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Informações do Perfil

Profissão
pedagoga

En el tiempo de las mariposas, Julia Alvazez conta história das irmãs Mirabal

O vôo das mariposas


Li certa vez numa revista de bordo, quando viajava para Santo Domingo (República Dominicana) para participar de um Seminário sobre a Campanha Global em defesa do direito à Educação, (janeiro de 2002) uma matéria que prendeu a minha atenção, sobre a Mariposa Monarca.

Trata-se de uma espécie de grande beleza, resistência e longevidade, que, diferente das espécies comuns, cujo ciclo vital é de 24 dias, chega a viver até nove meses, ou seja, 12 vezes mais.

Por causa da longevidade e resistência elas podem realizar rotas migratórias extensas, que se repetem a cada ano entre os meses de outubro e março. Elas utilizam várias rotas, mas as duas mais conhecidas, partem do Canadá e dos Estados Unidos e chegam até o México, quando regressam, ao fim de 33 dias. Nessas viagens elas são capazes de percorrer até 120Km por dia.

Com a informação sobre as mariposas monarcas na cabeça, aterrissei em Santo Domingo e qual não foi a minha surpresa quando cheguei ao hotel e me deparei com um folder com informações turísticas, que sugeria uma visita ao Obelisco das Mariposas, que ficava no Malecón, a poucos metros do hotel.

Lendo com mais vagar, acabei descobrindo que as Mariposas do Obelisco não eram exatamente as mariposas monarcas, mas as três irmãs Mirabal – Tereza, Pátria e Minerva – três jovens que foram presas, torturadas e depois, barbaramente assassinadas num lugar chamado “La cumbre” por agentes do Serviço de Inteligência Militar (SIM) a mando do ditador Rafael Trujillo.

Mariposa era o codinome de Minerva, ativista política que atuou na clandestinidade e se envolveu pessoalmente numa situação de confronto com Trujillo. O assassinato das três irmãs ocorreu em 25 de novembro de 1960. Em 2010, portanto, faz 50 anos.

Esta história real que denuncia a ação da ditadura extrapolando os limites geográficos dos países da América Central e América Latina é relatada de forma comovente pela escritora norte-americana Julia Alvarez (que viveu alguns anos na República Dominicana) no livro En el tiempo de las mariposas.

O obelisco consta de um painel “O vôo da mariposas” assinado pela artista plástica Elsa Nuñes. A irmã Dedé, a única que sobreviveu ao massacre, organizou um memorial para preservar a história das irmãs Mirabal.

Em 28 de março de 2010.







Evocação x invocação no carnaval

Há praticamente um mês o carnaval acabou em todas as cidades do território nacional, conforme o calendário oficial. Não é o caso das cidades irmãs - Recife e Olinda – que cumprindo a máxima de toda regra ter sua exceção, permanecem, até hoje, sob os auspícios da folia de Momo.

Às vésperas do dia 12 de março, aniversário das duas cidades, - Olinda comemorando seus 474 anos e o Recife, 472 anos de emancipação -, até hoje as alegorias continuam nas ruas; os blocos líricos e apresentação de orquestras de frevo, estão nas agendas culturais dos finais de semana e em ocasiões propícias, como foi o caso do Dia Internacional da Mulher, um grande destaque no noticiário local foi a apresentação de uma orquestra feminina de frevo.

Como observadora desse carnaval teimoso, que não gosta de terminar, ressalto aqui uma característica marcante das letras dos frevos, fazendo com que arcaico e contemporâneo se confundam nas ruas do Recife e Olinda, rompendo com a descontinuidade do tempo e da história.

