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Palavras preciosas. Atualíssimas. Pagaremos o preço de esquecê-las..?

Palavras preciosas. Atualíssimas. Pagaremos o preço de esquecê-las..?Os Brizola e a Globowww.youtube.comNeto de Leonel Brizola fala sobre o episódio do…Continuar

Started 30 Mar

“O poder capitalista na Comunicação é contrário à dignidade humana”
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Terça-feira, 26 de Março de 2013   |   ISSN 1519-7670 - Ano 17 - nº 739JORNAL DE DEBATESENTREVISTA / FÁBIO KONDER…Continuar

Iniciou esta discussão. Última resposta de nocti vago vago 30 Mar.

A Inescapável Desinformação da Imprensa

                   A Inescapável  Desinformação da Imprensa  Vivemos em era de velocidade de acontecimentos, e da velocidade do trafego de informações, que dificilmente damos conta do tamanho, do…Continuar

Started 18 Ago, 2012

Ideias em liberdade. por Mino Carta

Mino CartaEditorial06.07.2012 10:29Ideias em liberdade29…Continuar

Started 6 Jul, 2012

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"A visão do Professor não seria que os interesses econômicos há muito não deixaram, ou impediram qualquer fidelidade dos chamados meios de comunicação à mais nobre inspiração do…"
30 Mar
José Safrany Filho respondeu à discussão “O poder capitalista na Comunicação é contrário à dignidade humana” de nocti vago vago
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"Jose Safrany Filho, O Socialismo tem? Falou..."
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"O capitalismo não tem, no seu dna, esta unidade chamada DIGNIDADE, nem HUMANA nem outra qualquer!"
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"O que você está fazendo? Esse sentido da norma constitucional em questão tem sido acentuado, sem maiores disceptações, pela doutrina, cujo m"
12 Dez, 2012
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9 Out, 2012
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9 Out, 2012
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Ouça, assista e deleite-se

Oh, Caymmi : " é doce morrer ..." pela garganta dos prognósticos açodados ( e olha a qualidade do protagonismo). Ouça, e deleite-se com os prognósticos (sabia-se àquela altura, só o primeiro dia do voto do Revisor)... antes do Tsunami da fundamentação do voto, pelo Revisor, no segundo dia...!http://www.youtube.com/watch?v=BKmsT4aBIqQVer mais...
24 Ago, 2012
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18 Ago, 2012
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A Inescapável Desinformação da Imprensa

                   A Inescapável  Desinformação da Imprensa  Vivemos em era de velocidade de acontecimentos, e da velocidade do trafego de informações, que dificilmente damos conta do tamanho, do emaranhado, em que estamos instalados.  Exatamente por isto a acuidade, a veracidade absoluta, dentro da narrativa dos fatos, assume uma total, completa e sobremodo tensa relevância. Esta é uma tarefa de qualidade primordial –  para não dizer a maior – da Imprensa. Ou de quem se aventure a…Ver mais...
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25 Jul, 2012
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24 Jul, 2012
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Ideias em liberdade. por Mino Carta

Mino CartaEditorial06.07.2012 10:29Ideias em liberdade29Substitutos perfeitos. Garfield e o Pica-Pau como âncoras. O Leão da Montanha para a análise, embora bem figurasse também como colunista, candidato ao fardão da Academia. Fotos: ReproduçõesDigamos, Garfield, o gato. Personagem extraordinária,…Ver mais...
6 Jul, 2012
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23 Jun, 2012
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Vai começar a brincadeira

   Quando era menino, nada mais me apaixonava que literatura e filmes de ficção científica.    Não que existisse o gênero de ficção bem definido. Misturava-se com os de aventuras. Nos seriados de Flash Gordon  - em preto e branco - e os outros, da RKO.    Os anos se passam. E a partir de Blade Runner adquiriu-se uma outra perspectiva, nova.    Kubrick, também inglês, não chegou a conseguir este status de sofisticação filosófica. E da apreciação critica dentro deste gênero.    Embora…Ver mais...
19 Jun, 2012
nocti vago vago postou vídeos
17 Jun, 2012

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Profissão
autônomo

Num certo Bar

                               Num   certo    Bar
 

 Estava escrito: Bar do Andar Superior


 Tom encaminhou-se para lá. É. Aquele Tom, que só pode ser ele mesmo, maestro genial.

 

–  Posso ter uma palavrinha com o Mestre?

 

–  De que se trata, jovem? Diz o Mestre. Um charuto na boca, as cinzas caídas no ombro do paletó  enquanto virava-se para chamar o garçom.

 

–  Bom , Maestro... não sei como começar  o assunto. Pensou em falar em tietagem, mas lá pelos idos de 1920, 1930,  isto não faria sentido algum.

