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O que CartaCapital tem a ver com Armando Falcão?
7 respostas 

Iniciou esta discussão. Última resposta de Osvaldo Bertolino 31 Maio, 2011.

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Na contramão da História

Roberto Amaral, na CartaCapital

Leitor da seção “O Globo há cinquenta anos”, recomendo  sua leitura por alunos e professores em sala de aula. Ali, quase diariamente, encontra-se um repositório notável do atraso de  nossa vida republicana, o que nos possibilita conhecer o papel de nossa imprensa corporativa como eficiente correia de transmissão da ideologia da  Guerra Fria (importando um embate que não nos dizia respeito e trazendo para cá a visão estadunidense), invariavelmente de costas para os interesses nacionais, avessa aos interesses populares e sempre atenta aos  negócios do grande capital, principalmente o capital internacional.

os grandes jornais sempre se opuseram ao nacional e ao popular, e assim combateram a campanha do “Petróleo é nosso” e ainda hoje rejeitam a Petrobrás. Foto: José Vieira Trovão / Ag. Petrobras

Escrevo “nossa imprensa” de forma proposital, pois O Globo não era, não foi e não é uma exceção nesse servilismo aos interesses antinacionais e, sobretudo, contrários ao desenvolvimento do país e a tudo que diga respeito ao povo. O cheiro dos marmiteiros sempre ofendeu ao olfato sensível dos comensais dosLe bec fin.

Por coerência, os grandes jornais sempre se opuseram ao nacional e ao popular, e assim combateram a campanha do “Petróleo é nosso” e ainda hoje rejeitam a Petrobrás e se arrepiam, irritadiços, sobressaltados, diante de qualquer movimento que lhes possa sugerir o menor sintoma de nacionalismo (ou defesa dos interesses nacionais) que possa pôr em risco o projeto do grande Império. Ou de defesa do Estado. E sempre que este submerge, quem paga o pato são os interesses da Nação  e dos mais pobres.

Exemplar do que afirmo é a primeira página  da edição do Globo do dia 26 de abril de 1962. Depois de anunciar com alegria a “Primeira explosão nuclear no Pacífico”, sem danos ambientais (embora também diga que “o engenho lançado de um avião que voava a grande altitude, desencadeou numa força explosiva calculada entre 20.000 e um milhão de toneladas de TNT”), o jornal condenava a ameaça de aprovação do projeto do deputado Aarão Steinbruch que instituía o 13º salário: “Os meios financeiros consideram altamente inflacionária e de consequências desastrosas para a economia nacional a implantação de um 13º salário”.

A previsão catastrofista vem no discurso do oráculo do conservadorismo de então: “Deixando de lado a agricultura, para a qual faltam dados positivos, o economista Eugênio Gudin calcula em cerca de Cr$ 80 bilhões a sobrecarga que o aumento representaria no orçamento das empresas”.

Contam os fatos que o projeto foi aprovado e que sua aplicação acumula, hoje, 50 anos de sucesso. Nenhuma empresa faliu por conta dele, o comércio ganhou (e ainda hoje festeja a iniciativa) e começávamos ali a investir no que até os ortodoxos reconhecem ser a alternativa de nossa economia, a saber, o fortalecimento do mercado interno.

Na contramão da História, a mesma imprensa combatia, desde sua instituição, tanto o salário mínimo (Decreto-Lei n.2 2.162 , de 12 de maio de 1940), quanto seus reajustes anuais, sempre apontados como inflacionários. Assim, em 1954, o anúncio de um reajuste de 100%, afinal concedido, provocou grande campanha de imprensa, a edição de um famoso e subversivo “Memorial dos Coronéis” e, afinal, a demissão do Ministro do Trabalho, João Goulart. Jamais aumentar salários, jamais regular a remessa de lucros para o exterior, taxar as grandes fortunas e as grandes heranças. Jamais estabelecer alíquotas crescentes do Imposto sobre a Renda. Derrubar a CPMF e assim desfalcar o orçamento de nada menos que o ministério da Saúde, ah! isso, sim… Para “destravar a economia”? Não. Seu objetivo era reduzir o controle das movimentações financeiras.

Lembremo-nos de que um dos primeiros atos dos golpistas de 1964 foi a revogação da lei de remessa de lucros…

Agora, já começa a mesma imprensa a dizer que o combate aos juros altos, aumentando o crédito ao consumidor, pode constituir-se em agente inflacionário. Todos os países do mundo podem ter juros mais baixos que o nosso e  muitos deles crescer em índices superiores ao nosso. Mas o Brasil, não. Esquecem-se os catastrofistas, e esquecem propositalmente, que nosso país sempre cresceu por força da expansão de seu mercado interno, responsável, ademais,  pela resistência de nossa economia ao abalos exógenos, de que é exemplo  esta última (no sentido de a mais recente) crise do capitalismo financeiro.

