Laerte Henrique Fortes Braga
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O NORDESTINO E HOMER SIMPSON
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O NORDESTINO E HOMER SIMPSON  Laerte Braga  Nas décadas de 50 e 60 do século passado, mesmo em setores tidos como de esquerda, era comum ouvir que “éramos os Estados Unidos de cem anos atrás”. A…Continuar

Iniciou esta discussão. Última resposta de Stella Maris 11 Nov, 2010.

ONDE ENTRA O BRASIL NESSA HISTÓRIA TODA?
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ONDE ENTRA O BRASL NESSA HISTÓRIA TODA? Laerte Braga Se deixar por conta do governo sionista de Israel a Bíblia vai ter que vendida em saco plástico opaco e para maiores de dezoito anos. É que o…Continuar

Iniciou esta discussão. Última resposta de Stella Maris 4 Nov, 2010.

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ONDE ENTRA O BRASL NESSA HISTÓRIA TODA?Laerte BragaSe deixar por conta do governo sionista de Israel a Bíblia vai ter que vendida em saco plástico opaco e para maiores de dezoito anos. É que o rabino…Continuar

Started 4 Nov, 2010

A TENTATIVA DE GOLPE NO EQUADOR - OU O GOLPE NO EQUADOR?
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A TENTATIVA DE GOLPE NO EQUADOR – OU O GOLPE?  Laerte Braga  Polícias com características de militar têm tendência ao autoritarismo, à prepotência, a se imaginarem acima do bem e do mal e acumulam…Continuar

Iniciou esta discussão. Última resposta de Laerte Henrique Fortes Braga 9 Out, 2010.

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Profissão
jornalista

"AS ELEIÇOES NA INGLATERRA FORAM MUITO ANIMADAS"

“AS ELEIÇÕES LÁ NA INGLATERRA FORAM MUITO ANIMADAS”


Laerte Braga


Sentença da senhora Ana Maria Beltrão, corroborada pela senhora Lúcia Hipólito (com alguns adendos) sobre as eleições na Inglaterra. “As eleições lá na Inglaterra foram muito animadas”. E um dos adendos refere-se ao líder liberal democrata, segundo a dupla, “o problema é ele”.

O trem está bravo sô! As duas vetustas senhoras pontificam num dos canais de tevê fechada da GLOBO e têm como tarefa principal criticar o atual governo do Brasil. Penso que diante do oba oba da senhora Beltrão (filha do ex-ministro Hélio Beltrão, ou sobrinha, sei lá, mas da família) a GLOBO imaginou o contraponto Lúcia Hipólito. Caso de ficar em dúvida se pior a emenda, ou o soneto mesmo.

Situação semelhante à de Arnaldo Jabor. Inventaram Jabor para substituir Paulo Francis. Num sei onde puderam enxergar em Jabor um milionésimo da inteligência e da cultura de Francis. Talvez seja exatamente por aí, alguém que fale numa linguagem ao estilo Homer Simpson. Auto ajuda no horário nobre, disfarçada de indignação e um belo faturamento em palestras Brasil afora na campanha de José Collor Arruda Serra.

Imagino a montagem dos textos do senhor em epígrafe. Procuram as palavras exatas orientados por pesquisas do GLOBOPE (antigo IBOPE), o que o distinto telespectador quer ouvir, não importa que estejam dizendo mentiras, o contrário do que pensam ou vão fazer, importa que ao final haja a sensação de que foi cumprida a missão de ludibriar ou tentar enganar o incauto do outro lado da telinha.

O forte da semana foi a convocação de Dunga, a turma que vai disputar a Copa do Mundo. A indignação de alguns jornalistas pela não convocação de Neymar e de Paulo Henrique Ganso.

E a revolta de patrocinadores. Vi Neymar numa entrevista logo em seguida. Concordo com um amigo, vai sumir na poeira.

