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DENUNCIA URGENTE PARA CONHECIMENTO DE TODOS OS BRASILEIROS

Já venho alertando já a algum tempo o que se pretende fazer ao solo brasileiro pelo CAPITALISMO DE LUCRO FÁCIL E DE BAIXO INVESTIMENTO... Refiro-me a notíca de 29/01/2013 do Jornal Estado de São…Continuar

Started 15 Mar, 2013

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Professor e artista plástico

A retórica do "é dando que se recebe".

 DENUNCIA URGENTE PARA CONHECIMENTO DE TODOS OS BRASILEIROS

Denuncio o que se pretende fazer ao solo brasileiro pelo CAPITALISMO DE LUCRO FÁCIL E DE BAIXO INVESTIMENTO... Refiro-me a notíca de 29/01/2013 do Jornal Estado de São Paulo (Estadão) em seu setor de economia (Petra Energia marca para abril testes para explorar gás de xisto no Brasil .... http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios%20energia,petra-energia-marca-para-abril-testes-para-explorar-gas-de-xisto-no-brasil,142111,0.htm)....... Nela dão conta do incio da exploração de gás de xisto próximos aos afluentes das bacias brasileiras pela companhia americana/canadense.... Apesar dO Estadão ressaltar que os USA tiveram a maior evolução deste tipo de exploração, omitem as técnicas de exploração e seus efeitos nefastos junto ao lençol freático das regiões onde são usadas.Trata-se da mais absurda técnica de exploração já criada para obter Gás do solo. E que foi LARGAMENTE DENUNCIADA NOS ESTADOS UNIDOS PELOS EFEITOS POLUENTES nas REGIÕES ONDE foi usado. A prova encontra-se relatada no DOCUMENTÁRIO "TERRA” DO GÁS" QUE APRESENTA, DE FORMA CLARA, OS DANOS CAUSADOS AO MEIO AMBIENTE DOS ESTADOS AMERICANOS. Nele há a apresentam do método e das substancias tóxicas que são injetadas no sub solo, sobre pressão, para extração do gás. Alem de mostrar os danos na saúde dos habitantes daquele país, mostra a contaminação das reservas de águas potáveis por materiais pesados e cancerígenas. Como Brasileiro tenho a obrigação de alerta-los para que tomem conhecimento deste novo absurdo do capitalismo de resultados fáceis. Alem do que, como mencionado na reportagem acima, estão anunciando para o mês de abril o início das operações nas margens de uma das bacias hidrográficas mais importante do Brasil, O RIO SÃO FRANCISCO. O endereço para os que não assistiram o documentário GASLAND (terra do Gás) deixo a seguir .... http://lessismor.wordpress.com/2013/01/25/gasland-documentario-que-analisa-o-efeito-das-tecnicas-de-extraccao-de-gas-na-agua-potavel/ ..... PRESERVAR É OBRIGAÇÃO DE TODOS.

AS GUERRAS NEM SEMPRE SÃO DECLARADAS, MAS AS BATALHAS SEMPRE SERÃO TRAVADAS.

 

Apesar, das tentativas de certos meios jornalísticos e de alguns porta-vozes da direita raivosa, em desconstruir, , os avanços construídos durante a era LULA, alguns fatos começaram a surgir  para restaurar verdades.

 Durante os 8 anos do governo LULA, este foi obrigado a andar no fio da navalha dos VÁRIOS GOLPES FABRICADOS pelo Partido da Imprensa Golpista que, juntamente com partidos de oposição, e um bando de criminosos trabalharam de forma uníssona em criar escândalos de qualquer natureza para destitui-lo do poder.

