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Blog de Izabel Lisboa (26)

Feliz 2011



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Adicionado por Izabel Lisboa em 31 dezembro 2010 às 12:33 — Sem comentários

NATAL

“Ensina-nos a bem contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios” (Salmo 89,12)…

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Adicionado por Izabel Lisboa em 11 dezembro 2010 às 1:58 — 5 Comentários

destilada



divino instinto humano

mata[dor] do tempo

devora[dor] das horas

rebuliço de bicho no cio

unhas carne suor

sangue a ferver

eros…

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Adicionado por Izabel Lisboa em 26 novembro 2010 às 2:44 — 3 Comentários

Primeira pedra

A questão não é matar ou não matar Sakineh, a questão é…

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Adicionado por Izabel Lisboa em 29 setembro 2010 às 14:42 — Sem comentários

1808, e o resto de nossas vidas



Corre um curumim pelado a gritar: - la vem a Corte...la vem, la vem...

de mala, cangalha e cuia

o rei a…

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Adicionado por Izabel Lisboa em 6 setembro 2010 às 23:21 — 1 Comentário

o peito de Pedro

o peito de Pedro é pranto…

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Adicionado por Izabel Lisboa em 24 agosto 2010 às 14:33 — 1 Comentário

tempo morto



definhava dia após dia

macerado o corpo…

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Adicionado por Izabel Lisboa em 23 agosto 2010 às 0:30 — Sem comentários

hora capital

caiu a tarde

garoa fria

vespertina melancolia

uma vida cinza

dispensou o elevador

subiu as escadas

degrau por degrau

como a velar por si mesmo

[velório antecipado]

oitavo andar

a lágrima caiu…

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Adicionado por Izabel Lisboa em 23 agosto 2010 às 0:21 — Sem comentários

MEU PAI



MEU PAI

Quando pequena eu tinha muito medo de chuva forte. Meu pai me acalmava dizendo que não precisava ter medo, pois a chuva lavava tudo, e levava embora todos os males e as dores da terra... Perto dele aprendi a não ter mais medo da chuva forte... Longe dele aprendi a sentir…

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Adicionado por Izabel Lisboa em 8 agosto 2010 às 19:30 — 6 Comentários

vida de cão



vida de cão em?!



nem vem

nessa de culpas

e desculpas

não caio mais

lava primeiro a cara

esfrega a alma

enxágua

e se refaz



vida bandida em?!



purificar-se dói

da lama

da poça

da sarna

do fundo

do poço

da vida

de nós



vida precária em?!



de…

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Adicionado por Izabel Lisboa em 5 agosto 2010 às 21:00 — Sem comentários

fluidez

as vezes parece que liquidifico-me

ali derramada como poça d'agua

suplico alguém para me sorver

para reconstituir minha solidez perdida

aquilo que eu pensava dar sentido à vida

ledo engano

derramar-me é o essencial

solidez é…

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Adicionado por Izabel Lisboa em 3 agosto 2010 às 1:59 — 2 Comentários

volta!

volta!



no fundo de minhas gavetas

pedras de naftalina impedem as traças

de corroerem os teus retratos

e as tuas cartas...



- O que foi que eu não te fiz?!…

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Adicionado por Izabel Lisboa em 3 agosto 2010 às 1:56 — Sem comentários

galope

a palavra nascida de um ventre livre

galopa no meio da vida

corre solta desembestada

cavalga o tempo em frenesi

enlaçada ao lombo esguio e suado

de uma fogosa potranca nua



não leva consigo os fardos

como levam os dorsos…

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Adicionado por Izabel Lisboa em 3 agosto 2010 às 1:51 — Sem comentários

e amanhã?

no princípio

quando o amor pairava sobre as águas

não havia…

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Adicionado por Izabel Lisboa em 1 agosto 2010 às 2:29 — Sem comentários

mercado[livre?]

aprenda línguas

estudando em casa

perca 1kl por dia

comendo de tudo

os melhores presentes

para o papai

estão aqui

cama mesa e banho

preços imbatíveis

em toda compra

ganhe brinde

pague dois

leve três

compre on-line

frete grátis

peça…

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Adicionado por Izabel Lisboa em 24 julho 2010 às 0:14 — 3 Comentários

Lancei-me

Lancei-me... Era necessário quebrar os cristais que iam sorrateiramente se formando em torno de minh’alma inerte e paralisada pelo gelo em algum ponto de minha história!

Descolei-me de mim nesse algum ponto!

Fugindo desesperada de possíveis encontros comigo mesma, flutuava como uma pena lançada ao sabor de um desnorteado vento atravessado.

Mas, algo começou a vibrar e colorir o meu hoje. Gotas de tinta respingavam também em meu futuro! Um acorde novo,…

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Adicionado por Izabel Lisboa em 22 julho 2010 às 3:09 — Sem comentários

finitude opaca

nesse desatino

dilacerante como nervo exposto

outro sol não nascerá...



do lado de fora da vida

o barulho [fútil]

escamoteia o prazer...



serotonina escassa

escorre (em conta-gotas)

pela vida adentro...



para não morrer de sede…

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Adicionado por Izabel Lisboa em 22 julho 2010 às 2:48 — Sem comentários

cio

afrodisíaco para o poeta

a poética exala…

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Adicionado por Izabel Lisboa em 19 julho 2010 às 3:19 — 2 Comentários

tempo morto

definhava

dia após dia

macerado o corpo

em dores [i]lícitas

e [i]morais

***…

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Adicionado por Izabel Lisboa em 16 julho 2010 às 16:41 — Sem comentários

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