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Meio Ambiente

Brasil prepara plano para barrar desertificação

LILIAN MILENA
Da Redação - ADV


Nas próximas duas décadas o Brasil necessitará investir US$ 2 bilhões ao ano para recuperar áreas que sofreram desertificação no Nordeste, a fim de evitar a migração em massa. O levantamento foi feito pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), para o Programa de Ação Nacional de Combate à Desertificação (PAN).

Entre 1991 e 2000 cerca de 1 milhão de pessoas deixaram as regiões rurais em áreas suscetíveis a desertificação no país. Uma pesquisa realizada pela Un… Continuar

Postado em 10 novembro 2009 às 10:00 ‚Äî

Meio Ambiente

BM critica sistema de licenciamento brasileiro

LILIAN MILENA
Da Redação - ADV


Os processos de licenciamento ambiental estão entre os principais responsáveis pelo retardamento da expansão do setor de energia elétrica, aponta Banco Mundial (BM). O déficit de funcionários nos órgãos reguladores, morosidade das ações e falta de estudos para a realização de bons projetos somam-se como gargalos comuns em todos os empreendimentos de infra-estrutura do país.

O relatório produzido pela instituição financeira ressalta que os custos decorrente… Continuar

Postado em 30 outubro 2009 às 18:00 ‚Äî

Meio Ambiente

Mapa interativo mostra impactos do clima

LILIAN MILENA
Da Redação - ADV


Governo britânico lança mapa que destaca efeitos severos do aumento de temperatura, com base no cenário mais crítico do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), da Organização das Nações Unidas (ONU).

A decisão de usar o quadro A1F1 em vez dos demais cenários, segundo nota do Uk in Brazil, é porque o Reino Unido defende a importância do desenvolvimento de estudos caso o mundo fracasse na meta estipulada pelo Protocolo de Quioto: frear o… Continuar

Postado em 29 outubro 2009 às 15:30 ‚Äî 2 Comentários

Meio Ambiente

País pode gerar US$ 6,5 bi em créditos de carbono

LILIAN MILENA
Da Redação - ADV


Projetos brasileiros de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) podem render US$ 6,5 bilhões em créditos de carbono. Uma nova economia se desenvolve enquanto as questões climáticas são cada vez mais difundidas pelo mundo: a de baixo carbono. Já se fala no deslocamento de parte da demanda consumidora a produtos gerados de maneira sustentável. Mas os ganhos comerciais vão além do público consumidor, podendo ocorrer a partir do estabelecimento de créditos con… Continuar

Postado em 28 outubro 2009 às 18:00 ‚Äî

Meio Ambiente

Cogeração de cana gera créditos de carbono

DAYANA AQUINO
Da Redação - ADV


A cogeração de energia, a partir da biomassa de cana de açúcar, será base de um projeto de Mecanismos de Desenvolvimento Limpo (MDL) Programático para a comercialização de créditos de carbono, pioneiro na América Latina. A iniciativa terá auxílio do banco de desenvolvimento alemão KfW e envolverá 42 usinas de Minas Gerais.

O MDL Programático requer o desenvolvimento de uma metodologia única que permita englobar projetos com operação semelhante. O procedime… Continuar

Postado em 26 outubro 2009 às 16:30 ‚Äî

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Às 1:24 em 5 outubro 2009, Bosco Carvalho disse...
PPP-Ecos lança Edital 2009

O Programa de Pequenos Projetos Ecossociais (PPP-ECOS) destinará 675 mil dólares para projetos de uso sustentável da biodiversidade e fortalecimento de comunidades tradicionais no Cerrado. Os recursos serão doados a organizações civis, sem fins lucrativos, escolhidas por meio do edital divulgado pelo ISPN - Instituto Sociedade, População e Natureza.