O panorama internacional é de desaceleração (e sabemos hoje que as potências europeias não conhecem vacina para a crise, cenário persistente ainda por muitos anos), principalmente na medida em que insistem na suicida política recessiva, imposta unilateralmente (contra os países e suas populações) por uma Alemanha governada pelos interesses dos banqueiros.

A desaceleração das grandes economias, seja qual for o comportamento da China, cuja taxa de crescimento tende a decair sob controle (felizmente), indica, para países como o Brasil, uma queda de suas exportações, principalmente em setores como a exportação de produtos primários, commodities e minérios.

Esse panorama, que assim se descreve desde a aceleração da crise, cobra da economia brasileira o fortalecimento do mercado consumidor interno. Consumidor, bem entendido, na medida em que tiver trabalho e renda.

O fortalecimento desse mercado interno – antigo e permanente pleito da esquerda brasileira – é uma das mais significativas conquistas do governo Lula. Para tal objetivo foi importante o Bolsa Família, foram importantíssimas as políticas de transferências previdenciárias e de assistência social e o apoio à agricultura familiar. Mas fundamental foi o aumento de algo como 60% do salário mínimo. Essas medidas foram responsáveis, em seu conjunto, pela criação do que se chama de Classe C (ou de uma nova classe C), cujo poder de compra é equivalente a 12% do PIB.

Essa política é aprofundada pela presidente Dilma quando, corajosamente, decide enfrentar a ganância do sistema financeiro insaciável e irresponsável, impondo uma política de juros consentânea com nossa realidade e as necessidades de nosso mercado, a saber, aumentando o acesso ao crédito, de que decorre o aumento do poder de compra do mercado interno, a reativação do comércio e da indústria, transformando em virtuoso o círculo vicioso da recessão que aumentaria a recessão.

Nesse ponto identificamos um salto de qualidade da atual política, na medida em que se livra dos grilhões do sistema financeiro (parasita por definição) e se associa ao capital produtivo, construindo novas perspectivas de vida para as grandes massas, sempre marginalizadas pelos monetaristas de plantão.

Sabe-se, porém, que a nova política de Dilma, nada obstante sua decisão pessoal, não seria exequível se o governo não dispusesse do tripé Banco do Brasil-Caixa Econômica Federal-BNDES, quase privatizados pela insânia neoliberal.

A política Lula-Dilma, assim, incorpora ao desenvolvimento sua fundamental dimensão social, o acesso à cidadania das populações mais pobres.

Enquanto isso, do outro lado do Equador, as economias classicamente desenvolvidas (EUA, Inglaterra e Japão, para não lembrar Grécia, Irlanda, Espanha e Itália…) convivem com altas taxas de desemprego, baixíssimas taxas de crescimento (tendendo para a estagnação) e no limiar da recessão, com seu perverso custo político, as restrições ao Estado do bem-estar, a xenofobia, as restrições ao livre-trânsito dos nacionais em suas fronteiras, e, mesmo, a realimentação da direita, na França com o fortalecimento da herdeira de Le Pen e na Grécia com o reaparecimento de um arremedo de nazismo, e como tal tanto abjeto quanto grotesco.

A combinação de recessão,  miséria e desemprego foram sempre o caminho mais curto para a instauração das tiranias.

De outra parte, os países que se afastaram do monetarismo e do catecismo neoliberal, como o Brasil, retomaram o crescimento, aumentaram suas taxas de emprego e até aqui mantêm sob controle a ameaça da recidiva inflacionária, e, assim, em situação melhor que os “ricos” a enfrentar a crise global, uma crise do sistema privado que estourou no colo do setor público.

Por isso mesmo, cada vez mais consolidamos a opção democrática e começamos a transitar da democracia formal (política), para o que, num amanhã ainda distante, poderemos chamar de democracia real (à falta de denominação mais adequada), aquela que realizará a justiça social.

Um ano após veto, ABGLT quer resposta sobre kit anti-homofobia

Imagem mostra trecho do vídeo 'Encontrando Bianca', que faz parte do kit anti-homofobia vetado por Dilma. Foto: Reprodução

Imagem mostra trecho do vídeo 'Encontrando Bianca', que faz parte do kit anti-homofobia vetado por Dilma

Munidos de bandeiras nas cores do arco-íris, gays, lésbicas, travestis e transexuais de todo o País preparam para esta quarta-feira uma grande marcha em Brasília (DF) para cobrar a criminalização da homofobia e defender que a diversidade sexual seja discutida dentro do ambiente escolar. A marcha ocorre um ano após o veto da presidente Dilma Rousseff ao kit anti-homofobia, material educativo que seria distribuído em escolas públicas pelo Ministério da Educação (MEC).

