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Respondeu 7 Nov
Iniciou esta discussão. Última resposta de Antonio Carlos Gomes Siqueira 11 Nov.
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Postado em 3 novembro 2009 às 13:21 ‚Äî 3 Comentários
Postado em 29 outubro 2009 às 23:30 ‚Äî 26 Comentários
Postado em 11 abril 2009 às 18:25 ‚Äî 2 Comentários
Postado em 3 janeiro 2009 às 22:46 ‚Äî
Postado em 26 dezembro 2008 às 11:13 ‚Äî 1 Comentário
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É comemoração aos 7000 e.........rumo aos 8000.
EU
Nas calçadas pisadas
de minha alma
passadas de loucos estalam
calcâneo de frases ásperas
Onde
forcas
esganam cidades
e em nós de nuvens coagulam
pescoço de torres
oblíquas
só
soluçando eu avanço por vias que se encruz-
ilham
à vista
de cruci-
fixos
polícias
Vladmir Maiakovski
(tradução: Haroldo de Campos)
Outra sugestao, caso a primeira seja impossível: fazer com que o default de abertura do Leia Mais nao seja por páginas (o que exige várias outras aberturas subsidiárias, cada uma um risco de nao abrir) mas sim a modalidade Veja todos. Quem quiser só ler os mais recentes que acesse entao a última página.

"JILDO" - O OPERÁRIO DA PALAVRA E DA POLÍTICARoteiro da Intolerância.
Corria o ano de 1964. As prisões, torturas e desaparecimento de figuras do país se tornavam corriqueiras.
As perseguições e violações dos mais elementares direitos individuais se registravam por todo canto. A caça era algo monstruoso e que não há como se esquecer.
Os jornais e revistas davam conta do que se processava e se apresentavam na defesa das personalidades retiradas, muitas vezes, do recesso do seu lar.
Entre estas publicações, a revista "Leitura", órgão de fomento cultural-literário, dava a sua contribuição, principalmente pelo que vinha acontecendo com o "Jildo". Numa edição de 1965, alguns meses antes do falecimento do célebre escritor e humanista, a sua redação assim se expressava:
"A prisão de Astrojildo Pereira ocorreu a 9 de outubro de 1964, quando o escritor se apresentou espontaneamente para depor em um IPM, tendo sido conduzido para o quartel do 3o. Batalhão de Polícia Militar. Permaneceu incomunicável durante 34 dias. A 11 de novembro foi-lhe concedido o primeiro habeas corpus, pelo Supremo Tribunal Militar, sob a alegação de falta de provas. Entretanto, o escritor continuou preso, não sendo cumprida a decisão judicial.
A 26 de novembro, o STM deu um prazo de 24 horas para que Astrojildo Pereira fosse libertado. Nesse interim, por motivo de uma crise cardíaca, Astrojildo ainda preso, foi conduzido para um Hospital Militar, onde voltou a ficar incomunicável por duas semanas. Houve em seguida a concessão de outro habeas corpus, sem que nem por isso houvesse a libertação consequente e natural. (Aqui vale esclarecer, também, que as medidas judiciais foram concedidas por unanimidade de votos). Mas finalmente, na primeira sessão de 1965, o egrégio Supremo Tribunal Militar resolveu libertá-lo, enviando a decisão para as autoridades competentes.
Astrojildo Pereira tem 74 anos de idade, e durante o período de internamento, 84 dias, sofreu 4 crises cardíacas. Trata-se de um excelente ensaísta, crítico literário da melhor qualidade, dos maiores conhecedores da obra de Machado de Assis, que conheceu pessoalmente e do qual faz inclusive uma interpretação sociológica. Dominava vários idiomas e, também, a literatura dos países cuja língua conhece e, sobre ser um fiel intérprete da doutrina marxista, é um dos personagens do meio cultural brasileiro mais humanos que conhecemos".
Viva, Astrojildo...
Quando do lançamento do nosso livro "Viva, Astrojildo Pereira!", no Centro Cultural Dragão do Mar, em Fortaleza, em 2005, o jornalista Gervásio de Paula, do Diário do Nordeste, assim disse sobre o homenageado:
"Há aqueles que lutam um dia; e por isso são bons. Há aqueles que lutam muitos dias; e por isso são muito bons. Há aqueles que lutam anos; e são melhores ainda. Porém, há aqueles que lutam toda vida; esses são os imprescindíveis". As definições do clássico escritor Bertolt Brecht aplicam-se aos destinos dos estivadores da luta ideológica do dia a dia entre as nações. Mas, com mais verticalidade, ao homem comum que segue linhas sinuosas de sua trajetória de vida, na refrega cotidiana, buscando melhores condições de sobrevivência para seus irmãos desfavorecidos na sociedade atual. Dos imprescindíveis de Brecht pode-se enquadrar, sem ser injusto com outros batalhadores ded causas libertárias, o operário da palavra e da política com "P" maiúsculo, Astrojildo Pereira - fundador do PCB, a 25 de março de 1922.