Mais a respeito aqui.
Às 14:21 em 2 outubro 2009, Acácio Francisco Cruz Oliveira disse...
Será um prazer interagir com o Meio Ambiente.
A Caatinga, que integra todo o Sertão nordestino, requer as mesmas preocupações e, principalmente, ações que outras regiões tem despertado, para não ser extinta.
Às 1:31 em 6 julho 2009, Plinio Gomes Figueiredo disse...
Vamos preservar o Pantanal do Mato Grosso:
Com uma extensão de 250 mil km2, é a maior área alagável do mundo. O Pantanal é uma imensa bacia intercontinental, delimitada pelo Planalto Brasileiro, ao leste, pelas Chapadas Matogrossenses, ao norte, e também por uma cadeia de morros e terras altas do sopé Andino, a oeste. Portanto, ele pode ser considerado um grande delta interno, onde se acumulam as águas do alto Paraguai e as de grande número de rios que descem do Planalto. Através do rio Paraguai, o Pantanal está intimamente ligado à grande bacia do rio Paraná - rio da Prata. Conexões aquáticas difusas com afluentes amazônicos existem ao norte, especialmente com o rio Guaporé. A drenagem deste delta interno pelo médio Paraguai, por meio da barra estreita e rasa do Fecho dos Morros do Sul, faz-se com muita dificuldade. Porém, enormes quantidades de água estagnada atrás desta barragem tornam o Pantanal um labirinto imprevisível de águas paradas e correntes, temporárias ou permanentes, designadas através de grande quantidade de termos específicos.
Às 23:36 em 1 julho 2009, Juraci Martins disse...
Trocar mata nativa por pastagem é a maneira mais injusta de se ocupar a região amazônica e também a mais deficitária.
No atual estágio de conhecimento, esta forma errada de ocupação e exploração tem se mostrado um verdadeiro desastre sócio ambiental. O que falta para aquela região são macros projetos, que possam ser implantados, explorados e que gerem retornos satisfatórios para a sua população e os engajem na exploração dos recursos naturais com a preservação da floresta. Proibir simplesmente não soluciona o problema, gera insatisfação e injustiças. Como explicar a um pai de família que ele não deve vender árvores de sua propriedade para trocar por alimentos e vestuário? Como explicar a um madeireiro pequeno que ele deve mudar de profissão, se ele nada sabe fazer a não ser cortar, transportar e serrar madeiras? Como proibir um colono sem recursos de que ele não deve derrubar mato para plantar a sua mandioca e o seu feijão?
São várias as formas de exploração errôneas que se multiplicam e se justificam em si mesmas: gerar recursos para a subsistência.
Creio, de um modo geral, que com macro projetos regionais, consistentes e justos, poderíamos ocupar, explorar e preservar aquela região, com justiça, distribuição e melhoria das condições de vida de sua população. Alguém poderia me perguntar: mas que macro projetos seriam estes? tem várias idéias que podem dar certo, desde que sejam bem pensadas, implantadas, coordenadas e administradas, com transparência e regras claras!
Demarcar áreas indígenas para acalmar a opinião pública internacional e tentar regularizar propriedades ocupadas irregularmente, muitas de forma sangrenta, não trará os benefícios esperados; só aumentará a destruição, a insatisfação e a desertificação.
Temos que ter em mente que possuímos um enorme patrimônio verde; valioso e desejado, que está se exaurindo de forma completamente errada, sem que haja contentamento e retorno satisfatório para todos os envolvidos. Por que destruí-lo por nada? Por que continuarmos a cometer os mesmos erros das décadas áureas de colonização? tenho encontrado, ao longo das rodovias que cortam a região, muitos colonos, que acreditaram no desenvolvimento e se atiraram com família e tudo dentro daquelas matas, mudando com seu trabalho o cenário original. Vivem longe de tudo na esperança da melhora. Agiram de forma equivocada achando que estavam certos; estão ali há décadas e não conseguem prosperidade tal como imaginaram; dedicaram sua juventude na tarefa de colonizador e envelhecem sem que o sonho original tenha se concretizado.
Acredito que ainda temos solução!
Às 1:34 em 21 junho 2009, Ana Maria disse...
Em relação às áreas da Floresta Amazônica queimadas para criação de gado podemos comemorar a 1ª vitória:
Pão de Açúcar, Carrefour e Wal Mart suspendem compra de carne proveniente de desmatamento da Amazônia.
Em nota assinada pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), empresas anunciaram a suspensão de compras de produtos bovinos de 11 empresas frigoríficas do estado do Pará.