"Faz um ano que tentamos uma audiência com a presidenta para discutir por que desse veto, mas até agora não conseguimos uma resposta, nem ao menos uma correspondência oficial do governo foi enviada a todas as entidades envolvidas no programa Escola sem Homofobia", afirma o presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), Toni Reis. Ele diz que os representantes esperam ser recebidos por uma equipe do governo ainda hoje para discutir a paralisação do projeto. "A ABGLT existe há 17 anos e desde então conversamos com todos os presidentes. Também queremos ter esse diálogo com Dilma".

O kit de combate à homofobia foi desenvolvido por diversas entidades não governamentais, com a supervisão do Ministério da Educação, para ser distribuído a alunos do ensino médio de 6 mil escolas públicas a partir do segundo semestre de 2011. No entanto, após pressão das bancadas religiosas no Congresso Nacional, a presidente vetou o material - composto por vídeos, cartilhas e manuais de orientação aos professores - em maio do ano passado. Segundo Dilma, o kit era inadequado e fazia propaganda de orientações sexuais.

Toni Reis critica que a decisão de vetar o material tenha ocorrido após reunião com deputados da bancada religiosa. "Ela (Dilma) ouviu apenas um lado, o dos evangélicos fundamentalistas. Não quis saber o que nós temos a dizer sobre a importância desse material para evitar casos de crianças e adolescentes agredidos física e verbalmente nas escolas, e até de suicídio, como de um menino de 12 anos que se matou em Vitória (ES) depois de ser chamado de 'bicha' pelos colegas", diz.

Apesar das críticas, o presidente da ABGLT ainda acredita que o governo vá utilizar o material, que envolveu cerca de 500 profissionais na produção. "O kit está pronto e, de certo modo, cumpriu seu papel porque os vídeos já foram vistos por mais de 50 milhões de pessoas na internet. Mas nós precisamos de um programa oficial, dentro da escola. Queremos falar com a presidenta e ouvir dela o que não gostou nesse trabalho, em que parte está o erro, onde está a propaganda", completou Reis ao destacar que o programa Escola sem Homofobia nunca quis fazer divulgação de orientações sexuais. "O que queremos é cidadania e respeito".

O kit anti-homofobia
O material foi elaborado por especialistas em parceria com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação (MEC). De acordo com as entidades responsáveis pelo projeto, o kit integra o projeto Escola Sem Homofobia, que compreende "um conjunto de instrumentos pedagógicos que visam à desconstrução de imagens estereotipadas sobre lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais, e para o convívio democrático com a diferença".

O kit é composto de um caderno com orientações sobre atividades que podem ser desenvolvidas pelos professores em sala de aula; de seis boletins destinados aos estudantes; de cartazes para divulgar o programa na comunidade escolar, de cartas endereçadas a professores, além de três vídeos para serem trabalhados em sala de aula. O convênio para a preparação do material teve um custo total estimado de R$ 1,8 milhão e incluía também pesquisas, seminários e atividades de capacitação para os educadores que fossem utilizá-los nas escolas.

Integram a equipe responsável pelo kit a ONG Pathfinder do Brasil, a Global Alliance for LGBT Education (Gale), a Comunicação em Sexualidade (Ecos), a Soluções Inovadoras em Saúde Sexual e Reprodutiva (Reprolatina) e a ABGLT. Entidades como a Unesco e o Conselho Federal de Psicologia defenderam o conteúdo do material.

Em livro, filha lembra jornalista que anunciou fim da 2ª Guerra

Livro Guerra: o Dia da Vitória, Censura e a Associated Press foi escrito pela filha de Ed Kennedy. Foto: AP

Livro Guerra: o Dia da Vitória, Censura e a Associated Press foi escrito pela filha de Ed Kennedy

O jornalista americano Ed Kennedy foi o primeiro correspondente que relatou ao mundo a rendição alemã na Segunda Guerra Mundial, mas sua atitude, além de não o ter tornado importante no momento, ainda fez com que o mesmo fosse demitido.

Quase 70 anos depois de ter perdido o emprego por violar um embargo militar que pretendia manter em segredo a notícia durante 36 horas, seu empregador, a agência americana Associated Press (AP), pediu desculpas a sua filha, Julia Kennedy, e também publicou as memórias de seu pai que explica aquele duro episódio.

Após percorrer quase toda a Europa como correspondente para a AP, Kennedy chegou a ser o principal responsável da empresa na Europa em plena guerra.

"A equipe de (o general Dwight D.) Eisenhower decidiu que só 17 jornalistas fossem testemunhas da rendição alemã e ele foi um deles, dada a importância de seu cargo", explicou Julia Kennedy.

Seu pai viajou para Reims (França) para assistir à capitulação, cuja publicação tinha um embargo de 36 horas porque os aliados tinham feito um acordo, a pedido da URSS, para fazer uma cerimônia oficial em Berlim. "Mas, ao chegar outra vez a Paris, ele escutou que os alemães já tinham divulgado a notícia em uma rádio local".