 

–  O que o senhor define como grande admiração? Assim, fora do normal...? Pensou em “ídolo”.

 

– Caro jovem: defina o assunto. Ou o problema. Verei se posso lhe ser útil. No máximo, vou escutá-lo e tomaremos duas boas cervejas...

 

– Bom, pensou  Tom. Meio caminho andado. Preferia, é claro, uísque...

 

– Meu Maestro, permita a minha intimidade consigo. Assim, mais aristocrático, soava melhor. –  O senhor decerto nunca ouviu falar de mim, lá no andar de baixo. Vim depois. Mas o fato é que fui de sua mesma profissão. Quer dizer, quase...

 

– Ah, o Jovem era maestro?

 

– Não, Maestro. Quer dizer, é claro que depois fui maestro. Mas comecei como arranjador...Fui compositor. No começo de música apenas. Depois igualmente de letras...A esta altura, achou que podia ter sido melhor explicado. Poderia dar idéia de que Maestro não é talento.  E sim emprego.

 

– Ah, acho que entendo...Mas o Jovem estudou? Permita-me, estudou música? Ah, estudou !? Pois sim...

 

 A esta altura da conversa, explicações e desorientações à parte, Tom estava surpreso com a contundência e objetividade (quase acadêmica do Velho Mestre) e mais surpreso com o tipo que esperaria encontrar...Um tipo disperso... Concentrado intimamente, mais exteriormente disperso. Ao contrário: era um tipo solar, meridiano, positivista.

 

 Mas  o que esperar de quem havia tentado implantar o Canto Orfeônico, como educação musical e difusão cultural? Política cultural musical pura, setenta anos antes de qualquer coisa neste sentido...

 

 Passaram dos aspectos biográficos para uma conversa mais técnica, da qual entendemos, você e eu, muito pouco (suponho). Foram aos píncaros do arranjo, das combinações de sonoridade.

 

 A esta altura pensava Tom. Aquela tietagem estava ficando nua, clara, indecente. Não era o tom que queria dar à conversa. Fazer o que...

 

 Aí , resvalaram para fontes de som. Daí para sons brasileiros, originais, fontes originais de sons brasileiros. Daí para o passaredo, para os bichos do Brasil, para as fontes da Amazônia, da selva, da mata, foi um passo. Ah...! E gosto de ambos pelo chapéu Panamá?

 

 Aos poucos o desânimo do Tom conseguiu adquirir corpo. O Mestre tinha por trás de si uma filosofia, uma visão de mundo e de brasilidade simplesmente homogênea e fantástica.

 

 Esperava encontrar o Artista. Junto com a embalagem , vinha o Inteletual...

 

 Melhor chegarem logo as duas cervejas.

 

 Não resistiu:

 

– O Mestre anda pensando em que lá atrás havia o começo de tudo isto?

( referia-se ao tema agora da conversa,  a descoberta artística de um Brasil, de uma brasilidade artística genuína )

 

– Penso, Jovem, não posso deixar de pensar que Manuel Bandeira, eu próprio e Monteiro Lobato tivemos lá nossas querelas com os modernistas, da  Semana de 22. Daí, só um passo. Penso que os modernistas são geniais. Só que com gosto eufórico da belle époque parisienne, talvez um ranço que eles mesmos nem percebessem... Ser diferente. Diferente de que? Diferente de quem?

 

– Juro, Maestro, não consigo perceber ainda...

 

 Um gole na cerveja do Bar de Cima. O Maestro limpou a garganta, elegante, respondeu:

 

– Veja, somos Bandeira, Monteiro e este seu amigo, inclassificáveis. Digo, a classificação de artista de uma só...um só...

 

– O Mestre quer dizer...Superlativo!

 

– Isto! Auxiliou-me bem o Jovem... Esta falta de classificação...

( “Falta muito para entender os gênios, disto entendo também eu, pensou Tom”)

 

– Esta falta de medida, esta falta de...prateleira na estante!

 

– Acompanho...

 

– Esta dificuldade de ver-se a amplidão artística de nós três  nesta época, para este seu Amigo mostra que, se iria haver a ruptura, haveria de ser total. O que estou dizendo é que o gênio é seu próprio paradigma...Nós três rompemos com tudo...Não queríamos digerir, elaborar... Queríamos refundar, começar do início, ter as mesmas sensações (artísticas , se me permite), de quem vê alguma coisa pela primeira vez...

 

 Continuou:

 

– Farei uma brincadeira, Jovem,  para situá-lo no jocoso e na pilhéria da situação...

 

– Permito...

