Livreto rememora a genialidade do Buena Vista Social Club

Livreto rememora a genialidade do Buena Vista Social Club

Fonte: Vermelho

Quem gosta de música cubana e esteve no planeta terra na última década sabe da qualidade do Buena Vista Social Club. Após 11 anos do lançamento do disco e do documentário, o Brasil recebe em língua portuguesa um livreto com fotos, depoimentos e curiosidades sobre a gravação e as canções selecionadas pelos músicos que participaram do projeto.



Além da qualidade musical, Buena Vista Social Club foi ainda responsável pela descoberta mundial de grandes artistas veteranos da cultura cubana, como Ibrahim Ferrer, Compay Segundo, Rubén González, Eliades Ochoa e Omara Portuondo, que a partir daí gravaram discos solo que repercutiram em dezenas de países.

O título do disco faz referência um tradicional clube de música, dança e atividades sociais de Havana onde Compay, González, Ferrer, Manuel “Puntillita” Licea e Anga Díaz - se encontravam desde 1940.

O livreto acompanha uma nova edição do disco, lançado mundialmente em 1997. Informações preciosas revelam parte da biografia de músicos como Compay Segundo, nome artístico de Francisco Repilado que, quando adolescente, trabalhava nos campos de tabaco e, à noite, encarava os bares para tocar e cantar com músicos da época.

“Seu apelido surgiu quando formou a lendária dupla Los Compadres, em 1942. Compay é a gíria cubana para compadre, e Segundo era a referência à sua marca registrada, a segunda voz fazendo o baixo”, diz um trecho da obra.

Desde seu lançamento, o disco já vendeu mais de oito milhões de cópias em todo o mundo. Nenhum disco de world music jamais alcançou tal marca, em toda a história do mercado fonográfico.

Da redação,
Fernando Damasceno

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