"Todos os jornalistas estavam obviamente zangados com o embargo. Ele voou outra vez a Paris e, poucas horas depois, ficou sabendo que a notícia já havia sido publicada e decidiu chamar Londres para anunciar o fim da guerra", relatou Julia, filha única do jornalista que, com os anos, seguiu os mesmos passos profissionais de seu pai.

Durante a conversa, Kennedy só pôde ditar apenas 200 palavras, mas foram suficientes para que a notícia chegasse ao mundo todo e evitasse, durante essas horas de censura e silêncio, que milhares de soldados se enfrentassem por uma causa que já não existia.

"Ao longo de cinco anos alegaram que a única razão da censura era salvar vidas. A guerra terminou. Eu mesmo assisti a rendição e por que as pessoas não devem saber?", argumentou no jornalista no Escritório de Censura, advertindo que iria tornar público o fim do confronto.

Essa decisão, no entanto, acabou custando seu emprego. Apesar de ter escrito com seu punho uma parte da história, a agência AP o expulsou da Europa e da empresa sob a acusação de ter quebrado um embargo militar.

"Acho que nunca os perdoou, mas seguiu sua vida. Após o episódio, ele foi para a Califórnia para comandar um jornal e continuou ali sua vida profissional. Mas eu tenho certeza de que nunca perdoou seus antigos chefes", insiste Julia, que reviveu as lembranças de seu pai ao editar e publicar suas anotações como correspondente -War: V-E Day, Censorship & The Associated Press (Guerra: o Dia da Vitória, Censura e a Associated Press).

No dia da publicação do livro, o atual presidente da agência, Tom Curley, pediu perdão pela decisão tomada contra Kennedy e assegurou que esse fato não voltaria a se repetir na atualidade porque "Ed fez o correto".

Mesmo assim, lembrar a história do correspondente americano abriu velhos e eternos debates sobre a responsabilidade do jornalista e a censura, que, segundo Julia, "continua tristemente vigente".

PSB-SP: aliança depende de decisão entre Paulinho e Netinho

O presidente do PSB no estado de São Paulo, Márcio França, afirmou ser favorável a uma aliança entre o seu partido, o PCdoB e o PDT para disputar a prefeitura da capital paulista. Contudo, França afirma que o nome na chapa depende de uma definição entre os pré-candidatos vereador Netinho de Paula (PCdoB) e o deputado federal Paulinho da Força (PDT-SP). "A primeira coisa é o Netinho e o Paulinho resolverem essa questão de quem será o candidato", disse França.

Como forma de evitar a disputa apenas entre PT, PMDB e PSDB pela prefeitura de São Paulo, os outros pré-candidatos começaram a se organizar nesta semana para criar uma outra via. O pré-candidato pelo PDT, Paulinho da Força, prepara uma aliança com o PSB e PCdoB para definir o nome que disputará a prefeitura, como revelou o sindicalista durante a sabatina promovida pelo portal Terra e pelo SBT , na última segunda-feira.

Segundo Paulinho, uma pesquisa com os nomes dele e do pré-candidato Netinho de Paula (PCdoB), definirá quem será o cabeça de chapa. Para Márcio França, a aliança entre PDT, PCdoB e PSB é uma reedição do 'bloquinho'; coligação com 70 deputados federais de PDT, PCdoB, PSB e PRTB que atuou entre 2007 e 2009. "Sou amigo do Paulinho, atuamos juntos como deputados federais. A história do bloquinho é uma história antiga. A gente está tentando fazer uma reedição e eu tenho simpatia pela tese", completou o dirigente.

O presidente do PSB ainda rechaçou a chance da deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP) ser vice dos pré-candidatos Fernando Haddad (PT) ou Gabriel Chalita (PMDB). " Isso é uma tática arrogante dos partidos. Se ela for candidata à prefeitura de SP hoje, tem mais votos que o Haddad e que o Chalita. Em pesquisas antigas ela apresentava tem dez pontos. É como se eu fosse candidato a governador e falasse que o Lula e o Alckmin são bons vice".

"A decisão do PSB pela escolha da coligação em SP só sai em junho", completou Márcio.

Netinho sustenta candidatura e quer PCdoB como protagonista

O vereador e pré-candidato do PCdoB à prefeitura de São Paulo, Netinho de Paula, afirmou, momentos antes da sabatina promovida pelo Terra e peloSBT na tarde desta quarta-feira, que segue com o objetivo de se tornar candidato nas eleições municipais da capital paulista, em outubro deste ano. Com isso, os boatos sobre uma possível desistência da candidatura de Netinho para unir forças em uma terceira via contra PT e PSDB perdem força nesse momento. A ideia do vereador é fazer do PCdoB um protagonista nas eleições paulistanas.

"Não formar uma terceira via é uma desvantagem porque é uma grande oportunidade aos partidos. É o momento de aproveitar suas lideranças, de dar forças, aumentar o número de participação no Legislativo, na Câmara Municipal. Tudo isso mostra um crescimento político para cidade. Quando a disputa fica polarizada, os outros partidos deixam de crescer. São todos muito coadjuvantes na cena e entendo que o PCdoB quer deixar de ser coadjuvante", afirmou Netinho.