Sem querer misturar, mas já misturando, quando ouvi a entrevista de Neymar me lembrei de Gil, o Búfalo Gil. Há uma diferença entre ambos. Gil era um jogador sério, sem máscara, sem aquele negócio de fazer um gol feito num passe de Rivelino e sair gritando que sou f... Sabia que por trás daquele gol havia a genialidade de Rivelino aliada à sua força, sua precisão no chute. Neymar parece pensar que o mundo do gol é ele, duvido que jogue dez por cento do que joga sem alguém como Paulo Henrique Ganso a funcionar como garçom, expressão que hoje muitos comentaristas usam para referir-se a jogadores capazes de algo em extinção no futebol. O passe perfeito, milimétrico.

Como torcedor não vou discutir as razões de Dunga para não convocar Ganso. Dunga é um sujeito sério, direito, vem trabalhando seu projeto com firmeza, dedicação e tem um passado exemplar como jogador. Isso lhe dá o crédito necessário, até pelas conquistas à frente da seleção.

Essa disputa por esse ou aquele jogador existe desde que me entendo por gente. Em 1958 se questionou o corte de Gino, um centro-avante do São Paulo, para muitos melhor que Mazola (inclusive para mim). A crônica esportiva de São Paulo defendia Oreco como lateral esquerdo titular e Newton Santos na reserva. O paulista Vicente Feola que não era do esquema FIESP/DASLU teve o bom senso de não ouvir essa turma.

A própria seleção já na Copa, começou com Dino Sani no meio de campo com Didi (muitos queriam Moacir, principalmente a torcida do Flamengo), Joel na ponta direita e Mazola de centro-avante. Dino saiu para dar lugar a Zito, ambos foram extraordinários, pelo simples fato que era um globetrotter do futebol, não errava passes, jogava um futebol mágico, mas tinha as mesmas características de Didi e o ímpeto de Zito no chegar ao ataque era maior.

E Pelé? Era reserva de Dida. Igual Garrincha era de Joel.

À época se questionou a não convocação de Júlio Botelho, um ponta direita fenomenal da Fiorentina pelo fato de estar jogando no exterior. O mesmo em relação a Evaristo Macedo, ponta esquerda do Barcelona e depois do Real Madrid, como havia os defensores de Canhoteiro, ponta esquerda do São Paulo, sem dúvida alguma um jogador fora de série, mas como dizia Telê em relação a Mário Tilico, voado. E nem falei de Maurinho, ponta direita do São Paulo.

Em 1959 foi campeão pelo Fluminense e perguntado sobre se renovaria o contrato com o clube carioca respondeu assim –“vou não, estou velho demais para carregar um time nas costas”. Exagero evidente. Havia Castilho, um goleiro notável, melhor que Gilmar, mas que pagou reserva nas copas de 1958 e 1962.

Poucos goleiros brasileiros terão sido como Carlos Castilho. Houve um momento, anterior a 1958, que ele era reserva no Fluminense e titular na seleção. Veludo era titular no Fluminense e reserva na seleção.

Maurinho era excepcional. E a dúvida sobre se levavam ou não Zizinho, um dos maiores nomes do futebol brasileiro e mundial. Em 1957 o técnico húngaro Bela Gutman chegou ao Brasil para dirigir o São Paulo e impôs – “tragam Zizinho e serei campeão.” Zizinho só não foi pela idade, quase 40 anos.

Bela Gutman falava português fluentemente e Zizinho foi. Cumpriu a palavra. Outro técnico húngaro que veio dar com os costados aqui, da comissão técnica da célebre seleção de 1954, a de Puskas, quebrou a cara no América do Rio. Era Gyula Mandy que ao contrário de Bela Gutman não falava nada de português. Tinha intérprete, aí danou. Que nem quando inventaram um técnico de vôlei, sujeito sério, Abel Picabéa, como técnico de futebol no Vasco.

Futebol no pensamento de dona Ana Maria Beltrão não deve ser tão animado como as eleições na Inglaterra. Mas imagine que em 1962 várias convocações foram questionadas. A de Jair Marinho, lateral direito do Fluminense e reserva de Djalma Santos, outro assombroso jogador que numa só partida, a final de 1958 contra a Suécia, entrou na seleção da Copa. O titular De Sordi não jogou a última. Djalma era o seu reserva.

