O modelo de financeirização das nações, pelo jogo de explicações do mercado, está esgotado.Os EUA e países da UE, embora emitam a moeda, são gerados com os fundamentos do capitalismo (capital - ismo = captar a raiz do valor para um grupo de banqueiros) e se voltam para a bancarrota.

O âmbito que submete o conteúdo do objeto, a "raiz do valor", e estabelece um exame que avança até conceber o valor, deve ser rejeitado do nosso campo de projeção da realidade: Os computadores dos bancos, sendo um continuo movimento de todo o sistema, armazena adiantamentos os tempos do mundo real, mas multiplica a forma das reservas fracionárias como valor imediato, pelo qual os bancos incluem em si uma teoria auto-realizada do vir a ser: A moeda virtual adere o valor recursivo do desenvolvimento econômico.

Os banqueiros se qualificaram com facções para manipular essa inovação da tecnologia extensiva a informática, porquanto dominam o espaço interno no qual  processam o enquadramento supra exposto em que divide a sociedade dentro das circunstâncias que - no fim - somos as condições deles.

Temos aqui as três facções que criaram o sistema inteiro (o uno e a relação em comum, entre o anterior e posterior) pelo qual a tecnologia acolhe a simultaneidade: 1 - A etapa das reservas fracionárias: A moeda virtual fica com as cópias (títulos públicos) da moeda física, 2 - A etapa de investimentos externos, são os banqueiros da etapa 1 que voltam à realidade quando recebem pelos menos uma parcela dos titulos públicos para reiniciar o processo de multiplicação das reservas fracionárias capitalizadas; 3 - A etapa de derivativos e seguros compreende outros banqueiros das duas etapas anteriores, ou melhor coincidem em competição no mercado financeiro; a fim de que juntamente com o BC julgar a alienação que o seus valores criam e eternizam a moeda especulativa na base da harmonia da ciência da bolha, que soa como confirmação de validade do império.

Ficou muito fácil possuir o poder abstrato, a priori, de todo dinheiro físico que se constrói livre de matéria comprovatória no tempo, por conter em sua definição de modo do Estado maximizar o desenvolvimento; e, a termo de petição de princípio do sistema de cópias, a demonstração, recebe a descoberto as conexões das propriedades do valor equivalente a propriedade da propriedade privada, em lugar desta última se situar no tipo de instância do mundo real.

Na realidade, é claro, tiveram a intenção de ter o mundo com uma falsa verdade, a "o valor virtual"; tendo em vista possuir um sistema entre o tamanho do crédito e o alcance de receber um papel formal com aparente critério para suprir a massa social descompassada, em um ponto fixo. Ou seja, presumiram a semelhança que os seus vagos complementos de valor conduziriam os dias sem existir na prática real - mas fogem de assumir a putrescência da fonte virtual - quando chegam a crise.

As expectativas dos banqueiros atingem o seu auge desviando o absurdo processo cíclico de crises da moeda física para os custos do Estado. Além do mais, a instância exterior sub-repticiamente de poder é infringida com outro modo de captar mais valor, no momento da entrega para as reservas internacionais, porque essa se forma subitamente em dobro.

Uma condição especifica da expansão monetária, de maneira precisa, é a que formalmente poderemos abolir o foco de interesses especulativos e financeiros: a origem bastarda do preço do valor. Finalmente, o momento que se aproxima da hora decisiva no interior da ordem social, o processo de valor de todas as coisas se separa das circunstâncias e se junta ao futuro das classes do quantificador científico, em termos significativos de sistematizações dignas da sustentação da ciência.

O traço tipico da instância virtual está em que nesta altura ela pode conferir a certo ponto central o verdadeiro enunciado da "teoria do valor"; gerado com as funções que noticiam a moeda digital, pura e simplesmente, para refletividade do movimento interno da moeda física - estabelecendo respeito á questão neutra de um atributo da unidade de que uns países possam causar nos outros a "dimensão real" total, apta cada vez mais ao fim soberano do PIB - pelo livre valor-de-verdade da natureza exterior.

