Blog de José Luiz Foureaux de Souza Jr. -- outubro 2010 Arquivo (5)

Rubem Alves: mais uma vez

Eu gosto, até agora, de tudo o que o Rubem Alves escreve. Não julgo o mérito do seu discurso, não condeno suas ideias a priori, não discuto a plausibilidade de suas argumentações. Eu simplesmente gosto de ler o que ele escreve. Não o conheço pessoalmente… Jamais o

ouvi ao vivo e a cores… Gosto de ler o que ele escreve, quando encontro

um texto seu. Daí, mais esse que segue:

A complicada arte de ver

Rubem Alves

Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho…

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Adicionado por José Luiz Foureaux de Souza Jr. em 31 outubro 2010 às 19:41 — Sem comentários

Eros e Tânatos: a vida, a morte, o desejo IV

Nessa direção, reproduzo aqui, pela terceira e última vez, um trecho do livro que, me parece, se não é a sua síntese, chega muito perto disso. O trecho está na página 112, quando o autor vai tecendo suas

considerações teleológicas acerca do Banquete. Diz ele que “o

falar de amor já é sintomático de um traçado centrífugo cujo sujeito que

o emite só se dá, paradoxalmente, no esquivar-se ou no eclipsar-se

mesmo de sua enunciação. Em outros termos, fala-se de amor…

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Adicionado por José Luiz Foureaux de Souza Jr. em 12 outubro 2010 às 15:34 — Sem comentários

Eros e Tânatos: a vida, a morte, o desejo III

O passeio que o autor faz pela Filosofia, na sua incansável busca por elementos que sustentem a hipótese de uma resposta para a pergunta obsedante de Santo Agostinho: eminência parda que, com sua sombra

instigante, vai cobrindo os caminhos percorridos pelo autor, é

deslumbrante. Ao contrário do que poder-se-ia imaginar, a sombra não

atrapalha, mas refresca a mente do leitor que vai acompanhando as

reviravoltas do raciocínio engenhoso do autor: praticamente um Pierre…

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Adicionado por José Luiz Foureaux de Souza Jr. em 11 outubro 2010 às 15:30 — Sem comentários

Desejo, Eros, Filosofia, Psicanálise, Tânatos II

“O homem é, evidentemente, constituído não de uma simples, mas de uma múltipla, não de uma certa, mas de uma ambígua natureza. Por conseguinte, ele deve ser colocado como um meio entre as coisas mortais e

as imortais.” Este é o período de abertura do livro de Rogério. E as

últimas são: “Termino, pois – se é que realmente termino –, repetindo a

mesma pergunta de Agostinho que evoquei logo no início do primeiro

capítulo, a saber: Trata-se de uma vida mortal ou de uma morte…

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Adicionado por José Luiz Foureaux de Souza Jr. em 9 outubro 2010 às 16:06 — Sem comentários

Eros e Tânatos: a vida, a morte, o desejo I

A primeira ideia que me ocorre para desenvolver a apresentação deste livro (ALMEIDA, Rogério Miranda de. Eros e Tânatos: a vida, a morte, o desejo. São Paulo: Edições Loyola, 2007, 341 p.) é a de maniqueísmo. De acordo com os dicionários, maniqueísmo é o nome que

se dá a certo dualismo religioso que se originou na Pérsia. Tal dualismo

prevê e defende a existência de um princípio conflituoso cósmico entre o

reino da luz (o bem) e o das sombras (o mal). Esta dicotomia se…

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Adicionado por José Luiz Foureaux de Souza Jr. em 7 outubro 2010 às 21:30 — Sem comentários

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