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Aprendi, na minha histórica Diamantina, num passado distante, que:
“As verdadeiras amizades não se perde!”, em razão do verdadeiro amigo ser afetuoso, benigno, colega e... Defensor!
Se, o “Amigo” perdido, não nos ter afeição, estima e, a dedicação! Ele, a bem da verdade, é um adversário, rival e, competidor contra nós, nos recônditos do seu relacionamento falso conosco!

Toda a amizade que tenhamos, nos caminhos da nossa existência, tem que ser comprovada, analisada e... Pesquisada! Sob pena de estarmos convivendo com um adversário somente interessado em nos destruir com o seu fingimento de lealdade.

Um verdadeiro Amigo atua, sempre, com afeição, nos dedicando a sua estima e, nos prestando todos os seus sentimentos idôneos, a nos defender dos ardis e armadilhas, tudo isso, sem nada nos cobrar de retorno, a não ser, o nosso compartilhamento para com Ele!

De umas décadas para cá, os Amigos tem se tornado uma “peça rara” e inatingível, com honrosas exceções, em razão de uma miscelânea confusa de interesses além do afeto benigno das verdadeiras amizades, pelas razões (ou, contra-razões) seguintes:

— A doação de estima virou uma peça de troca e juros, para uma das partes em detrimento da outra!

— Os mais abastados financeiramente, usando a falsa amizade para adquirirem mais faustos e lucros e, os mais carentes, usando e, abusando da bajulação à procura de benesses imerecidas.

— Pessoas angariando “amizades” no interesse ímpar (só para Elas) sem o compartilhamento, que é a razão de ser e, de estar, das verdadeiras e, lídimas amizades.

— Postos, Comandos, Poderes majestáticos, servindo de afeição para a parte mais dependente, ao em vez, da afeição ser a “mola mestre” e, sincera das amizades isentas de vantagens imerecidas. Exemplo: Acatar como amizade sincera, apenas, pela outra parte ser poderosa e, ter comandamento didático ou, de função superior!

— As verdadeiras amizades não têm sexo nem as suas emanações de sensualidade, por ser, ambas as partes, um Todo sem dispersão de qualidade e, de emanações outras, a não ser a afeição sincera e, desinteressada de aversões!

RESUMINDO: Para o nosso próprio bem estar vivencial, na nossa vida hodierna, temos que catalogar os que se aproximam de nós, às vezes, com a amizade ofertada, os analisando, detalhadamente e, só então, aceitá-los como Amigos!

É preferível não termos amigos a, tê-los a nos prejudicar os nossos passos pela vida!

*
A seguir, uma inédita poesia minha, alusiva ao falso amigo mencionado acima:
O BAJULADOR

Honra! Quem és tu... Miserável!
Vegetas somente no impalpável,
Premias apenas ao interesseiro.
Aos honrados sonegas valores,
Fazendo dotes aos bajuladores:
Sempre, sempre... Alvissareiros!

A honra virou mera dobradiça
Nos portais da raça mestiça,
Sustentáculo de hipocrisia!
Faz vênia ao favorecimento,
Desconhece o merecimento
E, da injúria... Faz freguesia!
MAS...
O Azimute da decadência senil
No horizonte do físico viril
Faz a verdade coar... Fluente!
Na balança fiel do julgamento
Ao falso amigo caberá o tormento
De ser capacho... Eternamente!

Sebastião Antônio Baracho.
conanbaracho@uol.com.br

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