 

– O modernismo é do índio na praia... na praia , vendo a primeira caravela. Nós três somos do primeiro brasileiro que nasceu aqui. De todas as raças...não de uma só...não de uma época só...me entende o Amigo?

 

–Ou seja...

 

– O que quero dizer ao Jovem amigo: a brasilidade não é a negativa, o que a gente não é ( por ser diferente). Ela é o que nós nem sabemos, ainda... Só sabemos que o sabor é diferente...!

 

 A esta altura , Tom , irresistível:

 

– Gosto é antropofagia, Maestro!

 

 Riram-se gostosamente. A pilhéria da pilhéria.  

 

 Recobrado o fôlego, o Maestro pergunta:

– Você, caro Amigo, de ter chegado depois, conheceu alguém que artisticamente tenha conhecido isto? Do começo do século, indo da formação clássica ao moderno... – Pós-moderno...é como dizem os mais recentes...Conheceu? Quanto tempo de vida artística ele construiu esta visão? A  da brasilidade diferente de tudo. Talvez até um pouco antropofágico...

 

– Conheci Mestre. Tom lembrara Vinícius...

 

– Quanto tempo ele demorou...

 

– ...?

 

– Construindo esta visão  artística de mundo, de seu próprio país?

 

– Ah, uns sessenta anos. Na literatura, na poesia, na música, nas parcerias  (muitas, acho), nos shows  e no cancioneiro...

 

– E terminou Maestro?

 

– Não... Maestro, Mestre. Não terminou Maestro não...mas falou uma coisa interessantíssima... Quer ouvir?

 

– Falou que aquela bebida (apontou o uísque na prateleira do Bar) é o melhor amigo do homem. O cachorro engarrafado...

 

E prosseguindo:

 

– Na verdade antídoto para o excesso de poesia e a sensibilidade, e boa  anestesia para a dor. “Como ser poeta sem ser sórdido?”, ele dizia...

 
                                         O Maestro ( Heitor Villa-Lobos, 1887- 1959 )                                                                 
                                        O Jovem ( Antonio Carlos Jobim, 1927-1994 )      
                                                ( Vinícius de Moraes, 1913-1980 )

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Ouça, assista e deleite-se

Oh, Caymmi : " é doce morrer ..." pela garganta dos prognósticos açodados ( e olha a qualidade do protagonismo). Ouça, e deleite-se com os prognósticos (sabia-se àquela altura, só o primeiro dia do voto do Revisor)... antes do Tsunami da fundamentação do voto, pelo Revisor, no segundo dia...!

http://www.youtube.com/watch?v=BKmsT4aBIqQ

Postado em 24 agosto 2012 às 15:33

Vai começar a brincadeira

   Quando era menino, nada mais me apaixonava que literatura e filmes de ficção científica.





   Não que existisse o gênero de ficção bem definido. Misturava-se com os de aventuras. Nos seriados de Flash Gordon  - em preto e branco - e os outros, da RKO.





   Os anos se passam. E a partir de Blade Runner adquiriu-se uma outra perspectiva, nova.





   Kubrick, também inglês, não chegou a conseguir este status de sofisticação filosófica. E da…

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Postado em 19 junho 2012 às 1:41

Veja, leia e não acredite...

Veja abaixo : para Folha interpretação de palavras é notícia.  A própria reportagem admite que não foi dito o teor da manchete...

Jornalismo de pré concepção da notícia: taí novo ramo da Informação, na praça

17/05/2012 - 09h01

Marqueteiro do PT compara Haddad a Dilma e 'prevê' vitória em SP

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CATIA SEABRA

ENVIADA ESPECIAL A PORTO ALEGRE

FELIPE BÄCHTOLD

DE PORTO ALEGRE

Numa tentativa de aplacar temores…

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Postado em 17 maio 2012 às 13:45

Tá bom, tá bom...   Uma semana ruim, para a revista Mala, Mala Direta. Explico: não leio, veja você, a Mala voluntariamente. A não ser por estar na casa de alguém, onde nada mais exista para ser folh…

Tá bom, tá bom...

 

Uma semana ruim, para a revista Mala, Mala Direta. Explico: não leio, veja você, a Mala voluntariamente. A não ser por estar na casa de alguém, onde nada mais exista para ser folheado. E seja um belo fim do dia, esperando alguém... naquele brevíssimo intervalo, confesso, intimamente : folhearia  a  revista Mala.

 

Explico. Sou um sujeito complicado. Na verdade, um cri-cri. E…

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Postado em 13 maio 2012 às 2:33

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Às 20:36 em 7 junho 2011, MariaDirce Cordeiro disse...
Vc acertou  comentaram mesmo em  um  domingo desses sobre Hemingway os  colonistas.
 
 
 

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