Focando especialmente os frevos de bloco ou líricos, percebe-se que é recorrente o tema da evocação, reverenciando a memória dos grandes foliões que compuseram a história dos carnavais nas duas cidades. Um exemplo clássico é o frevo Evocação nº 1 do Nelson Ferreira, composto em 1957 :

Felinto, Pedro Salgado
Guilherme, Fenelon
Cadê seus blocos famosos
Bloco das Flores, Andaluzas
Pirilampos, Apôis Fum
Dos carnavais saudosos

Algumas décadas depois é a vez do Edgar Morais evocar o passado, versejando e encontrando melodia e ritmo a partir da combinação dos nomes dos antigos blocos:

Valores do Passado:

Bloco das Flores, Andaluzas, Cartomantes
Violetas, Apôis fum e o Bloco um dia Sò
Os Corações Futuristas,
Bobos em folia, Pirilampos de Tejipió

A flor da Magnólia
Lira dos Charmions sem rival...

...E o bloco da saudade
Assim recorda tudo que passou.

Em meados da década de 70, um grupo de foliões amantes dos frevos de bloco, sob a batuta de Zoca Madureira e Marcelo Varella, procurando dar vazão a esta necessidade do folião pernambucano, de permanecer conectado com os carnavais do passado, resolveu criar o Bloco da Saudade, para além de cantar simplesmente os velhos frevos, trazer de volta as orquestras de corda, sopro e percussão; os flabelos; os corais femininos; as fantasias de pastoras, ciganas, pierrôs, dominós...

Assim, parece que foi ontem, mas já faz 25 anos, que o Bloco da Saudade, tomando como hino o frevo “Valores do Passado” do Edgar Moraes, reeditou o cortejo que entre outros trajetos, após concentração na Praça Maciel Pinheiro, atravessa a rua da Imperatriz, alcançando, na seqüência a Ponte da Boa Vista, Praça do Diário, até chegar ao Recife Antigo.

Em coro, centenas de pessoas seguem evocando o passado, cantando os frevos de bloco numa cadência que lembra os passos do pastoril. Delicioso é acompanhar ao vivo, a orquestra de corda: banjos, cavaquinhos, bandolins, violões; seguidas do pessoal do sopro (flauta, saxofone, trombone) e depois, da percussão. A riqueza melódica, os arranjos são uma verdadeira maravilha para os ouvidos.

O Flabelo do Bloco da Saudade (é assim que se chama o pequeno estandarte dos blocos líricos) em forma de máscara, metade azul, metade vermelho, empunhado pela flabelista reforça a associação ou ressalta as influências do auto natalino Pastoril, que também continua muito vivo enquanto expressão da cultura popular em Pernambuco.

Quem não se lembra da Diana, dançando entres os cordões azul e encarnado, simbolizando a busca da conciliação entre os seguidores rivais das duas alas. Ela se apresenta com traje metade azul e metade vermelho, reafirmando através do canto de apresentação:

“Sou a Diana não tenho partido
o meu partido são os dois cordões”... !!! ???

Vários estudos tratam dessa influência de outros ritmos e expressões da cultura popular, nos blocos líricos, que também lembram os ranchos, seja no ritmo, na melodia, na cadência, na evolução coreográfica. A atitude dos músicos e a própria formação da orquestra também remete a outras expressões da cultura como é o caso das folias de reis.

Mas voltando ao tema da necessidade imperiosa da ligação com o passado, é importante registrar que, a iniciativa dos foliões do bloco da Saudade, fez muitas fênix brotarem das próprias cinzas...

Nas ruas e nas ladeiras das duas cidades, é possível acompanhar e cantar junto com os renascidos Bloco das Flores, Batutas de São José, Madeiras do Rosarinho. Além de testemunhar o nascimento de outros novos, que vem se multiplicando, seguindo esta inspiração, como é o caso de Confete e Serpentina, Olinda, Quero Cantar, Flor da Lira e tantos, tantos outros, que hoje demarcam o seu espaço, de forma vigorosa, nesses dois carnavais tão ricos de expressões tão diversas.


