Adicionado por Oscar Peixoto
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Postado em 5 dezembro 2009 às 21:12 ‚Äî
Postado em 4 dezembro 2009 às 17:29 ‚Äî 3 Comentários
SÃO PAULO - "Ela já chegou?" Na tarde de sexta, a jovem soprano de 20 anos não esconde a ansiedade. "Você vai cantar para ela?", pergunta uma colega. "Não, mas, meu, é a Teresa Berganza, vim pelo menos para assistir..." Uma pausa e as mãos vão de encontro à cabeça. "Ai, esqueci a câmera, você trouxe?… Continuar Postado em 30 novembro 2009 às 19:17 ‚Äî 5 Comentários
A segunda edição do sarau o Sol Nascerá leva para o palco do Centro Cultural Cartola, na Mangueira, orquestras infantis de cordas, como a Orquestra de Violinos Cartola Petrobras e o conjunto Amadeus, da orquestra… Continuar Postado em 27 novembro 2009 às 19:06 ‚Äî 3 Comentários
Postado em 26 novembro 2009 às 20:30 ‚Äî
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:))))
Kisses
Veja que bacana esse vídeo feito para estimular a leitura na Nova Zelândia.
Beijos.
Finalmente, no YouTube, vídeo apresentável da ópera de Gian Carlo Menotti (1911-2007), Amahl e os Visitantes da Noite, cantada por nossa querida mezzo-soprano Gloria Queiroz. Parece-me que o Rei Mago Melchior, interpretado pelo barítono, é o Nelson Portela.
Esta cena é a culminância da ópera. Os três reis magos, que estão a procura do Menino Jesus, adormecem na cabana de Amahl, menino aleijado de uns 12 anos, com seu pajem abraçado aos preciosos presentes. Todos dormem, menos a mãe de Amahl, que canta a injustiça de toda aquela riqueza estar sendo encaminhada a uma criança desconhecida, enquanto seu filho aleijado passa fome. Ela tenta apanhar um dos embrulhos, justamente o que contém ouro, mas o pajem acorda e luta com ela pela posse do presente. O barulho da luta desperta Amahl que se atira sobre o pajem em defesa da mãe. O rei mago Gaspar ordena ao pajem que solte a mulher, e Melchior declara que ela pode ficar com o ouro, pois o menino que procuram não precisa dele.
A continuação da cena apresentada no vídeo é o desfecho da ópera. Comovida com a descrição feita por Melchior, a mãe suplica-lhe que tome de volta o ouro: se ela mesma não fosse tão pobre, mandaria seu próprio presente para o Menino. Amahl manifesta o desejo de mandar sua muleta. Ergue-a então, e para surpresa geral dá um passo sem apoiar-se nela. Por alguns instantes , ninguém acredita no milagre, mas os reis agradecem a Deus, enquanto Amahl dança e salta pela cabana. Finalmente os reis magos partem em busca do Menino e levam Amahl com eles para que sua muleta seja entregue de próprio punho.
Helô querida, obrigado pelo presente. Um grande beijo.
Beijos.
O novo assunto da página do teatro de revista são as vedetes. As suas, não as do Henrique. Apareça e mostre que você tem bom gosto.
:))))
Obrigada por mais uma lição preciosa.
Fiquei comovida com a sua página e muito feliz por ter um amigo como você. Sua generosidade não é virtual.
Um beijo.
Concordo com você quanto ao Fernando Teixeira e o Paulo Fortes. O próprio Paulo confessava na intimidade que tinha voz de tenor. Mario Del Monaco cantou com ele no Rio e o alertou para isso. Sugeriu ao Paulo que fosse estudar na Itália. Ele foi. O professor era o mesmo de Ettore Bastianini, Giangiacomo Guelfi e Mario Sereni. Gino Bechi, tentando recuperar a voz, também tinha aulas com esse professor. O mestre ouviu o Paulo e decretou: "-Sim, você tem voz para cantar como tenor. Mas se fizer isso, quem cantará Rossini?"
Uma vez perguntei ao Paulo: -Você toparia cantar o Otello?
Ele respondeu: "-Se me pagarem um bom cachê eu canto o Otello e até outras partes de tenor."
Não sabia dessa história que o Fernando escondia dinheiro em geladeira velha. Mas faz bem o tipo dele. Homem simples e realista, com os pés no chão. Até com exagero. Não fez carreira internacional porque não quis se afastar do Rio e da família. Voz soberba! Um dos segredos de sua técnica era uma velha lição dos profesores da escola clássica italiana: cantar pelo nariz, sem usar o nariz ("suonare per il naso senza il naso"). Gino Bechi não entendeu a lição e se deu mal.
E a voz do Fernando falando? Nunca ouvi voz mais bonita! Se não fosse cantor, seria locutor. Na década de 60 e início dos 70 tínhamos o luxo de ter Paulo Fortes, Fernando Teixeira e Lourival Braga!
Estou tentando postar mais um exemplo de Rigoletto e não consigo.
abraço
Henrique
Que Rigoletto, que nada. Fui defender o amigo de infância politicamente incorreto. Mas já li todo o post e ouvi metade dos vídeos (meus ouvidos precisam se acostumar aos poucos com os vozeironhões e as vozeirinhas; não tenho familiaridade com os graves e agudos extremados).
Beijos.
"Há um, mau que nem um picapau"...
A Sociedade Protetora dos Picapaus veio tomar satisfação e chamar você às falas.
A linguagem corta que nem punhal. Cuidado com as rimas, Óscar. Elas podem lhe meter em maus lençóis.
:))))
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