Vago pela noite densa à procura do teu nome.
Implora-me o silêncio com seu eco-solitude
que eu te cuspa a poesia erótica
dessa ausência que me consome.

E a minha voz devora a tua voz.
E o meu abrigo lateja a tua tempestade.
Tua ausência me toca, furiosa
E tudo grita a minha fome.
Mesmo na escuridão tua distância me come.
Um torpor trêmulo domina meu instante
E eu gozo o teu nome incrédulo
dentro da noite asfixiante.

Por Van Luchiari ©

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