Atuaram, de forma covarde, com ataques orquestrados contra toda e qualquer pessoa que viesse participar na implantação do programa de governo idealizado e conduzido pelo PT  E o fizeram sem pudor de usar de meios criminosos que, em vários momentos, colocaram em risco os preceitos democráticos. Tudo pelo interesse pequeno de aferir vantagens, e manter as já conquistadas em outros tempos, alem de recuperar a influencia perdida das decisões no controle dos recursos públicos. Conspirar pelo fracasso do governo do então Presidente LULA tornou o objetivo maior dos que não aceitavam a derrota nas urnas da eleição.

Sabemos que, infelizmente, no Brasil como em todo e qualquer país do mundo, criou-se na política o habito de barganhar interesses em momentos de votações de decisões importantes. De Câmaras Municipais, Assembléias Legislativas, Câmara dos Deputados, Senado e até no Judiciário esta prática se mostra ainda presente. Vende-se, por variados valores, o apoio às decisões dos que ocupam o poder. Foi assim no passado, permanece nos dias atuais, mas esperamos ver eliminada esta prática no futuro, mas para tal precisamos implantar mudanças com a responsabilização aos que insistirem em sua manutenção.

No entanto durante os últimos 10 anos de governo do PT, passamos a sentir pequenas, mas profundas mudanças de paradigmas. Outrora, estes, eram impostos ao povo brasileiro pelos profissionais da política tradicional. Entre elas, podemos citar,  a autonomia de ação para órgãos públicos, que tinham em suas atribuições inibir e combater ações dos criminosos que avançavam sobre os recursos da nação. Hoje verificamos a credibilidade alcançada pela Polícia Federal pelos serviços prestados na guarda e vigilância do interesse nacional, e isto pode ser facilmente mensurado através de qualquer pesquisa junto à população brasileira.

Passamos a ter acesso a informações e noticiários de fatos e crimes praticados que, num passado não muito distante, estariam restritos entre quatro paredes de algum gabinete palaciano. Este fato vem produzindo a exigência da transparência,  hoje cobrada,  sobre os vários órgãos do estado brasileiro. E este feito, por si só, já seria motivo de comemoração e em qualquer outra nação do mundo. Mas para nós, cidadão comum, ainda é pouco, queremos mais controle e participação sobre o estado e suas políticas.

No entanto não foram as únicas modificações criadas. As democratizações das verbas de publicidade governamentais passariam a ser outro fator de mudança, outrora, monopólio exclusivo de algumas empresas, passaram a ser distribuídas entre pequenos e médios anunciantes em todo território nacional. Esta decisão feriu e atraiu para o homem que as produziu, o ódio P.I.G. Deste ódio nasceu uma organização com a função de gerar crises, fatos e denúncias fictícias com o único intuito de desestabilizar a democracia no Brasil. 

Associaram-se nela, para esta empreitada, partidos políticos de oposição, empresas de comunicação e suas editoras, “intelectuais” alimentados pelos favores destas elites e até criminosos comuns que ficariam a cargo de operacionalizar seus inconfessáveis objetivos. Derrubar um governo legitimamente eleito pelo sufrágio universal do voto popular.

A CPI do Cachoeira, mesmo ainda em curso, desnudou e escancarou algumas destas manobras e os personagens nela envolvidos. A cada dia, mesmo em conta gotas, nos chegam informações. No entanto ainda há muito a ser esclarecido como também da responsabilização de todos os envolvidos nesta conspiração.

Hoje, saímos mais fortes dos obscuros caminhos que tentaram jogar a nação e todos nós. E, para tal, contribuíram os vários canais de comunicação criados por homens e mulheres que não aceitam as manipulações dos que querem se servir do estado.

Há hoje uma guerra não declarada ameaçando os avanços dos últimos 10 anos, no entanto vamos travar cada batalha rumo a concretização de um país para todos. E mais uma vez iremos vence-los.

 

 

 

 

Retorno as Capitanias Hereditárias, e isto em pleno século XXI.