O vereador admitiu que as conversas com outros partidos estão se fortalecendo a cada dia e afirmou que defenderá sua candidatura até o final. Porém, caso o partido decida pela desistência, Netinho afirmou que apoiaria outro candidato sem maiores problemas.

"Eu defendo veementemente minha candidatura. Temos que conversar com todos os partidos. Sou candidato e essa é uma oportunidade do PCdoB de ter uma candidatura competitiva na cidade de São Paulo. Espero que o partido entenda o que isso significa e mantenha essa candidatura. Essa é nossa pretensão", disse Netinho. O primeiro concorrente à prefeitura de São Paulo sabatinado foi Fernando Haddad (PT), entrevistado no dia 25 de abril. Na sequência, foi a vez Soninha Francine (PPS), no dia 30 daquele mês e, em seguida, do pré-candidato do PMDB, Gabriel Chalita, no último dia 7, e Paulinho da Força (PDT), na última segunda-feira. O próximo pré-candidato a passar pela sabatina será Celso Russomanno (PRB), na próxima segunda-feira, dia 21 de maio. José Serra, pré-candidato do PSDB, foi convidado a dar entrevista no dia 23 de maio, mas ainda não confirmou presença.

Cientistas reivindicam partilha de royalties do pré-sal para educação

Da Agência Brasil

A Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) promove no começo da tarde desta quarta-feira, no corredor de acesso ao plenário da Câmara dos Deputados, uma manifestação em favor da partilha de 50% do Fundo Social arrecadado com o pagamento de royalties pela exploração de petróleo na camada pré-sal para investimentos em educação e ciência e tecnologia.

Tramita na Câmara, desde outubro do ano passado, o Projeto de Lei (PL) nº 2.565/2011, que define as regras da partilha entre estados. A proposta recebida do Senado não inclui a partilha na proporção sugerida pela SBPC. No ato, a presidenta da entidade, Helena Nader, entregará ao relator da matéria, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), um documento com as reivindicações. O parlamentar é favorável ao investimento dos recursos em educação e ciência e tecnologia.

Segundo o relator, a votação no plenário da Câmara deverá ocorrer em junho (ainda sem data estabelecida). Zarattini disse à Agência Brasil que acredita que os cientistas ¿irão conseguir¿ a inclusão da partilha na proporção reivindicada.

Para Helena, se o País não investir esses recursos em educação e ciência "irá continuar a ter uma cultura extrativista" e perderá uma grande oportunidade para modernizar a economia e a sociedade. "O petróleo é finito", lembrou antes de destacar que os recursos podem viabilizar obrigações legais das unidades da federação, como o pagamento do piso aos professores.

"Só se descobriu o pré-sal porque houve antes educação, ciência e tecnologia", disse se referindo à formação dos engenheiros e pesquisadores que criaram meios para extrair petróleo do fundo do oceano na costa brasileira.

Segundo a Comissão de Educação e Cultura da Câmara, também devem participar do ato os ministros Marco Antonio Raupp (Ciência, Tecnologia e Inovação) e Aloizio Mercadante (Educação). Apenas a agenda do ministro Raupp confirma a presença.

Os dois ministros já se posicionaram de forma favorável à partilha pleiteada pelos cientistas. Mas, segundo Helena Nader, isso não significa que a questão esteja fechada dentro do governo. "Não temos clareza da posição do Palácio do Planalto. Não tivemos nenhuma sinalização."

Para Lula, Comissão da Verdade reforça democracia

Da Agência Estado

'É a única comissão no mundo que surgiu do povo para o povo', disse o ex-presidente

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quarta-feira que a instalação da Comissão da Verdade é um "passo estupendo" na conquista da democracia brasileira. Ele participou da cerimônia de posse dos sete integrantes da comissão, ocorrida na manhã desta quarta-feira, 16, no Palácio do Planalto, ao lado dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso, José Sarney e Fernando Collor e da presidente Dilma Rousseff.

Lula acompanhou os ex-presidentes FHC, Sarney e Collor e a presidente Dilma Rousseff na cerimônia - Ed Ferreira/AE
Ed Ferreira/AE

"Foi um passo estupendo que a sociedade deu na conquista da democracia. E é importante lembrar que foi a única Comissão da Verdade no mundo que surgiu de baixo para cima, do povo para o povo", afirmou Lula, ao deixar a cerimônia.

A Comissão da Verdade tem como objetivo "esclarecer os fatos e as circunstâncias dos casos de graves violações de direitos humanos" ocorridos entre 1946 e 1988 e "promover o esclarecimento circunstanciado dos casos de torturas, mortes, desaparecimentos forçados, ocultação de cadáveres".