Gérson e Tostão, jogadores fora de série, extraordinários, por pouco não ficam queimados em termos de seleção na aventura de 1966, quando achávamos que poderíamos brincar de ir a Copa e ganhar o tri. Sucesso subiu a cabeça. Montaram quatro seleções distintas, um período de treinamento complicado, ficou como aquele negócio de música para um lado e letra para o outro. Gérson foi o cérebro do time tri-campeão em 1970 e Tostão um mago naquele gol contra a Inglaterra. Inglês nunca vai entender um trem daquele, mas as eleições por lá são animadas.

Quem sabe eles não arrumam o Faustão para o dia das eleições. Ele vai e fica da BBC transmitindo o voto dos famosos.

É muita mediocridade.

Em 1970 um jogador fantástico, Dirceu Lopes, formava o tal quadrado mágico do Cruzeiro (Zé Carlos, Piazza, Dirceu Lopes e Tostão), sequer foi a Copa tal a inflação de craques. Zagalo teve que inventar um trem que na prática já existia desde 1958 por conta dele mesmo, aquele negócio do ponta voltar para marcar, o 4-3-3, para enfiar o incrível Rivelino no time e ainda jogou com um quarto zagueiro improvisado, Wilson Piazza.

Uma frase de Dunga foi perfeita em resposta a um dos jornalistas torcedores, lógico, é natural. Sobre Menotti ter cortado Maradona em 1958 na Argentina. A Argentina foi a campeã (contestada mas foi). “Perguntem aos argentinos se querem voltar lá atrás e fazer tudo de novo com Maradona, ou se preferem como está, ter ganho a copa?”

É claro que a seleção não é uma excelência em termos de futebol e nem se compara às anteriores, sobretudo as de 58 e 52, 70 e depois a de Telê, a primeira, a de 1982. Mas não é inferior a nenhuma das que estão classificadas para a Copa da África do Sul. Nem mesmo a da Argentina com Messi, a meu ver uma das favoritas, sempre é.

Ronaldinho Gaúcho? Não está jogando o que sabe, não tinha porque ser convocado. Adriano se desconvocou. Teve todas as oportunidades.

Ronaldinho e Paulo Henrique Ganso estão na tal lista dos sete. A lista para eventualidades.

Um fato interessante, dentre muitos nas histórias sobre seleções. Leão jamais teria sido titular em qualquer seleção brasileira se Wendell não tivesse encerrado a carreira de forma precoce por contusão. Um baita goleiro, era o titular em 1974 e teve que ser cortado à última hora. Em 1970 ele e Ado eram os goleiros de Saldanha, quando Zagalo entrou chamou Félix. Optou pela experiência.

E Zico? Um jogador fora de série, claro, mas quando a turma fala que caberia nas seleções de 58, 62 e 70, costumo perguntar onde? No lugar de Pelé? De Amarildo? De Didi? De Rivelino? De Gérson? De Tostão? Essa é só uma questão de bom senso.

Quando o Fluminense foi campeão em 1964, dirigido pelo técnico Tim, citado como um dos maiores jogadores de meio campo da história do futebol brasileiro e um técnico impressionante, mudava um jogo no intervalo, um torcedor tricolor cismou de comparar com um santista jogador por jogador as duas equipes. Quando chegaram no número dez, Pelé, o santista disparou –“aí não tem duvidas não é?” E o tricolor arrematou na lógica insensata de torcedor, diga-se de passagem, bendita insensatez do contrário o futebol não seria o futebol – “sei não, o Joaquinzinho está batendo um bolão”.

Tomara que a Copa seja tão animada como as eleições na Inglaterra. E aposto que Faustão já está com aquele esquema de revista e um carro por dia, ou outra coisa semelhante.

E eu se fosse diretor da GLOBO levava dona Ana Maria Beltrão para dar palpites nos jogos assessorada por dona Lúcia Hipólito, embora essa esteja com a agenda lotada, a campanha de José Collor Arruda Serra.

Um espetáculo completo. Galvão Bueno não deixando ninguém falar nada, dono do microfone e as duas palpitando sobre animação. Quem sabe nas entrevistas de campo no estilo das torcedoras norte-americanas de pom pom e tudo o mais?