Em todos eles, se percebe a evocação como um tema recorrente, que se destaca como traço característico fundamental desses blocos. Uma sutil distinção, no entanto, aparece em uma das músicas mais cantadas pelo Bloco Flor da Lira, de Olinda. Ao invés do culto à saudade dos que já partiram, os foliões do Flor da Lira preferem “invocar” um personagem ilustre para que transponha as barreiras do Além e aterrisse no Alto da Sé para testemunhar a delícia que é “dançar um frevo rasgado, na cidade que ele fundou” :

Se Duarte Coelho soubesse
Dos carnavais de Olinda
Pediria ao criador
Para voltar ao Alto da Sé
E dançar um frevo rasgado
Na cidade que ele fundou.

Vem, vem, vem Dudu
Venha ver Flor da Lira passar
Pois o frevo está em Olinda
E Chegou para ficar.

No momento não estou me lembrando do nome do compositor desse frevo, nem estou conseguindo localizar na pesquisa do google.

Mas pra mim, uma das cenas mais divertidas do carnaval é acompanhar as pastoras cantando e dançando com os braços para o alto, num gesto de aceno, invocando a vinda do Dudu, com tamanha intimidade!

Carmen Lúcia Bezerra Bandeira
Recife, 11/03/2010









martinho vai pesca

Pelo que me lembro, Martinho vai pescar foi o primeiro livro que eu consegui ler sozinha, portanto, me deu a consciência de ter aprendido a ler. Meu pai costumava comprar histórias em quadrinho (Luluzinha, Pimentinha, Pato Donald) e também uns livros magrinhos, no formato de folheto de cordel, da série Historinhas Semanais, da Editora Abril.

Tanto me marcou esta história, que eu jamais esqueci o enredo e as imagens. Trata da história de um garoto que foi pescar com o pai, mas o mar não estava para peixe. Enquanto isso, o menino colhia da rede vazia de peixes: algas, cavalo marinho, conchas, estrela do mar.

Os dois voltaram para a casa e a mãe tentou consolar a tristeza do pai, anunciando que havia preparado um belo jantar. Enquanto o pai foi tomar banho, o garoto mostrou para a mãe outro resultado da pescaria: as algas, para enfeitar a janela; o cavalo marinho e a estrela do mar, para enfeitar a parede; as conchas com pérolas para fazer um belo colar para a mãe.

Há dois anos atrás, uma amiga que me ouviu relatar esse fato, falou que tinha esse livrinho entre os seus guardados e resolveu me dar de presente. Ele agora está sempre por perto, agora mesmo, enquanto estou escrevendo, estou olhando para ele.

É tão bom ficar olhando para a ilustração da capa: o Martinho, de macacão azul, caminhando pela praia, carregando o balde e a rede de pescar; com seu chinelo e o gorro avermelhado protegendo a cabeça.

Gosto também da imagem da professora Corvina passeando pelo fundo do mar com as corvininhas, ensinando os perigos do mar. –“Estão vendo essas malhas?” - Pergunta a professora - “Formam uma rede de pescador. Aprendam de cor a seguinte frase: A REDE É PERIGOSA”

Será que a professora Corvina leu o Guimarães Rosa? Por falar nisso, o nome da amiga que me deu o livrinho é Rosa... Rosa Cândida. Obrigada dona Rosa.

Recentemente, acabei de descobri que o cavalo marinho é também conhecido nas zonas costeiras como dragão do mar. E isso me conecta com outro livro cuja leitura me causou profunda impressão : O Vendaval da Liberdade, do Edmar Morel, que conta a história do jangadeiro Francisco José do Nascimento, muito importante na luta pela libertação dos escravos, quee ficou conhecido na História como o Dragão do Mar. Aquele que foi homenageado por Aldir Blanc e João Bosco através da música “O mestre sala dos mares”.

No finalzinho do livro consta que a história de Martinho é da Beatriz, ilustrada pelo Léo, assim humildemente citados os autores.


