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To be, or not to be, (PARDON), that is the question

Prezados,

Apresento o documento “To be, or not to be, (PARDON), that is the question”, https://pt.scribd.com/document/328232841/To-Be-Or-Not-to-Be-PARDON-... , onde estamos, empiricamente, tentando avaliar, fatos, concretos, que permitem enveredar por reflexões outras, que envolvem as diversas incoerências do contexto jurídico-político Brasileiro, que, apenas e tão somente, PREJUDICA, e ENVERGONHA, a Sociedade Brasileira, de tal forma, ser possível, mesmo que injustamente, alcunhá-la como uma Sociedade de Ignorantes, e uma Sociedade de Alienados, uma Sociedade de Bárbaros, quiçá uma Sociedade de Cruéis.

Afinal, se INDULTA, porque CORRUPÇÃO NÃO MATA, mesmo que seja, criminoso já condenado, réu em tantos processos, e investigado em outros vários processos, contudo, NÃO SE AVALIA Habeas Corpus (HC 131033) de PERSEGUIDO POLITICAMENTE, que INOCENTE, foi condenado por Tribunal de Exceção, pelo simples fato, concreto, de INCOMPETÊNCIA JURÍDICA (Duplo Sentido).

Ser, ou NÃO Ser, (INDULTO), esta é a questão.

Afinal é possível, que alguém, INDULTADO, com extinção de pena, possa, ainda assim, permanecer PRESO ?

Abraços,

Plinio Marcos

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Comentário de Nena Noschese em 20 outubro 2016 às 22:55

O absurdo das Trevas condenavam à fogueira Bruxas como se elas realmente existissem é o que vemos hoje no nosso país.

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