Blog de Erica Lorenz (21)

De Elfos, Fadas, Silfos & outros Duendes

De Elfos, Fadas, Silfos 

e outros Duendes

 

 

Sabe o que é uma cidade refúgio?

Parece um conto de fadas, tudo em perfeita ordem, a energia diáfana, uma cidade feita de matéria sutil, em dimensão paralela.

Muitos dos que ali vi, que não sabia se instalados ou de passagem, se assemelhavam a elfos, duendes e demais seres elementais. Tudo organizado, linha reta no modo de caminhar. Tudo limpo,…

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Adicionado por Erica Lorenz em 15 julho 2013 às 15:30 — Sem comentários

ORAÇÃO À LUA

Oração à Lua



Mãe silenciosa e triste

Que rege orbes inconscientes



Lua de luz invisível

Que rouba do sol um pouco do brilho

E partilha conosco claridade nesta escuridão



Que doa força a magos e bruxas

A romances e medos

Que espelha músicos, poetas e seres da noite



Só no silêncio ouvimos tua melodia

da solidão eterna e plena.



Ajuda-me a decifrá-lo

A este que não sei se ideal ou monstro que me devora

Pois… Continuar

Adicionado por Erica Lorenz em 15 outubro 2012 às 19:00 — Sem comentários

Escritos

Escrever é brincar

Com os sentidos

sem sentido

Da vida

 

É alquimia

E por tantas…

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Adicionado por Erica Lorenz em 2 fevereiro 2012 às 20:30 — 3 Comentários

Certa saudade

Certa saudade. Apenas certa. Pois ter tua presença sem poder te tocar é quase como

estar morta. Olho, mas não toco. Sinto, mas a carne falta.

 

Teus olhos penetram, tua voz discorre pelo meu corpo e sinto neste momento a

ausência desesperada do gosto da tua língua na minha língua.…

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Adicionado por Erica Lorenz em 19 novembro 2011 às 19:01 — Sem comentários

Transponere

É noite marcada
É caixa chaveada
É meia-luz
É história guardada
É desejo volátil
Se debatendo pela sala
É vontade condensada
na boca,
 
que formiga...
Pedindo permissão
Ao não permissível
Ao inviável
Ao insano,
Porque o corpo
Nao é razoável
É tirano suscetível
Transpõe.

 

                                     Erica  

                                     07/11

Adicionado por Erica Lorenz em 6 julho 2011 às 20:00 — 1 Comentário

Cobiça

 

Alegria perigosa

Te olhar                                   
                                                   

                                Erica 07/2011

Adicionado por Erica Lorenz em 5 julho 2011 às 20:42 — Sem comentários

Caixinha

Nesta caixa meia-luz
Fotografei teu sorriso
Maroto, cúmplice, safado de me matar
Tá aqui comigo
Tomei prá mim
Só prá mim.
                                                    Erica 07/2011

Adicionado por Erica Lorenz em 5 julho 2011 às 20:30 — Sem comentários

Sem Título III



Falemos na loucura

Pura…

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Adicionado por Erica Lorenz em 24 junho 2011 às 19:30 — 8 Comentários

Melodias

Notas dissonantes

De um incessante amor

Notas incessantes

De dissonante amar

O encontro no tempo

Nas pistas sem roteiro

Dança o ritmo inconsciente

Sob o tom agudo, espreguiçado e doído

da esperança

Que atravessa.

 

                     Erica. 06/2011

Adicionado por Erica Lorenz em 16 junho 2011 às 16:00 — Sem comentários

PERCIVAL

                                                                                          

Uma estória sem eira na beira do nada. Por companheiro o devaneio,  e por sombra o medo.  Uma estória profana de um qualquer, que é sempre único. Digo estória, porque a História é sempre duvidosa, mas a estória é real, uma vez que é o que sentimos e somos.

 

 

 

PERCIVAL

 

 

31 de março de 1964. As…

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Adicionado por Erica Lorenz em 22 maio 2011 às 23:54 — Sem comentários

GOLPE DE VISTA

 

De lá prá cá

De cá prá lá

De cá lá prá

Te olhar

                         Erica

Adicionado por Erica Lorenz em 14 maio 2011 às 17:17 — 1 Comentário

HISTORINHA DE CONTAR

A passagem que segue é excerto de uma vivência produzida e conduzida por Wellington Nogueira, fundador e até então presidente dos Doutores da Alegria. Foi realizada durante um final de semana, em um sítio antroposófico, Artemísia, na região de Parelheiros, bairro afastado em São Paulo. Fui contratada para transcrever/registrar o ocorrido nos trabalhos. Teria que ser com uma linguagem de certa forma literária, a idéia era que o vivido fosse transportado para o papel. Wellington entendia que…

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Adicionado por Erica Lorenz em 21 abril 2011 às 22:11 — 4 Comentários

Partida

Brumas

Tristeza leve e profunda

As lágrimas estão paradas no poço.

 

Adeus sem sentido

Elos rompidos ao bem estar do solitário

ser

Avante, sempre avante vislumbre

Novos vínculos de passagem

sentimentos eternizados, eterizados.

 

A água não vem até os olhos, não há impulsão, não há emoção.

 

Lateja o coração na dor infinda e singela da quase morte

Será que o tão antigo tempo descondesará o…

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Adicionado por Erica Lorenz em 20 abril 2011 às 16:56 — Sem comentários

SMS a um moço bonito

  

 

Não fale,

não pense;…

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Adicionado por Erica Lorenz em 19 abril 2011 às 20:13 — 3 Comentários

SSB II

A casa dorme,
O ar viaja fresco por meu corpo
A noite acompanha silenciosa
A lua desvelando sua escuridão...
Toco a grama, passeio minha mão,
Saudade do teu olhar,
Vislumbro você,
Inspiro, minha pele é leve, meu corpo quente
Imagino a seiva úmida brotando do teu amor
Adormeço.

Adicionado por Erica Lorenz em 19 abril 2011 às 20:10 — 4 Comentários

VERDADES UNIVERSAIS

 

VERDADES UNIVERSAIS

 

Prólogo

 

 

Enquanto de um lado louva-se a liberdade de…

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Adicionado por Erica Lorenz em 19 abril 2011 às 18:25 — Sem comentários

São Sebastião I



Arrepiando em rodopios,

A alma ascende apertada em forma de perlage

Transbordando nos olhares de criança

Em anseio de um porvir.

 

Aprochego nada…

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Adicionado por Erica Lorenz em 15 abril 2011 às 19:50 — Sem comentários

Tem dois corvos na mesa Tem dois corvos de mangas negras Na mesa, bebendo   Tem dois corvos de asas curtas Tem dois corvos   Um está fumando O outro alucinando   Tem dois corvos na mesa verde. Os cor…



Tem dois corvos na mesa

Tem dois corvos de mangas negras

Na mesa, bebendo

 

Tem dois corvos de asas curtas

Tem dois corvos

 

Um está…

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Adicionado por Erica Lorenz em 15 abril 2011 às 19:48 — Sem comentários

Remoto

Fragmentos

Se caem

Debulhados

Cristais

No abismo

Do nunca mais

A ilusão,

A forma

É morta.

Eclodiu…

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Adicionado por Erica Lorenz em 1 julho 2010 às 8:00 — Sem comentários

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