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Cuica e vuvuzela

Esta é uma composição do Rui Ribeiro, músico pernambucano e um dos mentores da mesa de samba autoral, ou seja, samba feito em Pernmabuco.<object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/XY2FmORYU5g&hl=pt_BR&fs=1&"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/XY2FmORYU5g&hl=pt_BR&fs=1&"… _origwidth="480" Continuar

Postado em 23 junho 2010 às 21:36 — 9 Comentários

Ouvindo Sobradinho

Ouvindo Sobradinho



Passeando pela página da Luzete vi, ouvi o vídeo do trio Sá, Rodrix e Guarabyra cantando



O sertão vai virar mar

Dá no coração, o medo que um dia

O mar também vire sertão ...



E fui voltando na história, me conectando com o meu passado de barranqueira. Fui revendo cenas de minha primeira infância – até os 14 anos em Bom Jesus da Lapa –, depois a travessia para a adolescência e juventude, nas cidades de Petrolina (PE) e Juazeiro… Continuar

Postado em 9 janeiro 2010 às 20:07

Caixa de Recados (85 comentários)

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Às 16:28 em 24 junho 2011, Stella Maris disse...

felicidades Carmem

xeros Juninos!!!!

Às 16:47 em 27 abril 2011, Vera disse...
Carmen, agora correndo pra engolir um sanduiche, que minha vida é esta. Mas a noite vou conferir oslinks que me passou e respostar no tópico das dicas de link pra que não se percam nos recados. Comento mais tarde, gde beijo
Às 1:05 em 25 abril 2011, Vera disse...
Que bom então Carmen, ele é uma figuraça; bjs pra ti, um tempo de renovação a partir da Páscoa
Às 21:16 em 23 março 2011, luzete disse...

putz, não fui, carminha!

tava na praia e, você não acredita, eu sem sabia!

mas os que foram já me atualizaram e, dizem, estava maravilhoso.

contento-me em ver os vídeos...

um deles:

 

Às 22:36 em 10 janeiro 2011, E' lena disse...

obrigada  Carmen. Acredito nisso tambem

que nenhum artista é talentoso sobre um único ponto de vista.

A semsibilidades deles não pactuam com restrições.

Veja Da Vinci como era inesgotável. 

bjo

Às 10:59 em 5 janeiro 2011, E' lena disse...

Carmem 

Li sua mensagem/ notei mesmo que sumiu .

beijo pra vc também  

Lena

Às 9:40 em 13 dezembro 2010, E' lena disse...

Passando para falar do meu desejo de ótimas festas e feliz Natal/ beijo meu

 

Às 17:10 em 2 novembro 2010, luzete disse...
mas é fácil colar uma imagem.
você vai na imagem que vc quer.
clica nela com o botão direito do mouse
seleciona salvar imagem como
e se abrirá a caixa onde vc escolhe onde quer guardar a imagem: se na pasta de minhas imagens, ou no desktop...
seleciona salvar.
e ela estará guardada para sempre no seu arquivo.

aí, se vc quiser colar a imagem aqui, façao seguinte:
clica aqui em cima, naquele icone que imita uma máquina fotografica.
vai abrir uma caixa e vc seleciona procurar.
aí vc localiza a imagem (que vc guardou lá nas suas imagens ou no desktop)
clica em abrir e, depois, na caixa em adicionar.
pronto.
é simples. se quiser colocar sua imagem, na sua coleção aqui do portal, é proceder como vc faz com as fotos suas. abrindo a seção de adicionar fotos.
tente.

beijo
Às 17:02 em 2 novembro 2010, luzete disse...
prá minha carminha e prô meu urian:

Às 21:28 em 27 outubro 2010, E' lena disse...
Oi Carmen chegamos bem e muito impressionados com a beleza do Recife e da amabilidade de sua gente. peninha não deu pra tirar fotos do samba.bjo nosso e agradecidos pela acolhida.

 
 
 

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