Encontra-se a venda o novo livro de Levi Ramos. O segundo episódio de Histórias de um certo homem, vem com o título "Filhos da alucinação". Este livro conta a história de um jovem que tem sua primeira paixão pela enteada de seu pai. Porém, o seu amor não é correspondido. Na insistência, ele comete erros e é afastado de casa pelos pais. Contudo, ele não desiste e, mesmo de longe, ele continua firme em seu amor. Após algum tempo passado, ele retorna para o lugarejo e participa escondido, em divers…
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Postado em 18 outubro 2009 às 20:47 ‚Äî
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Como acabar com a autopromoção financeira no governo.
No meu entender; todo aumento dado a um funcionário é assinado pelo patrão; "o dono do capital". Sendo assim, todo aumento dado ao funcionário público deve ter o respaldo do povo. Não por representação; mas, por maioria absoluta.
Como fazer?
Respondo: - Simplesmente, a cada eleição coloca-se a disposição do povo; o valor máximo salarial que o tal funcionário receberá durante determinado tempo, em acordo com o cargo a ser ocupado. Exemplo: vereador p/ cidade (x), salário pretendido pela câmera: R$4.000,00. Se o povo aceitar confirma na urna; se não aceitar vota em branco.
Para que o salário seja válido, terá de obter maioria + um dos eleitores que compareceram as urnas na eleição. E assim sucessivamente para cada cargo político; de modo o povo controlar o salário dos marajás do governo durante determinado período.
Dísse-me um amigo:- Será um bom governo; votado pela maioria esmagadora.
Respondi-lhe:- Se maioria fosse sinal de inteligência, todos seriam pastores e não ovelhas.
Levi Ramos
Dizem que o governo Lula atingiu a maior popularidade de todos os tempos de governantes no Brasil. Daria a esta popularidade o crédito de ser o presidente um torneiro mecânico? Ou aos programas assistencialistas de receber sem trabalhar?
A um tempo atrás, em uma conversa com um jovem que não queria mais frequentar o colégio, perguntei-lhe: - O que será de seu futuro se não estudar? Simplesmente me respondeu: - Vou ser político; vereador, prefeito... Quem sabe senador ou até mesmo presidente.
Pensei comigo mesmo: Será que esta identificação do povo com o presidente, não estará ligada com a frase dita na época da posse. "Pra vocês verem, que nesse país , um simples torneiro mecânico pode vir a ser presidente."
Como seria o pensamento desse jovem, se para ser um político,(aquele que lida com as leis, com a organização de um povo) fossem necessário ter no mínimo, curso superior. Já os senadores, e presidente da república; que lidam diretamente com o exterior; deveriam ter além de curso superior, o domínio de no mínimo dois idiomas frequentes.
Seria esse um bom exemplo para a educação no país?
E quanto ao assistencialismo; se invés de dinheiro, desse ao povo trabalho, teria essa mesma popularidade?
Eu sou pobre, não tenho nada; nem onde cair morto. Vivo dos programas sociais do governo. Vale isto, vale aquilo, bolsa alimentação, etc. Vivo dentro das proporções. Não me sinto um cidadão com todos os direitos que deveria ter. Mas nem sempre foi assim. Um dia, um sujeito esperto, que havia acumulado muitos bens; vendo minha situação, resolveu ser meu amigo. Deu-me de papel passado uma pequena casa com todas as funcionalidades. Luz, água, esgoto, registro na prefeitura. Tudo certo dentro das leis. Minha felicidade foi total. Eu me tornara finalmente um cidadão; eu tinha um teto, mais que isso: um endereço pra correspondência. Com um emprego de carteira assinada, fazendo limpeza em portarias de prédios e apartamentos. Achei então que estava realmente feliz. Após ter tudo isto.; deixei de ter ajuda do governo. Aí começaram os meus problemas: começaram a chegar as contas de luz, água, esgoto, gás, IPTU, bombeiro, compras do mercado, passagem de ônibus, roupas e outras tantas... O meu salário que já era o piso da categoria descontava as contribuições sociais, que agora eu pagava em vez de receber; o que restava, não cobria nem metade dessas contas. Passei a fazer horas extras. Quanto mais eu trabalhava, mais cansado e estressado. As contas chegando sem parar. Escolhia as mais necessárias e pagava; as outras, foram crescendo, crescendo... Quando dei por mim, valiam mais do que meu imóvel. Eu estava totalmente em desespero. Perdi meu imóvel, perdi meu emprego. Não tenho nada; a não ser minha família e muito tempo livre.
Recebo ajuda do governo, não tenho com que me estressar. Acho até que sou feliz!
um certo homem.
Vendo a atual situação monetária da população brasileira, onde um cidadão que tem uma pequena propriedade, com as taxas e impostos que ultrapassam o valor de seu salário. Não havendo dessa forma condições de pagamento das mesmas; resultando em dívida ativa para o cidadão; e em pouco tempo, valoriza mais que a propriedade; o que leva as prefeituras a tomar de leilão para cobrir acertos financeiros e ter as contas aprovadas pelos tribunais de arrecadação.
O que favorece a pergunta: " adianta os políticos prometerem moradia ao cidadão , se em pouco tempo, o próprio candidato pós eleito, cria taxas e mais taxas causando ao cidadão impossibilidade para o pagamento, vindo a tomá-las novamente?"
POLÍTICA ECONÔMICA:
Em um país rico por arrecadação; de um povo pobre por estagnação econômica. Cada membro da assembléia que criasse uma nova taxa, deveria criar junto, a fôrmula que o contribuinte irá usar para tal pagamento. Como se faz no orçamento do congresso.