Aldo Rebelo admite problemas com transporte para Copa

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, disse nesta quarta-feira os problemas com o sistema de transportes e com o trânsito no país, classificados como ele como "insuficiências que nós precisamos corrigir" antes dos principais eventos esportivos mundiais que o Brasil sediará: a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016. "Vamos ter de melhorar a situação de nossos aeroportos, do tráfego", disse Aldo, após o seminário "Brasil Rumo à Copa", ao qual chegou com uma hora de atraso, justamente por problemas com o voo e com o trânsito em São Paulo.

Para o ministro, nem todos os gargalos podem ser classificados como problemas de infraestrutura. Alguns, segundo ele, são de logística, "como por exemplo a capacidade de receber mais ou menos pousos e decolagens, ou mesmo das companhias (aéreas) e da Receita (Federal), que precisa de mais gente para desembaraço de bagagens". "São providências relativamente simples que podem melhorar a vida dos passageiros", completou Aldo.

O ministro ainda criticou o sistema de telefonia celular e afirmou que em 2014 todas as sedes da Copa terão a tecnologia 4G. "Aqui em São Paulo, em determinados momentos é difícil falar dois ou três minutos ao telefone", afirmou.

Durante a palestra, Aldo elogiou a Fifa, que "tem mais sócios e consegue resolver controvérsias que a ONU (Organização das Nações Unidas) não consegue resolver", mas depois alfinetou a entidade, que faz recorrentes críticas sobre os atrasos do Brasil nas obras para a Copa de 2014.

"Dissemos à Fifa que temos de enxergar o Brasil como um país democrático, que tem Congresso que funciona, que tem órgãos de controle que funcionam, são independentes, e que tem a imprensa que fiscaliza e acompanha diariamente", revelou o ministro. "O Brasil investiu em obras públicas, que estavam previstas quando não se falava em Copa."

O ministro ressaltou, no entanto, o problema da burocracia com o grande número de órgãos reguladores e fiscalizadores no sistema público do Brasil para aprovação de obras em estádios e de infraestrutura. "Estive no Maracanã e ouvi que lá são 13 órgãos com capacidade de paralisar obras", exemplificou Aldo.

Gol ameaça descumprir convenção trabalhista

Aviadores se unem e criam um blog para mobilização

Um blog foi criado anonimamente para informar sobre notícias alarmantes a respeito da companhia aérea VRG/Gol e deixar os cidadãos a par da situação. Este canal de comunicação (http://aviadoresgol.wordpress.com), que teve o seu primeiro post publicado no dia 12 de maio, em menos de quatro dias já contabiliza quase nove mil visitas.

O primeiro post informa que o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) foi convidado pela VRG/Gol para uma reunião na última terça-feira (8/5), cujo objetivo foi discutir a interpretação da cláusula 9 da Convenção Coletiva de Trabalho. O problema em questão é que a VRG/Gol considerou o tempo na função, e não o tempo de empresa (de casa), em várias das demissões realizadas recentemente.

O Sindicato já havia alertado a empresa sobre esse equívoco na interpretação da cláusula e solicitado a reintegração dos trabalhadores cujas demissões se deram descumprindo a CCT. A interpretação correta da Convenção é uma defesa histórica do SNA, pois significa o cumprimento dos direitos conquistados pela categoria ao longo de décadas de luta. Os representantes dos setores Jurídico e Recursos Humanos da VRG/Gol comprometeram-se a analisar mais uma vez o tema, em um prazo de 10 dias, e então contatar o Sindicato. E durante esse período, a companhia informou que não irá demitir os aeronautas.

O blog está sendo atualizado diariamente, com novos posts a cada passo dado nessa luta pelos direitos trabalhistas. As publicações tem recebido muitos comentários, o primeiro post, por exemplo, conta com mais de 40. O usuário identificado como Etica Gol 787 expõe em um comentário que a política da empresa sempre exigiu que os funcionários cumprissem a lei. “Então o mínimo que exigimos da empresa é que cumpra a lei. Quem era Copiloto e hoje é Comandante, na função de Comandante que ele é hoje, é mais antigo de empresa”. Ali, ele afirma que a razão da posição do RH da empresa é unicamente pelo discurso da redução de custos. “O que é mais barato? Demitir quem teve seis anos de Copiloto e dois de comandante ou quem tem oito de comandante?”, questiona.

Os aviadores estão extremamente unidos e, apesar do problema inicialmente afetar os tripulantes da GOL, o profissionalismo e ética dos aviadores de todas as bandeiras tem aumentado o número de adeptos às futuras mobilizações tanto quanto ao próprio sindicato, fortalecendo essa categoria que passou décadas omissa e desunida.

