma", como falso presente de Natal destinado a legitimar um plano decenal que ainda precisa ser devidamente desembrulhado e retirado da embalagem para entendermos melhor suas engrenagens e seu funcionamento.
contatomarinasilva uol.com.br
MARINA SILVA escreve às segundas-feiras nesta coluna.
Blog de Gustavo Cherubine
Nassif e amiga/os, dá pano prá manga a postura as companhias paulistas em relação aos cidadãos e consumidores de energia.
Isso tem a ver com o modelo elétrico brasileiro, mas em São Paulo é o laboratório do diabo.
Confiram.
Gustavo Cherubine.
…
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Postado em 24 agosto 2011 às 12:30 — 1 Comentário
A montagem de uma falácia
Maria Sylvia de Carvalho
Franco*
O discurso de Sarney na data
emquesecomemoraademocracia
surpreendeu tanto por exumar
uma velha técnica de controle
político (os freiosàliberdade
de expressão) como por sua
retórica, tecidaemargumentos
sofísticos. Sua fala aponta uma
polaridade na vida pública
atual: o Congresso, legítimo representantedopovo,
eaimprensa,
que pretenderia essemesmo
papel. “É…
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Postado em 20 setembro 2009 às 14:30 — 2 Comentários

http://www.chicomacena.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=518:a-imobilidade-de-sao-paulo-atinge-o-ceu-sera-o-limite&catid=43:artigos&Itemid=73
A Imobilidade de São Paulo atinge o céu. Será o limite? PDF Imprimir
Participantes do Desafio Intermodal 2009 momentos antes da largada
N.I. – Aqui tem uma foto com todo mundo!
Participantes do Desafio Intermodal 2009 momentos…
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Postado em 18 setembro 2009 às 11:38
Olá, as atividades do Dia Mundial Sem Carro 2009, em São Paulo, começaram hoje.
Será interessante acompanhar os resultados do Desafio Intermodal que o inaugura e que é uma das mais interessantes iniciativas.
São Paulo é o maior desafio intermodal que temos.
Olhem abaixo as modalidades escolhidas.
Abraços, Gustavo Cherubine.
Programação:
http://www.nossasao paulo.org. br/portal/ node/8891
Dois destaques:
1) Dia 21/9,…
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Postado em 17 setembro 2009 às 22:56
Caixa de Recados (30 comentários)
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Gustavo, já entrando no clima do fim de ano, e torcendo muito para Dilma a paritr de 2011, superar os grandes desafios.
Abraços.
Grato pelo comentário estimulante. Acesse meu site www.noticiaRo.com e se quiser ler mais sobre estes remotos rincões da Amazônia digite as palavras porto velho na janela de pesquisa do site, e navegue pelas páginas anteriores. Abraços, Nelson.
Agora faço parte do Portal do Nassif. Minha intenção é poder somar com vocês. Apenas preciso aprender como manejar tudo isso...rsrs...conto com você. Gostaria que você me ligasse pra tratar de m evento om o Jorge no dia 26 de março.
Abaço,
Mara
Gustavo,
Um ótimo Natal para você e sua esposa. Torço para que consigam a transferência para Brasilia. Suas ótimas contribuições para as causas populares e democráticas serão bem-vindas e necessárias.
Um 2010 cheio de luz, projetos interessantes e muitas realizações.
Beijos.
E você? Vai tirar a máscara de Zorro?
:)
Bom domingão.
Obrigada pelo laço. É muito bom ser amiga de um querubim.Hahaha.
O:)
recebi o e-mail, hoje (14/9), da comunidade do blog:
"Uma mensagem a todos os membros de Portal Luis Nassif
Em função de problemas que surgiram em alguns tópicos do Fórum, uma recomendação: todas as posições são bem vindas. Mas ataques pessoais, acusações generalizantes contra qualquer grupo político não serão aceitas.
Visite Portal Luis Nassif em: http://blogln.ning.com "
Tem alguma coisa a ver com o meu artigo, postado ontem, aqui na comunidade do Meio Ambiente, "Carlos Minc, o ministro Turrão"
Richard
Muito obrigada pelos comentários e a delicadeza lá no blog do Nassif. Precisamos falar mais e melhor sobre estes temas para que se torne claro onde precisamos melhorar como gente. A pedidos postei no forum para mais pessoas poderem opinar\participar. Abraço. Cida
“Temos poucos meses para chegar a um novo tratado global contras as mudanças climáticas. Só assim poderemos prevenir uma catástrofe climática gerada pelo aquecimento de mais de 2 graus Celsius.
Esta semana no encontro do G8+5 na Itália, o Canadá, Japão e Rússia estão tentando vetar um acordo para limitar o aquecimento em 2 graus Celsius, por isso precisamos de uma mobilização global rápida para resgatar as negociações.
