DEFESA INTRANSIGENTE DE NOSSAS RIQUEZAS

A Amazônia Azul é rica em recursos minerais. O petróleo é apenas um desses recursos, mas, certamente, aquele que mais aguça a cobiça internacionalista.
Abordaremos, adiante, em novas postagens, as riquezas biológicas de nossos mares. Contudo, não podemos esquecer a imensa riqueza biológica de nossas águas, em geral, e, mais especialmente, a biodiversidade da Amazônia verde e do Pantanal Matogrossense.
O Brasil deve, definitivamente, adotar toda essa riqueza mineral e biológica, como estratégica para o futuro da nação. Precisamos nos preparar para defende-la dos ávidos olhos internacionalistas.
Porém, precisamos estar atentos aos inimigos internos. Aqueles que, deliberadamente, destroem o meio ambiente, por desmatamento, por queimadas, por avanço de pastagens em áreas de florestas.
Precisamos “marcar em cima” o pior tipo de inimigo interno: aquele que se vende aos interesses estrangeiros, aos interesses dos grandes monopólios e aos interesses do grande capital, volátil o suficiente para evaporar ao menor sinal de instabilidade, indo grudar-se em novo pescoço, para continuar seu sugar interminável. Pouco importa a esse tipo de capital, se a instabilidade encontra-se distante de nossas terras. O que lhe importa é especular, especular e especular.
Triste, mas temos inúmeras figuras públicas dispostas a dobrar-se e, mais, servir de lacaios de interesses tão canalhas. Não são brasileiros; não podem sê-lo. Não gostam do Brasil. Não se sentem a vontade falando português. Envergonham-se de suas origens e procuram negá-las sempre. Gostam da Europa, dos EUA.
Que pena que não nasceram lá e por lá não tivessem ficado, sem nunca terem pisado este sagrado solo.

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