Sabemos que a economia não é livre é ônus. Imagine basearmos, na forma de Mundo Real, os movimentos fundamentais das reservas externas, para a critica científica de um movimento regressivo necessário para o valor das nações.

Mas sob que condições as riquezas rotacionam no centro dialético desse plano?

As forças de massa social não estão baseadas no ponto precedente do sistema que capta a grandeza econômica. O universo demasiadamente amplo nos oferece uma esperança de espaço relativo à Liberdade Pura. Uma forma de galáxia será a última sobre certas condições compensatórias entre mudanças estáveis e a referência das coisas gerais.

Esta forma do conhecimento lógico será uma forma pura do pensamento.

O Cosmo é campo de pontualidades que configuram o fim de multi centros de verossimilhança porque, na exterioridade, os sistemas de "ponto e espaço" podem ser refletidos para nossa observação de unidade de universalidade.

Como estruturar a unidade do objeto (moeda), em um certo meio exterior de encadeamento, entre ponto e espaço de valor econômico?

Ao inserir o mapeamento do exterior no Mundo Real lhe confere o nome de instrumento de comunicação de causas materiais e representante geral do universo; respondendo a sua necessidade essencial pela medição da Cadeia Produtiva, com o primeiro espaço de limites da natureza, por parte de cada nação.

Uma álgebra, do "ponto" de vista de todas as sociedades, ganha o valor unico de superar a teoria de identidade do sistema interno (tecnologia) de medir pontos de espaço (tempo) para que a noção de galáxia possa existir fora do conjunto dominante (onde começa e se dirige a versão da realidade).

Na lógica, a tarefa designada vai expressar a espiral da “Natureza Externa - funções da realidade que ficam análogas a um poder dos braços exteriores”. Isto no plano cósmico já se refere ao “Meio Exterior” captando a centralização capitalista e se tornando veiculo natural do Princípio Básico da economia. E, não podemos perfazer as perspectivas de rotação do Mundo Real sem constitui-lo do ponto de instância da história. O primeiro lugar é o firmamento dos dias (1/A do ponto "A") é a estrutura de aproximação do sujeito e objeto) para os fatores tomarem os seus lugares cognitivos no tempo e espaço; e o segundo lugar é a realidade do valor em um Todo.

Porque o ponto de "A" - de instância dos fatores de valor (A=A) - não está em espaço algum, vem ao caso imaginar a complexidade de sua localização:

Podemos meditar que a Economia Política parte da propriedade privada para a conversão da produção do PIB, e a natureza exterior define a convergência dos sentidos objetivos de totalização (propriedade privada X medida da Dimensão Real); a descobrir, por sua vez, com o ciclo do ponto-origem (=A) e a similaridade para adição de moeda das nações - como verdade da consciência do representado do primeiro "A" no universo.

Salvamos a instância de consolidação teórica do espaço. Uma distribuição cósmica não poderia ser de outra maneira se sair das condições próprias no espaço oposto, ou ficaria sem as propriedades imanentes ao regime imposto entre atividades e passividade: A quantidade (=X). Daí se passar da imaginação da natureza exterior (A é A) para fixar a data para a Consciência Externa (X) sobre a circulação do representante (a moeda).

Para imaginar a consciência externa (Unidade Universal), transcrevo, a seguir, a álgebra "A" no tempo, ainda como pressuposto de sinais de significados das partes de ponto-origem de todas as nações possíveis, para um indicado ponto voltar do espaço limite no duplo sistema com o universo; podendo identificar a própria razão da passividade (PIB) em valor de moeda, entre tempo e espaço dos momentos de atividades da produção: “Fichet pág, 114: A imaginação não põe em geral nenhum limite fixo, pois ela própria não tem nenhum ponto de apoio fixo; só a razão põe algo de fixo, pois só ela fixa a própria imaginação. A imaginação oscila entre determinação e a indeterminação, finito e o infinito”...

...“A consciência só é possível por reflexão e a reflexão só é possível pela determinação.”

Poderia parecer impossível imaginar muitas razões (cada nação iria querer ter a sua) e só uma Consciência externa para reflexão de todas as nações. Foi preciso determinar a Razão de Referência da grandeza econômica que focaliza a instância do processo continuado de quantidade, a "dimensão real", a qual difere os limites do espaço interno de todas os países na Natureza Exterior.

Essa estrutura consiste da idéia que temos o sistema de estágios do mundo em um sistema final de redimir o ônus exterior das nações num "Centro Galático de Computação" das determinações da produção (reservas de valor das riquezas). O que elucidamos para análises futuras move o Mundo Real que o universo engendra, para simultaneidade da rotação constante no "Sistema em Si" - sobre todas as mobilidades em que: As atividades do objeto (=A) em geral (=X) são a existência real de cada dia em implicações matemáticas associadas a eventos na Tecnologia do Valor.

A título de evidencia histórica o Sistema Cósmico infere o apontamento matemático de Unidade Universal pela síntese (X) quando esta passa pela solução do enigma da verossimilhança do real (1="A"), em que nos reconheceremos nas causas exteriores que transformam matéria no estado de valor no mundo.

Firmemos num "bem reputado*" ponto de vista da similaridade. O Sistema Econômico define a repetitividade em relações de tempo entre os limites de espaço que constituem a expansão de volumes variáveis de dois sistemas no Sistema Cósmico, ambos representados por operadores de variações da definição - no Meio Exterior e no Mercado Interno - no sentido preciso dos ponto espaço de contatos com o status de veredito das chaves da Razão de Referencia do Mundo Real. A rigor, segundo esse processo, a síntese da economia se manifesta nas Classes da Natureza Real (axioma das funções dos fatores) no começo absoluto do tempo. Como tal, um dado dia tem a álgebra final de um mês reflexivo (X), a qual projeta o juízo total da produção em expansão e Unidade Universal.