O Brasil tem ativos que poucos países tem para gerar o seu desenvolvimento produtivo na natureza externa. Entretanto, o projeto do valor é um tratado substantivo do sistema econômico que constrói o plano da trajetória global, composto de cronologia do período abrangido do engajamento que se constituiria, do exterior, um sujeito absoluto da produção, de maneira a resgatar o ponto de partida da passividade das atividades como espaço de crescimento a nível internacional de todas as nações.

Pensem, por exemplo, o movimento da terra em torno do sol. Ele é o verdadeiro sistema que comporta e autoriza um lugar no universo por um sistema mais seguro do espaço de tempo interno. Vais deixar os especuladores do investimento externo, apolíticos, imporem-te uma sociedade a sua imagem?

A história não tem como negar uma tal correlação que possa qualificar o "padrão de valor" da produção permanentemente dentro do contexto idêntico aos limites e características do mundo real - A partir de uma posição exterior ela forma o virtual; em que o real engendra um sistema em si.

Realmente, o valor é o dinheiro universal do mundo do homem, estado e sociedade, mas baseado na tecnologia espacial. O objetivo de sua organização interna permite emancipar o trabalho, apoiado na definição conceitual da "dimensão real"; com a formula da propriedade potenciai da produção - versão natural de espaços de tempo do câmbio - convertidos na verdadeira existência da realidade oposta.

O papel chave do sistema em si assegura a cada país sua própria iminência de intermediário da liga, correlatos do mundo real, porquanto apreende o significado de ser acerca do mundo extrínseco que paira acima da riqueza, enquanto controla a moderna refletividade externa de entrar valor da produção na moeda adicional; e ninguém pode deixar de garantir este vinculo futuro, sob pena de renunciar a base monetária que a faz existir na terra.

Enfim, Chegamos ao momento do enumerar o enriquecimento, que nos prepara para a extinção dos investimentos externos, ainda reivindicados para subtrair o valor dos produtos oferecidos em moeda. 

Muito bem, por que não ficar com a produção a invés de ter que exportá-la para pagar um simulacro espacial do valor?. O sistema em si seria de fato "o contexto do valor" refletindo as causas quantificadoras do investimento próprio para a moeda, entre as funções de verdade da riqueza nacional.

De um instrumento de demonstração (espacial) eis nos criado a propriedade num circulo central, pelo qual podemos fixar toda informação virtual do valor da riqueza, e abolir o preço de captação da moeda física que, no sistema capitalista fica maior (fictício) do que a multiplicação dos governos soberanos oferecidos como garantia; e cuja ferramenta sistêmica surge apenas no domínio da taxa de juros.

De modo que a estrutura da economia pode iniciar a emancipação nacional cortando as amarras dos parasitas do Estado que sacrificam uma porção imensa do produto interno. A história do mundo real começa a custo zero e o esquema arbitrário de multiplicar a poupança (reservas fracionárias) para comprar títulos públicos) se acaba.

Mesmo os países cuja cultura nunca buscaram uma base monetária racional podem alcançar o incremento (investimento) do valor cientifico, das causas da sociedade, porquanto a moeda digital deve dividir-se como uma prestação de serviços da natureza externa do Mundo Real e, as mudanças que se integram nos efeitos do software sistemático, são para validar o meio de todas as forças do movimento interno em igual período do espaço de extensão do PIB, na realidade.

E é bastante obvio que, por efeito, o movimento interno que se eleva a potência da produção; a ascensão do homem (com a junção relativa) se refere a dimensão real do status da sociedade - sem os antagonismos entre política e economia - e, por isso, a prova cosmológica é livre e libertadora.

Vale assinalar que os países podem ser complementares pelos cálculos do desenvolvimento da Sociedade Industrial - a uma única base posta quanto a rota de opostos - e tende a refletir o mundo real. Por conseguinte nós, supostamente, desembocamos no espaço e tempo que repousa a história inteira – sem precisar perder a produção por medida de valor comprometido com investimentos - porque a realidade distingue princípios que mudam por si mesmos no diverso que mudamos; e continua (no futuro), com o cumprimento do tempo de unidade das variáveis sociais.

 

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