Conta o escritor Euclides da Cunha, autor de Os Sertões, na Revista do Grêmio Euclides da Cunha, a 15 de agosto de 1915, o seguinte: "Ouviram tímidas pancadas na porta principal da entrega. Abriram-na. Apareceu um desconhecido; adolescente de 16 para 18 anos no máximo. Perguntaram-lhe o nome. Declara ser desnecessário dizê-lo; ninguém ali o conhecia. Não conhecia por sua vez ninguém; não conhecia o próprio dono da casa, a não ser pela leitura dos livros que o encantavam. Que o desculpassem, portanto. Se não era dado a ver enfermo, dessem-lhe ao menos notícias de seu estado. E o anônimo juvenil , vindo da noite, foi conduzido ao quarto do doente. Chegou. Não disse uma palavra. Ajoelhou-se. Tomou a mão do mestre; beijou-a num belo gesto de carinho final. Aconhegou-a depois por momentos ao peito. Levantou-se e, sem dizer uma palavra, saiu.
Coelho Neto, Rodrigo Otávio, Graça Aranha, José Veríssimo estavam no casarão da rua Cosme Velho, 18, naquela noite de 27 de setembro de 1908. Na madrugada do dia 28, morria Machado de Assis. O jovem que Euclides da Cunha registrou visitando o moribundo era Astrojildo Pereira. Em 1931, o PCB sofreu uma intervenção stalinista que acabou gerando a expulsão de vários membros históricos, entre eles o fundador Astrojildo Pereira. Profissionalmente premido por dificuldades financeiras, Astrojildo dedicou-se ao comércio de frutas (para não vender a alma, como mais tarde observou a seu respeito o escritor Graciliano Ramos), só retomando plenamente a atividade política e cultural em 1945.
Preso pelo regime militar de 1964, não resistiu aos interrogatórios torturantes a que foi submetido, vindo a falecer alguns meses depois de sua libertação, no dia 20 de novembro de 1965. Esse homem é um símbolo de dignidade da história política brasileira. É uma história merecedora de reconhecimento e reflexão por parte da juventude e dos pais que não querem seus filhos contaminados pelo vício da cleptomania que, nos últimos anos, infesta os labirintos da vida sócio-política nacional".
Lembramos, aqui, para conhecimento de todos, que meses depois falecia a sua eterna companheira, Maria Ignês Dias, filha de Everardo Dias.
José Roberto Guedes de Oliveira E-mail: guedes.idt@terra.com.br
http://dmriocultural.ning.com/profile/JoseRobertoGuedesdeOliveira
Nassif veja essa petição kkkkkkkkkkkkkkk

Continuo me repetindo. Mas dessa vez, espero e quero, que o meu presente chegue até vc.Homenagem ao seu FLUMINENSE, saindo do rebaixamento.
ensaio SAMBA 2010 / GRES ESTÁCIO DE SÁ Presidente Marco Aurélio Fernandes # Enredo " Deixa Falar, a Estácio é isso aí. Eu visto esse manto e vou por aí " Carnavalescos Chico Spinosa e Gebran Smera @ Clipe Internet Delcio Marinho Gonçalves Portal DM @ RIO CULTURAL http://dmriocultural.ning.com/ http://worldtv.com/tv_dm/
SAMBA ENREDO 2010
Autores: Gusttavo Clarão, Thiago Daniel, Da Latinha, Igor e Claudinho Vagareza
Participação Especial: Claudinho MS e Diego Tavares
Intérprete: Serginho do Porto
Ê, FAVELA!
DA BATUCADA, DO MEU GRANDE AMOR
EU SOU MALANDRO E FAÇO HISTÓRIA
NA ZONA DO MANGUE ONDE TUDO COMEÇOU
NASCIA EM FORMA DE ORAÇÃO
NAS MESAS DO CAFÉ, UMA CANÇÃO
BAMBAS QUE O BERÇO DO SAMBA UM DIA EMBALOU
VERSOS DE ISMAEL, "SE VOCÊ JURAR"
TE DOU EM POESIA, A "DONA DO LUGAR"
VAI MINHA INSPIRAÇÃO... DEIXA FALAR
EU VOU, "BEM JUNTO AO PASSO"
BEM NO COMPASSO DA MARCAÇÃO
EU SOU DO "VELHO ESTÁCIO"
E SE MORRER É DE EMOÇÃO
A "CADA ANO", "VÊ SE PODE"
MEU "PARAÍSO" É MAIS FELIZ
FEZ DA ARTE NEGRA ROMARIA
SE VESTIU DE FANTASIA E CRIOU SUA RAIZ
DO TERREIRO GRANDE, A DOCE VOZ
QUE EMOCIONA A TODOS NÓS
"TEU MENINO DESCEU O SÃO CARLOS"
BROTA "MELODIA" DESSE CHÃO
"EU VI, AI MEU DEUS EU VI"
A MINHA ESCOLA LEVANTAR A MULTIDÃO
E "QUERO A ARTE PRO MEU POVO
SER FELIZ DE NOVO", MEU LEÃO
ESTÁCIO É O MEU AMOR
E ESSE AMOR TEM SEU LUGAR
UM CORAÇÃO VERMELHO E BRANCO
QUE BATE FORTE SEM PARAR
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