Meio Ambiente ainda não recebeu nenhum presente

Postado em 22 dezembro 2009 às 9:00 ‚Äî
Postado em 14 dezembro 2009 às 10:00 ‚Äî
Postado em 8 dezembro 2009 às 9:30 ‚Äî 2 Comentários
Postado em 8 dezembro 2009 às 9:00 ‚Äî 1 Comentário
Postado em 2 dezembro 2009 às 9:30 ‚Äî
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O Programa de Pequenos Projetos Ecossociais (PPP-ECOS) destinará 675 mil dólares para projetos de uso sustentável da biodiversidade e fortalecimento de comunidades tradicionais no Cerrado. Os recursos serão doados a organizações civis, sem fins lucrativos, escolhidas por meio do edital divulgado pelo ISPN - Instituto Sociedade, População e Natureza.
Mais a respeito aqui.
A Caatinga, que integra todo o Sertão nordestino, requer as mesmas preocupações e, principalmente, ações que outras regiões tem despertado, para não ser extinta.
Com uma extensão de 250 mil km2, é a maior área alagável do mundo. O Pantanal é uma imensa bacia intercontinental, delimitada pelo Planalto Brasileiro, ao leste, pelas Chapadas Matogrossenses, ao norte, e também por uma cadeia de morros e terras altas do sopé Andino, a oeste. Portanto, ele pode ser considerado um grande delta interno, onde se acumulam as águas do alto Paraguai e as de grande número de rios que descem do Planalto. Através do rio Paraguai, o Pantanal está intimamente ligado à grande bacia do rio Paraná - rio da Prata. Conexões aquáticas difusas com afluentes amazônicos existem ao norte, especialmente com o rio Guaporé. A drenagem deste delta interno pelo médio Paraguai, por meio da barra estreita e rasa do Fecho dos Morros do Sul, faz-se com muita dificuldade. Porém, enormes quantidades de água estagnada atrás desta barragem tornam o Pantanal um labirinto imprevisível de águas paradas e correntes, temporárias ou permanentes, designadas através de grande quantidade de termos específicos.
No atual estágio de conhecimento, esta forma errada de ocupação e exploração tem se mostrado um verdadeiro desastre sócio ambiental. O que falta para aquela região são macros projetos, que possam ser implantados, explorados e que gerem retornos satisfatórios para a sua população e os engajem na exploração dos recursos naturais com a preservação da floresta. Proibir simplesmente não soluciona o problema, gera insatisfação e injustiças. Como explicar a um pai de família que ele não deve vender árvores de sua propriedade para trocar por alimentos e vestuário? Como explicar a um madeireiro pequeno que ele deve mudar de profissão, se ele nada sabe fazer a não ser cortar, transportar e serrar madeiras? Como proibir um colono sem recursos de que ele não deve derrubar mato para plantar a sua mandioca e o seu feijão?
São várias as formas de exploração errôneas que se multiplicam e se justificam em si mesmas: gerar recursos para a subsistência.
Creio, de um modo geral, que com macro projetos regionais, consistentes e justos, poderíamos ocupar, explorar e preservar aquela região, com justiça, distribuição e melhoria das condições de vida de sua população. Alguém poderia me perguntar: mas que macro projetos seriam estes? tem várias idéias que podem dar certo, desde que sejam bem pensadas, implantadas, coordenadas e administradas, com transparência e regras claras!
Demarcar áreas indígenas para acalmar a opinião pública internacional e tentar regularizar propriedades ocupadas irregularmente, muitas de forma sangrenta, não trará os benefícios esperados; só aumentará a destruição, a insatisfação e a desertificação.
Temos que ter em mente que possuímos um enorme patrimônio verde; valioso e desejado, que está se exaurindo de forma completamente errada, sem que haja contentamento e retorno satisfatório para todos os envolvidos. Por que destruí-lo por nada? Por que continuarmos a cometer os mesmos erros das décadas áureas de colonização? tenho encontrado, ao longo das rodovias que cortam a região, muitos colonos, que acreditaram no desenvolvimento e se atiraram com família e tudo dentro daquelas matas, mudando com seu trabalho o cenário original. Vivem longe de tudo na esperança da melhora. Agiram de forma equivocada achando que estavam certos; estão ali há décadas e não conseguem prosperidade tal como imaginaram; dedicaram sua juventude na tarefa de colonizador e envelhecem sem que o sonho original tenha se concretizado.
Acredito que ainda temos solução!
Pão de Açúcar, Carrefour e Wal Mart suspendem compra de carne proveniente de desmatamento da Amazônia.
Em nota assinada pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), empresas anunciaram a suspensão de compras de produtos bovinos de 11 empresas frigoríficas do estado do Pará.
(ver post datado de 18 de junho de 2009)
http://blogln.ning.com/group/justica/forum/topics/direito-ambiental-acordos
Para novas tecnologias de tratamento de residuos em geral entre no site www.vuzeta.com
Considerando que cerca de 80% da área desmatada na Amazônia é destinada à pecuária e que 40% do gado brasileiro se encontra na região da floresta Amazônica, o MPF do Pará concluiu uma primeira parte de um detalhado trabalho que vem realizando sobre o tema.
Em operação conjunta do MPF e Ibama, foram identificadas e embargadas 20 fazendas infratoras ambientais, que juntas possuem 157.168,91 ha de área desmatada ilegalmente - o equivalente ao tamanho da cidade de São Paulo.
Destas 20 fazendas, 09 são da Agropecuária Santa Bárbara (Verônica Dantas e Carlos Rodenburg), incluindo a Fazenda Espírito Santo, palco de recente tiroteio com os sem-terra.
O MPF identificou 11 frigoríficos e curtumes que compram dessas fazendas (os maiores do país, entre eles a Bertin). Tanto os frigoríficos como as fazendas (com todos os sócios) foram processados pela responsabilidade civil com pedido de imediata retirada do gado e sua apreensão.
Após, o MPF levantou quem comprava dos frigoríficos e descobriu 69 grandes empresas varejistas no país, como Pão de Açúcar, Makro, Carrefour, Sadia, WallMart, Solabia (fornecedora da Loreal, Natura, Unilever, etc...). Para todas estas foram enviadas recomendações para que parem de comprar dos infratores ambientais, bem como para que informem nas embalagens a origem do produto.
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