kenard kruel
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Página de kenard kruel

Informações do Perfil

Profissão
Jornalista, professor, escritor, bacharel em direito.
http://krudu.blogspot.com/2009/07/lucidio-freitas-e-ephemeris-revista-pre.html

estou buscando o número três (3) da revista ephemeris. os números um (1) e dois (2) eu já os tenho. ela foi editada em 1916, em belém do pará, por, entre outros, o piauiense lucídio freitas.

a revista ephemeris, número três (3), procurando bem, poderá ser encontrada nos arquivos públicos ou nas bibliotecas públicas de qualquer estado. ou, ainda, nas sedes das academias de letras. na sede dos institutos históricos. nas universidades... trata-se de uma revista pré-modernista, que os livros de literatura nada falam sobre ela.

obrigado pela atenção. não se deixe de mim. com fé, esperança e amor, beijos kenardiandos.

Caixa de Recados (21 comentários)

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Às 1:23 em 26 outubro 2009, Maria das Graças d Sousa Batista disse...
Não se deixe de mim...
Às 21:06 em 31 agosto 2009, Sandra Galante disse...
Obrigada !
Bjokas!
Às 19:12 em 24 agosto 2009, Juliana horta disse...
Com certeza!!!
bjssss
JuJah
Às 16:47 em 17 agosto 2009, Juliana horta disse...
Ola, obrigada pelo carinho e retorno.
Jamais uso de violencia rsrs
fique tranquilo que logo vc estará dominando essa ferramenta que só ajuda a divulgar boas ideias
bjsssss
JuJah
Às 15:43 em 17 agosto 2009, Sonya Prazeres disse...
belos poemas Kenard
vou saboreando
despontando em palavras
até que te respondo
Sonya
Às 14:11 em 17 agosto 2009, Helô disse...
Kenard
A turma de Teresina brilha aqui no Portal! Obrigada pelo convite de amizade. Vou visitar seu blog e depois volto pra comentar.
Beijos.
Às 12:03 em 17 agosto 2009, Marise disse...
Kenard. claro que aceito ser tua amiga. Para mim isso é um prazer.
Beijo
Às 4:24 em 17 agosto 2009, ERNÂNI GETIRANA disse...
Enviei outros poemas. Grato. Um abraço.
Às 4:05 em 17 agosto 2009, ERNÂNI GETIRANA disse...
Eis outro poemas:

insônia

vozes vazam o ventre da noite,
passos nas ruas do teu coração
(de)lírios brancos brotam ao luar

do outro lado do espelho
teu corpo (estranho objeto) pondera
o canto do galo decreta teu outro mundo solar


urbi

nos nichos urbanos
os seres humanos habitam
e arbitram


ao poeta

em tuas mãos guerreiras
a sentença errante de um sol enjaulado pulsa
e tua espada espectral é uma galáxia de versos
desferidos contra o oblíquo espaço humano
onde o poema – campo de combate cotidiano –
trava consigo uma luta corporal
na hieroglífica paisagem de signos.

peregrinos por entre escombros vocabulares
- anteriores altares de deuses –
o gesto primitivo, brutal, de tua espada
r
o
m
p
e

o flanco demente
na margem ígnea de íris perplexas
onde o real e o sonho ga – lo – pam lado a lado
sob o mesmo sol domado



o louco

o homem à janela
se-pa-ra peixes de escamas douradas.
duas mãos morenas murmuram palavras perdidas.
Um par de olhos – em forma de peixe? –
espia estrelas descansadas ao fundo do alguidar de barro cozido

um sol moribundo t
o
m
b
a

por detrás da linha do horizonte
num céu noturno
ébrios deuses atiram-se gemas de luz


EGOSSISTEMA

no escuro de mim
é que me perco e me acho:
boi cego a ruminar estrelas
vida, meu jogo radical,
nem tanto ao bem,
nem tanto ao mal.
antes eu, de mim mesmo a ferida.

meu corpo, planeta profano,
em trânsito pela galáxia de humanos e máquinas.
eu (perplexo), espelho invertido, convexo
do mundo que me engasga.

meu tempo, o tempo que dura a emoção.
elemento estrábico onde leio remotas notícias de mim.

sangro dentro da noite
num monólogo mudo, terminal,
por entre zonas de sono e silêncio
onde toda verdade é mentira,
onde toda mentira é real


realidade plástica

sacos ao vento
homens de plástico confusos, transparentes,
no lugar do coração o logotipo de alguma multinacional.
fantasias de carnaval?
no!
homens de plástico descrevendo no espaço
etapas de um lento movimento que parece não ter fim.
sacos e homens patéticos e um vento apocalíptico soprando.
vento morno desempregando ex-homens metais.
h***-faber que mora no ABC e não sabe ler.
impasse. Grave greve decretada. Paralisação geral.
à mesa patrões e empregados discutem desejos expostos de importância capital.
lá fora sacos de plástico vazios, vazios estômagos desse filhos de Adão.
homens de plástico esmagados ao chão, seus filhos entulhados em barracos,
pares de olhos que desde cedo focalizam um mundo imundo.
bocas fechadas ao protesto e à comida, corpos esqueléticos, tentativas de vida,
em meio a um vôo suicida,
involuntários Kamikases brasileiros.
arrastados pelas correntes de vento, esboços de homens desfilam em câmara lenta
numa melancólica agonia



kaos

eu canto a cidade
de qualquer canto da cidade
eu ouço o silêncio pegajoso no desespero dos conflitos

sonhos marginalizados
flashes fétidos a pipocar por suas cloacas


eu canto a cidade
feito um cão solitário
e em meu latido pálido
carrego as mágoas dos depauperados
nesse canto seco e sujo
nesse lócus estéril e profundo
meu grito é lâmina atroz, volátil

eu encanto a cidade
acesa nos corpos das meretrizes
no ronco dos bêbados com suas esquisitices
nos olhos esbugalhados dos viciados

eu moro na cidade
eu morro na cidade
e meus restos se confundem com o que de resto sobrou
da pulverização total dos dramas
no silêncio visceral das alcovas sangrentas das damas
na mutilação genital dos conceitos

mas às vezes, por questão de sobrevivência,
me calo com a cidade
e fico quieto
e engulo a saliva no ruminar perplexo do engasgo



rita cadilac



rita cadilac
teve que dar a bunda
para conseguir sua aposentadoria

rita cadilac
teve que ser fodida
para que evitasse
que a vida lhe fodesse
pelo resto da vida

rita cadilac
reuniu a família
(filhos, filhas, genros, noras e netos)
e a todos, a todos mesmo, comunicou
do filme pornô que iria fazer

e trepou feito uma cadela no cio
com a sede medonha de cinco longos anos de abstinência
(diria na coletiva)

rita cadilac arreganhou o ânus sem ônus
e se ofertou inteira na tela comilona
sem ficção e sem dor
Às 2:19 em 17 agosto 2009, Lidia Tudesco disse...
Amigo Kenard, eu , provavelmente da mesma geração que vc, continuo pedindo socorro à minha filha, quando tudo parece se perder e minha paciência indo junto...não podemos desistir, isso é fato!...abraço
 
 
 

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