(ver post datado de 18 de junho de 2009)
Às 6:28 em 19 junho 2009, Diogo Siqueira disse...
Postei no grupo Justiça e Direito, mas também é válido para este espaço:
http://blogln.ning.com/group/justica/forum/topics/direito-ambiental-acordos
Às 16:58 em 9 junho 2009, luca disse...
Para Dão Ferreira
Para novas tecnologias de tratamento de residuos em geral entre no site www.vuzeta.com
Às 18:47 em 7 junho 2009, jose almeida frire disse...
Toda vez que se fala em flexibilização das leis,as que já não se cumprem no nosso BRASIL,fico mais preucupado,porque flexibilizar na linguagem de quem está sobre o poder do capital,é na verdade,uma forma de ampliar o poder economico diante das riquezas naturais.Haja vistas,a questão da construção do rodo anel no estado de São Paulo,...já tem empresas com projetos de desmatamento para contruirem seus galpões as beiras do rodo anel,e aí,os ambientalistas tem razão,o que era só para desafoga o transinto da grande cidade,tambem vai ser uma extenção dos investimentos industriais,que cada vez mais vai invadindo o que era pra ser preservado."O meio ambiente vai continuar sendo só meio,porque o inteiro é o lucro do capital".
Às 15:03 em 2 junho 2009, Janice Agostinho Barreto Ascari disse...
Do Grupo Justiça:

Considerando que cerca de 80% da área desmatada na Amazônia é destinada à pecuária e que 40% do gado brasileiro se encontra na região da floresta Amazônica, o MPF do Pará concluiu uma primeira parte de um detalhado trabalho que vem realizando sobre o tema.

Em operação conjunta do MPF e Ibama, foram identificadas e embargadas 20 fazendas infratoras ambientais, que juntas possuem 157.168,91 ha de área desmatada ilegalmente - o equivalente ao tamanho da cidade de São Paulo.

Destas 20 fazendas, 09 são da Agropecuária Santa Bárbara (Verônica Dantas e Carlos Rodenburg), incluindo a Fazenda Espírito Santo, palco de recente tiroteio com os sem-terra.

O MPF identificou 11 frigoríficos e curtumes que compram dessas fazendas (os maiores do país, entre eles a Bertin). Tanto os frigoríficos como as fazendas (com todos os sócios) foram processados pela responsabilidade civil com pedido de imediata retirada do gado e sua apreensão.

Após, o MPF levantou quem comprava dos frigoríficos e descobriu 69 grandes empresas varejistas no país, como Pão de Açúcar, Makro, Carrefour, Sadia, WallMart, Solabia (fornecedora da Loreal, Natura, Unilever, etc...). Para todas estas foram enviadas recomendações para que parem de comprar dos infratores ambientais, bem como para que informem nas embalagens a origem do produto.
Às 13:54 em 28 maio 2009, josiana arippol disse...
caros, esta acontecendo uma conferencia em Campinas que dara as empresas de agrotoxicos (agora eles querem usar a palavra "fito sanitarios ") e transgenicos, o selo de "soja responsavel" .Veja www.toxicsoy e tambem o que segue : Roundtable on Responsible Soy:
Can Monoculture Soy be Responsible?

Briefing

What is the Roundtable on Responsible Soy (RTRS)?
The RTRS is a “multi-stakeholder dialogue that intended to promote the use of a responsible standard of soy production, processing and trade” It was first proposed in 2005 by WWF after the Basel Criteria for Responsible Soy Production failed to gather multi-stakeholder support (ie was not supported by big business).

In order to get the big soy players – ADM, Bunge, Cargill, etc. – to participate, WWF had to greatly weaken their approach. That included dodging the whole issue of GMOs, and also weakening the requirements around deforestation. As it stands now, the RTRS draft "criteria" totally ignore the critical issue of GMOs – and they allow deforestation of the Amazon as long as it is in an area that is "zoned" for agricultural use.

In practice this is likely to mean that big farmers will continue to bribe local government to re-"zone" areas of the Amazon as open for clearing for agriculture. So clearing of the rainforest and loss of family farms will simply continue, but will be painted green with a big "RTRS Approved" seal.

Why Responsible, not Sustainable?
The major soy belts in the world are in North and South America, where production is very intensive and involves massive areas of monocultured, highly mechanised farming heavily dependent of agro-chemicals and fossil fuels. In South America, production is often on land that was recently forest or other natural ecosystems. The majority of soy is shipped to provide animal feed for intensive animal and poultry production systems in Europe, North America and the Far East. Given these facts, even the greatest spin-doctors alive would find it hard to describe soy production as sustainable.