Clique abaixo para assinar a petição global, que será entregue pela equipe da Avaaz na Itália diretamente para as lideranças globais através de ações de visibilidade e reuniões com os delegados. Somente envergonhando publicamente os países que estão boicotando as negociações, gerando atenção da mídia, poderemos pressioná-los a rever sua posição. Para garantir um impacto precisamos de pelo menos 100.000 assinaturas.
Os cientistas concordam que se houver um aquecimento de mais de 2 graus Celsius haverá um descontrole dos sistemas climáticos globais – com o aumento de secas, inundações repentinas e o aumento to nível do mar, gerando a disseminação da pobreza e o êxodo de centenas de milhões de pessoas.
Os efeitos climáticos já começaram, mas nós ainda podemos prevenir o pior se os encontros da ONU deste ano tiverem sucesso em chegar a um acordo sobre o novo tratado climático global. As negociações da ONU, culminando no encontro de Copenhague daqui a seis meses poderão definir uma guinada histórica em direção as fontes energéticas renováveis e uma reconstrução econômica baseada na sustentabilidade, deixando assim um futuro seguro para as próximas gerações. Porém, alguns países liderados pelo Canadá, Rússia e Japão, têm barrado as negociações, colocando em risco o tratado climático que irá substituir o Protocolo de Quioto.
Os líderes do G8, junto com outros 11 chefes de estado no encontro paralelo dos “Maiores Emissores”, representam 80% das emissões dos gases de efeito estufa do planeta. E este será o último encontro dos chefes de estado em pessoa antes da negociação final em Copenhague.
Nós sabemos que a pressão de última hora pode afetar as negociações internacionais. Membros da Avaaz e outros grupos da sociedade civil conseguiram influenciar a posição do Canadá e Japão nos momentos finais do encontro climático da ONU em Bali em 2007. No encontro do G8 em Gleneagles em 2005, grupos conseguiram a promessa da duplicação da ajuda humanitária para a África. O Stephen Harper do Canadá e Taro Aso do Japão, assim como outras lideranças, terão eleições nas próximas semanas e meses – por isso eles não vão querer ser envergonhados publicamente durante o encontro. Assine a petição e encaminhe para seus amigos e familiares, nos ajude a resgatar as metas climáticas.
De tempos em tempos na história, forças são unidas para gerar mudanças fundamentais na sociedade global. Este pode ser um destes momentos. Se conseguirmos aproveitar o encontro para fazer deste ano o começo da reconstrução das nossas economias reconstruindo a nossa relação com os ecossistemas frágeis dos quais tanto dependemos – nós deixaremos para os nossos netos um legado gravado na abundância das florestas e as correntes do mar.”
abraços
sim, claro, eu já havia respondido na página principal, com certeza participarei.
já lhe mandei um email,
meu email é:
gustavonovo@yahoo.com.br
abraços
Compartilho o que segue com vocês.
Recomendo a leitura.
Abraços, Gustavo.
ps: O arquivo com a liminar está no meu espaço na comunidade criada pelo blog do Nassif.
http://www.energiahoje.com/index.php?ver=mat&mid=369484
[31.10.2008] 14h29m / Roberto Francellino
'Falta política ambiental para o Brasil''
"A secretária Executiva do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Izabella Teixeira, foi contundente em recente evento realizado no Rio de Janeiro: “estão prostituindo o licenciamento ambiental”. O fato de o licenciamento ser a única etapa dos projetos de energia em que a questão ambiental é tratada é o maior erro do governo, diz a secretária. Para Izabella, é fundamental inserir em definitivo a variável ambiental no planejamento estratégico, não só o energético, do país, desenvolvendo uma política ambiental única."
De: "ivanmarcelo"
Para: destinatários-ocultos
A mensagem contém anexosLiminar Ivan.doc (70 KB)
Prezad@s,
Para ciência e conhecimento.
Aos amigo@s,
Segue a liminar de suspensão das obras do Jirau no Rio Madeira. Mais uma vitória "temporária" do FBOMS e da companheirada que envolveu-se nesta labuta!
Do jeito que foi feito, além do prejuízo do empreendimento em si, isso abriria uma jurisprudência terrível para o licenciamento ambiental no Brasil, além de fragilizar o governo, do qual sempre esperamos rigor nos procedimentos básicos do licenciamento. Essa condução do MMA/IBAMA passa a idéia de que tudo é relativo, desde que exista alguma "boa vontade" do gestor, o que não é verdade!
Contudo,esperamos que o IBAMA Órgão Público de Fiscalização do meio ambiente e licenciador tenha uma atuação isenta, como o assunto merece e, neste sentido, deixe que os empreendendores defendam os seus intereses.
Obs: podem reproduzir
Abraços ecológicos,
Ivan Marcelo Neves
ISABI/APEDEMA- RJ/Secretá rio Executivo do FBOMS
Tel: 24 - 8182-9262
FBOMS - Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais
para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento
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