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Pedro Du Bois
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Discussões de Pedro Du Bois

SORTE

 Ter a sorte realizada na vida consentidade horror do que foi poupado: sangue fluídono corpo doente do progresso. Ante o mundoconhecido o infante descobre a cabeça: mortoo corpo os olhos nada…Continuar

Started 15 Mar, 2014

POVOS
1 resposta 

Diferenciados povos: em cada espaçograssam pássaros negros; compassosabertos consomem o tempo divididos somos iguaisna contemplação da riquezae no esconder as razõesdas ações abjetas muros impedem a…Continuar

Iniciou esta discussão. Última resposta de Valquria Farias 11 Fev, 2012.

OS CÃES QUE LATEM

CÃESPedro Du Bois (aos que lutaram e morreram por isso,mesmo que continuem vivos) Tantos se arriscaram por nós;saíram de suas casas, de suas vidas,jogaram pela janela o que tinham,seus futuros, suas…Continuar

Started 15 Ago, 2010

SOLIDÃO
5 respostas 

Estou só quando me dizeminverdades: omissão                 e pecado. Rosto descoberto                 ao interesse                 cubro os olhos                 ao reencontro: não tenho…Continuar

Iniciou esta discussão. Última resposta de luzete 13 Ago, 2010.

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Página de Pedro Du Bois

Informações do Perfil

Profissão
escritor

Estado de Sítio

Fiel ao princípio da autonomia
entre poderes evite
a intromissão entre as partes.
 
Sabe e conhece o espectro turvo     
das cores da bandeira.

O ódio intrometido entre as partes
avança e destrói o desconhecido. Não
retorna sobre escombros e se esconde
em salas refrigeradas: poder exercido
sobre a contingência dos amores.

Alvo de paixões destroça corpos
submetidos em tensão: o suplício
descompensa a similitude do ato.

Onde repousam sonhos acorda
em batidas milimétricas. Tacões
ressoam pisos de concreto.
É o que lhe permitem conhecer.

Explodem fogos artificializados
no espaço descontinuado da espera.
Desperta e acompanha a luta desarmada
das histórias melancólicas: herói na situação
anacrônica do enredo. Ao vilão cabe
o luxo iluminado dos palcos de vergonhas.

Arremesso e arremate. Diálogo continuado
entre surdos. Espíritos em testes de segunda
classe. Bestiário revivido ao dia entre sinais
e estacionamentos.

Não revê nas ruas o soldado de outrora.
Não reconhece o uniforme e a uniformidade
em trajes desconexos prova o inimigo.

Amizades     
negócios          
traições               
e adultérios.
 
A potencialidade da imagem transmuda
o ser em escolhas. A destruição das pontes
permanece receptáculo da ousadia.

Atravessar o fosso e se descobrir
em fósseis aumentados. Atravancar
a saída e se cobrir em entradas. O final
do túnel em notícias repetitivas.

A bebida descontrai o ânimo
com que a vida demonstra virtudes.
A virtuosidade da morte engalana
o recém chegado. O estrangeiro
transformado em nativo se acomoda
em estrangeirismos.

Reflete sonhos. Repete sonos. Realiza
a introdução ao processo e se perde
em meandros liberalizantes. A competição
revigora a mente na escolha da testemunha
do açodamento. diretores vicejam almas
de apenados funcionários em desconforto.

O clube recebe seus sócios e os distribui
em salões de acordo com suas situações               
político-sociais.

No portão a segurança se enreda
em assaltos: o assassino sorri perplexidades
na facilidade com que perpetra o crime.

Sirenes ecoam medos. O alarme desarma
a visão silenciosa da conquista.
Não distante a ordem esconde
contraditoriedade: para os efeitos
da lei a escolha se faz agora.

Manifestos distribuem raivas enjauladas
em quatro paredes. A palavra de ordem
desordena o status do melodrama.
 
Na similitude a coragem reencontra
sua visão feminina. A visão masculina desencontrada
em si murmura juras de amor em eternizadas amizades     
saudades     
e lembranças juvenis.

Jamais - na afirmação contraditória - são reformados
os presídios: punidos na justaposição da indigência
vislumbram a luz penetrar janelas encadeadas.

Estar livre e gozar as prerrogativas da indecisão.
Procurar em vão a responsabilidade no avesso
do acerto minorado em almas desacompanhadas:
o pranto reflui torrentes e a condição afeta
a tradição perdida em silêncio.

O canto situado como livre estivesse o cantar
           como se o cantar livrasse da desdita          
como se desdizer fosse o conteúdo maternal               
na oração primária dos dissabores.

Trair a atenção. Atrair a atenção em ato de coragem.
Descontrair a tensão em ato covarde de agressão
                e mentira.

No sorriso da mulher que passa entre carros
revê a mulher da vida recolhida na casa dos prazeres.

No matraquear dos recreios
receia induzir a voz ao encontro
da verdade e retirar do exposto
a contrariedade das notícias
não alvissareiras.

Alvo. Seta perfurante. Bala penetrante.
Símbolo cortante. Pedra contundente.

A busca nos primeiros passos mambembes
e o reluzir do ouro conquistado.
 
Fosse outra a época e com certeza estaria preso
ao passado. Ao futuro são oferecidos óbices
em escaladas argutas e infiltrantes.

Se a mulher se apresenta nua, dispa-se
de sua vaidade e vá até ela. Cubra-a
com sua vergonha. A mulher se sentirá
devedora da sua ousadia.

Avesso ao estardalhaço, distribua panfletos
e torne a leitura obrigatória. Troque algumas palavras.
Entorne o caldo. Estremeça o senso elementar
das confusões. Aprofunde o tema em nada consta.
A liberdade perdura enquanto a guarda
se nacionaliza em combates.

A fraqueza dos pais é responsável pelo aviltamento,
jogue a moeda ao mendigo em gritos e palavrões.
Desperte a vilania e a destrate com fraquezas e ódios.

Descarregar a arma empunhada na luta
diante da máquina fotográfica o transforma
em notícia e no martírio do jornal escrito
se mantem ávido de reconhecimentos.

Não se debruce sobre a amurada: o atirador
de elite se distrai em beijos e sua arma
           dispara na antevisão da morte.
 
(Pedro Du Bois, inédito)
 
ps: aqui, com algumas alterações de forma.

Blog de Pedro Du Bois

HERZOG

Olha a terra

em imagens

guardadas

na nostalgia

com que lembra

a textura

a doçura

o reconhecer a casa

no rememorar o riso

                            siso

                             juízo

feito na ternura

da luta: objetivo

transposto em…

Continuar

Postado em 14 julho 2016 às 17:44

VIAGEM

propulsores atômicos

iônicos

quânticos

a longa viagem

iniciada

a longa jornada

promovida

a longa estrada

interestelar

a longa maneira

de se fazer presente

 

a galáxia se desloca

em direção ao nosso

futuro desconsiderado.

 

(Pedro Du Bois, inédito)

Postado em 20 fevereiro 2014 às 16:39

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