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Bulling e Sistema Político
1 resposta 

A tragédia do Realengo abriu precedente para que o Brasil passasse a discutir mais a questão do Bulling nas escolas. Em minha adolescência fui vítima de escárnio por parte de coelgas que se…Continuar

Iniciou esta discussão. Última resposta de Anarquista Lúcida 19 Abr, 2011.

Liberdade para Cesare Battisti
6 respostas 

Agora, passadas as manobras diplomáticas com a Itália, passadas as discussões inglórias do Supremo Tribunal, passadas as eleições, O Sr Presidente da República, honrando sua história de vida e a de…Continuar

Iniciou esta discussão. Última resposta de Ivone Marques Dias 4 Nov, 2010.

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Profissão
Professora Universitária

MULHER

Pela primeira vez na história do Brasil uma representante do gênero feminino chega à Presidência da República. Nada espantoso do ponto de vista político, mesmo assim foi uma vitória suada e cansada.O Estado de São Paulo daria mesmo vitória a Serra pois os paulistanos, para além de conservadores, são também preconceituosos. São machistas que fazem piada sobre a masculinidade de gaúchos, ressentidos porque não querem dividir suas riqueza com o Nordeste donde vieram os migrantes para construir os magníficos arranha-céus, enfim, os paulistas são arrogantes e mereceram esta derrota política. Mas não é esse o meu discurso, pois sou paulista, brasileira de primeira geração (filha de estrangeiros), e votei na Dilma por recusar as infâmias jogadas contra ela pela oposição que não teve pejo em se alinhar com os setores mais fascistas da sociedade. Votei nela porque tem em mente priorizar educação e saúde, porque é mulher, porque ficou no Brasil nos momentos mais difíceis da luta contra a ditadura. Penso que fiz um voto prático, apenas isso, uma vez que o plano ideológico esteve ausente das campanhas de todos os candidatos.
Mas, há uma coisa que me espantou deveras. Muito mais homens confiaram em Dilma do que as próprias mulheres, colocando em causa as questões de gênero neste pais. Quero crer que as feministas no país devam estrebuchar de ódio frente às apurações, mas tirem disso uma valiosa lição. Para nós, tudo sempre foi mais difícil. O próprio nicho familiar designa por princípio que os machos devem ser brigões, em casa devem ser servidos, que são chefes de família com poder inquestionável, que precisam ganhar mais, que tem inteligência melhor dotada, enfim, um monte de estereótipos que vão sendo aos poucos derrubados, mas que aguçam um lado feminino muito negativo: o da competitividade. Assim, poderosas no trânsito, elas xingam mais que os homens, poderosas no trabalho por vezes jogam sobre os trabalhadores cargas neuróticas que ninguém merece. É um tipo de compensação usado por muitas fêmeas para marcar seu território, como um cão macho que urina nos cantinhos, mas elas não tem pênis e odeiam Freud.
Porém, Freud morreu, muitas de suas posições foram revistas e as mulheres ficaram no impasse de se afirmar em suas condições naturais, de esposamantes, mães, profissionais, atuantes na sociedade. Valha-nos Deus, não é copiando o que os machos tem de pior que vamos nos impor a eles. O bicho-homem é uma delícia, o poder também é. As fêmeas podem se aquietar. Ninguém as prejudica quando tem determinação. Depois, há lugar para todas, elas precisam apenas ser mais serenas e menos caricatas. Caso contrário, concorrerão apenas com os holofotes dos travestis e correm o risco de perder

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Às 0:22 em 11 novembro 2010, Stella Maris disse...
Às 18:47 em 2 novembro 2010, Ivone Marques Dias disse...
Doutorada em História Social pela Universidade de São Paulo em 1985, tornei-me em seguida, por concurso de provas e títulos, professora adjunta da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Iniciei naquela instituição uma pesquisa sobre "marginalidade", escolhendo dentro do amplo espectro dos grupos marginais, o que me parecia menos avaliado. Assim passei a trabalhar com a Lepra (ou Hanseníase), sua chegada e sua permanêcia no Brasil até os dias de hoje, o que constitui um grande problema de saúde pública. O corpo como elemento de exclusão ainda é um caso grave, confira-se no episódio do rodeio das goordas numa universidade paulista.
 
 
 

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