 

 

Os recentes acontecimentos no campo das lutas por condições dignas aos profissionais de educação, no estado de São Paulo, acabam de sofrer mais uma derrocada. Hoje, passadas algumas semanas, após o STJ de São Paulo já ter proferido sentença favorável a obrigatoriedade, por parte do Governo do Estado, na implantação da jornada extraclasse dos professores, que consta da Lei do Piso Nacional, retrocede em sua decisão. E isto após esta mesma Justiça ter definido prazos para que o estado cumprisse o que rege a LEI.

Eis que, este mesmo STJ retrocede em sua decisão. Dar parecer favorável os argumentos do Executivo de São Paulo e da Secretaria da Educação que apresentaram  cálculos mandrakianos quanto ao tempo para preparação de aulas. Chegando ao cúmulo de afirmar ter o professorado 10 minutos entre as aulas para assim agirem.

O que podemos deduzir deste fato, tão estranho nesta mudança tão repentina da interpretação da lei?

O que causa esta dicotomia de decisão proferida pelos Juízes do STJ do Estado de São Paulo? Afinal, Juízes como SERVIDORES PÚBLICOS, caberia a eles o zelo pelo cumprimento do que determina a lei em questão. Tal como assim o fizeram, neste ultimo domingo, na retomada da área do Pinheirinho. Afinal estavam no estrito cumprimento da lei que assim determinava.

Seriam dois pesos duas medidas?

Não, as leis assim não permitem.

No entanto, os homens e mulheres de togas estão hoje assinando, via contradições de decisões jurídicas, a incapacidade de serem considerados, guardiões da lei. Agem com decisões cujo interesse menor é a barganha e espaço político. Barganham usando como moeda de troca o direito e o respeito devido aos outros elementos da própria sociedade. E o estão fazendo sem nenhum pudor moral e ético. Desconfiguram o próprio sistema jurídico, descaracterizando-o de suas funções e obrigações.

Já afirmei, e reitero. Estão loteando o Estado de São Paulo. E o fazem em seus instrumentos e em seus órgãos. E isto ocorre nas 3 esferas, Executivo, Legislativo e, infelizmente, no Judiciário.

Os grupos ou quadrilhas como queiram identifica-los, estão agindo em proveito próprio, em detrimento dos interesses da sociedade que os criou. Reconstruíram em pleno século XXI, uma Neo Capitania Hereditária em pleno estado de São Paulo. Onde posseiros agem, segundo seus interesses, sem levar em conta os interesses da maioria que coabitam dentro dos limites fronteiriços deste Estado. Chegam ao cumulo de afrontar as normas contidas na Carta Constitucional a qual deveriam proteger e que juraram respeitar. Esta afirmativa é confirmada pela constatação das manchetes de jornal de hoje, onde lemos que supersalários são pagos aos magistrados e guardiões da lei. Salários que ultrapassam o teto permitido em lei. A mesma lei que lhes caberiam, por dever de ofício e função resguardar, está sendo, criminosamente, ferida em suas determinações. E este absurdo jurídico e criminoso é respaldado pela conivência dos órgãos que deveriam proteger a Constituição a todo custo. E o pior de tudo, é a omissão desta sociedade que não os reconhecem como seus EMPREGADOS, pois SERVIDORES PÚBLICOS nada mais o são do que isto, Empregados da sociedade, para passarem a exigir deles o cumprimento à LEI, e das normas que ditam os deveres e os direitos que regem cada uma das funções criadas dentro da máquina do Estado.

            Perdemos nós, professores? Não. Perdeu, mais uma vez, toda a sociedade de São Paulo.

 

 

 

 

 

 

 

Em resposta ao candidato José Serra

Manifesto de um POVO invisível, mas que são os verdadeiros donos desta nação.

Deixem o século passado com suas mazelas e contradições apodrecerem como um corpo morto que o É. Despertem e passem a rever seus conceitos Srs, percebam que no século que iniciamos, as soluções para velhos problemas, não se encontram nas alquimias já testadas para a cura de suas vontades. Somos, hoje, vírus resistentes que se opõem diante das mesmas práticas, outrora, induzidas pela incompetência daqueles que se intitulavam de doutores do poder.
Não somos mais as cobaias de laboratório condenadas à miséria e a escravidão de suas mentiras. Tornamo-nos seres independentes neste corpo, já apodrecido, mas do qual os senhores, ainda hoje relutam em manter vivo, chamado ignorância. Nele não tem mais espaço em suas veias e músculos capazes de impedir sua proliferação. Buscamos sim, e vamos, invadir e infectar o centro de tua consciência. Sufocando tua incoerência, acabando de vez com a oxigenação de tuas mazelas espúrias.
Irão descobrir que não possuem mais o domínio sobre suas ações, e passaram a responder segundo a vontade destes seres invisíveis dos quais vocês os tornaram, e que por séculos sobreviveram dos restos que lhes foram impostos. Tais seres não serão mais objetos marcados em códigos de barras de uma prateleira, prontos para serem comprados e manipulados ao gosto de suas necessidades. Descobriram que são indivíduos iguais a você, em origem e história, que nestes tempos atuais possuem voz e vontades, não aceitando o destino do qual alguns ainda tentam, em vão, lhes impingir.

Aos verdadeiros donos esquecidos deste país.

Está na hora de acertar as contas. Agora dá pra entender o desespero do candidato durante a eleição do ano passado. Foram tentativas desesperadas de evitar este momento. Os temas levantados, na campanha eleitoral, não continham nada em prol de um programa capaz resolver as mazelas brasileiras. Aborto, crenças em Deus, uso de instituições religiosas, bolinhas de papel, lesões celebrais enfim jamais na história brasileira tínhamos presenciado tamanha baixaria. Chegou-se a cumulo de qualificar a candidata de assassina de criancinhas. Este furto, ocasionado durante as privatizações, nada mais o foi que arrecadação de caixa 2 para campanhas partidárias, e o referido personagem se tornou o dono do cofre. Dai que tantas ratazanas em sua volta para retirar sua parcela através de apoios incondicionais. Omitiram e continuam omitindo os erros deste partido nos estados onde administra, fatos comprovados jamais foram investigados. Esta CPI nos dará a oportunidade de conhecer todas as faces, e os envolvidos que até então se escondiam atrás dos títulos comprados das empresas leiloadas. As várias gerações que passaram privações pela falta de serviços públicos básicos, levados pela ilusão e esperança de estar ajudando a construir um Brasil forte e justo. Abriram mãos de direitos e da própria cidadania para concretizar a construção de companhias como: CSN, Vale do Rio Doce, Rede ferroviária Federal e tantas outras. Tais marcos do período desenvolvimentista brasileiro se transformaram em símbolos de um Brasil novo e Industrializado. Portanto seus construtores o povo brasileiro NÃO DEVEM SER ESQUECIDOS. Muitos que aqui dão seus depoimentos desconhecem tais momentos, e jamais souberam das promessas dos anos 70 que afirmavam “ser preciso construir o bolo para depois dividi-lo”. As Privatizações como foram feitas, na verdade foi uma festa patrocinada pelos que acreditavam, e ainda continuam acreditando que este país não tem donos. Fizeram-na, e nela se empanturraram com os poucos convidados e amigos. Quanto aos donos da casa, O POVO BRASILEIRO alem de pagar toda a conta com seu sangue, foram proibidos de investir suas parcas esperanças nos papeis das companhias que ajudaram a construir. Está na hora de recuperar aqueles momentos e corrigir definitivamente tais injustiças, em nome daqueles que ficaram pelo caminho da história brasileira, e hoje esquecidos, pela atual geração que passou a acredita que tudo que temos foi construído sem esforço, ou quem sabe, acreditam que tudo foi presenteado pelos Papais Noéis, dos anos passados. Enfim, que se faça justiça aos verdadeiros donos, sempre esquecidos, deste país.



Outras considerações
POR QUE DE TANTA DISPUTA se somos um único país?

Ocorrem hoje disputas, outrora identificadas de “brigas de cachorros loucos”, se bem que os referidos animais, hoje em dia, nem de longe, sofrem mais deste mau. Pelo que venho vivendo, e vendo tal patologia atingem a homens na ânsia desesperada e insana de alcançar algum poder.
Infelizmente, a maioria só o faz por interesses pessoais e corporativos. Pena, porque, pelo cargo que pleiteiam, deveriam sim, brigar pelo interesses da sociedade que os conduziu com seu voto. Surgem perguntas, quando esta disputa eleitoral se iniciou? Somos sabedores que ela começou muito antes de se ter os nomes dos candidatos que a disputarão.
Então o que ocorreu ou está ocorrendo? O que faz com milhares de brasileiros passem a participar, alguns de forma ativa e até raivosa e outros de forma apaixonante e espontânea? Falaram, pediram para que não se polarizassem entre as duas sensações de um mesmo Brasil. O que surgiu no governo do Presidente Luiz Inácio LULA da Silva e os do Brasil antes do dele. Tais tentativas foram em vão, ficaram por terra.
Passamos a presenciar o endurecimento de certas posições, armas foram sendo escolhidas e passaram a disparar, silenciosamente. Confrontos foram sendo travados, mas tudo devidamente articulados por certos grupos. Quais os interesses em jogo? De uma coisa não tenho dúvidas, não o é e nunca foi o do povo brasileiro.
Status foi sendo perdidos. Ascensão de novos personagens, os quais, no passado sofreram, na própria pele, o desrespeito por suas convicções. Tais mentes foram ganhando corpo, opinião própria e vontades. Hoje alcançaram vida, alma e status dentro da sociedade brasileira.
Esta perda de espaço junto ao poder do Estado, do qual alguns se serviam para angariar “favores, incentivos e preferências” de todas as espécies, trabalham para dividir, polarizar influenciar aos que são os verdadeiros mandatários desta nação, o povo brasileiro.
Refiro-me aos auto-intitulados 4º poder, os “meios de comunicação”.
Durante muito tempo o eleitorado esteve adormecido, diria que até anestesiado pela perda de expectativas que não se concretizavam nas esperanças depositada em certos momentos da vida política pós-período militar. Realidades que se desfizeram diante de nossos olhos. Um deles quando falecimento de Tancredo Neves. Como universitário, nesta época, brigava pelo voto direto. Tivemos que suportar o gosto amargo na garganta quando quem foi empossado foi José Sarney, ex-arena. Veio Collor de Mello, Itamar Franco, Fernando Henrique, por duas, mas permanecíamos na mesmice. Não deslumbrávamos com a chamada luz no fim do túnel. Todos marcaram presença e exerceram seu papel. Erros, acertos e devaneios foram cometidos, mas o mais importante continuava a afligir e atormentar aos de minha geração; a máxima de que seriamos a parcela dos que não veriam no Brasil do futuro. Tal qual a seleção do Tele Santana, o mais belo futebol apresentado, mas sem o título maior, o de campeões.
Nestes últimos anos, por sorte dádiva ou competência, estamos saboreando um novo gosto de vitória na boca. E qualquer um que queira diminuí-la, o faz por picardia e até mesmo por covardia. Passamos a ver e sentir diminuição das desigualdades sociais que pela primeira vez acontece de forma constante e crescente. Surgem projetos que criam expectativas e possibilidades de realizações, influenciando o aprimoramento pessoal do jovem de hoje. Experimentamos um mercado interno acessível a todos, do norte ao sul. Descobertas e investimentos que nos abrem possibilidades de alavancar o desenvolvimento do presente. E, por fim, o reconhecimento e principalmente a reconquista do respeito internacional que nos fez levantar a cabeça e ser parte desta nação chamada Brasil.
Espero que nestas linhas possamos refletir o “Brasil que temos hoje ns mãos”.
Reconhecer nossas responsabilidades de cidadãos. Rever posturas de torcedores fanáticos em jogos de campeonato. Aqui não são dois “Brasis”. Se perdermos, seremos todos nos a chorar. Temos problemas a consertar e riscos a enfrentar? Rumos a corrigir e decisões a tomar? Com certeza e só um lunático poderia nega-los. Mas em nenhum momento retroceder a um passado de frustrações que só nos cabia lamentar. Manter as recentes conquistas deve ser nossas metas e nossas disposições de luta, como brasileiros e como cidadãos anônimos, por vezes até invisíveis, mas capazes de promover um país diferente do enfrentado no passado. Não divididos, mas UNIDOS porque ainda há muito por ser feito


