Marcio Ferreira
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Às 21:20 em 17 abril 2009, MARCELO AUGUSTO SOUTO DE OLIVEIRA disse...
Márcio, mudei a foto. Veja se está mais fiel. Abraços, do Marcelo
Às 20:55 em 30 setembro 2008, maria cristina couto disse...
Oi Marcio perdoe-me a demora em responder-lhe. Achei uma boa ideia o grupo FRENISI. Fiquei uns dias com muito trabalho, e olhava muito rápido a internet. Um abraço. Cristina
Às 10:26 em 18 agosto 2008, Luciano disse...
Olá Márcio...

desculpa a demora, mas é que estava vajando. Conheço algumas coisas do caminho e muito pouco de bike... indico o blog que dois brasileiros fizeram, dê uma olhada... acho que pode te ajudar:

http://paiefilhoemsantiagodecompostela2008.blogspot.com/

Valeu...

bons caminhos...

luciano
Às 21:07 em 16 agosto 2008, MARCELO AUGUSTO SOUTO DE OLIVEIRA disse...
Cara, apesar de me achar bonito, não foi presunção não, mas preguiça. Peguei qq. fotografia que existia arquivada e mandei ver. Mas, pensando agora, acho que a correlação é pertinente. Abs. do Marcelo.
Às 23:46 em 11 agosto 2008, gilberto barcelos souza disse...
Olá. Obrigado.

Abs

Gilberto
Às 13:26 em 10 agosto 2008, Fernanda Henrici disse...
Olá Marcio, obrigada. Te adicionei.
Abraços
Às 17:59 em 8 agosto 2008, Marcio Ferreira disse...
Nassif,
Estou bastante insatisfeito com a cara-de-pau que os ministros do Supremo vêm demonstrando ao votar sistematicamente de forma contrária aos interesses do povo. Por conta disso, enviei mensagem a todos os deputados e a diversos senadores - os que considerei mais importantes - sugerindo mudança constitucional que permita a eleição dos ministros a cada oito anos, como ocorre com os senadores. Depois, enviei mensagem ao próprio Supremo Tribunal Federal para demonstrar minha insatisfação. Esse é, mais ou menos, o teor de minhas mensagens:

“Caro Deputado, aqui é o cidadão Marcio. Estou lhe pedindo que transmita aos demais deputados o meu apelo: SOCORRO! SALVEM O BRASIL DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL! O Supremo Tribunal Federal vem se comportando como um órgão estritamente técnico-jurídico. Mas não deveria ser assim. É ele, antes de tudo, essencialmente um organismo político. Nesse sentido, deveria interpretar a Constituição em resposta aos anseios da população, numa hermenêutica sócio-filosófica. Deixem a interpretação meramente positivista para os juízes de primeiro grau. Está claro que a interpretação de que a Constituição não admite candidatos de ficha suja, por não serem moralmente aceitáveis, é possível. Isso é demonstrado pela quase unanimidade alcançada nos Tribunais Regionais Eleitorais, Procuradorias e pela própria AMB. Ou será que, à exceção dos do Supremo, todos os demais intérpretes são ignorantes jurídicos? Isso demonstra apenas que os ministros do Supremo, ancorados na vitaliciedade, perderam a conexão com o povo e entregaram-se ao medo e à covardia. Temem perder os privilégios garantidos pelos políticos que os colocaram lá. Creio estar na hora de uma emenda constitucional para garantir algum tipo de consulta popular sobre a eficiência do Supremo. Que tal uma eleição de oito em oito anos, tal e qual os senadores, da qual somente poderiam participar pessoas vinculadas de alguma forma ao judiciário (advogados, juízes, procuradores, promotores, etc...), de reputação ilibada, sem condenação no 1º grau, sem participação em partido político e notório conhecimento jurídico (publicação de livros, artigos, participação destacada em casos complexos, etc...). Esse notório saber deveria ser demonstrado pelo candidato a avaliado pelo juiz eleitoral, avaliação essa passível de recurso. Além da questão do Supremo, há urgente necessidade de uma definição do que é moralidade aceitável para uma candidatura política. Condenação no 1º grau com certeza deve ser um impedimento. Grato, Sr. Deputado, por qualquer colaboração sua nesse sentido.”

Não sei você e os comentaristas do blog irão concordar com essa manifestação ou não, e na verdade isso não é o que importa. Só creio que está na hora de nos mobilizarmos, enquanto povo, para demonstrar de forma clara nossa insatisfação com as coisas que ocorrem no mundo da política. Se não fizermos isso, a sujeira irá aumentar cada vez mais. E como podemos interferir? Com manifestações dirigidas diretamente para os deputados, senadores, Presidência e o que mais for necessário. Vamos encher a paciência deles com cartas e e-mails. Todos esses órgãos estatais possuem uma modalidade de comunicação com o cidadão. Basta procurar e usar. Não adianta ficar mandando mensagens que circulam apenas entre nós. Isso é bacana para que demonstremos aos amigos nossas insatisfações políticas, mas resolve muito pouco. Digam o que vocês pensam diretamente a quem interessa e que pode resolver alguma coisa: os políticos. Eis a relação dos e-mails dos senadores para quem mandei minha mensagem.

mercadante@senador.gov.br, alvarodias@senador.gov.br, arthur.virgilio@senador.gov.br, cristovam@senador.gov.br, eduardo.suplicy@senador.gov.br, francisco.dornelles@senador.gov.br, garibaldi.alves@senador.gov.br, heraclito.fortes@senador.gov.br, ideli.salvatti@senadora.gov.br, inacioarruda@senador.gov.br, jarbas.vasconcelos@senador.gov.br, jose.agripino@senador.gov.br, sarney@senador.gov.br, magnomalta@senador.gov.br, crivella@senador.gov.br, marco.maciel@senador.gov.br, marconi.perillo@senador.gov.br, marinasi@senado.gov.br, patricia@senadora.gov.br, paulopaim@senador.gov.br, simon@senador.gov.br, renan.calheiros@senador.gov.br, romero.juca@senador.gov.br, romeu.tuma@senador.gov.br, roseana.sarney@senadora.gov.br, tasso.jereissati@senador.gov.br, tiao.viana@senador.gov.br

Se alguém concordar com minha posição sobre o Supremo, peço que escreva uma mensagem com sua manifestação sobre o assunto. Depois copie e cole os endereços acima na sua mensagem. Reclamem, gente. Não fiquem acomodados. Nada muda se nós não interferirmos. A relação completa dos e-mails dos senadores está em:

http://www.senado.gov.br/sf/senadores/senadores_atual.asp?o=1&u=*&p=*

Quanto aos deputados, nem precisa mandar e-mail. Há um serviço chamado “Fale com o Deputado” que você pode acessar e colar diretamente a sua mensagem, dirigindo-a a todos os deputados de uma vez só. O endereço é:

http://www2.camara.gov.br/internet/popular/falecomdeputado.html/

Ah, o Supremo também conta com serviço de comunicação direta, sem necessidade de envio de e-mail. O endereço é:

http://www.stf.gov.br/portal/centralCidadao/enviarRelato.asp

Nenhum dos endereços que comuniquei se constitui em link direto, que basta clicar aqui, na própria mensagem. Vocês tem que copiar e colar no browser. Pessoal, estou contando com vocês para divulgar isso e fazer com que nós, o povo, passemos a exercer o papel político que nos cabe: o de mandante que cobra o bom desempenho do trabalho atribuído ao mandatário. Cobremos de nossos políticos, nossos mandatários, o trabalho deles: legislar em benefício da sociedade. Um abraço, Marcio.
 
 
 

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