
Zappa by Norman Seeff in Los Angeles in 1976
O Louco ( Kalil Gibran) - tradução livre
Perguntais-me como me tornei louco. Aconteceu assim:
Um dia, muito tempo antes de muitos deuses terem nascido, despertei de um sono profundo e notei que todas as minhas máscaras tinham sido roubadas – as sete máscaras que eu havia
confeccionado e usado em sete vidas – e corri sem máscara pelas ruas cheias de gente gritando: “Ladrões, ladrões, malditos ladrões!”
Homens e mulheres riram de mim e alguns correram para casa, com medo de mim.
E quando cheguei à praça do mercado, um garoto trepado no telhado de uma casa gritou: “É um louco!” Olhei para cima, para vê-lo. O sol beijou pela primeira vez minha face nua.
Pela primeira vez, o sol beijava minha face nua, e minha alma inflamou-se de amor pelo sol, e não desejei mais minhas máscaras. E, como num transe, gritei:
“Benditos, benditos os ladrões que roubaram minhas máscaras!”
Assim me tornei louco.
E encontrei tanto liberdade como segurança em minha loucura: a liberdade da solidão e a segurança de não ser compreendido, pois aquele que nos compreende, este nos escraviza.
The madman by Kalil Gibran
You ask me how I became a madman. It happened thus: One day, long before many gods were born, I woke from a deep sleep and found all my masks were stolen, - the seven masks I have fashioned an worn in seven lives.
I ran maskless through the crowded streets shouting,"Thieves, thieves, the cursed thieves."
Men and women laughed at me and some ran to their houses in fear of me.And when I reached the market place, a youth standing on a house-top cried, "He is a madman." I looked up to behold him; the sun kissed my own naked face for the first time. For the first time the sun kissed my own naked face and my soul was inflamed with love for the sun, and I wanted my masks no more.
And as if in a trance I cried, "Blessed, blessed are the thieves who stole my masks."
Thus I became a madman.And I have found both freedom of loneliness and the safety from being understood, for those who understand us enslave something in us.
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Êta marzão besta, sô!
Tô olhando pra ele da minha janela.
É que eu moro no 453° andar. kkkkkkkkkkkkkkk
Beijos, Vera.
curso de culinária????
melhor vir à floripa comer mais uma sequência de camarão... (ah, este é o nome do pedido! sequência de camarão que vem marisco, siri, peixe, e... até camarão - ao bafo, alho e óleo, milaneza... hummmmm) aí não tem erro!
aquilo lá era só propaganda...
mas, sim, o principal: aluna danada de boa. maior orgulho.
mas destas coisinhas quem é a verdadeira mestra é a helô.
obrigada.
Agora tô aguardando as fotinhas de Minas, hehehe
Tá um trem de bão, né?
E esta então pra senhorita. Simbolismo, quiquiqui!
Poxa, 10 anos faz a maior diferença, hahaha. Eu já estava quase entrando no "ginasial" quando você nasceu :)) Não escondo a idade, mas pode ter certeza de que sei guardar segredo.
Esse negócio de vó é muito forte. No seu caso então, mais ainda. Tenho saudades da minha, que viveu até os 97. Embora não tenha sido criado por ela, passava muito tempo em sua casa, pois minha mãe trabalhava fora. Vó será sempre "mãe com açúcar".
E viva Minas Gerais e suas grandes riquezas!
Beijos.
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