ENFIM SEM MASCARAS....

Pela primeira vez, no Brasil, um Jornal assumiu publicamente a sua preferência eleitoral ao seu público leitor. Por esta conduta inédita só tenho que dar os parabéns ao jornal Estado de São Paulo por tirar a mascara que vinha acobertando toda a sua linha editorial durante este ano eleitoral.
Somos sabedores que esta postura inovadora busca preservar parte da credibilidade perdida nos embates de seus editoriais que visavam de forma covarde atingir a candidatura governamental.
Mas, no entanto, os erros do candidato de sua preferência foram sendo acobertados de forma descarada e leviana. Sendo persistentemente omitidos de suas páginas em um verdadeiro desrespeito aos leitores que buscam neste espaço, INFORMAÇÕES.
Esta conduta, hoje assumida pelo ESTADÃO, vem como um pedido de desculpas aos que aqui diariamente vinham denunciando esta panfletagem em prol do candidato José Serra. E exigirá da Justiça Eleitoral a análise de todas as manchetes que visavam puramente influenciar de forma desonesta a opinião do eleitorado brasileiro.
Se há hoje, por parte de vários segmentos da sociedade, o reclame de maior respeito às leis, o Estadão em vários momentos a infligiu e terá que prestar contas a Justiça Eleitoral. Somos sabedores que outros meios de comunicação usam de mesmo artifício como se ainda tivessem nos tempos em que esta prática era tida como comum na obtenção de resultados não importando os meios para consegui-los.
O MUNDO MUDOU. A SOCIEDADE, OUTRORA MANIPULADA PELAS ATITUDES DESONESTAS DOS MEIOS DE INFORMAÇÃO, HOJE TEM EM SUAS MÃOS A TECNOLOGIA NECESSÁRIA PARA AFERIR A VERDADE DOS FATOS.
Enfim, foi a constatação desta nova realidade que se apresenta, alem desta esta nova sociedade com que este jornal se deparou, acabaram, forçosamente, obrigando-os a esta declaração que hoje o Estadão acaba de tornar pública neste editorial. A Sociedade Brasileira com sua força e face renovada OS VENCERAM.

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Manifesto do invisível

Deixem o século passado com suas mazelas e contradições apodrecerem como um corpo morto que o É. Despertem e passem a rever seus conceitos Srs, percebam que no século que iniciamos, as soluções para velhos problemas, não se encontram nas alquimias já testadas para a cura de suas vontades. Somos, hoje, vírus resistentes que se opõem diante das mesmas práticas, outrora, induzidas pela incompetência daqueles que se intitulavam de doutores do poder.

Não somos mais as cobaias de laboratório… Continuar

Postado em 5 dezembro 2009 às 19:11

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Às 13:09 em 5 dezembro 2009, Cida Medeiros disse...
Estou exatamente estudando o invisível agora. Genial! Obrigada por postar este texto. Abs. Cida
Às 10:33 em 1 novembro 2009, Antonio Barbosa Filho disse...
Olá Ricardo! Convido-o a participar do grupo "La Pátria Grande", nesta comunidade. Um abraço.
 
 
 

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