A DESEMBARGADORA EMBARGOU A AUTORIDADE DO POLICIALZINHO

Quando será que aprenderemos a não abusarmos do poder conquistado através de canudos, anéis, credenciais e/ou apadrinhamento?
Essas conquistas são concedidas aos que – comumente – alcançaram uma posição de destaque, através de muito empenho, renúncias, estudos.
É lamentável que mentes brilhantes sejam ofuscadas, por não entenderem que, um guarda de trânsito e/ou policial é autoridade suprema no momento de o seu exercício – e, como tal, deve ser tratado, jamais de forma que denigra a sua autoridade “um policialzinho” – . Durante esse, deve ser respeitado, não existe hierarquia que diminua, o poder que o mesmo está a exercer no momento. Ele é autoridade sobre o juiz; o desembargador – que comumente é um juiz em instância superior –, o advogado, ou, qualquer outro cargo de nível elevado.
A hierarquia deve ser respeitada pelos subalternos dentro de cada espaço; fora dele, respeita-se o cidadão; a pessoa - quando digna de respeito.
Infelizmente, no nosso país, o poder outorgado aos homens costuma denegrir a visão correta dos fatos, diante disso há inversão de valores.
O policial em exercício de sua função pediu para que a desembargadora usasse o bafômetro. Acaso, esse procedimento é válido –apenas – para os menos cultos ou incultos, ou, ainda, aos menos favorecidos financeiramente?
Diante da pergunta da desembargadora feita ao policial: “(...) Você sabe com quem está falando?”
A resposta concisa do mesmo teria sido: Com uma usuária da via de trânsito, senhora.
Em pronunciamento diante das câmeras de TV a cidadã falou: “(...)ele não sabe nem o que é uma desembargadora.”
É dever do profissional, ora, em questão, saber usar o que concerne ao seu trabalho, tal qual o bafômetro.
Que possamos exercer o poder a nós confiado, com sabedoria e principalmente, humildade. Lembremos que existem limites e, fronteiras marcam e demarcam até aonde podemos ir.
Guardemos nossas credenciais, para os momentos, deveras, oportunos.


EstherRogessi,Crônica:A DESEMBARGADORA EMBARGOU A AUTORIDADE DO POLICIALZINHO;Recife,12/07/12

Exibições: 127

Comentário de Ariston Álvares Cardoso em 13 julho 2012 às 20:51
Não posso admitir que qualquer que seja a autoridade e o seu nível de poder, possa sobrepor-se à Constituição, muito menos admito que essa mesma autoridade qualquer que seja ela, possa simplesmente em nome do cargo se auto intitular REI ou diabo, menos DEUS que não comete injustiça, para prejudicar o semelhante e aqui em Goiás onde indiscutivelmente instituiram uma Indústria da multa de transito e não querem admitir e financiam a alto custo a propagação de que aqueles que se queixam são mau elementos no transito e eu um cidadão de princípios, responsável e temente à quaisquer infrações, depois de mais de meio século sem cometer uma só infração no transito, depois dessa Indústria, nada menos de meia dúzia de multas ou mais consta em meu nome e muitas delas, vergonhosamente expedidas e por mim defendidas, não logou atenção nem respeito por parte das autoridades de transito e não é só no transito esse abuso de poder e prevalecimento de autoridade, tenho uma filha que é do quadro da Polícia Civil de Goiás onde foi admitida mediante concurso público numa polícia que se destaca nacionalmente pela sua qualidade e eficiencia, mas que também tem em seu meio indivíduos "Reis ou diabos" que prevalecem do cargo para prejudicar inocentes como é o caso de um desgraçado delegado que pela sua atuação eu quase morri do coração e a minha filha quase esteve demitida, simplesmente por abuso do poder, mas, graças a DEUS esses mau elementos é minoria insignificante mas que causam verdadeiras desgraças à honra e à dignidade de pessoas humildes que não chegam a lutar contra o imundo corporativismo de classe existente em todo serviço público no Brasil.

Comentar

Você precisa ser um membro de Portal Luis Nassif para adicionar comentários!

Entrar em Portal Luis Nassif

Publicidade

© 2019   Criado por Luis Nassif.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço