Blog de José Luiz Foureaux de Souza Jr. (14)

Retorno

 

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Depois de longo período sem vontade de escrever, resolvi voltar. Em parte, por conta do primeiro “paredão” de ontem… Três negros (Mulatos? Crioulos? Pretos? De cor? Mestiços? Qual seria, na opinião do “politicamente correto – ai que nojo – a expressão menos depreciativa?) indicados. Para encurtar conversa: preconceito – uma mulher, um transexual e um homossexual outed of the closet. Nada mais a declarar…

O meu retorno é por outra causa, mais…

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Adicionado por José Luiz Foureaux de Souza Jr. em 18 janeiro 2011 às 18:58 — Sem comentários

Para

Adicionado por José Luiz Foureaux de Souza Jr. em 20 dezembro 2010 às 0:17 — 4 Comentários

“Tábata deLuxe”

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Mistura de festa e diva. Nada de espaço alternativo: área de amizade. Ser Tábata não é opção é circunstância. Helena, uma das primeiras Tábatas,

usou de sua beleza e gostosura, no mito, para enlouquecer um homem e

causar uma guerra. Não traiu, mas também não ajudou. O que foi feito

dela? Falando em mito, Penélope não foi Tábata. Fazia e desfazia…

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Adicionado por José Luiz Foureaux de Souza Jr. em 26 novembro 2010 às 0:42 — Sem comentários

Lá e cá

Recebi mensagem de um amigo português, reproduzindo crônica de autor conterrâneo... dele. Miguel de Sousa Tavares é o nome do gajo. Já li dele um romance: Equador. O texto que segue, aparentemente, é uma

crônica, publicada não sei onde. O amigo que a enviou para mim não

citou as fontes. Por isso destaquei logo o nome de seu autor. Li, entre

boquiaberto e gargalhante. Seria cômico, de fato, se não fosse trágico.

Sem a menor sombra de dúvida, a interlocutora não é…

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Adicionado por José Luiz Foureaux de Souza Jr. em 2 novembro 2010 às 12:21 — Sem comentários

Rubem Alves: mais uma vez

Eu gosto, até agora, de tudo o que o Rubem Alves escreve. Não julgo o mérito do seu discurso, não condeno suas ideias a priori, não discuto a plausibilidade de suas argumentações. Eu simplesmente gosto de ler o que ele escreve. Não o conheço pessoalmente… Jamais o

ouvi ao vivo e a cores… Gosto de ler o que ele escreve, quando encontro

um texto seu. Daí, mais esse que segue:

A complicada arte de ver

Rubem Alves

Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho…

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Adicionado por José Luiz Foureaux de Souza Jr. em 31 outubro 2010 às 19:41 — Sem comentários

Eros e Tânatos: a vida, a morte, o desejo IV

Nessa direção, reproduzo aqui, pela terceira e última vez, um trecho do livro que, me parece, se não é a sua síntese, chega muito perto disso. O trecho está na página 112, quando o autor vai tecendo suas

considerações teleológicas acerca do Banquete. Diz ele que “o

falar de amor já é sintomático de um traçado centrífugo cujo sujeito que

o emite só se dá, paradoxalmente, no esquivar-se ou no eclipsar-se

mesmo de sua enunciação. Em outros termos, fala-se de amor…

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Adicionado por José Luiz Foureaux de Souza Jr. em 12 outubro 2010 às 15:34 — Sem comentários

Eros e Tânatos: a vida, a morte, o desejo III

O passeio que o autor faz pela Filosofia, na sua incansável busca por elementos que sustentem a hipótese de uma resposta para a pergunta obsedante de Santo Agostinho: eminência parda que, com sua sombra

instigante, vai cobrindo os caminhos percorridos pelo autor, é

deslumbrante. Ao contrário do que poder-se-ia imaginar, a sombra não

atrapalha, mas refresca a mente do leitor que vai acompanhando as

reviravoltas do raciocínio engenhoso do autor: praticamente um Pierre…

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Adicionado por José Luiz Foureaux de Souza Jr. em 11 outubro 2010 às 15:30 — Sem comentários

