Blog de Gilberto Cruvinel -- maio 2010 Arquivo (6)

Os 80 anos de 'Alguma poesia', livro de estreia de Drummond

Folha Ilustrada - São Paulo, sábado, 22 de maio de 2010

Estreia de Drummond ganha edição especial…

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Adicionado por Gilberto Cruvinel em 30 maio 2010 às 14:30 — Sem comentários

Theatro Municipal do Rio é reinaugurado

Jornal Nacional - Edição do dia 22/05/2010 - 21h19

Depois de mais de dois anos de obra, Theatro Municipal do Rio está pronto para reinauguração

Dois anos e meio de obras e o Theatro Municipal está renovado para a festa oficial de reinauguração. A sala de espetáculos recupera o brilho do começo do século…

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Adicionado por Gilberto Cruvinel em 23 maio 2010 às 1:30 — 9 Comentários

Paulo Autran - Que Saudades...

Meus Oito Anos

Casimiro de abreu

.

Oh! que saudades que tenho

Da aurora da minha vida,

Da minha infância querida

Que os anos não trazem mais!

Que amor, que sonhos, que flores,

Naquelas tardes fagueiras

À sombra das bananeiras,

Debaixo dos laranjais!

.

Como são belos os dias

Do despontar da existência!

-…

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Adicionado por Gilberto Cruvinel em 19 maio 2010 às 0:09 — 6 Comentários

Jogo de damas: Cleyde Yáconis e Fernanda Montenegro

São Paulo, domingo, 16 de maio de 2010

Jogo de damas

Fernanda Montenegro e Cleyde Yáconis voltam a contracenar na TV após quase 50 anos; à Folha, falam sobre envelhecer e a qualidade da produção televisiva



João Miguel Júnior/TV Globo…

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Adicionado por Gilberto Cruvinel em 16 maio 2010 às 16:30 — 1 Comentário

Noites do Sertão - João Guimarães Rosa

Uma das mulheres eram melhores, contentamento dobrado. Que encontrasse de todas a melhor, e tirava-a dali, se ela gostasse, levar, casar, mesmo isso, se para o poder guardar tanto preciso fosse - garupa e laço, certo a certo.

Um dia, sem saber os hajas, não pôde, não podia, afracara, se desmerecendo. Mulher perguntou se ele queria beber gole, se doente estava. Não, não que não. Faziam um rumor, noutro quarto. Essa mulher tinha uma navalha. Soropita…

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Adicionado por Gilberto Cruvinel em 11 maio 2010 às 2:30 — 1 Comentário

A Cigarra e a Formiga de Millôr Fernandes

A modernidade inverteu a fábula da cigarra e da formiga . Agora, a cigarra canta para o mundo, enquanto a formiga continua naquela vidinha ultrapassada e sofredora.

.

A CIGARRA E A FORMIGA (2009)

Millôr Fernandes

.

Cantava a Cigarra

Em dós sustenidos

Quando ouviu os gemidos

Da Formiga,

Que, bufando e suando,

Ali, num atalho,

Com gestos precisos

Empurrava o trabalho:

Folhas mortas, insetos vivos.

Ao ver a…

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Adicionado por Gilberto Cruvinel em 7 maio 2010 às 20:30 — 2 Comentários

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