Who is behind the RTRS?
The driving force behind RTRS is the corporations who control soy production in South America, including ADM, Cargill, Bunge (soy commodity traders), Grupo Andre Maggi (a soy grower and producer in South America), and financial institutions (eg Banco Real of Brazil). These corporations are supported by a number of NGOs such as WWF, Conservation International and Solidaridad (a Dutch Fair Trade Organisation). The RTRS executive board has 15 members from the various sectors of the membership.

Who else is involved?
Members of the RTRS include corporations from the entire soy supply chain. The biotechnology giants Monsanto and Syngenta have been accepted as full members from February 2009. Other members include soy producers, companies in the supply chain (from seed and agrochemical companies to biofuel companies to food manufacturers to retailers) and civil society organisations. The following are full members: Marks and Spencer, Unilever, Somerfield (now owned by the Co-op), Danisco, Carrefour (a French supermarket chain), Ahold (a Dutch supermarket chain), BP International and Shell International. There are also a number of organisations with “observer” status.

What is the role of WWF?
WWF was a founding member of the RTRS after their initiative with Coop Switzerland to establish the Basel Criteria failed to gather widespread support amongst producers (only two Brazillian producers met the criteria ). WWF is a member of the RTRS Executive Board and WWF’s Luis Laranja is a vice president. WWF is an international conservation organisation operating in 100 countries and employing 4000 staff. It has strong links to industry, including nineteen corporations cited in the National Wildlife Federation's recent survey of the 500 worst industrial polluters. These companies included such recognized environmental offenders as Union Carbide, Exxon, Monsanto, Weyerhaeuser, Du Pont, and Waste Management.

Does RTRS include GM soy?
Unlike the Basel Criteria, which specifically excluded GM soy, the current RTRS drafts will allow GM soy to be accredited as “responsible”. WWF’s justification for including GM soy is, "GM soy is already present in the environment."

The RTRS position on GM soy is:
The RTRS wishes to promote responsible soy production irrespective of the type of production model. Any production model has room for improvement - be it genetically modified, conventional, organic or others - and each of the practiced production models will need model-specific improvement indicators. The RTRS will help to design model-specific criteria for responsible production.
WWF's logic is that the Round Table on Responsible Soy is about assuring the sustainable production of soy whether it is GM or non-GM, but this is disingenuous. In those South American countries where soy is proving destructive both socially and environmentally, the crop is overwhelmingly GM soy. GM soy crops are NOT sustainable because of the way they are managed using Monsanto’s broad spectrum herbicide Roundup. .
What’s the problem with GM soy?
GM soy dominates production in Argentina and Paraguay and parts of Brazil and is now moving into Bolivia and Uruguay. Non-GM soy is still grown extensively in Brazil. Monsanto’s Roundup Ready (RR) is the only type of GM soy currently cultivated in South America or anywhere else. RR soy is genetically modified to tolerate Monsanto’s best selling herbicide Roundup, based on the chemical glyphosate, which kills most plants including their root systems. GM soy is (like non-GM) grown in massive fields. The RR gene allows the growing crop to be sprayed killing all weeds but allowing the crop to grow on. The GM soy monocultures have caused massive environmental, health and environmental problems including:

• Over-reliance on one herbicide (Roundup), resulting in the development of resistant weeds, especially Johnson grass & . This is leading to the use of greater volumes of herbicides, and older weedkillers such as paraquat in order to attempt to control the resistant weeds. Reports of Roundup resistant weeds come from Brazil, Argentina, and the United States
• Health problems for local people from aerial spraying of herbicides
• Destruction of forest and non-forest ecosystems
• Rural depopulation and the break-up of mixed farming systems
• Rapid expansion of soy production into high-value conservation areas, like the Amazon, without proper environmental impact assessment
• Human rights infringements against smallholders, farm workers and indigenous peoples, as large farmers move in to take over land in Argentina, Paraguay and Brazil &
• Malnutrition due to lack of balance in the diet in some rural communities , as soy production displaces the previous diversity of crops that fed the local population.

RTRS draft criteria do not adequately address any of these major impacts on people and the environment.

How does RTRS deal with destruction of forests and other habitats?

The Basel criteria contained strict protections for the rainforest. The RTRS, in contrast, has come under criticism for its weak criteria that have no power to protect the rainforest and other sensitive ecosystems from the devastation wreaked by soy expansion.
 
 

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