Desejo, Eros, Filosofia, Psicanálise, Tânatos II

“O homem é, evidentemente, constituído não de uma simples, mas de uma múltipla, não de uma certa, mas de uma ambígua natureza. Por conseguinte, ele deve ser colocado como um meio entre as coisas mortais e

as imortais.” Este é o período de abertura do livro de Rogério. E as

últimas são: “Termino, pois – se é que realmente termino –, repetindo a

mesma pergunta de Agostinho que evoquei logo no início do primeiro

capítulo, a saber: Trata-se de uma vida mortal ou de uma morte…

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Adicionado por José Luiz Foureaux de Souza Jr. em 9 outubro 2010 às 16:06 — Sem comentários

Eros e Tânatos: a vida, a morte, o desejo I

A primeira ideia que me ocorre para desenvolver a apresentação deste livro (ALMEIDA, Rogério Miranda de. Eros e Tânatos: a vida, a morte, o desejo. São Paulo: Edições Loyola, 2007, 341 p.) é a de maniqueísmo. De acordo com os dicionários, maniqueísmo é o nome que

se dá a certo dualismo religioso que se originou na Pérsia. Tal dualismo

prevê e defende a existência de um princípio conflituoso cósmico entre o

reino da luz (o bem) e o das sombras (o mal). Esta dicotomia se…

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Adicionado por José Luiz Foureaux de Souza Jr. em 7 outubro 2010 às 21:30 — Sem comentários

Entrevista

Vi na internet e fiquei embasbacado. Não sei se é para rir ou para chorar…

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Entrevista de Emprego

- Seu nome?

- Moises Lima.

- Escolaridade?

- Terceiro grau completo!

- Vamos começar com perguntas simples, conhecimentos gerais, história,geografia, ciências, personalidades.

- Quem foi Stalin?

- Um cara que…

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Adicionado por José Luiz Foureaux de Souza Jr. em 30 setembro 2010 às 15:37 — 2 Comentários

Para quem gosta de ler III

Em História universal da destruição dos livros, os leitores têm a oportunidade de conhecer os motivos, modos e sujeitos que causaram esse tipo de assassinato da memória a sangue frio. Atitude

tomada, inexplicavelmente, ao longo de 55 séculos. Os modos vão dos

desastres naturais ou provocados, passando pela omissão de autoridades

em relação a bens e equipamentos culturais como bibliotecas, arquivos e

museus de onde são furtados títulos os mais diversos, até…

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Adicionado por José Luiz Foureaux de Souza Jr. em 8 setembro 2010 às 3:50 — Sem comentários

Para quem gosta de ler II

Partindo da antiguidade, Fernando Báez avança no tempo e relata como e porque, em diversas épocas de nossa História, a humanidade destruiu milhares de livros e documentos. Até o filósofo Platão queimou alguns de

seus próprios livros, e livros de outros autores: seu raciocínio o

levava a afirmar que o conhecimento deveria se restringir à mente; a

manutenção do conhecimento por escrito poderia impedir que o homem

buscasse mais saber. Muitas obras foram destruídas por pura…

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Adicionado por José Luiz Foureaux de Souza Jr. em 7 setembro 2010 às 3:31 — Sem comentários

Para quem gosta de ler I

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O que dizer de um livro que conta uma história da destruição de livros? Enlouqueceu o autor, poderia ser dito... mas não. Ele não enlouqueceu!

Disse “uma” história, porque, na verdade, esta não precisa ser,

necessariamente “a” História, sobre esse assunto. Debate longo, sinuoso,

que, aqui, não vai levar ninguém a lugar nenhum. O que interessa…

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Adicionado por José Luiz Foureaux de Souza Jr. em 3 setembro 2010 às 2:54 — Sem comentários

A tese: impressionante…

O texto que segue foi escrito e publicado em 1999. Mais de dez anos! Nenhuma correção ou atualização (conforme o novo “acordo” ortográfico) foi feita. Impressionante é o fato de que o conteúdo ainda tem um frescor que lembra a pele jovem e saudável, como a dos “atores” que fazem comerciais dos mais diversos produtos… Quem já passou por esse “ritual” sabe do que se trata. Quem não passou e quer passar, prepare-se: nada como dose cavalar de bom humor. Quem não passou e “nem ‘t’aí” vai se… Continuar

Adicionado por José Luiz Foureaux de Souza Jr. em 31 agosto 2010 às 23:50 — Sem comentários

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