Blog de Laerte Henrique Fortes Braga

O "GENERAL" NELSON JOBIM BATE CONTINÊNCIA PARA WASHINGTON

O “GENERAL” NÉLSON JOBIM – BATE CONTINÊNCIA PARA WASHINGTON





Laerte Braga





Nelson Jobim é um trêfego. No dicionário está a definição – astuto, dissimulado –. As revelações feitas pelo site WIKILEAKS sobre suas ligações com o embaixador dos EUA no Brasil, Clifford Sobel e os comentários desfechados sobre os ministros Samuel Pinheiro Guimarães (Secretaria Nacional de Assuntos Estratégicos) e Celso Amorim (Relações Exteriores) são suficientes para que, num assomo de… Continuar

Postado em 1 dezembro 2010 às 13:23

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Às 20:21 em 11 novembro 2010, Stella Maris disse...
Passando pra deixar um presentinho e dizer que adoro ler teus txtos.

Às 22:58 em 31 julho 2010, Euripedes Ribeiro de Sousa disse...
Ô cara! Será que tens alum tipo de ligação com minha terra, algum tipo de telepatia ou será só coincidência mesmo? Acabei de ler um texto teu lá no "AssazAtroz", em que citas a extraordinária defesa do Marcial ao chute do Escurinho. Outro dia aqui neste portal, em outro texto, citas um episódio do Marechal Lott, que venceu aqui na minha cidade. Agora, vem o caso do Marcial, que é natural, cá da minha terra, amigo meu desde a infância. Hoje é médico. Depois daquele jogo, em 1963, nas férias, nos encontramos em uma galinhada e eu o xinguei de "prostituto" por causa daquela defesa, pois o empate tirou o título do meu Fluzão! Inclusive, ameacei-o de usar uma agulha maior, quando eu fosse anestesiá-lo no consultório. Sempre, durante as férias, eu cuidava dos dentes dele, para livrá-lo das extrações malucas que o Mário Trigo fazia. A propósito, gostei muito daquele texto lá, do Assaz. Como aliás, soe sempre acontecer com teus textos. Abraços.
Às 20:25 em 29 julho 2010, Stella Maris disse...
Laerte, para um momento de reflexão....todos merecemos...rsrrssr

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Às 2:19 em 6 junho 2010, Stella Maris disse...
Laerte, lendo um post teu, já nem lembro qual... mas quero compartilhar a imagem que tenho do Obama, ele é simplesmente um fantoche nas mãos do capitalista, igual ou pior do que BUSH, pois a este , nós já sabíamos o que esperar. Nunca fiz elogios à sua pessoa nem pelo fato de um negro ter chegado à presidência, nunca fiz festas.. vi alguns comentários neste portal tecendo elogios pelo fato dele ser negro e estar na presidência... para mim é mais uma ludibriação dos EUA. Esta é minha visão e sempre a estou comentando.
Em 7:33pm on maio 31, 2010, Stella Maris deu para Laerte Henrique Fortes Braga um presente...
Presente
Amigo, é coisa que se guarda no peito... abçs.
Em 3:03pm on maio 30, 2010, Marise deu para Laerte Henrique Fortes Braga um presente...
Presente
Obrigao pelo post de hoje. É tudo o que sinto, mas não tenho capacidade de colocar no papel. Beijo
Às 17:57 em 9 maio 2010, Euripedes Ribeiro de Sousa disse...
Falando como mineiro: "Tô sintino farta da tua brabeza". Ontem, falando pelo telefone, com meu irmão, advogado que mora em Goiania, mencionei teu nome. Como ele (e eu também) é assíduo leitor de "Assaz Atroz", também mencionou tua ausência. Gostamos de teus escritos cara! Diga-me onde andas, por favor. Queremos ler-te.
Às 16:10 em 19 janeiro 2010, Antonio Barbosa Filho disse...
Olá Laerte! Sou tb jornalista, e convido-o a participar do grupo "La Pátria Grande", nesta comunidade. Um abraço.
 
 
 

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