E agora o momento de informar que uma questão se encontra em sigilo de estado, mas será revelada oportunamente: As distinções da Razão de Referência das Classes da Natureza Real, sem as quais a medição da dimensão real de valor do Mundo Real não são possíveis.

O que pretendia mostrar é a relevância da formação do Mundo Real ao longo de enunciados de similaridades particulares causais e gerais para o Mundo Material.

* Livro de Quine - Espécies Naturais pág. 131 -: Os juízos de similaridade de uma pessoa de fato se apóiam e se devem apoiar na sua teoria, nas suas crenças; mas a similaridade mesma, aquilo mesmo de que os juízos de alguém querem ser juízos, pretende ser uma relação objetiva no mundo. Não é matéria que pertença à nossa teoria da teorização sobre o mundo, ela pertence ao assunto da própria teoria do mundo. Se pudesse ser bem definido, seria esse o tipo de conceito aceitável e bem reputado.



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Teoria das Restrições para Resolver Conflitos no Mundo Real?

Autor: Larry Leach, PMP
Tradução: Adail Muniz Retamal

A Teoria das Restrições oferece, acima de tudo, "Soluções simples para problemas complexos". Inicialmente, a TOC trabalhou para descobrir e corrigir o Problema Principal, uma causa comum de muitos dos problemas no sistema. Agora, os Processos de Raciocínio da TOC levam diretamente ao conflito principal. O conflito principal é a causa do problema principal.

Eli Goldratt é um físico lógico e costuma colocar as coisas em termos científicos. "Veja", ele diz, "quando os cientistas vêm coisas no mundo material que conflitam, eles sabem que alguém fez uma suposição errada. Eles sabem disso porque sua PRIMEIRA suposição é que o mundo material não pode estar em conflito. Pode haver somente uma resposta." (Embora ele não tenha discutido este exemplo, esta é a razão pela qual a mecânica quântica causou tanto tumulto entre os cientistas. Ela realmente permitiu que um gato (figurativamente) pudesse estar vivo e morto ao mesmo tempo; um conflito. Não estou certo se eles resolveram este conflito ainda. Ele fez Einstein dizer: "Deus não joga dados com o Universo.")

Goldratt traz seu pensamento à terra para o não-cientista. Suponha, ele disse, que medimos a altura de um edifício. Obtemos duas respostas: 5 metros e 20 metros. Será que nós dizemos: "Ah, um conflito no mundo. Não podemos resolvê-lo. Vamos chegar a um acordo em 12,5 metros." Não. Nós sabemos que algo saiu errado com uma das medidas. Em algum lugar, uma suposição está distorcida. Há apenas uma resposta para a altura do edifício, no mundo material. (Para os estatísticos, os quais ele também conhece bem, ele complementa, como faria Dr. Deming: "Bom, nós nunca poderemos saber a altura exata. Apenas a resposta a algum sistema de medição e precisão. Mas nós sabemos que deve haver uma resposta que seja acordada entre dispositivos, ou um dos dispositivos possui alguma coisa errada. Uma suposição errada.")

Isto é, no mundo material, não pode haver conflitos. Se nós virmos um aparente conflito, sabemos que precisamos descobrir qual suposição (ou talvez ambas) está errada. Esta é a única visão. Todos os cientistas aceitam esta visão.

Então, numa progressão crescente, "Então POR QUE, NO MUNDO REAL, NÓS FAZEMOS EXATAMENTE A SUPOSIÇÃO OPOSTA? POR QUE NÓS ASSUMIMOS QUE O CONFLITO É REAL E QUE NOSSAS SUPOSIÇÕES ESTÃO CERTAS?" Mais calmo: "Por que nós não fazemos como os cientistas, isto é, assumir que o conflito não pode existir no mundo real? Por que não trabalhamos juntos para verificar nossas suposições, até descobrirmos o que está errado com elas?"

[Agora, eu sei que esta é, por si mesma, uma teoria e, na realidade, muitos cientistas tendem a gastar seu tempo defendendo sua teoria, em vez de trabalhar para refutá-la, como um verdadeiro cientista faria. A Ciência poderia avançar ainda mais rápido se o caso não fosse esse.]

A implicação disso é estonteante. Não há ganha-perde no mundo real. Também não pode haver realidade conflitante no mundo real. Apenas suposições erradas. Como os cientistas trabalhando com o mundo material, é sempre nossa função descobrir quais são essas suposições erradas. Quando as corrigirmos, o aparente conflito evapora, como uma nuvem.

Isto é exatamente o que ele tem nos dito, tentando nos ajudar a entender.

Descobrir as suposições erradas nem sempre é fácil. Ele nos diz que o "Problema Principal" é raramente aparente. Porém, ele tem concebido e nos dado ferramentas para encontrar os Problemas Principais e as suposições erradas. Os cinco passos de focalização, os Processos de Raciocínio e a Evaporação de Nuvem. Muitos dos sucessos reportados por seus praticantes são baseados na descoberta dessas suposições erradas e na correção delas.

Cada aparente conflito no mundo deriva deste único ponto: as pessoas naturalmente assumem que o conflito é real. Guerras são travadas porque as pessoas fizeram as suposições erradas. Elas assumiram que seus aparentes conflitos são reais. Elas assumiram que não poderiam resolver o conflito e prosseguiram para espalhar o caos no mundo.

Se você começar pela ÚNICA suposição de que um aparente conflito NÃO PODE SER REAL NESTE MUNDO, e souber que nós apenas precisamos descobrir as suposições erradas que estão fazendo com que o mundo real possua um conflito, TUDO muda. TUDO.

A solução mais simples de todas. Para o maior problema de todos.

Fonte: http://www.heptagon.com.br/heptateca

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