Um dos comandantes afirma que este grupo está tão unido que, se a empresa descumprir a Lei trabalhista, mesmo que atingindo a minoria, os demais se mobilizarão para um eventual estado de greve, operação padrão, doação de sangue coletiva ou outros meios legais de atingir a empresa, já que no futuro muitos outros também poderão ser afetados com este precedente ilegal da empresa. “Se a GOL descumprir a ação trabalhista ela vai mostrar para nós, futuros comandantes, que ela realmente pretende nos tratar como lixo pelo resto de nossas vidas e, sem dúvida nenhuma, vamos nos juntar aos comandantes por nossos futuros.”, afirma um dos Copilotos da empresa.

Os autores do blog acreditam que essa situação também ameaça a segurança dos passageiros, já que os funcionários sentem que seus empregos estão em risco. Um cliente se pronunciou em um comentário, afirmando que diante do ocorrido não mais se sentirá seguro em viajar pela Gol. “A empresa  nos coloca em risco pelo conhecido efeito dominó, sabe-se lá como está a cabeça de quem guia aquela máquina com tanta sacanagem acontecendo nesta companhia”, indigna-se.

Alemanha: É hora de os patrões pararem de brincar

Continuam as paralisações convocadas pelo sindicato IG Metall. Trabalhadores de empresas como Bosch, Lenze, Alcoa, KSM, Wabco, Siemens, Volkswagen põemm toda a pressão sobre o patronato. Por João Carlos Duarte para o Esquerda.net
Volkswagen Wolfsburg: Ttrabalhadores em luta. Foto: Roland Hernstein

Independentemente do que possa vir a acontecer com a Grécia, com a Dívida, com o Euro ou com o futuro do Governo Merkel, o Sindicato IG Metall coloca, tal como vem anunciando, toda a sua pressão no patronato alemão.

Cerca de 8.000 trabalhadores de 60 fábricas, no Estado da Baixa Saxónia e na Saxónia paralisaram esta terça, dia 15 de maio, perante a insensibilidade dos patrões. Entre eles estão os trabalhadores da Bosch, Lenze, Alcoa, KSM e Wabco bem como da Siemens, Volkswagen em Osnabruck, KME Germany e Komatso Hanomag.

Também na VW de Wolfsburg, Hannover, Braunschweig, Emden e Kassel foram efetuadas paralisações. Na Volkswagen de Wolfsburg cerca de 20.000 trabalhadores gritaram às portas da fábrica: “Quem quer dar esmolas aos trabalhadores vai ter as consequências”, realçou o dirigente do IG Metall, Halmut Meine, em Wolfsburg.

Pediu mais uma vez para que os patrões finalmente contribuam para uma solução dos problemas. O IG Metall aguarda ainda propostas construtivas da direção da VW, às exigências dos trabalhadores, para a reunião já agendada para o próximo dia 25 de Maio.

Para esta quarta-feira 16 de Maio, o IG Metall informou que na cidade de Salzgitter efetuam-se várias paralisações, nomeadamente na Alstom, MAN, Bosch, SMAG e Voth. Informou ainda que está programada uma concentração às 9 horas da manhã, que terá como orador o colega Halmut Meine.

Um abraço de Munique

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O que CartaCapital tem a ver com Armando Falcão?

O título deste post é para lembrar o porta-voz da linha-dura nos tempos da censura da ditadura, Armando Falcão, que tinha "nada a declarar" como expressão predileta. O mesmo bordão pode ser aplicado à CartaCapital no caso (e somente neste caso) em que há um mês ignora meu pedido de resposta (…Ver mais...
28 Maio, 2011
Posts no blog por Osvaldo Bertolino

Meu Twitcast sobre o jornalismo de esgoto na CartaCapital

Participei, na noite de terça-feira (10), de uma interessante experiência — o debate pelo Twitcast. Meus conhecimentos sobre essa ferramenta ficam muitos graus abaixo de zero, mas o amigo Antônio Borges, que sugeriu e dirigiu tecnicamente a iniciativa, salvou a lavoura. Foi aos trancos, com enormes dificuldades, mas ele pacientemente evitou o desastre. Ao fim e ao cabo, fizemos um bom debate.Em resumo, procurei situar o que seria o diário de Maurício Grabois em seu lugar na história, os…Ver mais...
13 Maio, 2011
Posts no blog por Osvaldo Bertolino

Antecedentes da "ditabranda" da Folha de S. Paulo

Por Osvaldo BertolinoCerta feita, quando o coronel Erasmo Dias — personagem que integrou a estrutura repressiva da ditadura militar — era vereador na cidade de São Paulo, ouvi ele dizer sobre o aborto, em resposta à uma citação de Jean-Paul Sartre por um aparteante, que não lia bobagens, só coisas sérias.E citou a Folha de S. Paulo como exemplo de publicação que tratava bem o assunto — o jornal sempre lembrava que a então prefeita Marta Suplicy (PT) foi deputada federal de 1995 a 1998 quando…Ver mais...
22 Fev, 2009

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Profissão
Jornalista

Sobre o blogueiro

Osvaldo Bertolino é jornalista, mantém o blog "O outro lado da notícia" (www.outroladodanoticia.com.br), foi diretor de imprensa do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, assessor parlamentar, editor de economia do Portal Vermelho e editor do Portal da CTB. Escreveu os livros "Testamento de Luta — a vida de Carlos Danielli" e "Maurício Grabois — uma vida de combates", ambos publicado pela editora Anita Garibaldi. Escreveu também o livro "O trem que Mudou São Paulo", em vias de ser publicado. Nasceu em Maringá, Noroeste do Paraná, e aprendeu, desde a tenra idade, a ser santista de corpo e alma — mais de alma do que de corpo.

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Blog de Osvaldo Bertolino

Meu Twitcast sobre o jornalismo de esgoto na CartaCapital

Participei, na noite de terça-feira (10), de uma interessante experiência — o debate pelo Twitcast. Meus conhecimentos sobre essa ferramenta ficam muitos graus abaixo de zero, mas o amigo Antônio Borges, que sugeriu e dirigiu tecnicamente a iniciativa, salvou a lavoura. Foi aos trancos, com enormes dificuldades, mas ele pacientemente evitou o desastre. Ao fim e ao cabo, fizemos um bom debate.

Em resumo, procurei situar o que seria o diário de Maurício Grabois em seu lugar na história,…

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Postado em 13 maio 2011 às 12:55 — 1 Comentário

Antecedentes da "ditabranda" da Folha de S. Paulo

Por Osvaldo Bertolino



Certa feita, quando o coronel Erasmo Dias — personagem que integrou a estrutura repressiva da ditadura militar — era vereador na cidade de São Paulo, ouvi ele dizer sobre o aborto, em resposta à uma citação de Jean-Paul Sartre por um aparteante, que não lia bobagens, só coisas sérias.



E citou a Folha de S. Paulo como exemplo de publicação que tratava bem o assunto — o jornal sempre lembrava que a então prefeita Marta Suplicy (PT) foi deputada… Continuar

Postado em 22 fevereiro 2009 às 21:39

Impostômetro impostor atinge marca de R$ 1 trilhão

O impostômetro, equipamento que mede quanto o “brasileiro” já pagou de tributos no ano, alcançou a marca de R$ 1 trilhão nesta segunda-feira.



O aparelho está instalado na fachada da Associação Comercial de São Paulo, no centro da cidade.



Foi a primeira vez que o impostômetro atingiu a casa do trilhão.



Segundo a associação, “cada brasileiro” já pagou, em média, R$ 5.314 em impostos neste ano.



__________



Este impostômetro é uma… Continuar

Postado em 17 dezembro 2008 às 17:37

Imprensa árabe manifesta forte solidariedade a jornalista que atirou sapato em Bush

Vários setores da imprensa e mídia árabe defenderam o ato do jornalista iraquiano Muntadar Al-Zaidi, que atirou dois sapatos no presidente dos Estados Unidos, George W. Bush.



A cena dos sapatos foi transmitida constantemente no domingo e segunda-feira nos canais de televisão pelo mundo árabe, com várias emissoras recebendo ligações ao vivo com comentários descrevendo o ato como um “momento histórico”.



Para vários comentaristas árabes, Al-Zaidi pode até ter exagerado em seu… Continuar

Postado em 17 dezembro 2008 às 17:35

Governador do Acre anuncia ganhadores do Prêmio Chico Mendes de Florestania

O governador do Acre, Binho Marques, anunciou os vencedores do Prêmio Chico Mendes de Florestania.



Concedido pelo governo do Estado, através da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), o prêmio tem por finalidade reconhecer e estimular as atividades, programas, ações e iniciativas que têm como objetivo consolidar o conceito de florestania.



Com exceção do jornalista Zuenir Ventura, que participou na segunda-feira da abertura da Semana de Chico Mendes, Semana de Comunicação… Continuar

Postado em 17 dezembro 2008 às 17:32

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Às 22:29 em 17 junho 2009, Laura Xavier disse...
O movimento "Saia às Ruas" fará um novo ato na próxima QUARTA (24/06) na Av. Paulista pedindo a saída do presidente do STF, Gilmar Mendes.

A concentração será a partir das 18h, em frente à entrada do Metrô Consolação (lado par). Depois seguiremos até a sede do TRF, na Av. Paulista, 1842.

Ajude a divulgar

Compareça e leve sua vela ;)
http://saiagilmar.blogspot.com
twitter: @saiaGilmarSP
Às 9:21 em 4 novembro 2008, Antonio Barbosa Filho disse...
Olá Osvaldo! Sou tb jornalista, e criei o grupo "La Pátria Grande", nesta comunidade, para trocarmos idéias sobre Cultura em geral, política, viagens e tudo que se relacione aos países da nossa América Latina. Caso compartilhe desses interesses, convido-o a participar. Um abraço.
 
 
 

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